História The Starlight - Capítulo 3


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Bishoujo, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Luta, Magia, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Tá ai um capituluzinho <3 fiz ai a Ayla num app porque quero deixar a personalidade dela bem na cara hehe bom capítulo

Capítulo 3 - Oráculo do Deus da terra- parte 1


Fanfic / Fanfiction The Starlight - Capítulo 3 - Oráculo do Deus da terra- parte 1


Amy P.O.V 


Depois disso, eu convidei Nathan para ir la em casa, afinal, se nós vamos partir em uma aventura, precisamos de comida, roupas e etc. Nós começamos a andar em direção da minha casa, eu adorava ver a cara de confuso do Nathan por estarmos andando e andando e indo um pouco para fora da cidade.

Nathan- Cadê sua casa? A gente ta quase saindo da cidade- ele fala com uma belíssima cara de paisagem- você mora nessa cidade?- bem... quase, ela fica bem pouco afastada, mas é um lugar bem sossegado e ninguém vai lá pra encher o saco, só os caras da encomenda vão lá- 

Nathan- ahh, mas vai demorar pra chegar lá? Meus pés tão começando a doer-

- Deixa de ser molenga- falei irritando ele, ah como adoro irritar, minha razão da existência

Nathan- Ata, coisinha fofa, to começando a me arrepender de ir com você- 

-Como ousa não gostar da minha compahia? As pessoas geralmente me amam- falo convencida, mas não é mentira, apesar de eu ser irritante, geralmente sou mais animada, as pessoas gostam disso, menos a Ayla é claro

Nathan- Até pa..- ele para de falar quando finalmente chegamos a minha casa- Nooooooossa, você mora aqui? Meu deus quantas pessoas moram aqui?- ele perguntou boquiaberto pra minha cazita, novamente, sem querer me gabar, minha casa é bem luxuosa- Ah, só eu e dezenas de pessoas- respondo com sinceridade

Nathan- isso é um abrigo?  Ai!- ele fala e eu dou um chute na bunda dele. Não gosto quando as pessoas pessam que aqui é um orfanato ou um abrigo, a vovó Nana realmente nos trata como família, então, somos quase uma- Não né, chega, vamos entrar logo- digo impaciênte

Depois de muita falação, a gente entrou na casa e Nathan continuou olhando para cada canto da casa. Logo que entramos, recebemos muitos olhalhes dos que que estavam lá dentro e um deles era de uma pessoa que eu sabia que iria me encher de perguntas. Nana.

Nana - Amy! Por que toda essa demora? Você ta uns trinta minutos atrasada!- Disse vindo em minha direção, mas para ao olhar quem está do meu lado, obviamente ela ja sabe quem é- Nathan? -Pergunta o encarando estática- Espera... Você voltou? Amy onde você encontou ele?- ela pergunta feliz, detestava quando perdia uma de suas amadas crianças, mesmo tendo passado pouco tempo com alguma delas, no caso do Nathan.

Nathan- De onde eu conheco a velha?- pergunta olhando para mim meio animado com mimha resposta-Você morava aqui com a gente, na verdade, morou aqui por um ano, mas depois você sumiu do nada- eu falei um pouco triste por lembrar disso, Nathan foi o meu primeiro amigo. Mas ele fica emocionado com os olhos brilhando, provavelmente pensando "eu morei aqui, ou vou voltar a morar aqui?"

Nathan- E porque você não disse antes?- 

Nana- O que aconteceu com você?-  ela pergunta muito confusa assim como pensei, ele desaparece do nada e volta do nada pagando de doido- Ele perdeu a memória, vamos atrás do oráculo do Deus da terra, ai podemos pegar as memórias dele e eu posso encontrar minha mãe - explico falando rápido sem dar tempo de Nana entender

Lisa- Deus da terra?- Lisa pergunta brotando do nada, tinha até me esquecido das pessoas


Ayla- É um dos três grandes deuses da criação do universo, é uma história básica isso, você não sabe?- Ayla fala com uma gota da cabeça fazendo Lisa ficar envergonhada. Ai Ayla, não seja grossa, penso.

Nana- Isso não importa! Como assim vão até o oráculo!? Vocês sabem onde ele está? É perigoso Amy, você ainda nem sabe controlar sua magia-corto ela, já sabia que ela iria proibir, mas vou dar um jeito de ir- Eu quero encontrar minha mãe, a velha lá na cidade deu um mapa e eu sei me virar, já ta na hora de eu sair e fazer coisas de verdade, já que você não me deixa trabalhar no governo.- jogo na ferida falar sobre o governo. Lá as pessoas passam a lutar pela guerra

Nana- Você é nova demais- ela fala irritada- Bem, se você quer assim, Ayla e Sam vão com vocês.- mas o que? Ayla, de novo? Nãaaao!

Ayla- Por que eu?- fala com uma cara levemente irritada, mas sendo imperceptível, ela fica geralmente com essa cara de nada, mas sei que ela não quer ir.

Nana- Porque ela é sua irmã, tem que certificar que não vai correr nenhum perigo, afinal, tem ladrões, monstros e criminosos no caminho até lá.- Bom motivo, admito.

Ayla- E por que Sam precisa ir também?- 

Nana- Ele é seu único amigo aqui, acho que você vai ficar mais avontade com ele- ao falar isso, Ayla olha de canto para Sam e vê que ele a observa. Hum, achou que eu não veria a troca de olhares, sim. Eu vi.

Ayla- E-então vamos logo, quando eu voltar, quero continuar minha pesquisa.- Ainda quero saber sobre essa tal "pesquisa" que a Ayla faz todo dia. Algo de bom? Não acho que seja. Depois disso, pegamos tudo que era necessário, segundo o mapa, o oráculo fica a três cidades de distância. Vai ser uma viagem longa, as cidades por aqui, geralmente ficam bem distantes, nem sei porquê. Felizmente, pegamos um dos carros maravilhosos da vovó, adoro viajar nos carros tecnológivos e luxuosos que ela tem, infelizmente, mal saio para viagens.

P.OV Amy of

No carro:

Amy e Nathan conversavam animadamente no banco de trás, enquanto Ayla e San seguiam o caminho calados até a cidade mais próxima 

Amy- Teve uma vez que eu joguei minha sopa na cara da Ayla quando eu vi que tinham quatro pirralhos brigando, ela ficou muito puta comigo HAHAHAHA!- Amy e Nathan riam descontroladamentre enquanto Amy contava suas histórias, a maioria delas era de Amy irritando Ayla que se controlava para não voar no pescoço da sua irmã. Nathan se sentia um pouco triste, pois não podia contar as hitórias da sua vida, já que perdeu a memória. Mas mesmo assim, gostava de ouvir as histórias de Amy, e esperava que ela lhe contasse do tempo que passaram juntos quando crianças.

Amy- Ai depois a- Amy para de falar quando Ayla a cala com a mão.- Ei!

Ayla- Silêncio- ela fecha os olhos e escuta um barulho

Nathan- O que foi?- oergunta preocupado, ja passou um tempo vagando só, e ja foi muitas vezes saqueado pelas estradas.

Ayla- devem ser bandidos, já estão perto, saiam do carro!- Ayla disse se retirando do carro- Menos você Amy- aponta para ela, o que a revolta

Amy- Ei!- Ela diz irritada e saindo do carro mesmo assim. Havia um grupo com 15 ladrões

Ladrão 1- Dêem nos tudo de precisoso- disse segurando um cajado, assim como o resto dos 14 

Nathan- Por que todos estão com um cajado?- ele pergunta cochichando para Sam


Sam- Eles passam sua energia magica para o cajado, assim ficam mais fortes, muitas pessoas fazem isso quando sua magia não é tão forte, ou simplesmente para poder ter mas precisão na hora de usar magia- ele diz no mesmo tom

Ayla- Não atrapalhem nosso caminho seus vermes!- Ela diz irritada, pois odeia ladrões. Já passou coisas ruins com esse tipo de gente, mas ela sabe lidar com isso muito bem

Ladrão 2- Parece que teremos de usar força, eu realmente não queria fazee isso, mas...- após dizer isso, o cajado brilha, lançando a magia em direção de Amy

Ayla- Amy!- Ayla se assusta e entra na frente da magia, a bloqueando com o braço que fica queimado e em carne viva- Seu!- logo o corpo de Ayla começa a brilhar e seu cabelo, unha, lábios e olhos ficam vermelhos, a magia de Ayla era magia dos sentimentos,  ada sentimento tinha uma cor e função direrente, aquele era um dos melhores sentimentos de ataque, A raiva.

Depois disso, Ayla pega sua katana que estava na sua bainha e transfere sua magia para ela, assim como os ladrões fizeram com o cajado

Ayla- Aaaaah- sua katana brilha e corta o ar junto com o ladrão que tentou cachucar Amy e outros cinco, numa luz escarlate que conseguia ser tão quente quanto o Sol.

Sam começa a ataca-los também, com a magia elementar da água, ele tranca cinco dos ladrões em bolhas de água, enquanto Nathan tira duas adagas de seu bolso e luta contra quatro ladrões. Enquanto isso, um dos ladrões havia entrado no carro e começa a fugir e Amy sai correndo atrás do carro, ela estava muito brava por não poder fazer nada. Os outros estavam distraídos com os outros bandidos que nem perceberam que Amy havia ido atrás de um bandido que fugiu

As pessoas com magia tem resistência, força e velocidade maior do que as que não tem, sem contar que são mais altos (bem mais altos, tipo de 2m pra cima), por isso, Amy conseguiu facilmente alcançar o carro e entra pela janela do carro, já que o bandido é tão estúpido que não a fecha. Amy começa a bater no homem tentando o fazer parar o carro. Ele dá um murro no nariz de Amy que sangra, logo Amy emputesse e seu punho começa a brilhar num tom amarelado, sentindo o mesmo ficar quente e golpeia o ladrão que fica inconciente na mesma hora.

P.O.V Amy

Waaaaaaaaaaaa! Eu consegui! Consegui usar magia! Eu nunca tinha feito isso mas... minha magia não parece com o dos meus pais... isso é muito estranho, pois a magia é hereditária, então lógicamente, deveria herdar da mamãe ou do papai, a Ayla tem a magia do papai. Olho para trás e vejo Ayla e os outros vindo na minha direção

Ayla- AMY! VOCÊ TA BEM? Me deixou preocupada sua idiota!- Ayla pergunta raivosa e preocupada

Nathan- por um segundo achei que você tinha picado a mula e nos deixado aqui haha- idiota, Amy pensa.

-EU USEI MAGIA NO CARA! - falou animada pois nunca tinha usado antes, ah se a vovó me visse agora, por um momento pensou.

Nathan- E como é?- novamente Nathan e sua curiosidade- É estranho... não é a mesma magia da mamãe- 

Ayla- como assim? Você devia ter a magia da mamãe, já que eu tenho a do papai. É mesma da minha?- Ela pergunta muito confusa- Não... é diferente-

Nathan- Então mostra ué-

Eu ergo as duas mãos e uma bola brilhante amarelada aparece acima delas.

Ayla- feche os olhos, pense nela e diga o que vê-

A obedeço e fecho os olhos me consentrando nela.- Eu vejo... o Sol... e planetas. Tem meteóros também e ah!- paro de falar quando sinto uma forte dor de cabeça

Ayla- Sol? Nunca ouvi falar nessa magia, pode ser que você seja um tipo raro. Quando voltarmos, eu irei pesquisar melhor- Tipos raros, são tipos quando a magia não é muito famosa e foi pouco vista, ou seja, não é hereditária.

Nathan - O que é um tipo raro?-

San- É quando alguém nasce com uma magia diferente dos familiares- explica, realmente, Nathan não sabe de nada

P.O.V Amy of

P.O.V Ayla 

Isso é muito estranho, mesmo que Amy seja um tipo raro, nunca vi alguém que tenha a mesma que ela. Tenho que saber se essa magia pode prejudica-la. Depois dos acontecimentos, entramos novamente no carro e seguimos em direção da cidade 1. E só espero que essa magia não faça mal a Amy...

Continua.



Notas Finais


Gente, desculpa pela cena de luta bem bosta, nunca escrevi uma cena dessa então ficou assim.
Obrigada por lerem ^-^
Beijinhos da Sandy <3


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