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História The Storm - Capítulo 29


Escrita por:


Notas do Autor


LEIAM ISSO, PLEASE <3
Depois de muuuito tempo, cá estamos nós, trazendo mais um capítulo para vocês.
Sem muitas delongas eu quero explicar algumas coisas pra vocês...
Por conta das aulas onlines e os professores estarem enlouquecendo, mandando 500 atividades, nós vamos postar pelo menos 1 vez na semana. Eu sei, eu sei, isso é bem chato, mas eu quero pedir a compreensão de vcs, de verdade.
E a outra coisa, é que eu quero agradecer a uma leitora que comentou no último capítulo, obrigada Fabiola por ter comentado, sério, vcs não sabem como isso nos motiva a escrever mais.
Enfim, depois de toda essa faladeira, aproveitem o capítulo que eu e a Júlia escrevemos pra vcs :3

Capítulo 29 - I'll be watching you...


Fanfic / Fanfiction The Storm - Capítulo 29 - I'll be watching you...

Pov's Sophie

 

          Desperto com a claridade, a luz do sol se esgueirava entre as tábuas da velha cabana, atingindo meu rosto. Sam ainda dormia e não pude deixar de notar como ele havia crescido.

Levanto-me com cuidado e tento fazer o mínimo de barulho possível ao fechar a porta atrás de mim. Sento sobre a grama do lado de fora, aproveitando do sol na manhã fria. Minhas mãos congelavam.

— Acordou cedo... — Minha irmã se empoleira ao meu lado, portando aquele mesmo sorriso gentil no rosto.

O sorriso de minha mãe...

— Dessa vez naturalmente. – ela continua.

Alex me surpreende com uma risada baixa, acostumada com meu mau humor matinal e eu lhe dei uma cotovelada de leve. Ri, por conta da cara que ela fez, mas minha barriga doeu. Meu corpo ainda me culpava por dormir de mau jeito.

Sem contar no dia de ontem...

— Já escolheu um nome pra ele? – perguntou.

— Ainda não... – respondi dando de ombros.

O filhote de Honey tinha a pelagem marrom manchada por branco e se colocava em pé desengonçadamente. Aos poucos aprendia a função das pernas.

— Alex. — Lembro-me então da promessa que fiz a Sam. Ela vira seu olhar para mim e a observo em busca de aprovação. Não sabia como ela ira reagir a essa conversa, não depois do que aconteceu. — Estava pensando em fortificar a casa... Construir muros, formar uma base realmente. Assim não vão nos pegar de surpresa, não de novo.

A garota de olhos azuis pondera, parecendo pensar de mais.

— Não é uma má ideia. Podemos recomeçar por lá... — Ela sorri — Dessa vez, da maneira certa.

           Por um momento penso ser uma indireta, mas algo em seu tom de voz me diz o contrário, ela estava me pedindo desculpas. Nós duas havíamos errado, errei em não avisar. Alex, em não me procurar, em surtar. Ainda me sentia receosa pelo como ela agiu com a situação, mas assim como ela, queria dar um fim nisso. Assinto com um sorriso, tentando parecer tão acolhedora quanto ela.

Ficaríamos bem a partir de hoje.

— Vamos tomar a casa de fazenda. — Diz, com animação.

 

 

Pov's Ísis

 

(...)

 

— Pronta? — Isaak se dirige a mim.

Posiciono minha submetralhadora sobre o capô do carro, estacionado de forma a servir como barreira.

— Pronta. — Sorrio.

Agora é só esperar.

O sol brilhava forte sobre nossas cabeças, nos recompensando pela manhã fria.

Ainda haviam algumas das criaturas zanzando por aí, mas em número reduzido. Alex e Sophie se posicionariam do outro lado da casa e ao primeiro sinal poderíamos atirar, mas já haviam se passado minutos.

— Acha que devemos ir atrás delas? — Diz, afobado.

— Acalme-se, Isaak. — Relaxo minha postura, observando os arredores, enquanto mais alguns minutos de silencio se passavam.

A esse ponto também estava começando a me preocupar.

— Ísis. — Parecia pensar nas próximas palavras. — Enquanto corria, vi uma pessoa caída na floresta... - Surpreende-me só ter tocado no assunto agora. — Não acho que fazia parte do mesmo grupo que atacou vocês...

         Phill poderia ter pensado que essa pessoa fazia parte do nosso grupo, mas era estranho não ter usado ela como refém, era estranho ter desperdiçado uma oportunidade assim.

Ou... Nós a acertamos.

— Parecia... Uma criança. — Complementa.

Por trás dos ombros de Isaak posso ver chamas enormes avançarem sobre o céu. Parecia vir do celeiro.

 

 

Pov's Sophie

 

Chegando no local, gesticulo para Alex, que agora já estava sem as botas, dizendo que ela poderia vir. Avançamos rumo à casa de fazenda pela estrada de areia, na ponta dos pés, evitando fazer o mínimo de barulho possível.

Verifico se há alguma criatura na sala de estar e quando me certifico que não, abro a porta lentamente e adentro a casa. Alex passa por mim, pisando nos cacos e fazendo barulho. A olho com olhar de advertência e ela desdenha. Reviro os olhos e sigo para a cozinha enquanto ela subia as escadas. Passo pelo corpo da mulher que atacou Brianna e adentro no cômodo.

Mais à frente, debaixo da pequena mesa, havia um galão de gasolina. Abaixo e com um pouco de dificuldade, por conta das dores, tiro o galão de lá. Dou meia volta e encontro Alex na sala e a mostro o galão.

- Não é uma má ideia... –sussurro. – A maioria das criaturas está se dirigindo para o celeiro. – ela me encara, pensativa.

- Alguém deve ter feito muito barulho lá para elas estarem se concentrando no mesmo lugar. – concordo. – Vamos... Temos que atrair esses putos pra longe daqui.

 

(...)

 

         Com um pé atrás do outro, caminho em direção ao celeiro. No caminho avisto mais criaturas correndo e adentrando no local. Respiro fundo e encaro de longe o carro onde Isaak e Ísis estavam, apenas esperando pelo nosso sinal. Encosto na parede de madeira e escuto os grunhidos com muita atenção. Olho rapidamente para dentro do local e vejo que as criaturas rodeavam uma caixa de som que emitia uma música em um volume consideravelmente alto.

         Viro-me para avisar Alex e não a vejo, quando viro para frente novamente, a avisto adentrando no local com o galão de gasolina. Xingo mentalmente por minha irmã ser tão desesperada e avanço atrás dela.

Isso não me parece nada certo... Parece uma...

         De dentro de um dos estábulos, perto de nós duas, surge uma garota, que na verdade tinha traços masculinos, se eu não tivesse prestado atenção, eu teria afirmado que era mesmo um homem. Seus cabelos eram curtos e puxados num topete, que parecia que nunca iria se desmanchar. Ela aponta sua arma para mim e posso ler seus lábios com certa dificuldade, “se vocês tentarem alguma coisa, eu grito”. Entreolho-me com Alex que exibia um semblante preocupado e respiro fundo.

         Alex da um passo a frente e abre o galão de gasolina, dizendo:

- Então, nós vamos queimar juntas. – ela se vira pra mim e sorri. – Saí daqui Sop... – antes ela pudesse terminar a frase, a garota avançou em cima dela, derrubando-a. Junto com ela, sua arma e o galão caíram no chão, espalhando a gasolina pelo chão do celeiro.

         Corri e tirei a garota de cima da Alex, antes que algo pior acontecesse e antes que eu conseguisse enfiar uma bala no meio de sua cabeça, ela me deu uma joelhada no estomago e um golpe na cabeça, que me fizeram cair no chão e gemer de dor, pude senti meu corpo latejar por conta do impacto. Agradeci mentalmente pelo rock está mais alto que todo o barulho que nós estávamos fazendo.

         A garota correu em direção às grandes portas do celeiro e antes de sair por elas, pegou seu isqueiro e acendendo-o, jogou para dentro do celeiro. Antes de fechar as enormes portas e travá-las, ela nos encarou e riu. Logo em seguida disse:

- Agora queimem, vadias.

         A fumaça começou a invadir minhas narinas e minhas vistas começaram a escurecer. Atrás de mim, eu podia ouvir Alex batendo desesperada mente na porta e a minha frente, as criaturas correndo loucamente para tentar fugir do fogo. Fechei meus olhos e pude escutar parte da música que estava sendo tocada.

Every breath you take...

         Meus pulmões começaram a cobrar por conta de toda a fumaça que eu estava respirando e eu comecei a tossir compulsivamente.

Every move you make...

         Ouço a porta sendo estourada por um tiro e em seguida vozes invadem o local. Luto para manter meus olhos abertos, mas eles insistiam em querer ficar fechados.

- Mas que merda... – diz Ísis.

Every bond you break...

- Mas que p**** aconteceu aqui? – exclama Isaak. – Calma, marrentinha, eu te peguei. – sinto meu corpo ser erguido por ele e ele caminha para fora do celeiro rapidamente.

Every step you take...

         Meus olhos lacrimejam por conta da claridade e eu coloco minha mão na frente do meu rosto, na intenção de protege-los.  Atrás de mim, ouço tiros sendo disparados contra algumas das criaturas que ainda estavam vivas. Olho para Isaak, que sorri pra mim e desvio meu olhar para a floresta. Me deparo com a garota que observava a cena toda com uma cara de desaprovação e antes que eu pudesse avisar alguém, ela some em meio a mata.

I’ll be watching you...

 

To be continued (...)


Notas Finais


Eai, gostaram? A Alex é o verdadeiro significado de surtada kkkk
N se esqueçam de comentar nos contando o que acharam :3
Desculpa se houveram erros ortográficos :')
Até o próximo capítulo <3


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