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História The Stripper - Twoshot - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


Demorei mas cheguei kkkkk

Primeiramente, quero dizer que faz muuuuito tempo que não escrevo hot então perdi o jeito kkk mas tentei. Até maneirei muito no conteúdo sexual.

Lembrando que:

- Contém linguagem imprópria, nudez e conteúdo sexual. Se não gosta, não leia.

- Recomendo escutar durante o capítulo "Expectations" da Lauren Jauregui e "Ride" do SoMo.

- Capítulo não revisado. Desculpa por quaisquer erros.

- Boa leitura.

Capítulo 2 - Parte Dois


Retribui o sorriso e apenas concordei com um gesto. A stripper cautelosamente sentou em meu colo e puxou meus cabelos com um pouco de força, de modo que deixasse meu pescoço a mostra para ela.


Estremeci quando sua boca distribuiu mordidas e alguns chupões por toda aquela região. Ao mesmo tempo Violetta começou a rebolar por cima do meu membro. Só para torturar-me. E estava conseguindo. Minha sanidade estava indo embora.


Novamente tentei toca-lá, contudo, ela de imediato tirou minhas mãos de sua cintura e segurou meu rosto.


— Já disse que você só pode me tocar quando eu deixar. Entendeu? — Repetiu e eu apenas assenti. Ela sorriu e deu uma mordida no lóbulo da minha orelha antes de sair do meu colo.


Violetta me puxou pela gravata e me obrigou a levantar, mas sem desviar nossos olhares. Em seguida ela me guiou até ficarmos próximos ao bastão e me encostou nele.


— O que você... — Ela me interrompeu quando colocou dois dedos em meus lábios e aproximou seu rosto do meu. Arfei quando senti sua respiração bater contra a minha.


— Só relaxa. — Murmurou.


Suas mãos deslizaram lentamente do meu peitoral até o último botão da minha camisa, onde ela começou a tirar um botão por vez. Percebi que ela desviou seu olhar para meu abdômen e sorri ao notar que ela mordeu seus lábios.


— Gostou da visão? — Provoquei.


— Você nem imagina o quanto. — Disse baixinho e em seguida retirou minha camisa e minha gravata rapidamente. Suas unhas passearam por todo o meu peitoral de forma lenta. Meus suspiros escapavam involuntariamente e gemi quando senti seus lábios começarem a espalhar beijos em meu pescoço, mas que, infelizmente, não duraram muito.


— Violetta. — Resmunguei baixinho ao senti-lá se afastar. No entanto, ela não se importou e me deu as costas. Me atentei em cada passo que ela dava até a mesma se aproximar de uma de suas gavetas e tirar de lá um objeto que não consegui de fato distinguir no momento. Não até ela se aproximar novamente de mim com os olhos brilhando.


E então eu vi que ela segurava em suas mãos um par de algemas prateada.


O que ela iria fazer comigo?


Se eu não estivesse tão excitado quanto agora eu mesmo a prenderia ali. Mas o seu joguinho estava me agradando e queria ver no que ela era capaz de fazer. Meu corpo gostava da nova sensação de adrenalina que passeava pelo mesmo.


Violetta me puxou pela nuca bruscamente e selou nossos lábios em um beijo quente e feroz, de modo que me fez perder o fôlego por poucos segundos.


Nossas línguas se tocavam em um ritmo lento, mas gostoso. De vez em quando ela mordia levemente o meu lábio inferior e voltava a me beijar com intensidade. Fora tão envolvente que só percebi que estava preso quando ela encerrou o beijo.


— Isso é o que acontece quando você não me obedece. — Murmurou próxima ao meu ouvido, de uma maneira tão sensual que me deixou completamente arrepiado. Arfei.


Nossos quadris se moviam ao mesmo ritmo da música e seus dedos deslizaram pela pele de meus braços, o que me fez suspirar baixinho. Notei a luxúria em seus olhos. Suas pupilas estavam dilatadas e eu sabia que ela me desejava tanto quanto eu a desejava.


Me perdi em cada movimento que ela fazia e prendi o fôlego ao vê-la ameaçando tocar em seus seios. E então foi descendo. Lentamente.


— Puta que pariu. — Gemi baixinho ao ver seu dedo deslizar para dentro de sua calcinha e sair diversas vezes ao mesmo tempo que balançava seu corpo de um lado para o outro sensualmente.


Violetta virou-se de costas para mim e retirou sua calcinha, deixando-a completamente nua para mim. Deixei um suspiro escapar e tentei me mover para tentar toca-la, mas a algema me inpediu.


O clima estava ficando cada vez mais intenso, quente e excitante. E a stripper me provocava cada vez mais passeando suas mãos por todo o seu corpo.


Fechei os olhos e apoiei minha cabeça no bastão. A música acabou e tudo o que se podia escutar naquele cômodo era minha respiração ofegante. Minha calça apertava o meu membro duro que já estava pulsando de excitação.


Senti seus dedos puxando minhas madeixas com agressividade e quase soltei um palavrão ao sentir uma mordida no meu lábio inferior, no entanto, novamente ela me beijou e calou-me. Estava completamente enlouquecedor a maneira que ela me beijava.


— Está gostando do show, Leonard? — Provocou durante o beijo.


Ela sabia que eu estava gostando. Eu conheço o seu joguinho. Mas também sabia que seu corpo ansiava por meus toques. E eu tinha isso a meu favor.


— Olha para o meu pau e você saberá a resposta. — Respondi e assim ela o fez. Seu olhar cravou-se em meu membro marcado e percebi seus dentes mordendo seu lábio com força.

— Você é um cretino. — Ela sussurrou próximo aos meus lábios. — Mas um cretino muito gostoso. — Sorriu maliciosamente ao mesmo tempo que retirava meu cinto com pressa assim como minha calça também.


Seus lábios deixaram uma trilha de beijos desde o meu pescoço até o final do meu abdômen. Senti o cós de minha cueca ser delicamente puxada para baixo e um alívio supriu meu corpo quando senti meu membro ficar livre.


— Violetta... — Gemi completamente irritado pela demora de seus toques. Ela riu.


— Me diz o que você quer, Leonard. — Ordenou firme enquanto seu polegar acariciava minha glande. Arfei.


— Eu quero você me chupando agora. — Afirmei firme enquanto a olhava fixamente. Notei sua respiração desregulada assim como a minha e ela me deu um breve beijo provocante antes de se ajoelhar em minha frente.


Puta que pariu...


Eu literalmente me senti no céu quando senti o primeiro contato de sua língua no meu pau. A princípio, Violetta apenas fizera movimentos circulares em minha glande de modo tão devagar que me fez xinga-la mentalmente.


— Caralho... — Gemi alto quando ela aprofundou sua boca no meu membro chupando-o com maestria. Seus movimentos aumentaram a medida que ela queria e apertei meus punhos com força ao sentir suas mãos acariciando minhas coxas.


Violetta observava todas as minhas expressões o tempo todo e eu não fazia questão de esconder os gemidos que escapavam dos meus lábios. Ela parecia gostar disso e o som da sucção que saía de sua boca nos deixava ainda mais excitados. E continuamos por mais alguns minutos assim.


— Eu preciso te tocar, Violetta. Por favor. — Implorei em um murmúrio, já não aguentando mais ser tão torturado. Ela me ignorou por alguns instantes, mas logo interrompeu seus movimentos para pegar a chave das algemas e finalmente libertar meus pulsos.


Surpreendendo-a, eu a puxei pela cintura e prendi meus dedos em seus cabelos com um pouco de agressividade ao mesmo tempo que meus lábios invadiram os seus com pressa. O gemido que saiu de sua boca me deu a certeza que ela gostou do meu ato e interrompi o beijo. Seu sorriso provocante não saiu dos seus lábios e fora prontamente retribuído. Aos poucos a levei até o sofá e a fiz se sentar no mesmo.


Atentei-me em observar todos os seus detalhes. Desde o tom castanho escuro de seus olhos até seus seios que eu ansiava tanto em colocar em minha boca. Violetta era completamente perfeita e eu poderia passar horas só observando-a.


Seu peito subia e descia rapidamente, demonstrando que ela estava muito excitada e ansiosa para saber o que eu faria com ela.


— Abra as pernas. — Mandei. Ela hesitou. — Agora.


E assim ela o fez.


Me inclinei para dar uma mordida em seu pescoço e aos poucos flexibilizei meu joelho até o mesmo tocar no chão gelado Como eu era alto, seus seios ficaram na mesma altura e não tive nenhuma dificuldade em abocanhar seu seio direito. O gemido que escapou da boca dela me fez acelerar o movimento da minha língua que rodeava o mamilo de seu seio. Ora ou outra eu o mordiscava brevemente e o soltava.


E então eu fui descendo cada vez mais, de vez em outro deixava alguns selares por seu corpo. Mas quando meu rosto ficou próximo de sua intimidade eu senti seu corpo se contorcer. Minha respiração batia contra suas coxas e parecia que a excitava ainda mais. A puxei firme pelas pernas para ela deslizar pelo sofá e a mesma entrelaçou suas pernas em volta do meu pescoço.


Comecei a chupa-la devagar. Fui saboreando o seu gosto aos poucos. E céus, senti-la tão quente e molhada para mim me deixou ainda mais duro.


Pude perceber que a stripper fechou os olhos e que apertava seus próprios cabelos enquanto tentava controlar seus gemidos. No entanto, quando minha língua foi ao encontro de seu clitóris ela se permitiu gemer livremente.


Àquela altura eu já não me importava em retribuir a tortura que ela me fez passar. Só queria fazê-la gozar em minha boca e se desmanchar naquele sofá.


— Leonard...


Aquela voz rouca gemendo meu nome era a minha perdição. E eu já não aguentava mais tantas preliminares.


Substituí minha língua pelo meu polegar em seu clitóris e voltei a chupa-lá, agora mais rápido. A medida que ele gemia para mim eu acelerava meus movimentos.


— Goza pra mim. — Pedi, dessa vez olhando-a fixamente nos olhos.


Violetta tombou a cabeça para trás e em poucos minutos seu corpo entregou-se em seu primeiro orgasmo da noite. E eu chupei cada resquício de seu gozo. Comprovei o que eu já imaginava.


Seu gosto era tão gostoso.


Em seguida me sentei ao seu lado no sofá e comecei a me masturbar enquanto aguardava a mesma se recuperar. O que não demorou muito. Ao ver os meus movimentos ela sorriu maliciosamente e puxou minha nuca para outro beijo quente e lento.


Ela colocou suas pernas em cada lado do meu quadril e me ajudou a posicionar meu pau em sua entrada. Sorrimos um para o outro e apenas ameacei penetra-la, de imediato. 



A mulher levou suas mãos até minhas madeixas e as apertou com força enquanto tentava se encaixar em meu pau. Mas eu não deixava.


— Leonard... — Ela protestou.


— Me diz o que você quer, Violetta. — Provoquei de volta. Pude escutar um "filho da puta" escapar de seus lábios e ri.


Ela me olhou intensamente.


— Eu quero você. Quero você dentro de mim agora. — Disse invicta.


Arfei.


Já não aguentando mais, deslizei meu membro cautelosamente em seu entrada e gememos juntos ao sentirmos meu membro a preencher. Firmei meus dedos em sua cintura e deixei que ela fizesse todo o trabalho. 



Mordi os lábios ao ver seus seios subindo e descendo no mesmo ritmo que ela rebolava em meu colo e voltei minha atenção para o seu pescoço, onde fiz questão de deixar bem marcado. Sua máscara ainda estava presente em seu rosto, o que era mais excitante, confesso.


Nossos corpos se moviam em perfeita sincronia e o suor começava a aparecer. Aquela sensação estava tão gostosa. Violetta e eu nos encaixavamos perfeitamente. Era como se nossos corpos pertencessem um para o outro.


Senti que ela estava ficando cansada daquela posição, portanto a deitei em um ato rápido no sofá e fiquei por cima de seu corpo, sem ao menos sair de dentro dela. Comecei a movimentar meu quadril contra o seu rápido e senti suas unhas cravarem em minhas costas.


Nossas bocas voltaram a se encontrar e acelerei ao máximo as estocadas. Violetta entrelaçou suas pernas em minha cintura e pedia por mais em meio aos gemidos.


Meu corpo estava tão quente e a cada fungada que escapava de minhas narinas ficava mais difícil controlar minha respiração acelerada. A adrenalina corria por minhas veias e me movi mais rápido...


— León, eu vou... oh...


Não era preciso dizer que estávamos próximos do tão desejado orgasmo. Levei meu dedo até seu clitóris e fiz movimentos circulares e rápidos no mesmo ao mesmo ritmo de minhas estocadas.


Uma, duas, três estocadas...


Violetta abraçou meu corpo com força.


Quatro, cinco, seis...


Seu corpo relaxou no sofá e senti seu líquido escorregar pelo meu membro.


Sete, oito, nove...


Não aguentava mais segurar. Senti um prazer inigualável atingir meu corpo e soltei um grito ao sentir meu esperma se desmanchar dentro dela.


Caí cansado ao seu lado no sofá após retirar-me de dentro dela e senti seus braços envolverem minha cintura em um abraço. Nossas respirações estavam desreguladas e os cabelos dele estavam bagunçados também. Sorri.


— Olha... Sua esposa realmente é uma mulher de sorte.


Rimos.


— Eu que sou um marido de sorte. — Afirmei. — Ela é a mulher mais incrível, linda e inteligente que conheço. E agora ela deve voltar a colocar a aliança que sela nosso amor. — Disse olhando-a ao mesmo tempo que acariciava sua mão. Em seguida, me afastei com cautela dela e me levantei. Fui até a gaveta onde ela deixava seus pertences pessoais e procurei pela aliança dourada que ela sempre deixava ali.


Assim que a encontrei, caminhei de volta para perto dela e Martina prontamente me ofereceu sua mão. E assim coloquei a aliança onde ela sempre deveria estar. Ela sorriu.


— Está feliz por enterrar o León e a Violetta? — Martina indagou.


— Bem, eles tiveram uma despedida muito digna. — Afirmei. — E sua última apresentação foi divina, como sempre.


Martina se inclinou e deixou um beijo breve em meus lábios. Sorrimos cumplices um para o outro e nos vestimos rapidamente.


— Nem acredito que vamos começar nossa família. — Ela diz. E era perceptível a felicidade em seu tom de voz. — Eu te amo tanto, Jorge.

Suspirei.


— Eu também te amo, meu amor. — Sorri. — Vamos para casa? — Estendi minha mão para ela.


Martina deu uma última olhada em seu camarim e me olhou. Então colocou sua mão na minha.


— Vamos. 


Notas Finais


Teve gente que acertou o final hein kkkk

Espero que tenham gostado e até mais.


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