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História The Stripper (Supercorp) - Capítulo 14



Capítulo 14 - Wicked Games


Bom gente, nesse capitulo é tipo muito necessario que leiam com a musica! Eu recomendo Lento - Lauren Jauregui, vocês vão gostar. Lembrando que todas as musicas indicas estão na Playlist de TS no Spotify.

Lena Luthor Point of View

◆ ▬▬▬▬▬ ❴✪❵ ▬▬▬▬▬ ◆

— Lena, você deveria vir! Sabe que papai sente sua falta – ouvi a voz de Kate tentando me repreender do outro lado da linha.

— Eu não posso ir, tem ideia de como sou ocupada?

— Você sabe o estado dele, além de que já tem meses que não vem nos visitar.

— Kate, por favor. Não é fácil para mim, e você sabe.

— Você precisa aprender a lidar com isso, Lena, nós aprendemos e você pode aprender também.

— Eu não posso!

— Você pode, cala a boca e venha esse final de semana, nós vamos fazer a festa de aniversário dele, e tenho certeza que ele gostaria de ter você aqui.

Respirei fundo tentando me acalmar. Já fazia meses que não os via, não que eu não sentisse vontade de estar com minha família. Mas era um tanto complicado ficar com eles, e além disso, tinha muitos compromissos para cuidar, o que era uma boa tática para fugir desses encontros. Mas pelo visto, dessa vez, eu não escaparia, Kate estava decidida a me fazer ir.

— Eu vou pensar, ok? Quem sabe final de semana eu apareço aí – falei me rendendo a sua insistência.

— Pense com carinho, ou não. Mas venha. Farei seu bolo favorito.

Sorri ao lembrar o quanto Kate e eu éramos unidas, apesar de mais nova, minha irmã sabia muito bem da vida. Sempre foi uma garota madura, e centrada.

— Vai mesmo fazer? – perguntei sorrindo.

— Sim, estou com saudades de você Lee – seu tom de voz foi melancólico, me provocando um aperto no peito, em saudade de estar junto dela.

— Eu também estou com saudade pequena – ouvi a respiração dela do outro lado da linha, compassada e calma – Eu preciso desligar, está bem? Pode me ligar quando quiser.

— Tudo certo, vou esperar você aqui esse final de semana.

— Tenha uma boa noite Kate.

— Boa noite Lee – sorri ao lembrar a forma como ela costumava me chamar.

Desliguei a ligação, deixando o aparelho de lado. Ligações ou encontros com minha família sempre me deixavam meio melancólica. O que eu odiava, era complicado se sentir tão frágil, não era de minha natureza, não mais. Fechei os olhos me encostando no estofado de minha cadeira, tentando fazer os músculos do meu corpo relaxar, o que não aconteceu. A essa hora eu já estava sozinha no prédio, apenas os ruídos dos carros e do movimentado trânsito em National City preenchia minha sala naquele instante. Levantei-me, me servindo de um copo de whiskey, meu companheiro de todos os dias, e caminhei em direção a enorme vidraçaria no qual eu poderia ter uma linda visão da cidade completamente iluminada naquela noite.

Em certos momentos eu poderia me sentir sozinha, e achar ruim. Mas em outros a solidão se preenchia com a calmaria que me fazia tão bem, era no mínimo reconfortante se sentir fora do mundo onde se tem tantos problemas e deveres. Às vezes eu apenas precisava esquecer de quem eu era, ou de quem seria.

"Oh céus Lena, você está sozinha demais..."

O pensamento me atingiu enquanto virava o copo em meus lábios, degustando de um bom gole de meu whiskey.

Olhei para o relógio, vendo que já estava mais do que na hora de sair, e me perder por alguns instantes no corpo da mulher que eu mais desejava.

Em menos de meia hora eu já estava estacionando meu carro na garagem da Krypton. Ajeitando alguns detalhes em mim, vesti meu sobretudo, e segui rumo ao prédio.

Rao! Será que aquele lugar sempre estava lotado? O amontoado de gente na fila para comprar as entradas era enorme, porém, fazendo uso de certo prestígio e conhecimento, entrei sem sequer esperar.

A temperatura do ambiente era bem mais quente que a da noite fria que fazia lá fora, era confortável e acolhedor. Caminhei entre algumas mesas até o balcão central, pedindo alguma bebida para me fazer relaxar. Hoje, diferente dos outros dias, não era a loira, cujo nome era Gayle servindo os clientes. A morena colocou uma certa quantidade de uma bebida de cor avermelhada, tomei um gole da bebida imaginando ser fraca, errando totalmente ao sentir o líquido de sabor cereja esquentar meu estômago.

— Céus, me veja outra bebida. Não quero ficar bêbada com um só copo. Um whiskey Jameson, por favor.

A moça sorriu e me serviu. Sentei-me em um dos bancos no balcão, até sentir alguém sentar ao meu lado.

— Que bom vê-la de novo – Samantha falou, sentando ao meu lado.

Ela havia mesmo gostado de mim, a garota se mostra insistente. Em decorrência da última vez que Melissa praticamente a jogou para longe de mim.

— Acho que já virei cliente vip – brinquei tateando os dedos sobre a borda de meu copo.

— Aposto que sim, clientes Vips têm tratamento especial, sabia?

— Tem?

— Claro, posso lhe mostrar isso depois do show.

Não que ela não fosse uma mulher bonita, ela era. Tinha traços delicados e sensuais, mas nada comparado a minha stripper.

— Você vai dançar?

— Sim, hoje será uma única apresentação em grupo.

— Única? Mas e Melissa? – perguntei rapidamente, fazendo a moça ficar séria no mesmo instante.

— Ela estará no meio também, junto às outras.

Fiquei me perguntando por qual motivo Melissa não dançaria sozinha hoje. Eu gostava de ela ser a única ali, porém, o fato de haverem mais mulheres dançando, por mais lindas que fossem, não roubariam o meu foco, que sem dúvida alguma estaria somente sobre ela.

— Você está muito interessada em Melissa, e está perdendo a oportunidade de experimentar algo melhor – a moça sussurrou bem próxima de mim.

— Desculpe Samantha, mas eu realmente não posso retribuir ao que quer comigo.

Eu estava recusando a uma bela mulher que estava praticamente se jogando em meus braços. Era louco, mas eu estava perdida por aquela maldita dançarina que roubou minhas vontades, meus desejos.

"Samantha, já está na hora, vamos!" – ouvi chamarem a morena à minha frente.

— Bom, já vou indo, preste atenção em mim, quem sabe não mude de opinião – falou a moça beijando meu rosto.

Neguei com a cabeça sorrindo ao ver a moça se afastar. Já era hora de eu pegar um belo lugar para me sentar, pois Melissa, junto das outras, a qualquer instante começaria a se apresentar. Pedi mais uma dose de whiskey para me manter calma durante o show que a dançarina sempre me proporciona. Caminhei até uma das mesas que ficavam bem à frente do palco, esperando a hora da hipnose começar.

Murmúrios de todos os lados eram ouvidos, risadas altas e conversas sem o menor pudor. Eu sabia que não era a única a estar ali somente por Melissa, mas eu não deixaria ninguém a ter, ela havia entrado em um jogo perigoso comigo, e quem ganharia seria eu, ou não.

De repente tudo ficou silencioso, os holofotes se acenderam sobre o palco, girando algumas vezes até se ouvir as primeiras batidas da música, os focos de luzes pararam sobre o corpo de seis mulheres que estavam sobre o palco. E não demorou sequer um minuto para saber que ela estava bem no meio, posso dizer que aquela bunda era impossível de esquecer, não havia uma como aquela em outro lugar.

As mulheres começaram a rebolar com as batidas da música em uma sincronia mais que perfeita, uma a uma, foram virando e caminhando até a frente do palco. E como se ela soubesse de meu desejo, Melissa caminhou até minha frente rebolando de forma tão gostosa e provocante, fazendo meu corpo esquentar.

A loira sorriu como quem soubesse o quão louca me deixava, soltou uma rápida piscada enquanto desabotoava a blusa a qual vestia. Ao meu redor era um alvoroço louco, dólares e dólares sendo jogados ao palco para as mulheres que faziam de seu corpo uma arma de sedução. Ali haviam mulheres lindas, e extremamente sexy's, mas Melissa era a única dona de meus desejos.

"Porra, vocês são tão gostosas!" – um rapaz gritou ao meu lado.

E as mesmas continuaram a dançar, trocando de lugares, me deixando totalmente irritada. Agora minha stripper fazia uma espécie de showzinho para alguns homens que babavam por ela. Seu corpo tinha uma forma única, era lindo e sedutor. A mesma deslizava suas mãos pelo corpo todo, fazendo as pessoas delirarem, descia rápido até o chão e subia lentamente empinando seu bumbum para quem quiser ver, porra, porque ela tinha que ser tão boa?

Tentei desviar o foco dela, e olhar para as outras, e percebi que a loira que sempre me servia estava lá também. Gayle era dona de um corpo escultural, de dar inveja a qualquer mulher, a moça dançava tão bem quanto Melissa. Era realmente de se desejar cada detalhe, os homens estavam loucos por ela, que rebolava de forma sinuosa para eles.

Olhei para Samantha, que fazia questão de dançar para mim, e se Melissa queria me provocar enquanto dançava para um bando de marmanjos, ela teria o troco. Vidrei meus olhos no corpo da moça que tirava a roupa em minha direção, ela não era tão quente como a minha stripper, mas era boa o suficiente. Todas as dançarinas foram se despindo, ficando com somente algumas minúsculas pecinhas de suas lingeries ousadas, eu estava me controlando para não olhá-la, mas era inevitável. Fitei o corpo de Melissa que estava somente com duas pecinhas de lingerie na cor cinza, ela estava nesse exato momento descendo até o chão enquanto segurava em seus cabelos ondulados. Todas se levantaram e seguiram rumo aos mini palcos de pole dance, cada uma no seu, fazendo uma dança tão sensual que tenho certeza ter deixado os hormônios humanos em pura euforia. Era simplesmente incrível como todas se moviam em uma sincronia até sobre a barra de inox, todas desceram até o chão terminando a apresentação.

Meus olhos procuravam pelo corpo de minha stripper que sumia em meio a penumbra do lugar, porra. Eu mal tinha a visto, eu realmente esperava que ela descesse para me ver, eu precisava disso.

Tomei todo whiskey de meu copo, sentindo o líquido descer rasgando por minha garganta.

— Sra. Luthor? – um rapaz loiro se aproximou.

— Pediram para lhe entregar esse bilhete.

Olhei para o homem com desconfiança, pegando o pequeno papelzinho branco de suas mãos.

— Obrigada.

O rapaz assentiu, e se afastou. Assim que o vi longe o suficiente, abri o pequeno envelope tirando o cartãozinho:

"Te espero na sala privada, não demore, já estou com saudades"

Meu coração acelerou repentinamente, será que era Melissa? Poderia ser Samantha, já que a moça estava tão empenhada em me conquistar.

"Oh, céus..."

Olhei ao meu redor a procura de ambas, e nem sinal. Eu pedia em meu interior que fosse a mulher a qual eu desejava, e só havia uma maneira de descobrir isso, e era isso que eu faria.

O álcool tem o poder de lhe dar coragem de fazer coisas que, em sã consciência, você não faria, eu poderia estar sendo movida a isso agora, ou pelo simples desejo de querer aquela mulher em meus braços à noite inteira.

"O que diabos eu estava fazendo?"

Caminhando em passos lentos pelo corredor de uma boate lotada, procurando a sala privada, no qual a dançarina que me enfeitiçou me esperava? Sim. Podia ser vergonhoso como eu estava a mercê das ordens daquela ninfeta maldita, mas eu a queria, eu ansiava aquela mulher, cujo rosto eu jamais havia visto.

Eu sentia meu corpo quente, suando. O lugar tinha aspecto luxuoso, e ao mesmo tempo vulgar, era o mínimo a se esperar de uma boate de strippers. Caminhei até chegar na sala de número 13. Para uns numero da sorte, para outros do azar, ter Melissa lá dentro me esperando seria sorte ou azar da vida? Isso eu iria descobrir agora.

Respirei fundo, girando a maçaneta fria, de cor prata, entrando na sala pouco iluminada. Eu já podia vê-la, encostada no pequeno balcão remexendo um copo cheio de um líquido transparente, com um sorriso um tanto diabólico. Ela estava com um sobretudo preto, curto. Deixando à mostra suas meias, e cinta liga pelas lindas pernas. Seus cabelos estavam soltos, desgrenhados, mas perfeitos. Melissa lentamente tomou um gole de sua bebida, deslizando a língua sobre os lábios de forma tão sexy.

— Pensei que não viria – sua voz ecoou no ambiente me fazendo estremecer.

— Você me chamou, não é? Aqui estou eu – falei caminhando para perto da mulher, que agora estava de costas para mim, servindo um outro copo, cujo acreditaria ser meu – Pensou que eu iria fugir, Melissa?

Toquei a cintura fina da mulher que no mesmo instante estremeceu.

— Quer sinceridade?

A loira perguntou, virando de frente para mim, com um sorriso triunfante. Exibindo o presente no qual eu havia lhe dado. Eu apenas assenti, vidrada em seus olhos azuis quentes.

— Pensei sim, ninguém nunca se atreveu a entrar em um jogo desses comigo Luthor – Melissa falou tomando mais um gole de sua bebida.

— Eu sou diferente de todas as pessoas aqui, eu não tenho medo, e nem receio de ir atrás do que desejo – falei firme, lhe encarando.

Eu podia jurar que aquele mínimo contato de troca de olhares fez meu corpo esquentar. A Stripper tinha um belo sorriso, malicioso, provocante. Ela usava a máscara dourada, rodeada de detalhes no estilo veneziano no qual eu havia lhe dado, destacava seus olhos, e sua pele.

— E então... Gostou dela em mim? — ela sussurrou tão próxima de meus lábios, que senti o hálito quente, cheirando a hortelã e bebida alcoólica.

— Ficou como imaginei, perfeita – falei, puxando mais a loira para meu corpo.

— Eu não aceito presentes das pessoas aqui, mas o seu é diferente, quero lhe agradecer da melhor forma possível — ela sussurrou baixinho em meu ouvido, fazendo todos os pelos do meu corpo se eriçarem.

— Como pretende me agradecer, Melissa?

Ela sorriu, desvencilhando-se de meus braços. A loira caminhou para a escada que lhe dava acesso ao pequeno palco, fazendo uso de saltos negros, com solado vermelho.

— Sabe Lena, eu achei que apenas você merecesse um showzinho particular essa noite, e eu lhe darei isso, em forma de agradecimento, agora sente-se, e assista.

Engoli em seco, pegando o pequeno copo em cima do balcão, caminhando até a cadeira que estava de frente para o palco. Eu sentia meu coração martelar em meu peito acelerado, meu corpo esquentar, sem nem se quer ela ter dançado. Aquela mulher era minha ruína, meu fim.

Tomei um gole da bebida que ela havia colocado para mim, deixando meu corpo relaxar, as caixas de som iniciaram uma música de batida, lenta, sensual, era agora, o show iria começar.

(Deem Play na Música)

A stripper começou a caminhar em passos lentos ao redor do poste, com os olhos sobre mim, fazendo todo meu corpo esquentar, por que ela tinha que ser tão quente? A mulher agora estava balançando seu corpo de um lado para o outro, desabotoando seu sobretudo preto, deixando cada vez seu corpo mais amostra.

Melissa virou-se de costas, tirando totalmente a roupa que caiu ao seus pés, ficando somente com uma pequena lingerie preta com detalhes de renda branca. Porra, eu estava no céu, ou no inferno. Mas aquilo era bom, o pequeno pano mal cobria o enorme e gostoso volume da bunda da stripper, que começou a rebolar com a batida lenta, e a voz arrastada da música. Eu estava hipnotizada com seus movimentos, com seu corpo, sua pele. A loira suspendeu seu corpo do chão, segurando na barra de pole dance, entrelaçando a perna, e deixando que seu tronco se inclinasse para trás, seus cabelos ondulados caiam em perfeita cascata, enquanto suas mãos passeavam por seu corpo.

"Gostosa pra caralho..."

Fechei os olhos por breves segundos, tomando mais um gole para molhar a garganta que estava seca, sedenta de provar do corpo da loira que me tirava a razão. Ela descia até o chão de forma lenta e às vezes rápida, me provocando sensações estranhamente prazerosas. A todo momento Melissa mantinha um sorriso malicioso, como quem estivesse adorando me deixar naquele estado deplorável de tesão.

"Maldita stripper!"

Ela ficou de costas para a barra de ferro, segurando com as duas mãos acima da cabeça, balançando seu corpo de um lado para o outro, remexendo os quadris lentamente. Enquanto seu corpo descia até o chão de forma tão sensual me deixando tonta. Ela abriu as pernas, me dando uma visão, que eu desejaria muito daqui a alguns minutos. Eu sorri maliciosa, e logo a mesma me devolveu o sorriso. Melissa engatinhou feito uma felina sedenta em minha direção, deixando cada célula do meu corpo em alerta, acionando meus instintos, e aquecendo meu corpo.

Seus olhos estavam em um azul quente, fervendo. A loira se levantou, quase em cima de mim, ainda sobre o palco, eu a fitei dos pés à cabeça, desejando aquele corpo com todas as forças do meu ser. Ela lentamente foi descendo cada degrau da escada se aproximando de mim, eu fiquei estática, apenas analisando seus atos.

A stripper sorriu, mordendo o lábio inferior, e logo se inclinou em minha frente, ficando tão próxima que eu poderia agarrá-la no mesmo instante.

— Eu adoro quando você me olha assim, sabia? – ela sussurrou sobre meus lábios.

Melissa voltou a andar, ficando atrás de mim, abaixando-se na altura de minha nuca.

— Eu adoro como você me come com os olhos Luthor — ela falou, beijando minha nuca

"Filha da Puta!"

Eu já estava totalmente molhada, maldita e provocadora, me deixou excitada sem ao menos encostar em mim.

— Eu adoro como seu corpo reage, daria tudo para lhe sentir, sabia?

Melissa mordeu o lóbulo da minha orelha, arrepiando todos os pelos do meu corpo.

— Sinta, vem Melissa, me sinta!

Eu podia jurar que ela estava sorrindo em minhas costas, do meu evidente desespero de ser tocada por ela. A mulher levou as mãos até meus ombros, deslizando lentamente para baixo, passando por meu colo, meus seios, meu abdômen, passando direto para minhas coxas. Eu estava em brasas com suas mãos ousadas passeando pelo meu corpo, Melissa por sua vez, agarrou a barra de meu vestido, subindo o mesmo até bem cima de minhas coxas, e sinto suas unhas deslizando em minha pele lentamente enquanto fazia aquele processo torturante.

Minha respiração estava descompassada, e falha.

— Oh Lena, você é realmente tão boa quanto imaginei – ela sussurrou em meu ouvido novamente.

A música ainda estava tocando, inundando meus ouvidos. Será que tudo ali exalava prazer?

— Vamos fazer uma brincadeira, está bem?

— Que brincadeira?

— Eu vou continuar meu show, eu vou dançar para você, mas tem que prometer não me tocar.

— Você está brincando comigo, Melissa? – meu tom de voz foi firme.

— Sim, você pode aceitar e deixar eu continuar, ou posso simplesmente parar e deixar você ir, a escolha é sua.

Esperta, e jogadora. Melissa sabia exatamente o que eu queria, sabia que seria quase impossível eu não tocá-la. Mas eu mostraria que era forte o suficiente, e que ganharia esse joguinho perigoso da Stripper.

— Eu aceito .

Seu sorriso diabólico se abriu em minha direção, a mesma caminhou em minha frente, me olhou por breves segundos e logo colocou uma das pernas no meio das minhas. Melissa se abaixou sentando sobre minha coxa seminua, levantei as mãos para segurar na cintura da mesma que no mesmo instante me repreendeu.

— Ei, nada disso...

A xinguei mentalmente, e abaixei as mãos. A loira começou a se mover novamente, no ritmo que a música ditava. Ela só podia estar querendo me enlouquecer. Melissa praticamente se esfregava em mim.

— Porra, você só pode estar de sacanagem... – falei para aquela mulher que fazia questão de me matar com aquilo, e ainda por cima sorriu para mim.

Num movimento sensual, ela se levantou e virou de costas, tornando a se sentar em meu colo, agora entre minhas pernas ela começou a rebolar, esfregando sua volumosa bunda em mim.

"Porra! Porra! Porra!"

Eu sentia minha calcinha encharcada, eu não iria aguentar por muito tempo, eu precisava tocá-la. Senti-la.

"Oh céus!"

Ela rebolou rápido, se esfregando com força contra mim, e eu tive que apertar os dedos na cadeira no qual eu estava sentada. Ansiando domá-la ali, sobre aquela mesa. Há! maldita, ao menos um tapa eu gostaria de dar na pele macia e volumosa de seu bumbum.

— Você vai me pagar por isso Melissa... – sussurrei no ouvido da mulher que sorriu.

— Vou? Como? Hum? – provocou lindamente enquanto passava aquela deliciosa raba contra mim.

A stripper se levantou, ficando de frente novamente, dançando em pé, bem à minha frente. Eu analisei cada detalhe de seu corpo, que acreditava ser esculpido por deuses ou demônios de tão perfeito.

— Tire a roupa para mim... – meu tom era uma mistura de súplica com ordem.

Melissa me olhou por alguns segundos, ela ficou ainda mais linda com a máscara que eu havia lhe dado de presente. Mas tudo que eu queria era ver seu rosto; o rosto da mulher que me deixava num estado deplorável de tesão.

— Tire, deixe-me vê-la.

A mulher continuou a dançar de forma tão sensual para mim, que podia sentir meu líquido escorrer por minhas coxas. Ela sabia o que me causava, mas eu sabia que ela estava da mesma forma. Melissa sentou-se novamente em meu colo, com uma perna de cada lado, e agora de frente, ela rebolou gostosamente sobre mim, praticamente esfregando seu sexo sobre o meu. Fechei as mãos em punhos apertados, para evitar a vontade de tocá-la, mas ela continuou. O ambiente estava quente, abafado, feito uma sauna. Meu corpo suava, e o dela também, a stripper inclinou a cabeça para trás em uma de suas reboladas, soltando um gemido abafado, deixando que uma gota de suor descesse por seu pescoço, se perdendo entre o vale de seus seios, oh! Aquilo era demais para aguentar.

Não dava mais...

Não..

Se concentre, Lena!

Maldita!

Agarrei com uma das mãos sua cintura, e a outra puxei sua cabeça em um beijo faminto. Era enlouquecedor, travamos uma batalha para quem assumia o comando, no qual eu havia ganhado. Chupei a língua de Melissa com gana, fazendo a loira arfar.

Levantei da cadeira com a stripper em meu colo, colocando-a sobre a mesa ao nosso lado, sem desgrudar meus lábios do dela. Não dava mais para suportar aquela pressão infernal em meu centro.

A mulher me beijava com vontade, abaixando as alças do meu vestido azul. Levei rapidamente a mão ao fecho do sutiã da mesma, retirando-o completamente, deixando livre a minha mercê seus seios medianos, de auréola rosada, eu podia sentir água na boca somente de vê-los.

— Espere... Não podemos – Melissa sussurrou ofegante.

— Sim, nós podemos, eu não posso mais esperar por isso Melissa!

Melissa Zor-El Point of View

◆ ▬▬▬▬▬ ❴✪❵ ▬▬▬▬▬ ◆

Não brinque com o fogo, você pode se queimar. Já ouviu isso antes? Eu também, só não sabia que era assim que acontecia. Eu havia começado um jogo pesado demais com Lena, e agora? Eu me encontrava deitada sobre uma mesa, tendo os intensos olhos verdes dela me encarando com tanto desejo que me sentia entregue.

— Isso é uma loucura – sussurrei.

— Eu sei – ela falou com um sorriso malicioso.

Lena se inclinou para frente depositando pequenos beijos por meu colo, deslizando os lábios molhados sobre minha pele. Fechei os olhos com força, deixando um baixo gemido escapar por minha boca quando senti sua língua ao redor de meu seio.

"Céus, como ela podia ser tão boa?"

A mulher lambeu lentamente meu mamilo, deslizando sem pressa, enquanto suas mãos subiram por minhas coxas, apertando com força. Inclinei-me para fita-la, e porra, a mesma degustava de meus seios com gana, chupando o mesmo com vontade, para logo morder devagarzinho a pele avermelhada, e em seguida dar uma sopradinha no lugar.

— Lena... – sussurrei, levando a mão aos seus cabelos, enquanto sentia todos os pelos do meu corpo se arrepiando.

Ela não respondeu, moveu-se para o seio esquerdo, fazendo o mesmo trabalho, chupando da forma mais gostosa que conseguia, enquanto sua outra mão subia para o direito, massageando com força. Soltei um gemido arrastado, apertando os fios de seu cabelo com força.

Eu podia ouvir o barulho gostoso da sucção que suas chupadas faziam, o som se misturava com a música, meus gemidos. Eu estava enlouquecendo, e ela tinha apenas começado.

Lena soltou meus seios, descendo com os beijos pelo meu abdômen, deslizando a língua molhada rapidamente por cima de minha pele. Eu sentia meu sexo latejar, com a vontade de senti-la.

"Óh Kara, onde você foi se meter" – o pensamento dava voltas em minha mente entorpecida.

Lena levantou, puxando meu corpo, fazendo-me sentar sobre a mesa. Conectando nossos olhares de forma tão intensa que não pude evitar a vontade de beijá-la.

Puxei a mulher pela nuca, tomando seus lábios em um beijo feroz, chupei sua língua com tanta vontade, que eu pude sentir a mulher gemer. Lena apertou minha cintura com força, cravando suas unhas em minha pele, e no mesmo instante levei as mãos até seu vestido, tirando o mesmo de seu corpo.

Senti-me fraca ao vê-la despida, Lena Luthor era simplesmente perfeita.

A mulher estava vestida somente com uma pequena lingerie vermelha, de cor sangue, destacando perfeitamente em sua pele alva. Suas curvas eram sinuosas, e bem feitas. Era notável o quanto Lena perdia tempo em academias por aí, tinha um abdômen lisinho e pernas torneadas.

Vi um sorriso malicioso se abrir no rosto dela, ao notar como eu a admirava. A mulher se aproximou, beijando meu pescoço, fazendo-me sentir sua língua sobre meu ponto de pulso.

— Gosta do que vê? – seu tom de voz foi rouco, arrastado, e banhado naquele seu sotaque irlândes que tanto eu amava.

— Óh Lena... Eu gosto.

Minhas mãos foram logo para os cabelos dela. Puxei as mechas sedosas, usando-as para direcionar sua boca para a minha. Ela gemeu, tornando o beijo profundo, atacando minha língua com movimentos lascivos. Senti seu batimento descontrolado contra meu peito.

— Preciso de você, Melissa, eu necessito.

Uma de suas mãos abriu caminho até o meio das minhas pernas, por dentro da minha calcinha. Elas se abriram sem o menor pudor. Meu corpo estava todo excitado, eu estava toda vermelha, febril. Sua outra mão começou a massagear os meus seios, deixando-os insuportavelmente sensíveis ao toque.

— Você está toda molhada para mim – ela sussurrou, seguindo com os olhos até onde seus dedos estavam, enquanto sinto seus dedos puxando o tecido para fora do seu caminho – Você é linda aqui também, mácia, rosada, quente.

Eu gemi ao ouvir suas palavras, ao sentir seus dedos me acariciando, ela podia ser tão perdidamente ousada. Agarrei em seus cabelos, e Lena se aproximou, beijando e mordendo meu pescoço, provavelmente deixando uma marca no qual eu teria o maior cuidado para disfarçar.

— Óh céus, Lena!

Eu sentia o corpo dela quente contra o meu. Seus dedos habilidosos se esfregavam freneticamente sobre meu ponto de prazer, provocando uma forte pressão em meu ventre. Lena, por sua vez, se deliciava com cada gemido que escapou de minha boca.

— Óh sim... Faça mais..

— Gosta assim? Gosta desse jeito Melissa? – ela falou retirando de vez a pequena calcinha que eu vestia.

Sua voz tinha um tom rouco, enquanto seus dedos desciam até minha entrada totalmente molhada, subindo novamente para meu clitóris, se esfregando sobre o mesmo, repetindo aquilo diversas vezes seguidas.

— Sim...

Mordi os lábios a ponto de quase ferir, espalmando as mãos sobre a mesa fria quando senti seus dedos dentro de mim.

"Óh! Porra Lee..."

Eu vi estrelas, fechei os olhos com força, sentindo o prazer consumindo cada célula do meu corpo. Seus dedos entravam e saíam lentamente.

— Você é maravilhosa...

Lena sussurrou em meu ouvido, aumentando as estocadas dentro de mim. Arqueei meu corpo para trás, abrindo a boca em um perfeito O. Era como se meu corpo não tivesse mais controle, o prazer que sentia com aquela mulher era descomunal, ela sabia exatamente o que fazer, a hora que fazer, e como fazer.

— Porra Melissa, você é uma delicia...

Eu sentia que meu coração iria sair pela boca, batia descontroladamente em meu peito, minha respiração estava ofegante, eu rebolava com gana para aquela mulher que me fazia sua com tanto gosto.

A mulher se aproximou, descendo beijos pelo meu pescoço, até o colo. Onde finalmente chegou em meus seios, Lena me deitou na mesa, tomando um de meus seios na boca, enquanto seus dedos ainda me penetravam.

A música ainda tocava ao fundo, meus gemidos eram altos, eu simplesmente não podia conter. Eu sentia vontade de gritar de tamanho prazer que ela me fazia sentir. Agarrei com forças nos cabelos ondulados dela, forçando a mesma a continuar o que fazia. O barulho da sucção era enlouquecedor, eu não iria aguentar muito tempo.

— Hmm... isso! Óh!

Aquele lugar que a alguns minutos estava frio, agora estava quente, feito uma sauna. Eu sentia as gotas de suor escorrer pelo meu corpo, que se moviam a cada vez que eu rebolava rapidamente sobre os dedos dela, tudo era rápido demais, eu sentia o orgasmo se construir em meu interior, a sensação cada vez chegava mais próximo.

— Lena!... Lena! – eu gemi seu nome – Óh meu Rao! Eu vou gozar..

— Sim, goze para mim, minha Stripper... Agora!

Eu estava prestes a explodir, e aquilo só aumentava enquanto ela massageava meu clitóris e enfiava os dedos em mim em um ritmo constante, com pressa e desejo.

— Por Rao! – gemi forte.

Cheguei ao orgasmo com um grito abafado, segurando as bordas da mesa até meus dedos ficarem sem cor, remexendo os quadris nas mãos dela tão rápido, esquecendo completamente qualquer vergonha ou timidez. Meus olhos estavam fixos nos dela, incapazes de se desviar, hipnotizada pela cor escura no qual assumia quando estava com tanto prazer. Naquele momento ela tinha total poder sobre mim, eu faria o que ela quisesse, e ela sabia disso.

Lena ficou de pé novamente trazendo meu corpo para si, eu estava me sentindo fraca. Mas ela ainda não tinha terminado, sua boca devorou a minha em um beijo de tirar o fôlego que eu já não tinha. A mulher me tirou de cima da mesa, me guiando para o sofá de couro preto, enquanto minhas mãos cuidavam de retirar as poucas peças que ela ainda vestia.

A única coisa que eu usava era apenas a minha inseparável máscara, eu sabia que Lena jamais tiraria sem minha permissão e aquilo me deixava mais tranquila.

Ela me deitou sobre o sofá, ainda com a boca junto a minha, sugando minha língua de forma rápida, e selvagem, acendendo novamente meu corpo em um calor forte. Como ela conseguia fazer isso, depois de um orgasmo devastador, eu não entendia, mas eu ainda queria, eu precisava de mais.

— Eu jamais vou me cansar de você Melissa, você é tão gostosa!

Soltei um sorriso malicioso ao fitar seu corpo lindo sobre o meu, ela era maravilhosa. Lena Luthor tinha um corpo que você desejaria possuir. E naquele momento ele era meu. Eu me ergui, ficando sentada, tomando um de seus seios em minha boca, vendo a mesma gemer baixinho.

Deslizei a língua por seu mamilo rosado, sua pele branquinha. Para logo chupar com vontade, enquanto minha outra mão massageava com força o outro.

— Porra Melissa!

As mãos dela foram de encontro ao meu cabelo, apertando com força, causando uma dorzinha prazerosa. Motivando-me ainda mais a sugá-la com gana, a todo momento Lena estava com os olhos sobre cada movimento que eu fazia, eu poderia ver sua cara de prazer, e garanto ser maravilhosa.

— Chupe assim, isso, com força...

Eu senti minha intimidade ficar toda molhada novamente ao ouvi-la pedir daquele jeito. Eu desci com uma das mãos até a intimidade dela, sentindo-a toda molhada.

— Tão molhada para mim Luthor, e ainda nem sequer lhe toquei... tsc, tsc, tsc..

Eu com dois dedos esfreguei sobre o clitóris de Lena que gemeu baixinho, provavelmente contendo todo o prazer que sentia. Mas eu a torturaria, esfregava lentamente, até ouvir de sua boca o quanto ela me queria dentro dela.

— Filha da puta...

Ela arqueou o corpo para trás, me dando total visão do mesmo, que estava sobre mim. Eu podia ver as marcas avermelhadas causadas por mim, ao redor da auréola rosada de seus seios. Eu deslizava os dedos com certa pressão sobre o clitóris de Lena, mas lentamente, não sendo o suficiente para fazê-la gozar.

— Eu devia matar você, com toda certeza eu devia – ela esbravejou.

— Diga o que você quer Luthor, diga para mim.

Seus olhos me fitaram com gana, eu podia ver sua mandíbula endurecida. Mas eu continuava a lhe massagear lentamente. Ela movia seu corpo sobre mim, mas precisava que eu fosse mais rápida.

— Porra, me foda! Me foda agora! Enfie seus dedos em mim!

E assim eu fiz, invadi a intimidade dela com dois dedos de uma vez, fazendo a mesma gemer alto e forte. Lena cravou as unhas com força em minhas costas, rebolando sobre mim de forma tão rápida, acompanhando em um ritmo perfeito a cada estocada. Ela era maravilhosa, meus dedos entravam e saiam rapidamente de dentro dela, era tão quente, e apertada.

— Isso, Óh Melissa!

Eu podia ver as gotas de suor descer lentamente por seu corpo, Lena era a mulher mais linda que eu já havia visto.

— Faça mais rápido, com força! – ela ordenou.

E eu o fiz, tão rápido e forte, era alucinante. Eu sabia que ela estava prestes a gozar, meus dedos estavam sendo cada vez mais apertados dentro dela, era uma sensação maravilhosa. Mas Lena me fez parar, sem entender nada, ela me deitou no sofá rapidamente, sentando sobre mim, levantando uma de minhas pernas. Deixando que seu corpo se encaixasse no meu. Ela queria gozar comigo.

Suas mãos subiam e desciam pela extensão de minha coxa, e então seu corpo começou a se mover sobre mim, esfregando seu sexo encharcado no meu.

— Óh! Rao!

Segurei em sua cintura, me inclinando para cima, buscando mais contato, e nem precisou, pois a mulher passou a se mover tão rápido, com pressa e vontade. A fricção de nossos sexos era de enlouquecer, nossos gemidos se misturavam à música do ambiente.

— Porra, Porra, Porra! Isso! – ela xingava, e rebolava tão gostoso sobre mim.

Com as mãos eu a impulsionava para frente e para trás com força, não demoraria muito para atingirmos o ponto máximo.

— Óh! Isso... Lena... Vai...

— Melissa, eu vou gozar...

Eu nem sabia mais o que estava falando, eu só queria, eu queria ela. E como se eu estivesse à beira de um precipício, o clímax me atingiu, meu corpo todo começou a convulsionar, e logo o dela também. Era uma mistura de gemidos, nossos corpos se debatiam uns contra o outro loucamente, se esfregando com veemência.

— Você é tão gostosa! – ela sussurrou, mordendo na curva de meu pescoço.

Minhas costas arquearam. Súplicas roucas saiam de minha boca. A tensão se espalhou pelo meu corpo, fazendo com que eu me contraísse inteira até explodir sob tanta pressão, sentindo os pequenos músculos de meu ventre se contrair em espasmo de êxtase.

Aos poucos, Lena, foi parando seus movimentos até se deitar sobre mim, seu corpo estava suado e quente. Ela se inclinou, beijando meus lábios lentamente, saboreando aquele momento.

— Você poderia me dar um prêmio, e tirar a máscara?

— Eu tiraria se não fosse um problema.

— E é um problema? – ela perguntou calmamente enquanto me fitava.

— Talvez sim ou talvez não – falei sorrindo, levantando completamente nua daquele sofá.

Eu sabia que ela estava me fitando, com seu olhar verde escuro.

— Aonde você vai Melissa?

— A diversão acabou Luthor, vá para casa, eu não quero você passeando por aqui sem minha presença.

Falei enquanto vestia o sobretudo negro, pegando as pequenas peças de minha lingerie.

Lena soltou um sorriso manhoso, e ao mesmo tempo malicioso. Eu adoraria ficar ali com ela, mas eu tinha que manter uma distância segura daquela mulher. E Melissa não ficaria de carinhos depois de um sexo louco. Fitei a mesma que ainda estava nua, sorrindo. Ela estava linda, cabelos desgrenhados, sua pele suada, e seu rosto levemente corado. Me aproximei dela, ficando a centímetros do seu rosto.

— Mandona, gosto de você assim – Lena sussurrou entre meus lábios.

— Sei do que gosta, venha me ver de novo, eu vou esperar por você.

— Eu virei Melissa, pode deixar comigo.

— Ótimo!

Beijei seus lábios rapidamente, deixando um gostinho de quero mais em sua boca, fitei seus olhos verdes e sorri. Virando-me em direção a porta, pela qual sai.

Lena Luthor precisava a todo instante saber, que ali eu mantinha o poder.

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Valha-me minha nossa senhora das sapatão encaloradas! Morri, mas passo bem kkkk...

Brincadeiras a parte, quero só deixar um comentário sobre algo que julguei ser interessante. 

A quem interessar possa, a bebida adorada de Lena, pode ser escrita de diferentes formas. Escrito somente com "y" é como o nome é grafado na Escócia e Canadá. A Irlanda e os Estados Unidos adotaram o "e" antes do "y", para grafar a palavra whiskey. ... Portanto, verifique o país de origem antes de devolver a garrafa de seu uísque (esta é a forma corrente de grafar em português as palavras whisky ou whiskey). 

Comentem o que acharam desse capítulo!

Vejo vocês no próximo cap.

Bjs da Isis, e da Duda ;p

~SquadSupercorp



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