História The Survival - Press Start Interativa - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Interativa, Jungle, Survival
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Palavras 1.068
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


* Fichas e regras no próximo capítulo sz *

Capítulo 1 - :.Prólogo.:


Fanfic / Fanfiction The Survival - Press Start Interativa - Capítulo 1 - :.Prólogo.:

« Pov Terri Harvey »


       A luz do sol atravessava o material fino das persianas da sala de aula, dando uma iluminação aconchegável ao local.
       Aquilo não se passava de mais uma manhã escolar: sozinha na sala de aula, esperando pelos outros alunos. Enquanto tem barulheira e alunos de um lado para outro lá embaixo, aqui em cima tem eu, quietinha, sentada em sua carteira logo ao lado da janela.
       Me debrucei na janela, afastando algumas percianas para olhar além dali. A nossa sala tem visão para a rua, então gosto de observar o movimento dali.
       Levantei um pouco o olhar e pude ver, não muito longe dali, um pouco da rua Meriny, especificamente para um prédio abandonado dali.
       Não sei especificamente o que era aquilo antes de falir, mas me parece ser algum tipo de fliperama. É meio assustador, passa um pouco de medo.
       Voltei minha atenção ao meu celular, selecionando o aleatório até chegar alguma música que me interessasse. 
       Assim que parei numa música que me agradasse, a professora de História entrou na sala.

 

 

- Bom dia... - Disse ela, enquanto caminhava até sua mesa.

 

- Bom dia. - Respondi o cumprimento, sem olhar para ela

 

- Sozinha aqui na sala de novo, Terri? - Ela direcionou o olhar para mim.

 

- Sim... - Virei-me para a janela novamente, evitando contato visual com ela.

 

 

Não precisei olhar pra ela pra saber que ela se aproximava de mim, com aquela carinha preocupada dela.

 

 

- Falta uns 2 minutos para o sinal tocar. Todos estão lá embaixo, porque fica aqui sozinha? - Cristina sentou-se na carteira a minha frente.

 

- Não precisa se preocupar comigo, mãe. Eu me sinto melhor sozinha aqui... - Eu abaixei a cabeça logo depois.

 

- Você precisa socializar, filha, já te disse isso. Você pode até se sentir bem sozinha, mas você não pode passar a sua vida inteira sem ninguém - Ela segurou meu rosto e o levantou, para que olhasse pra ela novamente.

 

- Eu não preciso de ninguém comigo. Quando realmente sentir que preciso de alguém na minha vida, eu vou sair pra socializar com os outros, eu prometo..! - Insisti, mas ela não se pareceu convencida.

 

- Olha... - Ela se levantou da cadeira em que havia se sentado e ajoelhou-se ao meu lado - Hoje eu irei passar um trabalho em grupo sobre a 2ª Guerra. Eu que irei montar os grupos, então... se quiser alguém no seu grupo, você pode me dizer.

 

- Não precisa me dar privilégio só porque sou sua filha, seria injusto com os outros...

 

 

Ela suspirou e ficou alguns segundos em silêncio. Levou uma de suas mãos ao meu cabelo, acariciando-o, e brincando com alguns cachos.

 

 

- Tá bom. Vou tentar formar um bom grupo pra todos, e espero que se adapte. 

 

 

Apenas fiz que sim com a cabeça e ela se levantou, voltando pra sua mesa. Ela parecia meio decepcionada. Eu não queria magoá-la, é só que... eu não quero. E nossas discussões sempre acabam assim..!
         Ah... às vezes só queria poder sair desse mundo chato e intrigante.
         Abaixei meu rosto novamente, o encolhendo entre meus braços. Ficaria ali até que o sinal tocasse, caso algo estranho não tivesse acontecido: De repente a música do meu celular mudou para outra, uma cheia de tambores e suspense. Uma que eu nunca nem havia baixado.
         Levantei o rosto, confusa. Talvez, meu braço teria encostado acidentalmente no celular e mudado a música. Porém, seria meio improvável: o que essa música estaria fazendo na playlist do Lauv?
         Pressionei o botão para ir para a próxima música repentinas vezes, mas sempre voltava para a mesma. “Pode ser um erro no aplicativo”, pensei.
         Tentei desbloquear o celular para verificar o que havia acontecido na música, e voltar para a que estava ouvindo antes. 
         Aconteceu que estava tão concentrada no meu próprio celular que não olhei em volta para perceber que nem minha mãe estava mais ali, e uma iluminação escura cobria o local. Eu estava sozinha no meio daquele escuro da sala, e com essa música própria de um filme de terror que parecia aumentar cada vez mais. E antes que pudesse reagir de qualquer forma, uma luz roxa irradiou pela janela, irritando um pouco meus olhos.
         Imediatamente, virei-me para a janela, debruçando-me na mesma, vendo então que quase tudo lá fora também estava coberto por uma aura negra, e só podia-se ver aquele fliperama, de onde brilhava aquela forte luz roxa.
         Intrigada e não entendendo nada do que estava acontecendo, a primeira coisa que fiz foi arrancar aqueles fones dos meus ouvidos e coçar os olhos com as costas das mãos. Nada adiantou: a música continuou e todo o cenário macabro de antes ainda estava ali.
         Aquela luz roxa bateu no meu rosto de novo, porém essa saia do meu celular, voltando-me a atenção para o aparelho. Quando a luz abaixou, havia algo escrito, porém não conseguia enxergar muito bem, só pude ler algo como “...urvival - The game”.
         Segundos depois, essa mesma luz irradiou da janela, fazendo-me olhar para aquele fliperama novamente, me causando tremendos arrepios.
         Estava alucinando, não estava entendendo mais nada. Estava quase hipnotizada por aquela luz.
         Até que o bater do sinal me tira dos meus devaneios. De repente tudo havia parado e voltado: A sala iluminada pela claridade do sol; minha mãe estava de costas, escrevendo no quadro; minha música do Lauv tocando normalmente...
         Levantei o rosto e lá estava ele, normal. Nada de diferente. O fliperama.

 

 

- O trabalho será em grupo. - Não deu uma: foi só ela anunciar que todos já começaram a gritar para seus amigos para formar os grupos - Calma, calma..! Sou eu que vai formar os grupos.

 

 

Todos, como o esperado, começaram a reclamar da decisão.

 

- Eu posso terminar? - Todos se calaram - Serão 4 grupos de 7 integrantes. Vou formar os grupos agora, e não quero ouvir um “a”.

 

Pelo canto do olho, pude ver todos se endireitando em suas cadeiras.

 

- Primeiro grupo: Gaten, Marian, Christian, Alan, Luna, Violette e Alex.

 

Eles pareciam satisfeitos com o grupo em que foram postos.
         Minha mãe foi generosa nesse grupo, ela sabe que eles são próximos. Então formou um grupo de gentes boas e que tenham um pouco de proximidade.
         Gente boa com um pouco de proximidade. Esse era o ela queria pra mim, com certeza.

 

- Segundo grupo: Terri, ...

 

 

         « Continua..? »


Notas Finais


*Ansiosa pelas fichas de vocês aa*
✨✨✨☁️✨✨✨


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