História The Taxi Driver - Capítulo 9


Escrita por: e mynameisthalyta

Postado
Categorias Ariana Grande, Justin Bieber
Personagens Ariana Grande, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Alexa Luria, Alexandra Daddario, Ariana Grande, Camila Cabello, Demi Lovato, Edward Butera, Jariana, Justin Bieber, Liz Gillies, Perrie Edwards, Taxi, The Taxi Driver, Zariana, Zayn Malik, Zerrie
Visualizações 168
Palavras 2.601
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, não faço a mínima ideia de como começar essas notas. Faz tanto tempo que não atualizo essa fic... Nem sei se as pessoas ainda vão lê-la, mas espero que sim! Mas ok!
Já fazem dois meses que eu não posto um capítulo novo! Eu sei! Eu sei! Eu juro que não foi por negligência minha, eu estava ocupada demais cuidando dos meus estudos e vida particular! Sem contar que minha mãe fez uma cirurgia no joelho e está em fase de recuperação, então tudo aqui em casa fica por minha conta, ocasionando na minha falta de tempo e criatividade para poder escrever!
Enfim,não vou me prolongar! Só queria lhes pedir mil perdões (como sempre, mas acontece pois não posso voltar no passado, certo?) e pedir que não me abandonem.
Por favor, PREPAREM OS ❤ PARA ESSE CAPÍTULO BAPHÔNICO!

Capítulo 9 - 08: Ladra


Fanfic / Fanfiction The Taxi Driver - Capítulo 9 - 08: Ladra


Fitei-o confusa. Quem ele era? Não me pareceu estranho, mesmo assim aquela dúvida permaneceu em minha mente. Analisei o rapaz que vestia uma bermuda saruel branca, uma camiseta cinza simples e nos pés, tênis; algo bem simples, porém ele aparentava ser do tipo que fica bem em tudo, creio eu. Ele segurou as alças de sua mochila preta básica e me lançou um leve sorriso. Sorte a minha estar próxima a um suporte, caso contrário teria caído no chão no mesmo instante. Que sorriso é esse, meu Deus!? Permaneci quieta apenas o admirando durante alguns míseros segundos.

— Não sabia que pessoas como você vinham ao supermercado!

Sua voz grossa e rouca despertou-me do transe em que me encontrava.

— Ahn, o que disse? É-é... Quer dizer... — gaguejei de nervoso e praguejei contra mim mesma por permitir isto acontecer perante a sua presença. — Eu nunca te vi antes, acho que você está me confundindo com outra pessoa! Não nos conhecemos!

— Lógico que nos conhecemos! Você é aquela garota que estava no meu táxi ontem, senão me engano o carro do seu pai parou no meio do nada na estrada, e aí eu levei vocês até o hotel. Aliás, seu pai é um dos melhores advogados que eu conheço, ele já até atendeu um caso da minha mãe uma vez! Enfim... — Deu uma pausa antes de continuar. — Você é muito mais bonita assim, mais de perto! — Andou uns passos até ficar numa distância, digamos, perigosa de mim.

— É, eu sei! Meu namorado também acha isso! — murmurei de braços cruzados e com as sobrancelhas arqueadas. — Vê se vai procurar outro saco pra encher! Eu hein, garoto abusado! Que audácia! — exclamei exaltada.

Ele soltou uma risadinha sarcástica, e disparou:

— Você pelo visto é só mais uma patricinha metida que tem tudo na mão e na hora que quer, que pisa em todos sem dó alguma. Enquanto você está esbanjando suas bolsas de grife e se preocupando com coisas fúteis, há muitas famílias passando fome, muita gente rala ganhar uma grana!

— Escuta aqui! — Apontei o dedo bem próximo de seu rosto. — Só porque eu rejeitei essa sua cantada, não quer dizer que eu seja estúpida como você pensa, ok? Além do mais, quem você acha que é para me ofender dessa forma, garoto? Mal me conhece! Eu sou filha do melhor advogado dessa cidade, se quiser, posso ligar imediatamente para ele e pedir que te prenda por danos morais contra a minha pessoa! — Ameacei colocando-o contra a parede, literalmente. — E sim, eu jamais ficaria com alguém do seu nível, se você quer saber! Grosso, ignorante! — acrescentei irritada.

— Além de ser essa patricinha fútil, se acha no direito de colocar pressão nos outros! Se enxerga, vai! — caçoou, afastando-se de mim. — Vou lhe dar uma chance de se redimir, meu anjo. Se quiser voltar atrás na sua palavra, é só ligar, ok? — Entregou-me um cartão e em segundos sumiu de meu campo de visão.

Segurei o papel em minhas mãos e o examinei com os olhos. "Taxista Justin Bieber 555-502". Bieber? Como assim? Ele é parente do Jeremy, o chefe arrogante e sem escrúpulos de meu pai?

— Ariana! — Demi chamou-me pelo nome.

— Demi! — gritei ao vê-la. — Onde você estava?

— Te procurando, sua anta! Você se perdeu pelo supermercado, foi? — Riu de nervoso, sem humor algum.

— E-eu m-me perder num supermercado? Claro que não! — neguei, tentando disfarçar o nervoso. — Enlouqueceu, é? E-eu apenas me virei por um instante e... Quando me dei conta, vocês haviam desaparecido! — menti na cara dura.

— Sei... Vou fingir que acredito... Vamos logo então, Ariana! — Saiu me puxando até o caixa.

— Ué... — Mirei todo o local à procura de Jaidon. — Onde está o Jai?!

— Ali!

Demi apontou para a saída, aonde Jaidon acenava para nós irmos.

Andamos com certa pressa até Jai, apesar de sermos quase impedidas pela quantidade de pessoas que entravam e saíam a todo instante do supermercado. Ele nos encarou com o olhar aliviado. Notei que em suas mãos haviam muitas sacolas.

— Deixa eu segurar um pouco dessas sacolas, Jai! — Ofereci-me para ajudá-lo de bom grado.

— Não precisa, Ari — Mexeu a cabeça negativamente. — Segure apenas sua mochila!

— Ah, sim! Obrigada! — agradeci, colocando-a nas costas.

— Vamos então? — Demi cruzou os braços, entediada.

Jai assentiu. A porta laranja com detalhes azuis automática do supermercado abriu-se para nós, e Demi entrou na minha frente atrapalhando a minha passagem. Uma multidão adentrava no local, enquanto outra saía. E eu, um pingo de gente, fui empurrada com uma intensidade enorme; caí de cara no chão, dando a sorte de não ter sido machucada. Levantei-me com dificuldade, ajeitando o meu cabelo e roupas, que desajeitaram-se bruscamente. Procurei por Demetria e Jaidon, entretanto consegui enxergar somente dois seguranças mal encarados. Eles me puxaram e prenderam meus braços para trás. Um alarme disparou em alto e bom som, e alguém gritou "Ladra!"

Ladra?

— Ari! — Demi tentou aproximar-se de mim, sendo impedida por um dos seguranças. — Soltem a minha amiga, agora!!

— Acho melhor a senhorita ficar calada, a não ser que queria ir junto com ela! —murmurou em um tom rígido e seco. Demi chutou sua canela e correu em disparada para outra direção. O oficial caiu no chão agonizando de dor, sem forças para correr atrás dela. Uau, Demi de fato era corajosa!!!

— Me solta! Demi!!! — berrei tentando soltar-me, quando um dos seguranças obedeceu meu pedido.

Respirei fundo aliviada, massageando meus pulsos, pois eles estavam bastante machucados pela intensidade na qual haviam sido segurados. Agarrei uma das alças de minha mochila e preparei meus pés para mover-me com pressa para longe dali, mas fui surpreendida por policiais que chegaram ao local. Os clientes do supermercado me olhavam espantados e com o olhar crítico. Ignorei-os, e ainda confusa com o que estava acontecendo, eu indaguei:

— O que vocês querem comigo?

Os policiais soltaram risadinhas e trocaram olhares zombeteiros entre si.

— Jura que não sabe, minha querida? —  Um deles me questionou, andando até mim.

— Não tenho a mínima ideia do que está acontecendo aqui! Esses caras me abordaram de repente e simplesmente agarraram meu braço, e um deles quis até impedir que minha amiga falasse comigo! Que absurdo! Eu venho fazer compras com meus amigos num supermercado, e os seguranças do local simplesmente nos atacam!

É nesse instante que me dou conta: cadê o Jaidon?

— Pois é, você veio aqui para fazer compras, e aproveitou para levar um pouco dos produtos, não é mesmo?

Como assim? Eu, roubando algo?

— N-não! Vocês devem estar me confundindo com alguém! Eu jamais faria algo desse tipo, eu tenho educação, okay? —respondi irritada. Eles eram loucos ou o quê?

— Já cansei de ouvir esse papinho, garota! — O policial elevou o tom de sua voz. — Prendam-na! — ordenou.

— Não, não vocês não podem fazer isso comigo! Eu sou inocente! — esganiçei-me inconformada com o ocorrido.

— Inocente? Ouviu isso, John? — Ele perguntou a outro policial que estava a seu lado. Fez um sinal e eles vieram até mim. Uniram meus braços para trás e os prenderam com uma algema, segurando-me com força logo após.

— Vocês vão pagar caro pelo que estão fazendo, seus imbecis! — acusei afoita.

— Calada! — O policial chefe revoltou-se me lançando seu olhar frio e zangado. — Como é seu nome mesmo, amor? — Alterou seu tom de voz de maneira falsa.

— Ariana Grande... — repliquei num sussurro.

— Ariana Grande, você está presa. Você tem o direito de permanecer em silêncio, tudo o que você disser poderá e deverá ser usado contra você no tribunal!

Só então percebi o que estava acontecendo: eu estava sendo presa, e sem saber o motivo!

 

[...]

 

A delegacia era um local bastante sofisticado — ao contrário do que os filmes relatam.

Nas paredes da sala do delegado dominava a cor marrom-escuro, e a porta de saída do local era o branco-gelo. Próximo dali estava um mural com diversas fotos de policiais – provavelmente os que marcaram a história da polícia nacional. Avisos decoravam outro mural de cor bege, enquanto a mesa do delegado ficava ao centro da sala, com um notebook, teclado e algumas pastas depositadas sobre esta. Atrás da mesa havia uma cortina branquinha entreaberta, que permitia a entrada de alguns raios solares ali — inclusive em minha face, causando-me certa irritação.

— Ora, vejam só o que temos aqui! — O delegado James gesticulou com os dedos apontando para mim, fazendo-me olhar para ele com fúria.

James sorriu vitorioso enquanto me analisava dos pés à cabeça. Retirou seus óculos e os deixou em cima da mesa. Ele deu um pulo da cadeira e andou lentamente até mim.

— Podem ir. — Deu ordem aos policiais que me vigiavam. Eles rapidamente obedeceram sumindo de nosso campo de visão. — Então, o que a senhorita me diz? Se julga culpada ou inocente?

— Inocente, Sr. James. Eu não sei sequer o porquê de estar aqui. — retruquei sem medo.

Ele soltou uma risada sarcástica.

— Ora, senhorita Grande?! Você furtou biscoitos de um supermercado! Por quê não tentou roubar algo mais valioso? — Riu dando passos lentos em volta de mim em sua sala de delegacia.

Como assim? Eu furtei biscoitos? Quando?

— Não irá se defender, senhorita Grande? — provocou.

— Algo do que eu disser irá me tirar daqui? — perguntei ousadamente.

— Eu adoro pessoas petulantes, sabia? — Parou ficando dois passos de distância de mim. — São as melhores, as mais interessantes — Encarou meu corpo de cima a baixo, como se eu fosse algum tipo de prato de comida muito delicioso.

— E eu adoro pessoas que exercem as suas funções corretamente, coisa que pelo visto ninguém cumpre aqui nesta delegacia, não é mesmo, Sr. James? — respondi no mesmo instante. O delegado riu abertamente e voltou a sentar-se em sua cadeira preta de couro.

— Cansei de ser bonzinho com você, garota! — esbravejou zangado. Seus olhos tomaram um tom escuro de ódio  — Você está vendo este distintivo aqui? Pois então, eu trabalho para o governo, e a qualquer momento eu posso te colocar atrás das grades e sujar teu nome! Então trate de ser boazinha e me respeitar! — Segurou meu rosto com suas mãos obrigando-me a encará-lo. Não consegui conter algumas lágrimas que insistiam em descer arduamente por minha face. Eu estava sendo acusada de roubo! Roubo! O que eu fiz? O que eu roubei? Eu seria presa por algo que não cometi?! — Ah, coitadinha, se fazendo de vítima! Típico de pessoas fingidas como você! Mas não pense que se safou não, garota! Você ainda vai pagar caro por ter roubado aquele supermercado!

— EU NÃO ROUBEI NADA, SERÁ QUE VOCÊ NÃO ENTENDEU AINDA?

— Ei, ei, ei! Acho melhor abaixar a bola antes de falar assim comigo, eu ainda sou o delegado, senhorita Grande!

— Um péssimo delegado, por sinal!

Ele deu de ombros, rindo.

— Pouco me importa a sua opinião, garotinha! Eu ainda continuo trabalhando para o governo e recebendo o mesmo salário de sempre, goste você ou não! A única coisa que eu quero de você é que confesse que roubou aquele supermercado! — Exigiu de maneira autoritária. Minhas lágrimas cessaram no mesmo instante e eu não consegui dizer mais nada em minha defesa. As palavras simplesmente não saíam. — Ótimo, como eu imaginava! Você não sabe quem roubou estes biscoitos, né? — Estirou minha mochila com toda força na mesa e três pacotes de biscoitos recheados sabor morango foram revelados. Abri a boca num perfeito "O" de surpresa.

— Eu não coloquei os biscoitos aí, a mochila nem ficou comigo quando eu estava no supermercado! — disse em minha defesa.

— Sério? Então com quem ficou? — O Sr. James escorou-se na mesa apoiando uma de suas mãos lá. Sua blusa xadrez e sua calça listrada faziam um contraste esquisito para alguém que trabalhava na área judicial.

Pensei por um momento na pergunta irônica do delegado: minha mochila passou a maior parte do tempo com Demi e Jaidon, especialmente com a segunda opção... Será que foi algum deles?!

— Não! Eles jamais fariam isso! — respondi a minha pergunta em voz alta e recebi um olhar extremamente confuso do Sr. james.

— Eles quem, garota? Você é louca? — Ele riu ainda mais alto.

— Não, mas eu sou! Soltem a minha filha agora! — A voz rígida e dura de Edward Butera invadiu o local atraindo nossas atenções para a porta.

— Pai?! — indaguei esperançosa: ele iria me tirar dali, certo?

— Quem é você? — James questionou com desdém.

— Edward Butera, o melhor advogado dessa cidade, muito prazer em conhecê-lo!!!

 

[...]

 

— Pai, muito obrigada por ter me tirado daquele lugar horrível! — agradeci o abraçando e enchendo de beijos na bochecha. Ele sorriu rapidamente e logo soltou-se de mim.

— Vamos embora. — respondeu de maneira seca e dura.

— Oi? Por que você está me tratando assim, pai? — questionei sem compreender tal atitude vinda dele.

Ele tirou seus óculos dos olhos e os colocou acima da cabeça entre as orelhas. Entrou dentro do carro e girou suas chaves.

— Ariana, entra dentro desse carro, agora! — ordenou.

— Ariana! — Escutei alguém me chamando e virei-me para ver quem era. Quando descobri abri um sorriso bastante satisfeito; era Jaidon.

— Ariana, vou te chamar pela última vez: entra dentro desse carro! Não é um pedido, é uma ordem! Se você ousar ir embora com esse garoto, saiba que não deixarei você voltar para o hotel! — Papai decretou.

Um turbilhão de coisas vieram a minha mente, e por algum motivo estúpido resolvi ir para o lado que meu subconsciente achou ser mais conveniente: Jaidon.

Edward me fitou com os olhos semicerrados fuzilando-me, indignado com a minha escolha. A partir dali eu precisaria tomar minhas próprias decisões, por mais difíceis e drásticas elas fossem. Meu pai girou a chave do carro e alavancou com o seu veículo para longe, desaparecendo de minha vista em segundos.

— Ari, está tudo bem com você? — Avistei Jaidon aproximando-se de mim. Ele me encarou com compaixão e acariciou meu rosto num gesto de carinho.

— Sim... — respondi num sussurro e abaixei a cabeça. Eu estava cansada, aquele dia havia me trazido fortes emoções, coisas que eu jamais imaginei passar por elas. Tudo o que eu queria no momento era os braços de minha mãe para me confortar, era uma pena ela não estar ali nesse meu momento frágil e triste.

— Nós vamos embora agora, sim? — perguntou e eu consenti, ainda cabisbaixa. Jaidon entregou-me um capacete e eu o coloquei, firmando-o em minha cabeça com as alças ajustáveis. — Ari, se calma, vai ficar tudo bem! — Apertou minhas mãos e eu abruptamente rejeitei seu ato, afastando-me dele com repulsa. Jaidon me olhou confuso. — Aconteceu algo, Ari?

Eu nada respondi.

— Ari, fala comigo, me responde! — Balançou meu ombros, quando iniciei um choro compulsivo. — Ari! — Ele envolveu seus braços em volta de meu corpo num abraço. Permaneci estática, sem reação. — Você não está bem, e não é nada difícil notar!

Subi em cima de sua moto e o aguardei. Jaidon suspirou derrotado e sentou-se no veículo, arrastando-o com rapidez rumo a seu novo apartamento.

 

 

 

 

 


Notas Finais


O que acharam? Por favor, deixem nos comentários pois isso me ajuda muito a saber se vocês estão gostando ou não da história, e me incentiva a continuar escrevendo ela.
E não. Eu não tenho data prevista para uma próxima atualização, mas prometo não demorar tanto quanto dessa vez!
Gostaria de agradecer ao @_hayden, que sempre beta minhas histórias! <3 vc é um amorrrr
um beijooo meus lindos, até maisssss 💜💜💜💋💋💋


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