História The Teacher - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Personagens Originais
Tags Bts, Colegial, Hot, Imagine Jimin, Jimin, Professor, Romance, Teacher
Visualizações 195
Palavras 1.486
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Eu to gostando muito de escrever essa fic, fiz esse capitulo em algumas horas kk e to tendo várias idéias para essa fic.

Capítulo 3 - Sem interesses apenas conselhos.


Fanfic / Fanfiction The Teacher - Capítulo 3 - Sem interesses apenas conselhos.

Mais uma semana se passou e muita coisa mudou. Agora eu e Ana somos muito amigas, eu comecei a andar com ela e o resultado foi pessoas finalmente descobrindo minha existência.

Logo era aula do professor Park. Graças a ele eu tinha menos razões para não vir a escola, se ele continuar assim vou acabar amando esse lugar.

O professor estava demorando então um aluno chegou avisando que ele havia faltado, estranhei pois ele não é de faltar, bom ele só está aqui a um mês, no entanto dá pra notar o quão ele é responsável, talvez algo aconteceu espero que nada grave.

Alguns alunos comemoram e outros assim como eu ficam desapontados. Mesmo química sendo uma matéria infernal a presença do professor Park deixa ela assim como tudo um pouco melhor, uma semana sem vê-lo já é ruim imagina duas.

Parece que o professor Park era como uma “droga” para mim. Aquela droga que você usa para esquecer que sua vida é uma merda. Agora eu estou dependente dele, meu deus, o que estou fazendo com minha vida? Alimentando uma paixão que claramente tem como destino muito choro e decepção.

(...)

Fiquei mexendo em minha comida enquanto pensava. Hoje o dia estava mais triste, perdeu totalmente sua cor.

Aff! Ânimo Lice! Ele não é nada seu e nunca vai ser, acorda.

— Você tá bem? — Ana me cutuca me fazendo parar de pensar.

— Hum? Sim, claro. — Mas o que deu em mim? Quando me tornei tão dependente de alguém assim? Nem o conheço direito.

— E essa cara de defunto? — Arqueia uma de suas sobrancelhas.

— Desculpa, é que... Não estou muito bem hoje.

— Percebe-se. — Ela me encarava e eu morria de vergonha quando fazia isso. — Olha eu tenho uma coisa que vai te animar!

— O quê? — Pergunto fingindo uma curiosidade.

— Vai ter uma feira de ciências aqui na escola, coisa do primeiro ano. — Tentando descobrir no que isso me anima. — E os alunos que ficarem para ajudar vão ganhar cinco pontos em todas a matérias. — Diz animada. Eu deveria sorrir agora?

— E iriamos fazer o que mais ou menos? — pergunto.

— Ajudar na decoração! — dei de ombros e concordei em ficar, já que não tinha nada melhor para fazer.

De qualquer forma eu preciso mesmo de pontos extras em matemática, a pior matéria do mundo e claro isso pode me fazer esquecer que estou me iludindo com certas coisas.

(...)

Nunca pensei que cuidar de uma simples decoração seria tão cansativo e demoraria tanto, eram sete horas e nem avisei meus pais que ficaria tanto tempo na escola, minha mãe vai me matar.

— Ana, eu preciso ir — Murmuro.

— Claro, eu vou ficar porque meus pais ficaram de me pegar aqui. — Nos despedimos e eu sai da escola.

As ruas nesse horário eram movimentas graças a Deus. Era perigoso andar sozinha por aqui ainda mais a pé, porque infelizmente tenho que pegar o ônibus.

Estava andando calmamente pelas ruas, quando percebo um carro preto andar bem devagar atrás de mim, quando eu era pequena meus pais sempre me contavam que haviam sequestradores que andam de carro preto atrás de criancinhas, eu já não era uma criança, mas estou com medo.

Dobrei em uma rua totalmente deserta talvez fosse coisa da minha cabeça, mas queria ver se despistava o cara, porem acho que fui muito burra já que era uma rua DESERTA.

Quando vi o carro vindo em minha direção pude sentir meu coração desfalecer, o carro era um fusion, bem fino, mas não posso ficar admirando o carro do meu suposto sequestrador.

Assim que o carro parou em minha frente logo a porta abriu e eu já estava preparada para gritar, porem eu conhecia aquele ser, era o professor? Mas o que...

— O que faz aqui? Está perdida? — Ele parecia preocupado.

Meu professor estava aqui... Mas por que estava aqui? De onde ele saiu?

— Estava indo para casa. — Murmuro.

Não acredito que achei que o professor poderia ser um sequestrador, deveria parar de acreditar nas história de minha mãe, minha mãe... Droga ela vai me matar.

— De onde vem? — Pergunta.

— Da escola, desculpa professor eu preciso ir. — digo dando meia volta para voltar ao meu caminho.

— Espera. Não acha melhor eu leva-la? Esta bem tarde. — Fiquei um pouco nervosa com esse pedido, mas era melhor e mais rápido do que o ônibus.

Assenti e entrei no seu carro, fiquei admirando nunca havia entrado em um carro tão bonito e fino, fiquei pensando se o salário de um professor era tão alto assim, por que um carro desse deve ser bem caro.

— O que fazia na escola até essa hora? — pergunta sem tirar seus olhos da estrada.

— Ajudando o primeiro ano com a decoração da feira. — Tentei parecer o menos nervosa, não sei se fiz bem em aceitar carona.

— E demorou tanto? — Ele parecia querer formar uma conversa ali, assim como naquele dia na escola.

— Demorou... — Murmuro.

Por que não consigo conversa como uma pessoa normal? Meu Deus.

Ele não falou mais nada só me pediu o endereço de minha casa. Eu queria tanto conversa com ele. Não é normal eu encontra meu professor assim do nada, talvez seja o universo me dando mais uma chance.

— Por que o senhor faltou hoje? — A pergunta soou meio invasiva? Opa, lá vem a bronca, com certeza ele ira dizer que não é de minha conta.

— Problemas pessoais, e sem formalidade por favor, estamos fora da escola. — A resposta não pareceu grossa. Cadê o professor carrancudo que sempre da patada quando pode?

Decide ficar calada e apenas aproveitar. estava do lado de minha “droga” eu poderia saciar meu vício, queria ficar o admirando, mas seria estranho no momento, então fiquei observando seus braços ao volante parece estranho, mas eu adoro isso é tão sexy principalmente quando as veias saltam de seus braços.

Pedi para ele me deixar na esquina de minha casa. Se minha mãe me visse saindo do carro de um estranho ela ia surtar.

— Obrigada pela carona. — Digo tímida logo abrindo a porta do carro.

— Eu queria dizer algo antes. — Gelei na mesma hora. — Quando sair tarde é melhor pedir para seus pais te buscarem. — diz sério. É claro. O que eu estava pensando? Que ele iria se declarar? Para de ser tão Alice! *

— Sim, irei fazer isso. — Respondo.

— Mais uma coisa. Vi que fez amigos, mas continua tímida posso lhe dar um conselho? — Assenti para que ele continuasse. — Não seja, eu já fui como você e pode ter certeza você vai perder muita coisa se continuar assim. - Ele parecia com meu pai naquele momento.

Porem ele tinha razão, minha timidez atrapalha muito minha vida.

— Eu sei, mas é difícil, como o senhor fez? — Não dá para acreditar que alguém que diz o que quer e quando quer como ele já foi igual a mim.

— Não importa, apenas não seja e se esforce. — Diz com um sorriso nos lábios. Ele sorriu para mim.

Uma coisa ficou martelando em minha mente, eu queria pergunta sobre aquele trabalho e se ele teve algo haver com minha amizade com Anabel.

— Professor... Digo Jimin. Aquele trabalho, da semana passada, você o fez para que eu me aproximasse de Ana? — Ele da um pequeno sorriso e me olha.

— Sim e não. — Ele deveria ser mais claro.

— Como assim?

— O trabalho já estava planejado, mas não era em dupla. — Entendi. Ele realmente me ajudou, mas agora me perguntava o por que de tanto interesse para que eu faça amigos.

— Obrigada de qualquer forma me ajudou. - olhei para minhas pernas um pouco tímida, eu deveria perguntar? — Por que tanto interesse na minha vida pessoal? - Acho que a pergunta soou rude.

— Como já disse, já fui como você e não é legal passar sua vida escolar sozinha, vai por mim. — Responde.

— Claro, eu tenho que ir agora, obrigada pelo conselho eu vou segui-lo. — dei um sorriso tímido e sai do carro. Ele o ligou e saiu acenando. Foi uma experiência constrangedora, mas uma das melhores.

No final das contas ele não é o que falam, não é nenhum troglodita egocêntrico, ok é um pouco rude e prepotente, mas bom, ele apenas queria me ajudar para não me tornar alguém tão amarga quanto ele, eu irei seguir seu conselho e vou tentar ser uma pessoa mais amigável com os outros e Ana irá me ajudar.

Como pude achar que alguém como ele iria se interessar por mim? A vida de trouxa nunca vai me abandonar. Ele só queria me ajudar sem interesses apenas conselhos.


Notas Finais


Baseado em fatos reais, pois meu prof de matemática tem um fucking fusion, e não eu nunca andei nele infelizmente.

* "ser Alice" quer dizer ser iludida.


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