História The Teacher - Capítulo 5


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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Youngjae, Yugyeom
Tags Bnior, Got7, Jackjae, Jaebum, Jinyoung, Jjp, Jjproject
Visualizações 49
Palavras 1.412
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - .quarto.


Jackson olhou pela vitrine da janela e tudo o que conseguiu ver foi Jinyoung saindo de um carro desconhecido. Estranhou, já que o amigo não tinha um carro e nem dinheiro o suficiente para andar de táxi.

Jinyoung adentrou o lugar com as bochechas vermelhas e a respiração um tanto quanto ofegante.

— Jinyounggie, o que aconteceu? Foi sequestrado?

O Park suspirou e sentou-se na mesa junto ao melhor amigo:

— É uma longa história, hyung, você não vai querer saber.

— É claro que eu quero saber! Pode desembuchar agora sobre o que aconteceu, ou você pensa que eu não vi você saindo do carro bonitão que eu definitivamente não sei de quem é?

— Eu peguei carona com o pai do meu aluno, tá bom? – Jackson riu e pôs um semblante malicioso no rosto.

— Hmmm, então quer dizer que você tá saindo com ele?

— Não! Eu não estou! Nós tivemos uma pequena discussão na reunião de pais e mestres e eu acho que ele deve ter ficado com a consciência pesada, por isso quis me dar essa carona. Eu mal conheço ele.

— Tá, mas você quer, não é? – Jackson perguntou, ainda com o olhar sugestivo.

— Quer o quê? – Jinyoung perguntou, confuso.

— Sair com ele, oras. Você chegou aqui todo vermelhinho. Aposto que deve estar pintando um clima.

Jinyoung cobriu o rosto com as mãos em pura frustação e vergonha. Seu amigo não tinha jeito mesmo.

— Pelo amor de Deus, Jackson! Ele é casado, não há a mínima chance de ter "pintado um clima". – Jinyoung fez aspas com os dedos. Jackson apenas riu do desespero do amigo.

— Tá, você finge que é verdade e eu finjo que acredito. – Jinyoung revirou os olhos e tentou protestar, mas Jackson o interrompeu antes. — Agora vamos comer, por favor? Estou tentando pensar só na minha vontade de comer um bolo e ignorar o fato de que esse bolo deve custar o meu salário.

No final das contas, a cafeteria não era tão cara assim. Ok, Jinyoung e Jackson tiveram que dividir a conta, mas nada que fosse absurdo.

Quando estavam prestes a sair do restaurante, Jackson parou bruscamente, encarando a porta com os olhos arregalados. O chinês pôs as mãos sobre o rosto como se quisesse esconder.

— Ei, o que houve? Por que parou de repente? – Jinyoung perguntou, confuso. Aquele dia estava cada vez mais esquisito.

— Eu estava ficando com aquele menino que acabou de entrar, mas eu dei um bolo nele na sexta passada. — Jackson sussurrou, ainda tentando se esconder.

Jinyoung riu com o comentário, mas teve que abrir a boca em surpresa ao encarar o garoto. Ele tinha cabelos loiros que pareciam macios e bem cuidados. Seus olhos estavam fechados porque um sorriso grande e brilhante enfeitava seu rosto. Mas ele parecia tão, tão jovem.

— Você está namorando um colegial?! – Jinyoung elevou o tom de voz e atraiu a atenção de diversas pessoas no local, incluindo a do menino loiro que agora começava a andar em direção a eles, sem tirar o sorriso do rosto.

— Jinyoung, eu não namoro! E ele não está mais no ensino médio... Pelo menos ele disse que não. — Jackson quase matou o melhor amigo. Precisava ser escandaloso assim?

— Tentando fugir de mim, Jackson-hyung? – A voz suave do garoto loiro soou aos ouvidos de Jackson e Jinyoung. O chinês torceu o lábio.

- Youngjae! Não esperava encontrar você aqui...

O garoto apenas sorriu e virou seu olhar para Jinyoung, encarando o Park de cima a baixo.

— Choi Youngjae, é um prazer. – Jinyoung se apressou em cumprimentar o loiro de forma simpática e educada.

— Eu sou Park Jinyoung. Sou amigo do Jackson. Só amigo, caso ele não tenha falado. – O Park sorria amarelo para o garoto em sua frente, que apenas deu uma risada fraca, mas genuína.

— Não se preocupe, Jinyoung-ssi, eu não estou com ciúmes. Jackson e eu não temos nada sério. – O rosto de Jackson enrubesceu e ele arregalou os olhos suavemente. — Inclusive, se me dão licença, eu estou esperando uma pessoa, preciso ir para a mesa.

O loiro se despediu e deixou os dois amigos estáticos, sem reação.

— Eu gostei dele. Só que eu ainda acho que ele está no segundo grau... – Jinyoung se pronunciou primeiro, enquanto era guiado por Jackson para fora do estabelecimento.

— Jinyoung... Você viu... Você viu ele dizendo que ia se encontrar com outro? — Wang permanecia com os olhos arregalados e os punhos cerrados.

— Vi. Eu só não estou entendendo esse teu surto, já que foi você mesmo quem diz que não namora ninguém. Ele é solteiro, Jack, pode sair com quem ele bem entender.

— Mas... Jinyounggie, ele não pode sair com ninguém além de mim! — Jackson deu meia volta e retornou a passos rápidos para dentro do restaurante para encontrar o garoto sorridente. Por Deus, Wang não tinha um pingo de vergonha na cara.

— Ótimo, agora eu tô sozinho. — Resmungou Jinyoung, abrindo seu guarda-chuva — um pouco quebrado — e começando a andar pela calçada em direção ao ponto de ônibus mais próximo.

Na cabeça do Park, imagens da carona que havia ganhado de Im Jaebeom mais cedo se repetiam como um loop. Suspirou e murmurou para si mesmo:

— Poxa, como eu queria ganhar uma carona agora...

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Quando Jaebeom chegou em casa, o relógio marcava 20:30. Yugyeom havia adormecido no caminho para casa, de tão cansado que estava.

Pela primeira vez em muito tempo, tinha feito uma atividade com seu filho. Apenas eles dois.

Levou o garotinho no colo até o quarto, retirando os sapatos, a calça e o casaco. Sabia que Sojung iria reclamar por tê-lo colocado na cama com roupas de sair ainda, mas Yugyeom estava tão cansadinho que não teria ânimo para trocar de roupas.

— Papai, deita aqui comigo? — O pequeno pediu, com a vozinha fraca e manhosa. É claro que Jaebeom não iria negar. Ajeitou-se na cama pequena como pôde, aconchegando o filho perto de seu corpo e inalando o perfume suave que desprendia dos cabelos da criança.

Fazia um carinho leve nas costas pequenas, até que foi arrastado pelo sono, embalado pela paz que seu filho o transmitia.

Só abriu os olhos novamente quando escutou o barulho da porta de casa sendo aberta. Saiu da cama com o maior cuidado do mundo para não acordar Yugyeom, e deixou um beijo leve na testa do mesmo.

Sentiu as pontadas de dor nas costas por ter deitado na cama pequena, mas sorriu mesmo assim, satisfeito.

Encontrou Sojung na cozinha, vestida apenas com a meia calça, a saia social e um sutiã preto. Encarou a mulher de longe e decidiu que iria salvar seu casamento naquela noite.

— Como foi o trabalho? – Perguntou, assistindo a esposa se assustar levemente com sua voz.

— Normal. Não acontece nada de novo naquele lugar há séculos. – Respondeu, dando de ombros.

— Eu saí com o Yug hoje. Fomos ao cinema. – Jaebeom se aproximou da bancada onde a mulher estava encostada.

— Ah, é? Que legal. Ele gostou?

— Acho que sim. Voltou dormindo para cá. Deve ter ficado cansado. – Sojung sorriu em resposta, continuando a cortar a maçã em suas mãos. Sojung era canhota, e o Im se assustou ao notar que a aliança de casamento não estava nos dedos da moça.

Naquele instante, mil e uma dúvidas rondaram sua mente. Sentiu a cabeça doer com o peso dos pensamentos e a única reação que teve foi puxar a esposa pela cintura para que pudesse beijá-la nos lábios.

Foi correspondido depois de alguns segundos, mas algo estava errado. O beijo era quase mecânico. Os lábios finos da moça não o traziam satisfação alguma. Separaram os rostos pela falta de ar, e a os olhos de Sojung só transmitiam indiferença.

Jaebeom e Sojung teriam a primeira relação íntima em um bom tempo, e tudo pareceu tão forjado que Jaebeom não conseguiu sequer ficar excitado.

— Desculpa, eu... Eu estou muito cansado... – O policial falou, sentindo-se extremamente envergonhado. Aquilo nunca tinha acontecido consigo.

— Que seja, Jaebeom. Tanto faz. – A mulher deu de ombros, fazendo com que Jaebeom quisesse enfiar a cabeça dentro da terra, tamanha a vergonha que estava sentindo.

Sojung virou-se para o lado e caiu no sono imediatamente, e deixou um Jaebeom confuso encarando o teto, enquanto pensava na aliança em sua mão esquerda e questionava até quando ela permaneceria ali.




Notas Finais


oi, genteeee

obrigada a todos que tiraram um tempinho pra comentar nos últimos capítulos, vcs me motivam muito a continuar!

beijos e até terça-feira que vem! ♡


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