História The Throne - Capítulo 1


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, D.O, Lu Han
Tags Chanbaek, Exo, Fantasia, Hunhan, Kaisoo, Romance, Sulay, Taoris, Xiuchen
Visualizações 51
Palavras 2.092
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Ficção, Lemon, Yaoi (Gay)
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oii genteee, pra começar essa fanfic é inspirada no livro As três coroas negras, OS PRIMEIROS cap vão ser bem parecidos com o livro, depois irei mudar tudo kkk
espero que gostem!!!
Vai sair cap toda semana nos domingos.
Emmy te amo

Capítulo 1 - Kyungsoo


Fanfic / Fanfiction The Throne - Capítulo 1 - Kyungsoo

The Throne – Cap 1

 

Coreia do Sul- Seul

Um jovem rei se encontra descalço em cima de um bloco de madeira, com os braços estendidos, vestindo somente sua pesa intima com os cabelos negros caindo um pouco sobre os olhos. Cada grama do seu corpo esta concentrada em manter os ombros nivelados e o queixo erguido.

Dois homens rodeiam o bloco com olhares críticos e passos forte que ecoam pelo piso de madeira.

- Ele está muito magro, está dando até para ver as costelas. – Tao diz apertando de leve o local como se aquilo fosse fazer os ossos afundarem. – E é tão pequeno, reis com esse tamanho não inspiram muita confiança. Não é atoa que o conselho fala tanto sobre isso.

Ele continua a observa o Rei com um olhar de repulsa, estudando todo corpo até mesmo as casquinhas de carvalho envenenadas na mão direta, sem nenhuma cicatriz. São sempre cuidadosos.

- Pode abaixar os braços – fala seco.

O Rei Kyungsoo olha para o Jongin , o mais velho e forte dos irmãos Kim antes de fazer o que lhe foi pedido. Jongin assente e então Kyungsoo volta a sentir o sangue circula.

- Ele devera usar luvas esta noite. – fala Tao com tom de ordem. Mas é Jongin responsável pelo treinamento do rei e se ele quisesse esfregar carvalhos envenenados esta noite, assim faria.

Tao pega umas mechas do cabelo de Kyungsoo e puxa com força fazendo os olhos se fecharem um pouco. Desde que subira naquele bloco foi maltratado pelas aquelas mãos.

- Pelo menos não estão caindo. - diz soltando o cabelo. – Mas como pode cabelo preto ser tão ser brilho? E como pode ser tão pequeno?

- Ele é o menor e mais jovem do trio. – Jongin fala com a voz profunda e calma. - Certas coisas meu irmão não pode ser mudadas.

Foi difícil para Kyungsoo não seguir Jongin com os olhos quando este deu passo a frente. Kim Jongin o mais próximo que já teve de um relacionamento e de um protetor. Foi em seus braços que se afundou quando tinha seis anos e chorou a viagem todo até Seul, após ser separado dos irmãos. Mas Jongin foi paciente, acariciou seus cabelos e deixou que molhasse seu palito. Essa é a lembrança mais antiga que Kyungsoo possui.

Entretanto Jongin não é velho, nunca seria. Ele tinha trabalho demais e muita responsabilidade para se dar ao luxo de envelhecer. Ele é o cabeça dos Kim, a família envenenadora, e o membro mais forte do conselho negro. Ele é o responsável por seu novo rei.

 Tao agarra a mão direita de Kyungsoo analisando até achar a maior lasca a apertando até começar a sangrar.

- Tao – Alerta Jongin encarando o irmão de forma ameaçadora. - Já chega.

-Espero que ele esteja pronto e não estrague tudo. - A última frase foi dita diretamente ao jovem rei que se encolheu um pouco, antes do mais novos dos irmãos saísse da sala.

-Venha- disse Jongin estendendo a mão ao menor que aceitou de bom grado.

Ajudou o rei a descer do caixote de madeira que se encontrava indo em seguida buscar o roupão pendurado.

Kyungsoo o observava atentamente, ouvindo as palavras ecoando em sua mente ' não estrague tudo.' Não ele não queria isso, queria dar orgulho a Jongin que sempre o treinou para ser um bom envenenador. Queria poder ser como o mais velho, forte,maduro,sabio e confiante, mas...

-Kyungsoo!-  seu queixo foi levantado , nem ao menos percebeu que sua cabeça estava baixa.- você escutou o que eu acabei de falar?- sabia como o moreno odiava quando não o escutavam.

-Desculpe- se pronunciou com a voz baixa. Ouviu um suspiro do mais alto e sentiu ele colocar o roupão em si.

-Os casca de carvalhos vão ser retiradas da sua mão antes banquete. - Percebeu a cabeça baixa do rei e a levantou a novamente. Está bem? - perguntou olhando diretamente nos olhos castanhos.

-S-sim. - Tentou falar firme, começando a corar

-Não minta para mim. - Apertou mais o queixo do mais novo.

-Não quero estragar tudo hoje. - falou vendo o mais alto suspirar e acariciar seu rosto.

-Vou estar lá com você não se preocupe. - Abraçou o menor.

O momento de carinho entre os dois eram raros já que Jongin era muito ocupado com o conselho negro e quando estava treinando o menor, era extremamente severo não aceitando nenhum erro.

-Séria interessante se recebesse minha dadiva hoje. - o rei falou ainda abraçado ao maior.

Se lembrando de seu irmão. Baekhyun. O grande elemental.

-Seria mesmo, mas não pense nisso ainda, Luhan também não a recebeu -. Falou se afastando para olhar nos olhos do menor.

-Mas Baekhyun sim, sendo um dos mais forte entre nós três. - falou se sentindo menos confiante.

-Tudo no seu tempo meu pequeno rei, agora vá se deitar e nada de comer nada sem ser a sopa. - Deu um beijo na cabeça do menor que assentiu e saiu do escritório.

Apenas isso para comer por dias fazia Kyungsoo suspirar, já que o veneno que teria que ingerir naquela noite seria imensa, podendo até superar o treinamento de Jongin. Claro que isso não teria importância alguma se seus dons de envenenador fossem fortes.

Kyungsoo conseguia ouvir os sons dos convidados chegando. O aniversario de dezoito anos do rei, fez com que a grande Greavesdrake se enchesse de gente, a casa estava cheia de expectativas, envenenadores e veneno...

***********************************************

-Ele tem que estar pronto- avisa Tao, se virando para olhar a janela, ao longe podia se ver as grandes torres onde o rei reside durante seu reinado e onde o conselho negro reside permanentemente.

- Tao, você está nervoso demais,

- Nervoso demais? Estamos entrando no ano de ascensão com um rei fraco...-  Jongin começa a rir. – Não ria de mim!

- Então não seja engraçado. – Jongin diz se virando para janela também.

- Só estou contando o que você perdeu, tendo ficado tão afastado dos assuntos do conselho, treinando e mimando nosso rei.

- Eu não sinto que perdi coisa alguma. – Afirma Jongin e Tao abaixa os olhos.

- É claro, desculpe irmão...

- Por que você não vai até aos estábulos e anda um pouco a cavalo, isso vai acalmar seus nervos. – Fala Jongin sorrindo se retirando do local.

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Sentado diante do espelho da penteadeira, o rei Kyungsoo estuda seus reflexos enquanto Xiumin arruma seus cabelos em um lindo topete.

No seu lado direito, há uma gaiola de vidro, onde dentro dela descansa sua cobra coral, gorda devido aos grilos, Kyungsoo possuía o animal desde o ovo, e é a única criatura venenosa que não teme, já que a cobra conhece as vibrações da sua voz e seu cheiro. Ela jamais a mordeu, nem uma vez se quer.

Kyungsoo usaria ela em sua festa, enroscada em seu punho como uma pulseira musculosa e quente. Jongin estará com uma mamba negra...

- Não beba champanhe demais- alerta Xiumin – Com certeza estará envenenada ou com algum suco tóxico.

- Vou beber um pouco- argumentou Kyungsoo. – Afinal, eles vão brindar ao meu aniversário.

- Molhe os lábios, então – Sugere Xiumin – Nada mais.

Xiumin é gentil. Seu criado favoritos entre todos, além de ser quase como um amigo de todas as horas para o jovem rei.

- Você está lindo – diz Xiumin, sorrindo para o espelho. – ainda mais com esses olhões escuros de boneca. – aperta os ombros do rei ao notar seu sorriso.

- Olhos de boneca – repete Kyungsoo.

- Tao acha que vou fracassar – comenta – ele diz que sou pequeno e fraco demais.

- Você é um rei envenenador – retruca Xiumin – o que mais importa a não ser isso? Além do mais, você não é assim tão pequeno, e nem tão fraco. Já vi outras mais fracos e menores que você.

Jongin entra no recinto em um terno preto.

- Ele está pronto?.- pergunta e Kyungsoo se levanta, ser vestido pelo chefe dos Kim´s é uma honra, reservada apenas para os dias de festejo.

Jongin começa a vestir Kyungsoo sem deixar de olhar em seus olhos, fazendo o pequeno corar gradativamente e levando Jogin a abrir seus raros sorrisos que eram dedicados apenas ao menor. Ele abre a gaiola da cobra, Kyungsoo se aproxima e pesca a cobra que se enrosca em seu pulso obediente.

- Ela esta drogada? – pergunta Jongin. – Talvez devesse estar.

- Ela vai ficar tranquila – afirma Kyungsoo a acariciando – Ela é bem-comportada.

- Como quiser. – Jongin vira Kyungsoo em direção aos espelhos e direciona as mãos para a sua cintura.

- Eu vou matar meus irmãos, com a mesma facilidade dos outros reis. – Kyungsoo fala sentindo ser virado e as mão de Jongin fazendo carinho em sua bochecha.

- Eu acredito em você. – falou antes de se aproximar e selar seus lábios ao do menor, que por impulso levou a mão até a nuca do mais alto, assim aprofundando o beijo.

************************************

 O salão de baile estava cheio até a borda de envenenadores que estavam rindo e conversando.

- Eu não consigo fazer isso, Xiumin – sussurra ele.

- Consegue sim. – diz acariciando as costas do mais novo.

- Há mais degraus aqui do que havia antes.

- Não há,rei Kyungsoo. – diz Xiumin sorrindo – você esta perfeito

Abaixo, no salão de baile, a música para e Kyungsoo sente Jongin beijar sua mão.

- Você está pronto. – sussurra em seu ouvido , dando outro selar em sua mão e começar seus discurso que o mais novo nem deu trabalho de ouvir.

Em minutos Kyungsoo molhava os lábios com o champanhe, enquanto conversa com alguns convidados.

- Bem, o que acha? As comemorações de seus irmãos são tão gloriosas quanto esta?

- Claro que não! – respondeu Kyungsoo. – Luhan e os naturalistas devem estar grelhando peixe em espeto. – Os outros envenenadores riem – e Baekhyun...Baekhyun...

- Deve estar champinhando descalço e, poça. – Kyungsoo se vira encontrando um jovem alto que sorri para ele. -  O que mais os elementais fazem afinal? – pergunta ele.

- Meu rei. – diz com uma breve reverencia, tratando logo de puxar o menor daquela roda.

- Você me salvou – diz sorrindo. – Qual seu nome?

- Pode me chamar de Kris. – diz beijando a mão do menor, fazendo ficar corado. – Vejo que Jongin não falou muito sobre o primo preferido dele

- Primo? – Kyungsoo pergunta, logo sentindo os braços tão conhecidos segurarem sua cintura.

- Pensei que não viria hoje. – diz Jongin apertando mais sua cintura.

- Saudades? – diz Kris com um sorriso arteiro.

- Você não tem noção do quanto. – Jongin responde com um ar irônico. – Agora se me der licença preciso do Rei.

- O que foi aquilo? – pergunto me sentando na mesa onde aconteceria o banquete ou como chamado “a fartura negra”

- Nada pequeno. – Kyungsoo sorri ao ouvir o apelido. – Está pronto? - perguntou Jongin segurando sua mão, Kyungsoo assente.

- Está com fome rei Kyungsoo – pergunta Jongin fazendo todos se calarem e olharem a cena.

Kyungsoo desliza os dedos pelas escamas da cobra. Ele sabe o que deve dizer. Tudo foi ensaiado.

- Estou faminto.

- O que seria a morte para os outros, para você servira de alimento- continua Jongin. – Esta satisfeito ?

- A oferenda é adequada.- diz engolindo seco. – a galinha – solicita ele, e um serviçal o atende de imediato.

Kyungsoo corta a carne branca, da parte mais macia do peito, a carne esta mais afastada do recheio tóxico. Ele pede os bombons de escorpião, esses são fáceis.

Então ela pede o cozido de veado com ervilhas do rosário. Ele deveria ter deixado o cozido por ultimo , ele não consegue contorna o seu veneno. O coração de Kyungsoo começa a acelerar, a cabeça começa a doer e visão muda conforme as pupilas se dilatam, não iria demorar até ele passar mal. Até falhar.

Ele come a torto silvestre com agilidade, sentindo o pulso desnivelado.

- As amoras.

Ele coloca duas na boca e ingeri grande quantidade do vinho, ele bate as mãos na mesa.

Os envenenadores rugem de contentamento.

- Isso foi apenas uma provinha. – declara Jongin.

- Jongin eu preciso ir embora. – fala segurando sua manga. A multidão se aquieta. Era tarde demais.

Seu estomago arde, ele se curva na altura da cintura e vomita tudo em cima da mesa.

Jongin não diz nada , mas consegue ver os punhos do mais velho se fecharem firmemente e furiosamente mandando os convidados embora. Kyungsoo pode ver Xiumin vindo em sua direção desesperado e as mão de Jongin em suas costas , antes de sua visão se torna escura.


Notas Finais


genteee se vcs gostaram falem pela mor de deus


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