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História The Treasure Of Moonlight - Capítulo 4


Escrita por:


Notas do Autor


Hey guys! Trazendo mais um capítulo pra vocês! Sorry pela demora, de verdade. ;-;)

Enfim, boa leitura pra todo mundo! Espero que gostem! ♡

Capítulo 4 - Relaxe


Fanfic / Fanfiction The Treasure Of Moonlight - Capítulo 4 - Relaxe

Sett:


Após todas as lutas, quando adentrei a arena novamente, Pandora já me esperava, Aphelios também estava com ela.

- É... pelo visto foi puxado hoje, né chefe? - Brincou ela jogando uma toalha úmida no meu rosto.

Ri um pouco antes de usa-la, passando por meus ombros, pescoço e rosto, secando as inúmeras gotas de suor que escorriam por mim.

- Que nada! Aqueles não valiam nem metade do meu tempo! - Retruquei.

- Você diz isso pra todos, Sett. Mas é verdade, aqueles pareciam mais cachorrinhos com o rabo entre as pernas. - Respondeu a lince com um sorriso.

- E aí, Phel, aproveitou o que viu? Foi incrível né? - Perguntei olhando para o moreno que permanecia quieto, as costas na parede e os braços cruzados.

Pelo menos alguns segundos se passaram, e vendo a situação um tanto quanto constrangedora, Pandora falava novamente.

- Bom! As lutas de hoje foram boas! Mas... Eu havia pensado numa coisinha que poderíamos fazer juntos! - Disse ela.

- E o que você tem em mente, garota lince? - Perguntei olhando para ela, jogando a toalha sobre o ombro.

- Bem, faz tempo que nós não saímos para aproveitar e nos divertir... então... que tal uma saída noturna para um bar? - Sugeriu ela.

- Ha ha! Eu tô dentro. Sem dúvidas! Você vem também né, Phel? - Questinei olhando para ele novamente com um sorriso nos lábios.

Aphelios não disse nada, e sobre um olhar sombrio direcionado a mim, apenas moveu-se para fora da arena. Pandora suspirou, falando comigo após isso.

- Eu sugiro você conversar com ele. - Disse ela.

- Mas o que eu fiz de tão ruim pra esse cara?! Parece que só de ouvir minha voz ele sente ranço! - Respondi.

- Eu acho que ele é um pouco pavio curto mesmo... Mas... tenta conversar com ele. Vocês dois podem tentar se resolver. Ele deve estar uma pilha de nervos por causa desse maldito acordo que você introduziu. Agora, é você quem deve ajeitar as coisas. - Dizia a Loncyma.

Suspirei antes de responde-la.

- Tá bom! Vou falar com ele, mas é apenas por que você tá dizendo. - Afirmei.

- Ou será por que você está gostando dele...? - Provocou Pandora.

- Hein?! Eu?! Da onde você tirou isso?! - Questionei olhando para ela surpreso.

- Não se faz de bobo, chefia. Todo mundo já suspeita da sua bissexualidade. Eu pelo menos já sei disso, até por que você me contou! E não adianta fingir... Eu vi o jeito que você olhava para ele... encantado, parecia hipnotizado... acalma esse teu fogo aí, que já vi que o Aphelios não vai ceder depressa! - Encerrou ela, sorria de uma forma triunfante, enquanto começava a se distanciar.

- Mude seus pensamentos, Loncyma! Daquele cara, eu não sinto nada! - Exclamei para ela enquanto sorria também.

- Sei! Daqui a pouco não vai se segurar! Não dá pra mentir e esconder coisas da sua melhor amiga, você sabe bem disso! - Respondeu ela exclamando de volta, olhando para mim por detrás do ombro e mostrando a língua.

Em partes, sim, ela tinha razão. Não consigo esconder as coisas dela ou tentar disfarçar. Pandora sempre fora minha melhor amiga, era alguém e extrema importância pra mim.

Após respirar fundo, estalei os dedos das mãos e fui atrás de Aphelios. Aquele cara realmente chamou minha atenção, e eu sabia que daria trabalho retirar alguma coisa da boca dele.

Sai da arena e encontrei com ele, sentado no chão, com as costas escoradas em uma das colunas quebradas, olhava para o fim de tarde, o sol quase iria se pôr.

Me aproximei devagar, me sentando ao lado dele, e finalmente, algumas palavras saíram dos lábios dele.

- O que você quer agora...? - Perguntou ele de uma forma fria.

- Calma, só queria conversar com você. Sei que voce tá bravo por causa da joia ou seja lá o que for aquilo. - Respondi, olhando de canto de olho para o rosto dele.

- Sim... até por que, sempre tem que aparecer a droga de um obstáculo pra atrapalhar nossos planos... - Disse Aphelios.

Não pude deixar se sorrir levemente, sabia bem a que ele se referia.

- E esse obstáculo... seria eu? - Perguntei.

- O que você acha? - Encerrou ele, suspirando no fim.

- Eu acho que se você fosse com a gente essa noite você poderia relaxar um pouco... parece mais tenso e nervoso do que os caras que enfrentei hoje. - Falei de forma direta. Virando meu rosto para olhar para ele.

O rosto dele também se voltou para olhar para mim. Um semblante surpreso e ao mesmo tempo um pouco mais iluminado do que antes.

- Eu nunca fui em um bar ou coisa parecida... então, não. Muito obrigado. - Disse ele.

Tive que rir. Não acreditei no que ouvi. Nunca ir em um bar?! Sério isso?!

- Sério cara?! Nunca foi?! Impossível! Seus pais não deixam ou algo parecido?! - Comentei com as mãos no abdômen pela risada.

- Tsc. Eu moro em um lugar aonde isso não existe. E além disso, não tenho pais. - Resmungou ele se levantando bruscamente, várias folhas verdes saíram de cima da grama pela velocidade que ele se levantou.

Fiquei calado. Toquei em uma coisa que não me dei conta. Mesmo que eu não quisesse ofende-lo, acabei falando besteira. Suspirei e me levantei também, ficando de frente para ele.

- Hey, foi mal. Eu não sabia. - Coloquei a mão na nuca, minha expressão logo ficando mais séria. - Olha, muitas vezes a gente esquece de se divertir e apenas foca em algum trabalho que deram pra gente. Então... a decisão é sua, não vou te forçar. Mas se quiser ir com a gente, é só vir na minha sala pra gente conversar e eu aviso a Pandora.

Dei dois tapinhas no ombro dele antes de começar a caminhar pra ir embora. O silêncio dele não foi desconfortável, pela primeira vez, acho que vi um olhar compreensível no rosto dele.

Deixando isso se lado, retornei para a arena, entrando em meu escritório. Ajeitaria o cômodo antes de sair dali, mesmo que eu não fosse organizado o tempo inteiro, uma faxina ou mais dava para fazer.

Coloquei novamente o colete e deixei a toalha úmida de água e suor em uma bacia vazia. Sentei-me na cadeira e alonguei os braços e o pescoço, meus olhos indo de encontro ao retrato da minha mãe sobre um móvel próximo.

Apanhei o mesmo e passei o polegar pela borda dourada. Sentia falta dela. Além da Pandora, ela foi a única que me tratou bem e cuidou de mim, ao contrário do cafajeste do meu pai e os demais Ionianos que apenas me olhavam como um merda de um mestiço.

Quando a porta se abriu, imediatamente coloquei o retrato na mesa com a foto virada na minha direção.

Aphelios havia entrado, esperava que estivesse acompanhado de Pandora, mas pelo visto me enganei. E também, ele deve ter mudado de ideia.

- Antes que você diga qualquer coisa, eu considerei a sua proposta. Eu vou com vocês hoje a noite. - Disse ele de forma direta.

Acabei sorrindo. Eu notava um certo tipo de nervosismo quando ele disse aquilo, como se estivesse baixando a guarda. Porém, era apenas uma saída para a gente se divertir e relaxar a cabeça de tudo o que aconteceu ultimamente.

- Há! Maravilha, Phel! Você já bebeu antes? - Perguntei.

Era melhor me certificar. Embora eu não me importasse se tivesse que carregar ele nos braços se ficasse bêbado.

- Claro que sim! - Respondeu ele, mas notei que entendeu errado.

- Sim, sim, mas eu me refiro a álcool e essas coisas. Em bares não existe essa de água ou suco, não. - Falei.

- Ah... nesse caso... - Ele afastou um fio negro do rosto, desviando o olhar ao mesmo tempo. Estava ficando constrangido.

Era fofo vê-lo daquele modo. Suas bochechas claras ficando rosadas era algo agradável de se ver.

- Já vi que não né? Mas relaxa. Peça pra Pandora pedir uma cerveja mais leve pra você. Nós dois sempre pedimos bebidas fortes. - Respondi cruzando os braços e me encostando mais na cadeira.

- Certo... - Respondeu ele brevemente antes de olhar pra mim de novo. Seus olhos escuros não desviavam dos meus. Ele parecia... ter notado algo que eu mesmo não notei.

- O que foi? Tem alguma coisa na minha cara? Eu sei que sou irresistível, mas encarar é feio, sabia? - Provoquei com um sorriso nos lábios.

- Tsc. Poupe-me de suas provocações baratas. É só que... - Ele parou o que iria dizer, mordendo o lábio inferior.

- É só que o que? Fala. - Insisti.

- Você... parecia um pouco... deslocado. Não sei. Seu olhar era um tanto quanto... melancólico. - Respondeu ele, não me olhando mais nos olhos e sim para o chão abaixo de si.

- Ah, relaxa, Phel. Eu tô bem. Só me lembrei de algumas coisas. - Respondi me levantando e indo até ele.

Com a mão direita, baguncei seus cabelos gentilmente antes de ir até a porta.

- É legal de sua parte que se importe comigo. Porém, não precisa, beleza? - Falei olhando para ele por cima do ombro e piscando enquanto sorria.

- Q-Quem disse que me importo com você?! Eu apenas... achei estranho! Só isso! - Retrucou ele gaguejando de nervosismo.

- Gaguejou, perdeu a razão! - Provoquei em resposta.

- Você... Ugh. - Ele tentava achar uma resposta, mas apenas ficou calado.

Soltei uma breve risada, vê-lo daquele jeito era divertido. E... adorável de certa forma.

- Bom, vou falar com a lince. Te vejo depois, Phel! - Encerrei me despedindo dele, fechando a porta em seguida.

Enquanto caminhava pelo corredor, pude ouvir a porta do escritório abrindo e fechando. Aphelios deveria ter saído.

Não demorei a encontrar Pandora. Estava já na saída da arena, parecia esperar por nós. Lichava as unhas pretas das mãos calmamente, até notar a minha presença.

- Fala aí, chefia! E aí? Conseguiu se resolver com ele? - Perguntou ela.

- Sim, ele vai com a gente. - Respondi assentindo com a cabeça.

- Ótimo! Onde ele está agora? - Perguntou ela.

- Bom, eu ouvi ele saindo do escritório, imagino que deva estar... - Parei de falar ao notar a silhueta dele se aproximar de nós dois. - Bem aqui!

- Ah, oi Aphelios! Que bom que decidiu vir com a gente! Vai ser mais legal do que ter que aturar o Sett bêbado como da última vez. - Disse ela.

- Hey! Bêbado?! Da onde você tirou essa história?! - Questinei ficando um pouco constrangido.

- Não disfarça, Sett! Eu lembro muito bem! Eu te disse que era pra manerar! Você tem tolerância alta a álcool, mas ainda assim não deveria ter exagerado e testado os seus limites, você não tava numa luta! - Disse ela beliscando meu braço após guardar a licha que usou para ajeitar as unhas.

- Tá, tá! Que seja! Eu vou me cuidar desta vez! - Assegurei pra ela, virando meu rosto para o lado, procurando esconder o leve rubor nas bochechas.

- Acho bom mesmo! Por que eu não tô afim de carregar o seu corpo como se fosse uma carcaça até a sua casa! Mas sendo bem sincera... cacete, você deveria ter visto Aphelios! Foi incrível! Ele falava cada coisa sem sentido! Ainda me lembro daquela célebre frase: "Eu decidi que seria uma sábia decisão... nunca mais decidir nada!" - Disse Pandora, se segurando para não rir enquanto fazia um sotaque de uma pessoa bêbada, tentando imitar a minha voz mais grossa.

- Pandora! - Exclamei o nome dela.

Olhando de relance, notei que Aphelios mordia o lábio inferior para não rir também.

- Eu ainda te mato, Pandora... - Falei quase sussurrando.

- Também te amo! Agora vamos! Bora encher a cara! - Respondeu ela em um tom animado.

Andamos juntos até chegarmos ao centro da cidade. Aonde havia muito movimento como a maioria das vezes.

Aphelios olhava tudo ao redor com um ar de curiosidade. Eu me perguntava se de onde ele veio costuma ser tão cheio de gente assim, ou se era um lugar muito calmo. Não fazia ideia.

Em um momento, várias pessoas passaram correndo, pelo impulso, Aphelios foi jogado pra trás, e rapidamente, segurei o pulso dele e o puxei pra perto de mim, nossos corpos quase se tocavam.

- Melhor você ficar perto. Alguns simplesmente passam correndo sem nem entender o motivo. - Falei olhando para a direção que o grupo foi. Deveriam estar atrás de alguém ou coisa parecida.

- Ok... - Respondeu ele. Se eu não tivesse prestado atenção, nem teria ouvido.

A cabeça dele permanecia baixa, mas eu podia ver o vermelho nítido de suas bochechas por estar tão perto de mim. Não pude deixar de sorrir.

- Anda, não estamos longe do bar agora. - Encerrei segurando a mão dele e começando a caminhar com o mesmo de forma mais rápida para voltar a acompanhar Pandora até o estabelecimento.

O bar estava lotado. A maior parte das mesas ocupadas eram da parte interna. A externa, estava quase vazia.

Adentramos e nos sentamos em uma mesa sem ninguém perto de uma das janelas. Pandora se levantou e foi pedir as nossas bebidas, falei a ela que pedisse uma mais fraca para Aphelios já que ele nunca havia bebido, a lince concordou com a cabeça e um sinal de "ok" com a mão direita e desapareceu no meio da multidão.

- Então... me conta, como é o nome do lugar de onde você veio? - Perguntei olhando para ele.

- Targon. - Respondeu.

- Ah, o famoso monte Targon... entendi. Eu ouvi falar sobre Solari e Lunari... o que eles são exatamente? Uma gangue? Um clã? Uma organização? - Perguntei novamente.

- Lunari e Solari são uma raça eu diria. Sou um Lunari. Nós vivemos em constantes confrontos. Os Solari, são devotos ao sol, já os Lunari, como eu, a lua. E por causa de nossas devoções diferentes, os que louvam o sol, tentam de toda forma nos "eliminar" de Targon. Já que eles acreditam que apenas a religião deles é importante. - Explicava ele calmamente enquanto olhava ao redor.

- Entendi... É por isso que você quer a joia? Para poder ajudar os seus? - Deduzi.

- Quase isso... na verdade, acho que se eu conseguir a joia, posso restaurar nosso lar... Já que na nossa última batalha nós... - Ele parou de falar de súbito. Um olhar de medo e pavor em seu rosto.

Aphelios balançou a cabeça, como se quisesse afastar um pensamento ruim que estivesse tendo.

- Hey, se não quiser falar, não tem problema. - Assegurei.

- Enfim, eu apenas preciso daquela joia. O motivo apenas interessa a mim. - Respondeu ele limpando a garganta.

- Tá bom, senhor sabe tudo. Mas lembre-se que ainda temos um acordo. - Afirmei.

- Tsc. Eu não me esqueço, idiota. - Retrucou ele.

- Ai...! Essa foi no coração, cara! - Fingi uma expressão triste, minhas orelhas se abaixando enquanto coloquei a mão no coração.

Ele apenas bufou e virou o rosto, eu acabei rindo por sua reação.

Logo, Pandora retornou carregando três copos, colocando a frente de nós.

- Hoje só pode ser nosso dia de sorte, Sett! O cara disse que era por conta da casa! - Comentou ela.

- Mas isso é uma benção! Partiu cair de cara! - Falei de volta, arrancando um riso dela.

Bebiamos tranquilos enquanto conversavamos. Pandora e Aphelios se entendiam bem. Ele demorou a tomar todo o seu copo, notei que queria ir devagar para não correr nenhum risco, mas tentava se soltar ao mesmo tempo.

Quando Pandora terminou a sua cerveja, me levantei pra pegar mais uma pra mim e pra ela, Aphelios recusou quando perguntei se ele queria mais uma. Apenas dei de ombros e me dirigi até o balcão.

-•-•-•-•-

Aphelios:


Aquele momento era realmente... confortante e diferente. Eu jamais pensei que isso poderia acontecer. Esse tipo de ambiente não era dos melhores no meu ver.

Pude notar inúmeras vezes pessoas que mal se conheciam trocar beijos e toques em cantos mais solitários. Vários homens bêbados dando emcima de mulheres sozinhas. Mas apesar de tudo, era legal estar ali com eles, eu me sentia mais seguro. Pandora era uma garota agradável.

- Foi mal, Aphelios. Vou ter que dar uma saída pra ir no banheiro. Mas já volto, o Sett também não deve demorar. - Disse ela se levantando.

- Certo. Eu espero. - Respondi.

Ela assentiu com a cabeça antes de sair, via sua silhueta mais baixa do que a minha sumir em meio a multidão.

Deixei o cotovelo sobre a mesa e a mão em meu rosto. O outro braço, ficou debruçado sobre a superfície de madeira.

Em minha cabeça, ocorriam várias coisas. Eu planejava pegar aquela joia e simplesmente sumir e nunca mais voltar, mas quem garantia que seria fácil? Sett não era alguém burro. Muito menos descuidado de suas coisas. Porém, ao mesmo tempo, eu sentia nele... uma certa... confiança.

Ele e Pandora obtinham uma boa amizade. Falavam tão facilmente sobre qualquer coisa. E um confiava no outro igualmente. Será que... Eu também poderia confiar nele? Ou cairia em outra armadilha ou jogada suja?

Senti uma mão em meu ombro, de início achei que era Sett, mas não. Era outro homem. Quase da mesma altura que o ruivo.

Cabelos pretos e lisos, não muito longos, olhos esverdeados, o rosto estava avermelhado, certamente por ter bebido demais.

- Hey rapaz... tá sozinho? A gente pode conversar... - Dizia ele, sua voz já esclarecia minha dúvida se ele estava consciente de suas ações ou não.

- Não. Não estou sozinho. Suma daqui. - Afirmei afastando sua mão de mim, rapidamente me levantando.

- Ah, qual é! Não seja tão chato! - Ele agarrou meu pulso e me puxou para perto de si, sendo mais alto que eu, mas não era grandes coisas.

- Já falei! Suma! - Exclamei me afastando dele de novo.

- Tsc. Insistente você... acho que vou ter que usar outra artimanha... - Ameaçou ele retirando uma adaga do bolso de seu casaco longo e escuro.

Quando pisquei, me dei conta que alguém havia jogado um copo de cerveja inteiro sobre ele. O mesmo reclamou e se virou para ver quem era, se encolhendo em instantes ao perceber a silhueta máscula de Sett atrás de si.

- Se mexer com ele... tá mexendo comigo também seu projeto de gente... - Ameaçou o chefe.

Nunca tinha o visto com esse tom de voz. Me causou até mesmo um certo arrepio na espinha. Sett estava mesmo falando sério.


Notas Finais


🍷


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