História The Truth Is... - Capítulo 3


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Categorias Rodrigo "Saiko" Ximenes
Personagens Personagens Originais, Rodrigo "Saiko" Ximenes
Tags Fluffy, Meiaum, Meiawan, Saikaro, Saiko, Skiigles, Sycaro, Tawo, Tawum, Yaoi, Ycro
Visualizações 102
Palavras 2.674
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Festa, Fluffy, LGBT, Romance e Novela, Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


NOTAS FINAIS PFV LEIAM E DESCULPA OK
Cap não revisado, então mals qualquer coisa.

Capítulo 3 - Aquele com o desenho, o novo amigo e a sexualidade.




— Aqui seus pedidos. — O atendente moreno disse chegando com todos os pedidos em uma bandeja de metal, e os servindo. — Tenham um ótimo café!

— Obrigado! — Disseram todos em uníssono, exceto por Saiko que se mantinha quieto pensando no que tinha falado ao rapaz. De fato, estava mais surpreso do que o resto.

Depois que o rapaz saiu, Rodrigo resolve quebrar seu silêncio finalmente.

— O que a gente vai fazer depois da BGS? 

— Real. — André balançou a cabeça pensativo.

Os quatro então começaram a discutir no que poderiam fazer enquanto estivessem lá. E como não gostavam muito de sair, não lhes restavam muitas opções. 

— Eu não quero passar a semana inteira indo em shopping. — Tawan comentou, sendo seguido de André que concordou com a cabeça.

— Vamos tentar uma balada na sexta, que tal? — Rodrigo comentou, surpreendendo a todos na mesa.

Não que o quarteto nunca tivessem ido em uma festa/balada juntos. Tinham ido há algum tempo, não muito, mas também desistiram quase no final da festa. Estava chato, e, André Felipe teria tido a brilhante ideia de se embebedar para se divertir, o que resultou em uma noite muito mal-dormida e enjôo.

Não queria ser um cara que ficava sentado na mesa com um copo de "bebidas fracas" na mão que ficou com a cara amarrada a festa toda, implorando para ir embora. Para isso já tinha Rodrigo.

— Pra tu e o André ficarem mal a festa toda? — Ycaro disse, rindo internamente do amigo de boné revirando os olhos. — Eu pulo.

— Vamos tentar fazer diferente dessa vez. — Saiko.

— Isso. — André concordou. — A gente vai perguntando se alguém conhece algum lugar, dai a gente aproveita e convida mais algumas pessoas.

Concordaram com a ideia.

— Vamos gravar hoje? — Tawan perguntou enquanto dava uma grande mordida no seu pastel de frango com catupiry tamanho grande.

— Pois é... Não podemos deixar os canais sem video. — Ycaro falou. 

Enquanto tomavam seu café, discutiam o que fazer para os canais. Decidiram então postar um vídeo de minecraft no canal Saiko joga, no canal do Ycaro postariam um de Fortnite, e já no de Tawo iriam jogar uno. André estava terminando mais um de seus remix. Sendo isso, sua semana estava 90% organizada.

Jogaram conversa fora, conversando sobre o que lhes viessem à mente – o que atraiu muito a atenção de pessoas que estavam sentadas ali também, principalmente por conta de suas risadas altas e escândalosas –. E o atendente fofo sorria quando os olhava, principalmente para Ycaro, dono das risadas mais escândalosas da mesa, mas mesmo assim, não fez questão de ir lá e pedir que parasse.

 E quando foram ver eram 15h. Terminaram suas refeições e cada dupla foi para seus respectivos quartos, jogando-se em suas camas.

— Ycaro. — Rodrigo chamou atenção do loiro que estava olhando a janela de braços cruzados, parecia pensativo, o mesmo que se virou dando atenção ao amigo.

— Oi?

Saiko pensou. Pensou e pensou, antes de perguntar qualquer coisa que deixasse o loiro constrangido ou desconfortável. Mas não teve jeito, o que saiu foi:

— Tu é bi? — Perguntou rápido tentando parecer o mais natural possível, mas era mais doperceber a curiosidade esta

— O-o que, Saiko? — O homem que antes estava na mais pura calmaria, se encontrava ao nervos. Não sabia responder aquilo, sua garganta fechou.

Será que dei alguma brecha de estar sentindo algo, ou, estar confuso? Pensava o menor naquele momento.

— É. Gostar dos dois sexos. — Se ajeitou sentado na cama, apoiando as costas na cabeceira. — Man, eu só quero saber mesmo, tanto faz, sabe.

Ycaro concordou com o cabeça sem perceber. Estava tão surpreso que agora encarava o chão de forma assustadora, sem nem piscar.

— Então.. você é? 

— Sei lá. — Respondeu. — Quer dizer... Sei lá! Não sei. — Aflito, sentou-se em sua cama e olhou para o amigo com preocupação. — Mas, por que a pergunta?

— Ah... Sei lá. — Contorceu o nariz, passando a mão pelo cabelo. — Aquele cara, olhou pra você de um jeito... E você.. meio que...

— Retribui.

— Isso! — Confirmou, jogando o dedo indicador no ar. — Ah, quer saber, esquece. Vamos descansar. Só espero que ninguém te machuque, independente do sexo. — Saiko soltou aquela frase de duplo sentido sem perceber, mas agradeceu que era. Não gostava de ser "fofo" com seus amigos.

Ycaro fez uma careta confusa e arregalou os olhos, maliciando.

— Que besteira, ó! — Disse o loiro sorrindo, e se enfiando debaixo das cobertas. 

Saiko sorriu também, e fez o mesmo que o amigo. Agradeceu internamente por Ycaro ser lerdo e/ou burro o suficiente para não ter percebido que teria dito aquela frase com total sentimento. Ele fazia isso algumas vezes, mas duvida que alguém já tivesse percebido.

Ambos tiveram dificuldade para dormir depois daquela conversa um tanto – bastante, na verdade –, constrangedora. Mas o cansaço era maior, assim fazendo que ambos fechassem seus olhos e dormirem logo.

POV - Ycaro

— Ô, Rodrigo? 

Eu caminhava de um lado para o outro, desesperado, enquanto passava um perfume.

— Fala.

— Tu pode dizer onde eu coloquei minha gravata? 

Eu estava suando frio, estava inquieto. Sussurrava "vamos nos atrasar" nervoso, repetidamente. Saiko largou o que estava na mão e caminhou até mim, pegando o que estava na minha mão: a gravata.

Ele estava lindo.

Vestia um terno preto com uma camisa social branca por baixo. Sua gravata tinha um tom de roxo-escuro. Seus cabelos... É... A mesma bagunça de sempre. Mas estava lindo.

— Burro. — Sorriu, ajeitando o óculos no rosto, e eu fiz um bico nos lábios.

— Não. Acredito. — Falei pausadamente e comecei a colocar a gravata.

Eu estava tão agitado e nervoso, que Saiko agarrou minhas mãos trêmulas.

Congelei na hora. Seus olhos olhando fundo nos meus, suas mãos segurando as minhas. Eu me sinto tão bem.

Ele solta uma das mãos, e a usa para colocar uma mecha que caia no meu olho atrás da minha orelha, então diz:

— Éramos nós há um ano atrás. — Posicionou suas duas mãos em meu maxilar e depositou um selinho. — Você está lindo! Vamos, eu te ajudo com isso. 

Ajudou-me com a gravata, eu apenas o observava  encantado.

— É o casamento dos nossos melhores amigos...

— Sim, e se não formos logo, pode começar a entrar em pânico de novo. Trinta minutos para começar.


Acordei em um pulo, por conta do que deveria ser – no sonho – um sino de igreja. Mas na real, eu tinha esquecido de desprogramar meu despertador.

Comecei a pensar no sonho que acabei de ter. Infelizmente não poderia dizer que foi estranho eu ter sonhado com esse tipo de coisa, já que isso se repetia mesmo antes de descobrir que eu sentia algo.

Peguei o celular que estava ao meu lado na cama, no qual as horas marcavam 18:27, então se eu fui o primeiro a acordar, vou chama-los daqui há... Trinta e dois minutos.

Levantei da cama, ainda com o celular na mão. Calcei os chinelos e, por distração, caminhei até a cama do meu colega de quarto.

É horrível ter que me referir à ele como amigo. E o pior é que ele não é só meu amigo, ele é meu melhor amigo. E por isso acaba dificultando mais ainda.

Sai de lá rapidamente – pelo menos antes de começar a babar ou ter uma crise e começar a chorar –. Tropecei nos seus tênis jogados no chão pouco antes de alcançar a porta, por sorte, ele não acordou.

Segui meu caminho até o elevador. Tinha poucas pessoas dentro, cada uma apertou em um botão, e eu, no último andar.

Assim que as portas se abriram, revelou-se aquele lugar que era tão lindo, e tinha tantos cheiros bons de comidas misturado.

Me encaminhei para o mesmo lugar que eu e os outros tínhamos ido comer. Azar meu que aquela mesa estava ocupada, então apenas optei por uma perto do balcão.

— Oi! — Ouvi alguém me chamar, já que estava mexendo no celular, virei o rosto para saber quem era o dono da voz. Era o cara no qual André falou e falou sobre ele, calando a boca apenas para comer. Em outras palavras, o atendente de mais cedo.

Ele estava com seu avental preto em uma das mãos, enquanto desamassava sua camisa azul-marinho com outra. Ele veio até mim.

— Oi! — Sorri.

— Você.. vai querer algo?

Pelo que entendi, seu expediente já havia acabado, então recusei.

— Não não! Não se incomoda, cara. — Disse simpático, ainda com o sorriso no rosto.

— Que isso! — Ele soltou seus cabelos negros e ondulados, que até então ainda estava peso em um rabo de cavalo. — Fala ai, o que você quer?

— Ah... Beleza! — Larguei o celular na mesa e juntei as mãos debaixo da mesma, pensando no que pedir, torcendo levemente os lábios. — Pode ser um bolo de chocolate, só. 

Ele me  perguntou se eu queria mais alguma coisa ou algo para  beber. Apenas recusei. Me senti meio incomodado de fazer ele me atender, sendo que ele agora poderia estar fazendo algo de seu agrado, não? Acho que não. Se fosse assim, teria fingindo que nem tinha me visto.

Na real, até acho estranho. Será que ele é um fã maluco querendo me agradar para fazer amizade fazendo que nem sabe quem sou? 

Certo que não sou nenhum ator de Hollywood ou coisa desse tipo, mas...

— Aqui. — Ele me entregou o que eu tinha pedido, e... Uma coca? Eu não pedi uma coca. O olhei confuso enquanto segurava a latinha na mão. — Por minha conta, pensei que cê ia ficar com sede. Esse bolo, ele enche bastante.

Sorri novamente.

A única coisa que sei fazer quando estou perto de pessoas que não conheço ou tenho pouca intimidade, é sorrir e ser o mais simpático possível. Isso se ela for comigo, claro.

E ele parecia bem legal.

— Ah, valeu! — Abri a latinha. Tinham copos na mesa – limpos, claro –, mas também tinham canudos, optei pelo último.

— Eu posso sentar aqui com você? — Perguntou, eu assenti, dando uma garfada no bolo.

— Ei man, a gente se conhece? — Perguntei.

— Eu não sei te responder. — Passou os dedos entre seus fios de cabelo colocando atrás da orelha. —Mas você deve achar que eu sou um psicopata ou algo assim! — Disse divertido.

Sorri sem mostrar os dentes. — Na real, é isso ai mesmo. — Brinquei, apesar de estar falando um pouco de verdade sim...

—  Foi mal, viu. — Riu. — Tô te atrapalhando?

Neeem! Cheguei ainda hoje mesmo de Fortaleza com os meus amigos. — Comentei, dando um gole no refri. — Nós vamo' bater perna amanhã.

— Você é de Fortaleza, já fui lá duas vezes, em um evento chamado SANA! Conhece...? — Falou, pelo visto, esperava uma resposta positiva.

— Sim, doido! Fui em 2017 e 2018. Tem uns vídeos meus e mais um monte de gente espalhados pela internet ai. — Dei uma última garfada no bolo, era uma fatia pequena. Limpei as mãos com alguns guardanapos ali.

— Tu não é um daqueles caras com saia e tudo mais?

— Ei man, nem me lembre disso... — Torci o nariz.

— Ah, pronto! É dai mesmo! Tu é aquele lá que ficava o tempo todo dançando, né não? Até que foi quase expulso por ter passado perto de bater nas pessoas?

Valei-me...

Ficamos mais alguns minutos conversando sobre os eventos. Desse assuntos começamos a falar de músicas, danças, animes... e por aí vai. 

Descobri que ele toca violão também, faz teatro e toca bateria em uma banda que tem com alguns amigos. Ah, e, seu nome é Samuel.


POV - Ycaro (off)

— A gente se fala? — O loiro perguntou se levantando da mesa, sendo acompanhado pelo mais novo amigo.

— Claro!


Ycaro saiu as pressas para chamar os amigos, poia tinha ficado um pouco mais do que combinado com ele mesmo. 

O loiro desceu no elevador, e literalmente, correu até o quarto onde a dupla tawum – ou meiawan – estava. Queria fazer a chegada mais barulhenta possível.

Mas se desanimou ao lembrar que a porta do quarto estava trancada e então estragando sua chegada dramática e desagradável.

— Ei, doido! Abra essa porta! — Batia na porta repetidas vezes, o mais forte que podia, para não fazer tanto barulho e acabar sendo um incômodo para as outras pessoas que tinham um quarto no andar.

Logo a porta se abre, revelando um Tawan com cabelos bagunçados e com o rosto meio amassado.

Carlos se esticou um pouco para olhar atrás do amigo, e viu que André colocava seus tênis rosa-bebê, combinando com seu famoso boné.

— Cês tão pronto? — Perguntou o que permanecia fora do quarto.

— Tu acordou atrasado também? — Tawan perguntou.

— Não... — Se balançou para os lados, sem jeito. — Eu passei um pouco de horário porque eu fui comer.

Rodrigo chegou atrás do loiro com o celular em mãos. Com a cara emburrada, Tawan e André já sabiam que reclamações viriam por ai.

— Caralho hein, Ycaro! Essa tua síndrome de come e dorme fez a gente se atrasar dez minutos, merda! — Gritou, quase, no ouvido do mais baixo que se virou num pulo.

— Ei bonitin, não faça mais isso! — Colocou a mão sobre o peito. Saiko apenas revirou os olhos e olhou para o outro na porta.

— Tá todo mundo pronto? — O moreno perguntou impaciente.

— Eu vou só pegar meu óculos. — Tawan disse, saindo de lá, deixando Rodrigo e Ycaro sozinhos na porta.

— Tu foi comer aonde? 

— Lá onde a gente comeu antes de dormir. — O loiro respondeu dando de ombros.

— Fez amizade com aquele cara, né? — André se juntou aos outros dois na porta, enquanto Tawan revirava o quarto atrás dos óculos.

— Fiz mesmo, por que?

— Me apresenta pra ele depois! — Disse o de boné, enquanto colocava seu celular e outras coisas no bolso. Sem perceber, deixando cair algo importante e... secreto.

Saiko foi o único que notou, principalmente por estar atento à qualquer assunto referente à aquele homem. Resolveu nem perguntar, afinal era um papel dobrado e amassado, meio sujinho também. 

— Por quê? — Rodrigo perguntou.

— Vou ter um amigo bonito, finalmente.

Rodrigo com seu narcisismo de sempre, começou a rebaixar Samuel – que por meio de Ycaro, soube que esse era seu nome –. Os três acabaram por começar uma  discussão sobre quem era mais bonito, resultado: iriam marcar um concurso de beleza mais desfile.

Tawan por ser o cara bem mais arrumado do grupo, não achou o óculos. Pediu que os amigos descessem e chamassem um Uber. Assim o fizeram.

Não tinha feito 1 minuto que tinham saído e ele tinha achado seu óculos debaixo da cama. Deu graças a Deus, e uma limpadinha na lente. Saiu às pressas para fora do quarto e o trancou com a chave.

Tawan avistou aquele papelzinho no chão, e por impulso o pegou. Estava muito bem dobrado, até ai não sabia de quem era. De curiosidade, ele foi lá e o abriu.

— Mas o que... 

Era um desenho, uma fanart. Mas, não uma fanart. Era uma fanart dele e Meiaum. Uma fanart do shipp. Tinha os dois nomes do shipp escritos ali, repetidas vezes "tawum", "meiawan" e vários coraçõezinhos de várias cores.

Ficou encarando aquilo, pensando que alguma shipper tímida tivesse deixado aquilo na sua porta? Bom, isso era o mais óbvio para ele.

Nunca tinha visto aquele desenho em lugar algum, e ele sempre checava suas redes sociais e todas as fanarts que lhe mandavam.

O mais estranho para ele, é que, coincidentemente o traço do desenho e a forma de como os corações estavam desenhados e os nomes escritos, eram idênticos aos de André.

Guardou em seu bolso e desceu apressado pelo elevador. Encontrou com os amigos dentro do carro, já. Apenas André o esperava do lado de fora.

Os dois entraram, e o motorista começou a dirigir enquanto Rodrigo dizia o endereço.

— Tu demorou tanto, doido. — Meiaum disse sem graça. Não gostava de fazer pessoas esperarem, muito menos as pessoas que ele não conhecia. — O que tu tava fazendo?

Tawan olhou para o amigo ao seu lado, que estava com uma expressão misturada de desespero e vergonha – particularmente, para o de óculos – muito fofa.

— Demorei muito pra achar o óculos, foi mal.



Notas Finais


ok.. eu gostaria de me desculpar por demorar tanto para postar o capítulo. É que eu funciono assim mesmo kshdkshs
Eee... Eu escrevo pelo celular, sabem? E é ben chatinho mesmo. Ainda mais que fizeram o favor de bugar ele, e eu fiquei com dificuldade de escrever por isso.
Eu demoro no mínino 5 dias para escrever um capítulo, principalmente pq minha cabeça só funciona real, real mesmo, de madrugada. Ai vem as ideia tudo e eh isto.
Tbm tem pq eu NUNCA terminei uma fanfic. Todas que eu ja escrevi, eu exclui, pq nao saiu do jeito que eu queria. MAAAASSS, felizmente essa daqui eu ja deixei tudinho anotado num caderninho ok, o começo ate o fim da fic, ta td ali oq vai rolar td as treta, tudo.
Eu não quero e não vou desistir dessa fanfic, porque eu amo escrever. Amo que as pessoas leiam o que eu escrevo e gostem disso (AH E, comentem pfvr, sério, vou falar disso já já). E e eu amo os meninos, sério, a💞💖💗💟💕
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C O M E N T A R..!!1!1!1!1!1 man, é importante que vcs comentem, pq assim fico sabendo se vcs gostam ou não. E mais importante, é que vcs comentem oq vcs gostaram, oq nao gostaram, idéias para a fic... Tudo o que vier à mente.
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Agora, talvez, fique mais apertado para mim escrever. Porque eu estou fazendo coisas importantíssimas para continuar vivendo, tudo bem? ok? :')

Queria agradecer por quem comentou e favoritou💕 iti malia ces sao só a massa bro 777gang





mano ces viro o video do sana GSKSHAKSHSKS CRISE ELES VESTIDO DE YANDERE amei
a e quem nao viu: num se anime pq o saiko nao foi;-;
PS: vou começar a colocar o nome dos capítulos igual a Friends, ta? pq essa série é meu xuxuxuxuxuxux


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