História The truth Untold! (Híbrido- KimTaehyung) - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7, Stray Kids
Personagens Bang Chan, Jackson, JB, Jeon Jeongguk (Jungkook), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Mark, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Youngjae
Tags Alfa, Bts, Híbrido, Kim Taehyung, Romance, Você
Visualizações 12
Palavras 4.998
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá amores!
Como vocês estão?!

Aish... Devo pedir muita desculpas a vocês por ter apagado minhas fanfics; uma a spirit apagou e a outra foi eu mesma( estava horrível).

Fic novo amores e a novidade é que é do Taehyung. Ultimamente eu ando impressionada com ele. Ksksks

Que vocês possam gostar, porquê essa daqui promete:-) :-)

Capítulo 1 - Prólogo.



________ P.O.V.

Olá mais uma vez meu querido diário, sei que faz tempo que te falo alguma coisa ou desabafo. Mas agora não interessa isso. Ultimamente eu tenho sonhado com aqueles lobos de novo, mas agora parece ser tão real que posso senti-los. Me perdoa se eu não contei como esses sonhos tiveram um início –Porque tudo tem um!

Tudo começou:

Oito anos atrás.

Erá um dia lindo de outono. Busan sempre foi uma cidade extremamente linda principalmente nas estações de ano. Estava pronta para ir ao colégio, mas faltava me despedi dos meus bichinhos. Tae meu cachorrinho, Kookie também meu cachorrinho e minha gatinha puff. Hoje mais cedo, meu Appa levou o Tae para um lugar no qual não sei o nome e muito menos onde é.

- Appa, onde o senhor levou o Tae. - Minha cabeça começa a coçar muito, meus dedinhos adentra o penteado em meus cabelos escuros. Meu pai tira minha mão dos meus cabelos para não desmanchar o penteado. Depois que ele viu que seria só eu e ele, teve que aprender a pentear meus cabelos.

- Aish, _________ você não sabe o quanto deu trabalho para fazer isso. - Ele se refere da minha trança. - O Tae foi para o Pet Shop tirar aquelas coisas horrenda que à em seu pelo como também à no seus cabelos.

Isso não faz muito tempo que eu e meu cachorrinho pegou esses tipos de piolho. As meninas da minha sala não sabe, o meu Appa falou q não erá pra mim dizer e nem coça muito perto delas, no começo eu não havia compreendido o "porquê", mas acabei fazendo oque ele pediu.

- Appa você sabe que eu preciso dele...

- Eu sei, eu sei... "Você precisa dele para dar um beijinho de despedida", né mesmo?

- Uh rum. - balanço a cabeça confirmando.

- Mas você também sabe que não pode ficar beijando os seus bichinhos. Quando isso acontece você espirra muito e...

- Appa eu já disse que faço isso para emita o Kookie... Appa, eu vir é sério...- Ele cruza os braços olhando pra mim.- Quando ele estava brincando com a puff ele começou a fazer um barulho estranho, como espirros, também disse dar vez quando eu estava varrendo o meu quarto ao ele fez o mesmo barulho. O senhor não acredita em mim, né?!

Ele me põe no chão. Cruza os braços e ergue uma de suas sobrancelhas. -como ele sempre faz quando não acredita em algo que eu falo.

- Tá! Eu acredito.

Sabia...

- Appa você não acredita não. - Cruzo os braços indignada. Ele começa a sorrir fazendo mostrar suas covinhas.

- Por que acha que não acredito? - Ele diz como se eu não conhecesse suas atitudes.

- Quando o senhor não acredita em algo, o senhor sempre faz essa posição que está agora. - Ele olha assustado como ele estava e acaba sorrindo dele mesmo.

- Espertinha!! OK. Vamos, ainda vou te levar para escola se não sua diretora vai me dar mais umas daquelas broncas.

- Toda vez que me atraso, é porquê o senhor me atrasa, deixa quando eu for maior e ter meu próprio carro. - Coloco minhas mãos na cintura e estufo meu peito. Appa pega as suas coisas de trabalhos.

- Ta bom mocinha, agora vá se despedir dos seus bichinhos para irmos à escola. - Eu saio correndo pelas escadas.- RÁPIDO! - Appa grita e eu saio correndo mais rápido ainda gargalhando

- Ah, quando você chegar da escola, já vai poder brincar com o Tae. O cachorrinho monstrinho. - Appa grita lá de baixo(na sala) pra mim.

Entro no meu quarto bem de vagar. Olho-o para a gata rabugenta que dormia na sua caminha que eu eo Appa comprou. Vou até ela em ponta de pé para não assusta-la, Agacho a sua frente e pego-a no colo, seus olhinhos verdes lentamente vão se abrindo, ao percebe que está em meus braços, ela tenta pular.

- Puff eu vim me despedi. - Dou um beijinho em sua cabeça coberta por pelos maciços. Coloco-a no chão e vou a procurar do Kookie.

- Kookie baby, onde você está? - Meu cachorrinho monstrinho,(como o meu pai chama) não aparece,me agacho-o para olhar de baixo da cama mas ele também não está. Levanto ajeitando minha saía e vou a procura dele por todo quarto. Olhava de baixo dos móveis mais em nenhum ele estava ,nem mesmo em sua caminha. Fico preocupada. O Kookie não é de sair pela manhã do meu quarto, ele fica dormindo a manhã toda.

- ________, vamos, já está na hora. - Appa diz lá de baixo mas o colégio não é minha preocupação agora. Entro no meu closet mais só encontro o bichinho de pelúcia que ele gosta de morde, saio já com raiva. Vou para o banheiro mas também não há nada lá. Lágrimas e mais lágrimas começam a escorre em meu rosto, a preocupação era grande mais a esperança estava ainda viva.

-________? Por que está... - Meu Appa entra no quarto, ao me ver chorando sentada na cama ele vêm até a mim. - Eii! Oque houve? Por que está chorando. - Ele diz ficando de joelhos a minha frente.

- A..Appa o Kookie sumiu. Eu já procurei em todos os lugares do meu quarto mais ele não está. - Meu rosto erá banhando por minhas lágrimas de angústia, meu Appa senta-se do meu lado e me abraça.

- Calma, ele não sumiu, deve está apenas se escondendo como ele sempre faz quando o Taetae vai para o pet shop, Huh! Não fique assim.

- Não é isso appa, ele nunca sai do quarto pela manhã e o senhor sabe disso.

- Você já procurou ele debaixo do sofá? Um cachorro daquele tamanho não deve ter desaparecido assim, não se preocupe, ele não sumiu. - Ele tenta me conforta mas algo me dizia que ele não estava aqui, nem seu cheirinho eu não sentia mais. Parece que ele nunca existiu aqui. Algo está errado.

- Não! Eu não procurei de baixo do sofá mais também sei que não necessário, ele não está lá.

Aperto minhas mãos uma na outra como se meu coração estivesse já soubesse que o pior aconteceu. Minhas lágrimas insistia em cair...

O celular do Appa toca.

- Olha aí filha...-Ele mostra a tela do celular,no qual o nome do contado estava escrito,"pet shop". Não fico feliz, meu instinto me dizia que coisa boa não era, apenas a perto mais ainda minhas mãos uma na outra. - Vou botar no viva voz, OK?! - Confirmo com a cabeça e ele atende.

- Alô?

" aah, oii senhor Kim Namjoon, me desculpa pelo incômodo. - Uma voz feminina fala do outro lado da linha.

- Não foi incômodo nenhum, na verdade foi um prazer. - Appa conversava gentilmente com a moça do pet shop mas oque me interessava, erá sobre oque ela ía dizer sobre o meu cachorrinho.

- A propósito, Namjoon, não sei se o senhor esqueceu aquela hora que você marcou com o seu cachorro, é que nós hoje estamos tendo muitas vagas, sabe né?! Começo de mês sempre é assim.

Appa estava paralisado com o celular nas mãos, seus olhos demostrava muita preocupação comparado aós meus que já estavam desabando de lágrimas.

- Como assim,"hora marcada com o meu cachorro"? Eu o levei hoje mais cedo, você não lembra? Eu falei com você enquanto estava dando banho no seu pudo. E...- Appa coloca a mão na cabeça, sua respiração estava desenfreada. Ele passava a mão no rosto várias vezes.

Ele desliga a chamada e me olha de soslaio.

- Filha, você ouviu oque ela disse, né? E-Eu não sei oque está acontecendo mas vamos encontrar eles dois.

Eu saio correndo do meu quarto sem liga para taís palavras que Appa disse. Eu não quero acreditar que meus monstrinhos sumiu, eu sei que eles estão aqui eu vou busca-los. Corro pela escada, pulando de dois e dois degraus, eu sei onde eles podem está e é lá que vou.

Saio correndo pela mata se distanciando da minha casa, as folhas secas das árvores se espalhavam pelo caminho, o vento enfurecido fazia meus cabelos voarem.

Chego no lago de águas cristalina, olho por todo o redor mais nada a encontra. Me jogo no chão chorando muito.

- É- é esse erá o único lugar que poderia lhe encontra, Kookie e Tae.

Chego mais perto do lago, ficando na beira. Ele não é muito largo.

Me assusto ao ver vultos a minha frente, levanto limpando minhas lágrimas e continuou olhando para o mesmo local onde passou as coisas estranhas. Um cachorro gigante aparece entre os arbustos secos, conseguia ver apenas seu tamanho e sua cor. Sua pelagem tinha cor marrom, suas íris tinha cor esverdeada, seu rabo gigante balançava de um lado para outro. Nunca vir coisa igual. Com a minha inocência e ingenuidade me a próximo do grande cachorro que ao me ver, enruga seu nariz e mostra seu dentes enormes pra mim, eu encantada com tamanha beleza decido me aproximá mais ainda do grande cachorro. Me assusto ao ver outro atrás dele só que de outra cor, seus pelos negros acompanhado de olhos vermelhos, esse erá assustador, suas orelhas com a ponta fina parecia sinalizar alguma coisa. Eles correm, olho para trás e vejo Appa correndo para perto de mim.


Dias atuais.

Fecho o diário e ponho dentro da minha gaveta, da cabeceira da cama.

Desde então... Não foi saudável, e nem é, lembrar desse trauma, mas foi onde tudo começou, oque de fato eu não queria que começasse –por mais que meus sonhos sempre vão me recordar disso.

Tenho que me apressa para ir à escola ou então Appa vai ficar achando que eu quis faltar de novo. As pessoas que não estudam lá, tem muita sorte. Aquele colégio é muito estranho e sombrio –até mesmo as pessoas! Por mais que pareça um colégio como qualquer outro, algo me diz que não é; pessoas esconde sua verdadeira face atrás de rostinhos de bom aluno. Um dia a mascara cai!

**

- Como assim, "ele estava olhando para você"? - Ailee praticamente gritou perto dos meus ouvidos, por mais que fosse um sussurro ela não sabe diminuir o tom da voz. Do que ela está falando é sobre um garoto chamado Taehyung aqui da escola que pra mim não vejo nem uma semelhança diferente nele, é que tem alguns alunos que por ele não ser de se comunicar muito, acham ele estranho. Acredita que disseram que ele é uma espécie de demônio?! Isso as vezes passa do limite.

- Sim Ailee! Foi isso mesmo que você ouviu, mas nem precisava você ter gritado no meu ouvido e muito menos ter ficado surpresa com oque eu te falei; eu já disse...

- Eu sei, eu sei... Ele "é normal como qualquer outro garoto" –Ela tenta imitar minha voz, balançado a cabeça igual um boneco. - mas é que algo me intriga nele e...

- Chega! - Bato na mesa assustado não só Ailee como também alguns alunos que estão em outras mesas. Eu não sei oque me dar quando eu vejo pelo menos uma palavra ofensiva se referindo aquele garoto. Volto a minha posição me acalmando, sento na cadeira pegando o suco que tomava antes, que sei lá... como eu pos no chão, a raiva foi repentina.

- ________ eu não sei oque lhe dar, mas não sei se você percebeu, toda vez que alguém fala mal daquele garoto você se irrita e ao mesmo tempo torna a cena tão normal que dar até para ser uma cena de novela. - Ailee vira-se pra mim e por mais que seja verdade tudo que ela falou eu dou de ombros.

- Amiga! Vamos mudar de assunto, OK? -Digo e Ailee volta a ficar de braços cruzados olhando para um ponto qualquer.

- Amiga me desculpa! Eu não queria te assustar com minhas atitudes, mas é que nem eu mesmo sei porquê faço isso e... - Tento raciocinar algo lógico e respirar muito fundo - Só me perdoa!

Ailee sorrir minimamente e então diz:

- Talvez seja algum sentimento aí dentro! - Sigo o dedo de Ailee onde está apontado para meu peito esquerdo onde fica o coração. - Ele está crescendo e nem você mesmo está percebendo. - Rio com o sugestão sem noção da minha amiga dando alguns murros em seu ombro sem foça.

- Você têm oque na cabeça?! Minhocas? - Eu faço uma sugestão e ela joga a cabeça para trás.

-Bom, Talvez?! - Ela sorrir.

Começos a sorrir com sua resposta.

- Você ainda têm dúvidas?

Conversamos mais um pouco até a nossa graça acabar; o sinal tocar indicando aos alunos tomarem rumo à suas salas, a pena é que eu e Ailee não fomos designadas a estudar na mesma sala. Disparo para o terceiro andar.

Entro na sala de aula dando de cara com aquele garoto que as pessoas sempre enche a boca para dizer que ele é estranho. Ele chegou aqui na escola a três anos e nunca foi de falar com ninguém a não ser os amigos dele Park Jimin, JungKook e Hoseok, mas só ele estuda na mesma sala que a minha, algumas vezes já falei com o Hoseok; alto, sorriso charmoso, um físico bem bonito para um garoto de apenas dezessete anos. Mas não foi nada além de uma ajuda, já que ele é um dos treinadores de vôlei da escola. Ah! Obs: eu jogo vôlei, não profissionalmente mais já chegamos a ganhar prêmios em torneiros escolares. Taehyung é o nome dele, seus olhos repuxados são atraentes, seus cabelos que sobre caiem por toda a sua nuca até o pescoço deixa ele mais ainda lindo.

Ele não é uma pessoa estranha, pelo contrário, ele parece até ser legal mesmo, eu em três anos nunca ter dado um "oi" pra ele. Taehyung só mostrar ter personalidade forte.

- Senhorita ________ já pode se sentar! -Me assusto dando um sobressalto e fazendo a metade da turma sorrir da minha cara, minhas bochechas pipocam de vergonha e acabo afundado o rosto na cadeira.

Enquanto a aula exausta do professor de química passava, me pagava olhando para o garoto de soslaio, ele aparentemente fazia algo em seu caderno que pra mim erá algum desenho. Observava o formato do seu rosto e oque me chama mais atenção erá o seus lábios.

" Será se alguém já provou dos seus lábios?"- pergunto a mim mesma. Taehyung é muito bonito e não acredito que ele nunca beijou na boca. Me assusto quando ele me olha como se já soubesse que observava... tento desviar meus olhos para outro ponto que não seja os olhos dele, mas é impossível, Taehyung me olhava segurando a caneta como se ele quisesse me encarar. Fico vermelha a ponto de virar um vulcão prestes a explodir.

- Pro-professor posso ir ao banheiro? - Peço e ele assente, olho mais uma vez para o garoto, em seu rosto estava uma expressão confusa, seus olhos me olhava com intercidades me deixando mais vermelha que o normal, respiro fundo e saio da sala quase morrendo sem ar.

Céus oque aconteceu alí? Ele nunca olhou assim pra mim, afinal foi eu que dei a iniciativa de olha-lho mais do que devia, mas eu não esperava atitude dele daquele jeito... Eu preciso respirar.

Vou até o bebedouro, enchendo o copo de água, respiro uma, duas, três, mil, cem mil vezes até engolir o primeiro gole de água, seu olhar, suas orbes escuras; e lá se vai mais goles de água sem parar.

- Se continuar assim, seus orgãos vão acabar morrendo afogados! - Quase um pulo eu dou ao ouvir essa voz: roca e grossa e com um pouquinho de sensualidade.

Escuto os passos se aproximarem, e se for quem estou pensando, lá se vai minutos tentado encontrar calma indo pelo ralo; ele faz o mesmo que eu só que bem mais calmo, observava seu pomo-de-Adão subir e descê enquanto ele ingeria goles de água longos. Satisfeito ele volta a me olhar.

- Você é muda?

- Ah... Não, não é que... - Fico areia tentado deduzir oque está acontecendo.

- Por que me olhar tanto na sala de aula? - Ele diz e quase vou de encontro ao chão. Sobre ele saber o que eu tanto eu olhava, se depender de mim nunca saberá oque meus olhos olhavam tanto.

- Na..nada - A perto minhas mãos umas na outras com muita força –de costume que tenho quando estou comendo, meus olhos fitavam os deles e pude ter a certeza de que Kim Taehyung é mais lindo de perto.

- HM! Não é oque pareceu! - Ele diz.

- Por que? - Arrisco.

- Suas bochechas estão vermelhas e você está quase quebrado seus dedos. - Paro de fazer oque estava fazendo com meus dedos e acabo corando ainda mais. Sempre essas minhas atitudes me entregam!

- É normal, já que não é de costume garotos se aproximar de mim muito perto. - Minto despertando algum interesse nos olhos do garoto.

- Então foi minha presença que a deixou assim? - Taehyung dar um passo se aproximando de mim, meus olhos arregala com sua inesperada atitude. Meu coração palpita tão rapido que sem nenhuma sobra de dúvidas ele já deve está ouvindo. - Nós nunca se falamos, né mesmo?! -confirmo com a cabeça. Na verdade ele é que nunca foi de falar com ninguém. - então poderíamos começar agora! - Quando menos percebo, já estava encurralada na parede e entre seu corpo.

_Tão perto, muito perto, eu já estava a ponto de ter um infarto_

Em seus lábios acompanhava um sorriso indescritível, minha respiração pesada batia em seu peito, seus olhos me olhavam sem parar. Que situação eu me meter?

- Oque... oque você que? - Arrisco mais uma vez!

Sua boca se aproxima dos meus ouvidos em um sussurro eu me arrepio.

- Ainda nada!

Taehyung se afasta rapidamente de mim dando um baita susto no meu pobre coração, poxa pensei que ele ía me atacar no corredor.

**

- Amiga eu estou chocada. Você não agarrou ele? - Ailee falou com certa malícia.

- Não sua louca, mas pensado bem eu deveria né?! - Enrugo o nariz e Ailee cai na gargalhada. Por mais que seja uma brincadeira, não deixa de ser verdade

Taehyung de perto é muito irresistível.

- Amiga! Ele cheira bem? - Oque seria a Ailee sem sua perguntas detalhadas?

- Hm! - Coloco a mão no queixo, fazendo suspense para Ailee. - Muito amiga!

Mais e mais conversas sobre o acontecimento, que não faz muito tempo que houve comigo. Nos divertimos, sorrimos muito, mas oque aconteceu me afetou muito e oque eu levo como brincadeira me deixou em remorso.

O horário na escola acaba e só restava só os treino do vólei, depois disso erá só partir para a mansão do Kim Namjoon ( Appa). Eu me sinto solitária em casa eu acho que foi o motivo em me escrever em várias coisas do colégio, tipo: Vólei! É, é só uma coisa mais acredite, é bastante cansativo. Vou para o vestuário trocar de roupa e por a dos treino –que no caso não podemos jogar de saía, na verdade nem se fosse autorizado eu jogava– prendo o cabelo em um rabo de cavalo e corro para arquibancada esperar o restante das meninas chegaram.

16:12 olho no meu celular e até agora só vejo quatro meninas do meu time. Como assim? O time já erá pra está todo aqui?

- Eii________! - Uma das meninas meu time me chama, vou até ela, o nome dela e Rosé; muito bonita, legal – por mais que não temos uma ligação fora do time – fofa, rebate bem e por ser a salvadora do nosso time, ela fica perto da rede pronta para fazer o bloqueio e se precisar, fazer pontos também.

- Oii! - Digo já próxima dela.

- As outras meninas mandou dizer que o treino foi adiado para outro dia. Você não estava sabendo, né?! - Ela também sabe que sou excluída dos assuntos do time. - Bom, já que está aqui vamos treinar um pouco, assim conseguimos mais treino e habilidade! - Ela joga a boca de vólei e eu aparo no ar.

- Vamos arrasá nessa competição! - Lisa diz fazendo-me já sentir o gostinho da glória.

- E isso aí garota. - Juntarmos nossas mãos e sorrimos.

16:30

Olho no celular quase entrado na cabina pronta para tirar o fardo e o suor que banhava meu corpo. Ponho o celular de volta na mochila e entro no banheiro; ligo o chuveiro levando um choque com a água fria, que logo pos a escorre pelo meu corpo nú, se pudesse virava pó só de ficar debaixo d'água, meu corpo de vagar vai aliviando-se com o toque dos pingos do chuveiro, depois de longo minutos treinando.

Enrolo-me na toalha, visto uma calça moletom acompanhado do meus tênis e logo depois uma blusa de mangas longas. Olho para o lado e para outro vendo que estou no colégio só– como sempre as meninas me deixa–.

Disco rapidamente o número do meu motorista.

- Oi Chan! Eu já terminei, pode vim me buscar por favor?

" Me aguarde na garage, já estou a caminho! "

- Obrigada! - Bloqueio e faço os mesmo procedimento da vez passada com o celular. Termino de arrumar minhas fardas(escola e treino), apresso os passos indo para fora só colégio; olho-o no meu relógio de pulso, respiro fundo e volto a fitar a rua e vou para o estacionamento.

Espero! Espero e nada do Chan aparecer... Bato frequentemente meu pé no chão de braços cruzados, parecia uma menina mimada; saio do estacionamento e fico ha frente do colégio, olhava para esquerda e direita, mas nem uma luzinha ao menos de lanterna sinalizando ser os faróis do gross fox preto.

- Oh, Ban onde você se meteu? - Digo mordendo os lábios triste. Sinto meu corpo esquentar; minha respiração já estava descontrolada, minhas mãos cruelmente esmagada pela minha outra ( costume).

_Eu estou com medo de quê?_

Meus olhos percorria toda a estação da rua – não muito movimentada.

Sinto algo se aproximado! Mais oque é?!

Perigo!

Perigo! É oque gritam em meus ouvidos. Ouço ruídos estranhos vindo de algum lugar próximo daqui.

Sigo o barulho sem hesitação. Cada passo o som se tornava mais angustiante e tenebroso. Ruas e ruas, becos e becos; ah, de onde vem esse barulho?! Não têm como algo ser tão longe para minha audição escutar a essa distância!

Tão distante e ao mesmo tempo perto. Algo me dizia que minha busca não era pata ser cessada. É muito estranho; muito esquisito.

Logo algo me incomoda, muito! Sinto um aperto no peito e os ruídos pareciam ficar mais fortes.

- Que diabos está acontecendo?! - Grito para o céu. Estou em desespero.

Entro em um beco muito escuro, a única luz refletia lá, era de uma casa que a luz dos fundos estava ligada.

Ah, dane-se! - Digo tentado afasta o medo.

O ruídos eram tão altos que minha cabeça explodiam. Meu corpo todo arde.

- Oque... - Cada vez setia-me mais fraca, a qualquer momento setia-me que ía desmaiar, já não andava apressada como antes.

- Alguém me ajuda! - Falava tão baixo que nem mesmo eu podia me ouvir direito.

- Quem está fazendo... - Ao nem terminar a frase vejo-o alguém no chão desmaiado, não pude ver quem é direito por canta da baixa luz. Agachei-me ao lado do corpo do garoto quase caindo por conta da fraqueza. Em um vulto pego meu celular do bolsa da mochila. O garoto que estava no chão estirado parecia muito machucado, sua respiração não era quase ouvida, verifico-me se ele têm pulso; a próximo meu ouvido da curvatura do seu pescoço. Seu cheiro é tão bom, porém familiar. Aponto o viso do meu cell no rosto do garoto e quase vou a órbita.

- Como... Não pode ser! - Falo assutada. Como ele foi parar aqui? Logo aqui?

Agacho mais uma vez mais uma vez ao lado do corpo do menino e fico sem saber oque fazer.

Penso em ligar para o Bang mais ele liga bem na hora.

- Oii! - Digo!

" Onde você está? " - Chan pergunta preocupado! Penso em dizer onde estou mais eu nem sei o nome da rua e

muito menos onde estou. Aish, oque eu faço?

- Chan você sabe onde tem um mercadinho, e logo a pós o mercadinho tem quatro esquinas? E uma dessas esquinas um beco escuro? - Ouço Chan respirar fundo.

- Oque faz em um beco escuro ________?

- É uma longa história! - Falo apressando as coisas, já é muito tempo perdido!

- É perto do colégio?

- Não muito! Você só faz oque falei e chegará aqui, mas tem que ser rapido. - Ele entende e desliga pondo um fim na conversa.

Respiro fundo olhando para o corpo estirado no chão, tiro minha mochila, agacho novamente. Como estás de bruços, viro seu corpo cuidadosamente, seu rosto estava cheio de hematoma. Sua camisa está manchada de sangue.

Ponho a cabeça dele com cautela em cima da mochila–como minhas fardas estavam dentro, ajuda! percebo que a sua barriga está a mostra e não deixo de encarar-lo.

Preciso parar com isso!

Altos faróis iluminam a escuridão onde estou. Até que enfim Chan!

Ele não desliga o farol do gross fox, desce do carro já correndo até mim. Respiro aliviada ao ver que tudo vai ficar bem.

Chan analisa o garoto caído ao meu lado.

- Oque houve com ele? - Chan abaixa-se ao lado dele fazendo-os procedimentos, vedo-se ele possuí pulso.

- Provavelmente ele se meteu em alguma briga e deu nisso. O nome dele é Taehyung e estuda na mesma sala que a minha. -Falo tudo logo de uma vez sem mais delongas. Chan tentava assimilá oque poderia fazer mais isso só iria piorar estado do Taehyung.

- Vamos levar-lo para sua casa, seu Appa pode cuidar dos ferimentos dele, seu pulso está muito fraco. - Assim como eu!

Eu e o Cham levantamos ele com cuidado mas como ele está desacordado, piora um pouco as coisas.

**

Obverso o rosto do Taehyung enquanto íamos para casa, sua cabeça estava deitada em meu ombro e desde então, Taehyung não acordou. Não faltava muito para chegar em casa. Mas a cada minutos eu ficava preocupada.

Por que o Bang Chan quer levar o Taehyung para casa envés do hospital? É, é estranho! Mas não vou pergunta ou surgir nada, é melhor deixar prá lá.

O portão de casa é aberto, meu motorista dirigi até afrente de casa. Ele desce primeiro e depois abri a porta do carro, rapidamente ele tira Taehyung do sinto de segurança logo após eu desso do carro fechando a porto, ajudo Chan levar o Tae para dentro. Nem sei oque appa vai falar sobre isso.

- Coloca-o no quarto de hóspedes! - Digo e Chan entendi. Taehyung é mago mais muito pesado. Sabíamos o degrau das escada rapidamente, mas ainda não vir sinal do appa aqui no casarão. Sera que ele ainda não chegou da imprensa?

Quase chora de alegria quando Chan empurra a porta do quarto e mais alguns passos ponho ele na cama.

- Ufa! - Chan diz esticando o tronco. - Esse rapaz é muito pesado, mas olhando assim ele não aparenta ser! - Solto o ar pela boca e rio um pouco com um cometário.

- É. Osso pesa! - Fogo e Chan rir minimamente. - Você vai falar com o Appa? - Olho para Chan de soslaio temendo um pouco.

- Sim! Não se preocupa. - Ele sorri pra mim e acabo concordando com a sua ideia.

- Var pegar o quite de primeiros socorros, ele não pode ficar mais desmaiado. - Nem respondo e saio do quarto correndo. Desso as escada em dois e dois degraus, ao desce paro de corre quando a porta da sala é aberta. Vejo merda!

- ________ por que está soada assim? - Appa pergunta tirando o casaco pondo-o nos ombros. Corro e abraço ele.

- Boa noite Appa! - Meus braços apertá suas costa e logo saio do abraço de cabeça baixa. - Não é nada, que dizer é sim mas... - Aperto minha mãe uma na outra, temendo oque ele pode achar sobre oque ele pode achar, olho para ele e seu rosto me encarava esperando uma resposta, respiro fundo e olho para ele. Appa sempre foi muito bonito, seus olhos repuxado são bem detalhados; alto, charmoso e gentil, quem não queria um homem desses em sua vida?! A vaca da minha madrasta têm ganhou na loteria. Obs: Eu tenho uma madrasta.

- Estou esperando ________! - Ele diz, eu já sabem que enquanto eu não falar ele não vai me deixá sair sami descido falar!

- Então Appa... O senhor é formado na área de medicina,né mesmo?

- Sim! Eu sou mas oque isso tem haver? - Ele franzi as sobrancelhas.

- Tudo! - Tenho que agilizar isso logo! - É que um aluno que estuda na mesma sala que eu, parece que bateram nele e por sorte eu estava perto e ouvir alguns gemidos de dor vindo de um beco escuro aí deu no que deu. - Termino meu resumo de uma noite não agradável bastante nervosa, não olhava para meu pai, no qual acho que ele entendeu oque eu quis dizer "deu no que deu"!

- Por que você não o levou para o hospital? - Appa pergunta preocupado.

- Porque o Chan quis trazer-lo para aqui! - Appa franzi as sobrancelhas novamente, ele respira fundo.

- Onde ele está? - A tranquilidade volta para a voz do meu pai.

- No quarto dos hóspedes. Ele está muito ferido.

- Pegue a maior maleta de pronto socorro, vou lhe esperar lá. - Saio do campo de visão do appa. - Não demora! - Sua voz ecoa de outro cômodo da casa(mansão) provavelmente já está subindo as escadas...

(...)

Entro no quarto ouvindo algo de: " Como isso aconteceu Chan?", "Por que logo com o Taehyung?" foi onde eles se calaram quando entrei no quarto.

- Pega aqui! - Entrego a maleta para meu Appa, ele recebi.

- Obrigado lobinha! - Ele sorrir pra mim; seus olhos voltam a olhar os ferimentos no tosto do Tae.

- Seu amigo levou uma bela surra. - Appa diz analisando o braço do Taehyung. - O braço dele... - Appa corre para o outro lado da cama. - O braço dele está quebrado! - Eu e Chan nos olhamos.


Notas Finais


E aí? Gostaram? Gente eu estou nervosa - Como sempre. Passei dias tentado fazer essa história, até pensei em nem ter mais conta no spirit, mas acabei lembrando como é a cessação de ver que seu trabalho está dando certo.

Kissus... Amo vocês bbs :'-)

Obs: Está sem capa nos capítulos, mas logo, logo terá uma especialmente para cada capítulo que eu postar.


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