História The Tutor - Capítulo 25


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Categorias Big Bang, DEAN
Personagens DEAN, Personagens Originais, T.O.P
Tags Bigbang, Drama, Professor, Romance, Segredos
Visualizações 45
Palavras 2.715
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Álcool, Estupro, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá anjos!

Estou aqui com um novo capitulo, bem, deixando claro que foi o primeiro smut/hentai que eu faço, e eu quis que fosse o mais romântico possível, não sei se ficou bom. Eu só sei que eu queria muitíssimo que eles ficassem juntos e é isso ai!

Qualquer coisa, falem ai nos comentários, isso me ajuda bastante a saber como a história está indo, o que eu devo melhorar e etc.

Enjoy it sweeties <3

Capítulo 25 - .sweet creature


Fanfic / Fanfiction The Tutor - Capítulo 25 - .sweet creature

 

I

— Você tem mesmo certeza? — sua voz sobressaltada parecia ter tomado um tom de seriedade. Aquilo parecia uma miragem, aqueles olhos esverdeados lhe olhando com certo desejo, como jamais imaginaria que a viria olhar ele daquela forma. Seu hálito fresco batia em seu rosto corado. Seunghyun sentiu o sangue ferver dentro das suas veias saltadas, entorpecido por aquele aroma.

Ye-Jin fechou os olhos, sentindo suas mãos masculinas cobrir todo o lado de seu pescoço, mantendo seu polegar em sua bochecha, e num último suspiro, implorou:

— Por favor, faça

— Eu não quero fazer nada que você não queira, tampouco te machucar — ele sussurrou, roçando a ponta do seu nariz contra o dela, descendo lentamente até seus lábios — Ye-Jin, você me deixa louco — murmurou, em um risinho, tocando seus lábios com uma voracidade incontrolável. Ye-Jin agarrou os cabelos da sua nuca, sentindo ambos os corpos tão perto um do outro.  Com uma agilidade, ele levantou-a em seu colo, levando até o quarto, dando beijos estalados em cada bochecha a cada degrau que subia, enquanto ela brincava, enrolando mechas do seu cabelo entre seus dedos.

Chegando ao quarto, com uma desenvoltura, fechou a porta com pé, deitando-a na cama como se fosse algo preciosíssimo para ele. Ele se deitou em cima dela, mantendo um contato visual com ela, que parecia ter um sorriso travesso no rosto, puxou suas mãos, dando um beijo nelas

 — Você pode fazer o favor de não me olhar assim. Você me deixa desconcertado — confessou, em um sorriso torto, vendo um sorriso pleno iluminar o rosto da menina. Sem a menor chance de resistir, ele distribuiu beijos minuciosos pelo seu pescoço, barriga e uma mordida no queixo. De olhos fechados, Ye-Jin não podia deixar de sorrir e apreciar aquele momento tão único para ela, com seus carinhos, fazendo-a se sentir unicamente especial. Permitiu-se esquecer de todo o caos do lado de fora, aproximando seus lábios no canto do seu rosto, o beijando com paixão.

Ye-Jin deslizou suas mãos curiosas e trêmulas sobre seu peito desnudo, passando por aqueles ombros largos, dedilhando pela linha fina de seu maxilar, subindo até seu rosto, acariciando o mesmo e os detalhes finos de sua boca pequena e avermelhada. Seunghyun que estava apoiado em suas mãos, para não depositar todo seu peso sobre ela, não queria estragar o momento, com qualquer tipo de pressa, soltava suspiros pesados com suas caricias, permitindo-se fechar os olhos por um instante.

Seunghyun passou uma de suas pernas sobre ela e a sentou confortavelmente no seu colo, encaixando seu troco no dela perfeitamente, como um quebra-cabeças. Ye-Jin engoliu a seco, não podia evitar que o corpo embolia em uma ansiedade indescritível, sentia o coração bater tão forte, deixando-a zonza. A proximidade de seus rostos, a fez se arrepiar com sua respiração calma e quente.

— Você é uma doce criatura — ele sussurrou, roçando a ponta de seu nariz contra sua bochecha, fazendo seus olhos, se encararem no silêncio e na escuridão parcial daquele quarto, que era iluminado pelo cintilar exuberante da lua cheia. Ye-Jin abraçou seu pescoço, mantendo o olhar desejoso

— Assim como você — ela corrigiu baixinho, aproximando seus rostos, com selinhos demorados, logo aprofundando o beijo. Ye-Jin não conseguia mensurar o quão magnético eles pareciam, se tocando como se fossem velhos amantes.

Seunghyun espalmou suas mãos, em suas costas, alisando cada centímetro meticulosamente. Acariciou sua cintura, trazendo seu vestido para cima com suas mãos, jogando a peça em qualquer canto do quarto. Apreciou o quão lindas aquelas curvas eram, o detalhe florido da lingerie rosa e como tudo se harmonizava nela. Ele agarrou suas coxas, com certa força, na tentativa de não acelerar muito as coisas. Enquanto se beijavam, Ye-Jin escorregou as mãos até o cós da calça dele, desabotoando-a com facilidade e puxando a mesma para baixo, devagar.

As mãos dele tatearam suas costas, colocando-a por baixo dele, se colocando entre suas pernas, vendo a uma expressão um tanto apreensiva tomar de conta de Ye-Jin

— Aconteceu alguma coisa? — ele murmurou, dando um beijo suave em seus lábios. Ye-Jin engoliu a seco, passando uma das suas mãos livres em seus ombros

— Promete que... Você não vai deixar... Não vai desaparecer? — sua voz saiu manhosa, mordendo o lábio inferior, evitando uma lágrima patética. Nunca tinha se sentido como se sentia com ele. Tinha se apegado tanto á ele, em um curto espaço de tempo, não conseguiria agüentar se caso, ele se afastasse.

— Eu prometo — sussurrou, selando um beijo nos seus lábios. Amava-a demais para partir seu coração, ou para simplesmente desaparecer. Queria-a mais que tudo e se sentia honrado por ela ter permitido ele amá-la, naquela noite. Seunghyun desceu o beijo pelo seu corpo, dando atenção a toda extensão da barriga e das coxas, vendo-a ofegar. Voltou a unir seus lábios, abrindo o sutiã de Ye-Jin pelo o único fecho frontal.

Um rubor tomou conta das bochechas da menina, sentindo o olhar dele fitar cada traço dos seus seios, admirado, depositando um beijo em cada seio. Ele pegou em suas mãos gélidas, levando-as até o elástico de sua boxer. Ye-Jin respirou fundo, zonza com excitação visceral que tomava conta de seus sentidos. Ela mordeu o lábio inferior dele de leve, mas antes que as suas mãos, hesitantes fizessem algo, sentiu a calcinha na metade do caminho, sendo jogada em um canto qualquer. Haviam se despido completamente, agradando um ao outro em beijos e caricias, sentindo o calor e a energia de ambos os corpos, que pareciam não se desgrudar um do outro.

Seunghyun tateou pela a gaveta da mesinha de cabeceira, encontrando o preservativo sem dificuldade, em um ato ágil, colocando-o rapidamente. Devidamente protegidos, ele buscou os lábios ensandecidos da menina, da clavícula até os lábios com urgência. Ele colocou sua boca, perto do ouvido dela, sussurrando em uma voz rouca, porém gentil

— Eu te amo.

Ele se afastou para olhar para ela por um segundo, viu uma cumplicidade em suas íris esverdeadas, sorrindo para ele. Voltou a beijá-la, apaixonado, penetrando-a logo depois com calma. Os dedos suados e gélidos de Ye-Jin arranhavam suas costas, mesmo sentindo um dor insuportável com seus movimentos calmos e delicados, era uma dor satisfatória para ela, que soltava longos e murmurados gemidos. As íris negras de Seunghyun encontraram-no com o dela, aflito de certa forma por não querer machucá-la. Os seus olhos se admiraram em meio o rosto rosado e úmido de suor dela, que parecia totalmente conectada a ele: fisicamente e emocionalmente. Eles se beijavam enquanto ele se movimentava lentamente, sentindo o quão agradável era estar dentro dela. A cada estocada era impossível não se perder em seus choramingos falhados, sentindo-a cada vez mais apertada.

Os gemidos ora suspirados, ora roucos e necessitados, ambos sentindo uma onda de prazer descer por toda sua espinha. Ye-Jin apertou o braço de Seunghyun fortemente, deixando que um gemido escapasse enquanto ele se movimentava dentro dela. Mordeu o lábio inferior e fechou os olhos com força sentindo a língua quente dele em seu pescoço e os dedos dele levando-a para outra dimensão, alternando entre penetrá-la e brincar com seus dedos em sua entrada completamente molhada. Seus gemidos ficavam mais altos à medida que o orgasmo se aproximava. O nome dele saía de sua boca cada vez com mais freqüência e ela tentava morder o lábio inferior para controlar. Sentiu ele subir os beijos até seu ouvido e passar a língua quente por seu lóbulo.

— Você não faz idéia do quão excitante é ouvir meu nome dessa forma. – Sussurrou com a voz rouca. Ela deixou mais uma vez que o nome dele escapasse e o ouviu gemer roucamente baixo.

Ye-Jin soltou um gemido mais alto quando ambos finalmente chegaram ao seu máximo, deixando que seus corpos relaxassem. Seunghyun beijou de leve a curva do pescoço de Ye-Jin, fazendo a sorrir fraco, e ela relaxou, se permitindo dar uma boa inspirada. Seunghyun cobriu-a com o edredom, tirando as pequenas mechas de cabelo suadas de sua testa, dando um beijo em seu ombro

— Também te amo — foi tudo que Ye-Jin conseguiu dizer, em um sorriso sonolento, antes de adormecer em uma profunda e reconfortante paz de espírito.

 II

Ye-Jin parecia ter acordado de bom humor, mesmo sentindo a parte interna das coxas doerem, estava de bom humor. Nunca tivera acordado tão bem em uma manhã de domingo. Espreguiçou-se com sonolência, se lembrando da noite passada. Queria sentir o mínimo de arrependimento e culpa, mas se sentia tão plena, que começou a sentir mal por não sentir nenhum tipo de remorso. Encarou a janela, um raio tímido de sol iluminava todo aquele quarto.

Entrou em uma euforia pessoal, mordendo os lábios. Se jogando naquela cama novamente, deixando o corpo relaxar.

— Bom dia, bela adormecida — Seunghyun saiu do banheiro, com os cabelos molhados, se jogando na cama, dando um selinho nela. Ye-Jin imaginava se estava sonhando ou não. Sentiu as bochechas corarem só de lembrar que o tinha visto nu, que eles ficaram nus se amando a noite como se fossem completos amantes. Só esta idéia parecia imoral em seu fluxo rápido de pensamentos, que a fez rapidamente voltar à realidade preocupada

— Songsenim — sua voz suou série e centrada. Ye-Jin levantou o tronco, fitando Seunghyun que parecia estranhamente em paz — Você sabe o que fizemos?

Ele assentiu com a cabeça, com um sorriso torto. Ye-Jin bufou pesadamente, passando a mãos no cabelo

— Você sabe que isso, não pode se repetir, não é mesmo?

Seunghyun assentiu com a cabeça, sorrindo calmamente. É impressão minha ou ele fica tão lindo sorrindo. Droga!

— Ye-Jin, hoje é domingo, e eu particularmente esqueço que sou professor nos finais de semana — disse em um sorriso maroto, selando seus lábios. Ye-Jin não podia evitar que toda vez que se beijavam, era como se parte de si, ficava entorpecida e totalmente submissa a ele — Então, por que você não esquece que é uma aluna e lembra que você só é a minha Ye-Jin, e que este espaço é só nosso, ok? — sussurrou, demonstrando uma leve diversão em seu tom de voz.

Ye-Jin concordou, fazendo beicinho

— Você parece mais calmo, o que aconteceu com todo seu pessimismo?

Ele engoliu a seco, encostado as costas na cabeceira da cama. Pensou por um instante como a presença dela o deixava calmo, e lhe dava segundos, minutos e horas de paz de si mesmo. Apesar dos problemas com gêmeos e tudo mais, sabia que de uma hora ou outra as coisas iam se ajeitar. Ele olhou para Ye-Jin que parecia aflita, olhando para o colchão

— O que foi? Aconteceu alguma coisa? — Seunghyun perguntou, vendo o rubor se espalhar por suas pequenas sardas

— Me desculpe, eu, eu, me desculpa — disse em um tom baixo, se cobrindo com edredom, envergonhada. Ele olhou para o colchão, respirando profundamente, passando a mão no seu rosto

— Você está preocupada com aquilo? — ele disse calmamente, apontando para manchinha de sangue no colchão. Ela assentiu, parecendo levemente nervosa — Ye-Jin, é normal, não se preocupe. É natural isso acontecer, já que perdeu sua virgindade

- Sim, e sobre isso — Ye-Jin levou um tempo para pensar. Seunghyun tinha sido tão carinhoso e tão paciente com ela, que seria quase uma falta de educação, não agradecê-lo — Obrigada — disse sinceramente, sabendo que dali para frente, a relação deles não poderia continuar do jeito que estava. Eles já tinham cruzado a linha tênue do limite, e agora, seria impossível voltar para trás.

III

— Hm, diga-me, um número favorito ou um número da sorte — Ye-Jin perguntou, quase rindo com a careta confusa que ele tinha feito

— 7 ou 16. Não sei, acho que nem deve ser exatamente um número da sorte

Ele respondeu rápido, vendo-a assentir com a cabeça, pegando uma pipoca e colocando na boca

— Agora minha vez: Platão ou Sócrates?

Ye-Jin parecia ter parado para pensar um pouco mais minuciosamente sobre esta pergunta, era difícil ter que escolher entre dois importantíssimos filósofos

— Aristóteles — disse rapidamente, vendo sorrir brevemente. Tinham decidido assistir um filme. Ficaram na dúvida se fariam uma maratona de Star Wars ou de Harry Potter, já que descobriram gostos similares que nunca tinham discutido antes

— Sabia que para mim você é quase que um mistério. Sim, sei coisas básicas como que você estudou em uma boa faculdade nos EUA e que é bem inteligente, mas como é que você veio parar na Hongik?

Ye-Jin perguntou curiosa, acariciando de leve sua nuca. Seunghyun pareceu entrar em devaneios breves, mas logo deu um sorriso á ela

— Como você sabe. Seu pai me deu aula quando eu tinha treze anos. Eu ficava na minha e tudo mais, mas se pai como ótimo lingüista que ele é, me fez ter certo interesse em arte e literatura. Agradeço-o por isso — disse simples, vendo os olhos de Ye-Jin brilharem — Aos 14 anos comecei a ter aulas particulares, não que eu fosse rico ou nada disto, mas como na época morava com a família de meu pai, seguia as ordens estritas deles e uma destas foi ter aulas em casa.

— Você nunca foi para uma escola regular, como todas as outras crianças?

— Até os doze anos, eu não fui. Aos treze, fiquei um ano e depois aos 14 voltei ter aulas particulares, mas foi aos 15 que fui para Califórnia para estudar

Ye-Jin parecia surpresa, ele bem que tinha um perfil de ter sido muito estudioso, a vida inteira, mas sentiu uma amargura quando ele falava da família

— Mas, porque sua família paterna não deixava você ir a escola, como todas as crianças — Seunghyun perdeu o ar por um instante, só a simples lembrança daquela época  dolorosa, lhe trazia tristeza, mesmo que se sentisse seguro para se abrir com Ye-Jin, não conseguiria saber se não teria um de seus ataques perto dela

— Não quero te chatear com minhas histórias — disse passando seus dedos em suas bochechas rosadas. Ye-Jin assentiu, poderia ser demasiadamente curiosa, mas sabia que aquilo lhe chateava de alguma forma

— Tudo bem. Não vou te pressionar. Só quero que você saiba que, já que somos “amigos”, você pode contar qualquer coisa, ok? — Ye-Jin frisou bem os “amigos” vendo que Seunghyun riu ironicamente disto

— OK “amigo” — ele balançou a cabeça, mordendo os lábios. Ye-Jin bufou profundamente, tomando coragem para dizer algo que era possivelmente desagradável

— Seunghyun — respirou fundo, sentindo o olhar dele, pesar sobre ela — Como é que ficamos agora, quero dizer, não quero que você deixe de ser meu tutor, mas você sabe que a gente já se envolveu muito e...

— Já se envolveu emocionalmente e isso pode ser prejudicial — disse seco, lembrando que tinha quebrado a promessa que tinha feito a si mesmo que não ia deixar-se envolver. Ye-Jin engoliu a seco. Tinha acabado de entrar em um dilema em sua vida, se sentia atraída por Seunghyun e isso não era algo que ela pudesse evitar, mas ao mesmo tempo, sentia um carinho por Dean e por mais que tivessem brigados, ainda continuavam sendo namorados.

— Você sabe que eu ainda namoro o Dean, não é mesmo? — Seunghyun assentiu, revirando os olhos. Odiava a idéia de que teria que vê-la com outro, mesmo que se fosse para mantê-la segura de especulações e de problemas.

— Sei. Só não entendo o porquê de você querer ficar com ele. Ele não é homem para você — Cogitou contar sobre ter visto Dean beijar outra garota, mas não queria ser o responsável por magoar e bagunçar a vida de Ye-Jin, ela não merecia. Mas ao mesmo tempo, não queria ver ela gastar seu tempo com um homem estúpido, se bem que ele também era um homem cheio de segredos e se caso algo desse errado, a magoaria da mesma forma

— Não fale assim, ele pode ter sido um idiota, mas mesmo assim tem um coração bom, eu sinto isso, e além do mais, você também foi um idiota comigo e olha o que aconteceu — respirou fundo. Sentia-se sufocada pela a decisão.

— Vamos simplificar: termina com Dean e fica comigo, ninguém precisa saber — ele suspirou, puxando-a para mais perto do seu corpo — Nós podemos ter nossas tutorias, eu continuaria aqui de braços abertos para você e mesmo que nossa relação seja estranha, vamos estar aqui um pelo o outro. Dentro deste espaço só pode existir a gente, e mais ninguém.

Ye-Jin se apertou mais ao seu abraço, se sentindo segura. Mesmo que tudo tivesse desabando do lado de fora, ela sentiu que poderia contar com Seunghyun para tudo. Como cúmplices.  



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