História The Twins Brown - Fillie - Capítulo 7


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Categorias Stranger Things
Tags Fillie, Finn, Finn Wolfhard, Millie, Millie Bobby Brown
Visualizações 182
Palavras 1.152
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela, Universo Alternativo

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Me perdoem mil vezes pela demora. Mas eu tenho uma ótima explicação: eu escrevi e apaguei esse capítulo inúmeras vezes, pois nada me agradava. O resultado foi esse, foi o que chegou mais perto do que eu queria trazer para vocês. Não ficou grande e eu peço desculpas por isso, minha meta para cada capítulo era cerca de 2.000 palavras, e eu falhei aqui.
Aproveitem

Boa leitura guys❤️

Capítulo 7 - Capítulo VI - Fumaça


Wolfhard ficou atônito com a atitude da garota, porém, não ousou ficar parado, ele correspondeu. Correspondeu o segundo beijo, o terceiro e até o quarto, e não se importaria de corresponder ao quinto. Ele, de fato, sabia que não havia sido a gêmea errada. Tinha plena certeza de que aquela era sua verdadeira garota. Sua única garota. Sua morena.

Com extrema dificuldade ele separou-se com a garota, e ao fazer isso, não abriu os olhos, decidiu aproveitar o momento, talvez, aquilo não passasse de algo fugaz, e quando abrisse os olhos, ela estaria se preparando para correr. Ou até mesmo, aquilo fosse um sonho, porém, parecia ser tão real. Não podia ser mentira, ele não queria que fosse.

Finn Wolfhard sabia que não poderia ficar com os olhos fechados para o resto da vida, porém, logo forçou-se a abrir os olhos. E ao abri-los totalmente, pôde vê-la em sua frente. Ela estava ali.

Millie usava um vestido com alguns babados na saia e que era um pouco mais justo no busto, ele ia até o meio de suas coxas, sua cor era num tom menta e por cima usava um cardigã preto bem fininho, nos pés a garota calçou uma sapatilha na cor preta, para dar o ar “menininha” que ela tinha, optou por colocar uma tiara com alguns strass cravejados. Sua maquiagem era bem leve e agora, sua boca não apresentava mais o pouco gloss que tinha.

— Você não me respondeu, Finn – falou, enquanto provocava o garoto, cheirando toda a extensão de seu pescoço – ela beija melhor do que eu? – perguntou, a boca contra sua pele.

Um arrepio.

Millie depositou beijos e deu leves mordiscadas em seu pescoço branco como a seda.

— N-não.

O sorriso da Brown era vitorioso. Ela sabia que sua irmã nunca a superaria quando a pessoa em questão era Finn Wolfhard. O garoto sempre fora apaixonado por ela, e não era agora que as coisas mudariam.

— Então por que você não volta pra mim? – Indagou, se afastando e mirando os olhos dele.

O moreno suspirou e passou as mãos por seus cachos, logo em seguida, soltou pela boca, espessas camadas de ar, que ele nem ao menos sabia que estava prendendo.

— Porque eu nunca deixei de ser seu, então, não tem como voltar – foram as palavras do rapaz, e isso, fez com que Millie praticamente ganhasse seu dia.

Brown ainda o encarava, pensava a jovem que ele logo tentaria tomar as palavras que haviam saído de sua boca, mas ele não o fez, ao invés disso, grudou novamente seus lábios no dela.

Martirizando o momento em que o contato fora quebrado, Millie atendeu seu telefone, que tocava freneticamente.

Finn mantinha os braços em volta da cintura da garota enquanto ela falava ao telefone, ele mal se importava com a conversa, mas algo em especial lhe chamou a atenção. O olhar do cacheado estava direcionado as espessas linhas pretas no pulso da garota.

— O que é isso? – ele perguntou, no exato momento em que ela encerrou a ligação.

As bochechas de Millie enrubesceram, enquanto ela encolhia os ombros. Ela via ido ali de cabeça erguida e disposta a ter o seu homem de volta, mas naquele momento, sua única vontade era de sumir.

— Uma tatuagem – respondeu, sua voz quase desaparecendo.

Wolfhard arregalou os olhos.

— Você fez uma tatuagem? – ela assentiu com a cabeça. – Mas é de rena, né? – Millie se encolheu ainda mais e negou. – O que? Você ficou louca? O que você fez aí?

Brown fechou os olhos e estendeu o pulso em direção aos olhos do garoto, que se arregalaram ainda mais ao ver o desenho e a escrita logo abaixo.

O desenho em linhas pretas era pequeno. Um lobo e abaixo dele a palavra “Hard”. Para muitos, aquilo não era nada muito importante. Mas, aqueles dois adolescentes que estavam prestes a iniciar sua vida adulta, entendiam o que aquela pequena tatuagem queria dizer, e o significado dela, os acertou em cheio. Era nada mais, nada menos, do que o sobrenome do cacheado. Lobo por que em inglês é “Wolf” e o “Hard”, que para muitos seria “difícil”, mas ali era apenas para simbolizar a junção de ambos, sem dar muito na cara: Wolfhard.

— V-você t-tatuou m-meu s-sobrenome?

Bobby sorriu, envergonhada.

— Fiz mal?

Ele negou, ainda atônito.

— Por que fez? – balançou o pulso dela, que ainda estava em frente aos seus olhos castanhos.

— Porque eu sou sua, e eu queria deixar isso registrado de alguma forma, para que eu sempre possa me lembrar. Eu posso ficar com qualquer pessoa, mas eu sei que você é o único que me completa. Faço inúmeras coisas durante o dia, mas quando eu olho para ela, eu tenho a certeza de que sempre irei voltar para você. Porque nós somos assim, aconteça o que acontecer, nós sempre voltaremos um para o outro, porque nós nos completamos, porque nos amamos. E nada, nem ninguém pode nos separar, uma vez que até as estrelas já sabem, e até mesmo a lua é testemunha do nosso amor e do nosso afeto.

Aquela garota não estava de brincadeira. Ela realmente havia ido até ali, para abalar todas as estruturas do garoto. Ela sabia exatamente qual era o ponto fraco do jovem de pele clara, cabelos castanhos e cacheados e que tinha constelações em suas bochechas, seu calcanhar de Aquiles, ele, no caso, era ela. A jovem cheia de vida, Millie Bobby Brown.

— O que você quer fazer com a porra da minha vida?! – exclamou ele, enquanto passava os dedos por seu cachos, os deixando um pouco mais desgrenhados.

— Eu quero te mostrar que eu não consigo viver sem você, é praticamente impossível tal feito.

Finn suspirou profundamente.

— Você está fodendo com meu psicológico! Você está me deixando um louco, Bobby Brown. O que há com você? Você nunca foi assim. Espera. Você é a... – Millie não o deixou terminar.

— Madisyn? – Perguntou, uma de suas sobrancelhas estava arqueada. – Tsc tsc. Eu não sou ela.

— Então por que você está agindo assim?

— Porque eu vivi dois anos naquele internato, contra a minha vontade! Já estava na hora de eu começar a pensar um pouco mais em mim, ao invés de tentar agradar e fazer a vontade dos outros. Chegou o meu momento, de fazer o que eu quero, entende?

— Entendo.

— Você vai me apoiar? Você vai voltar para mim? – Millie sentiu algo escorrer por sua bochecha, a deixando quente e umedecida. Ela estava chorando? Aquilo partiu o coração do rapaz a sua frente, sua pequena estava frágil e perdido por sua ajuda, por que ele negaria?

— É claro que eu irei te apoiar. Eu sempre fui seu, certo?

E então ele a abraçou e afagou seus cabelos castanhos. Millie encostou a bochecha no peito do rapaz e sorriu. Um sorriso maldoso. O que ela estaria planejando?


Notas Finais




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