História The Uchiha family - Capítulo 16


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Categorias Naruto
Personagens Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Drama, Gravidez Na Adolescência, Sasusaku, Uchiha
Visualizações 610
Palavras 3.252
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um capitulo... Esse eu dedico a todas as minhas leitoras mamaes ^^

Boa leitura.

Capítulo 16 - Princesa Sarada


Fanfic / Fanfiction The Uchiha family - Capítulo 16 - Princesa Sarada

 

Ser mãe é a melhor coisa do mundo, ser mãe é padecer no paraíso... ser mãe é isso... ser mãe é a aquilo! Acho que todo mundo tem uma frase pronta de para-choque de caminhão sobre a beleza da maternidade. Mas eu te garanto uma coisa, ninguém sabe o que é ser mãe até realmente ser.

Sarada estava com um mês de vida, na maioria do tempo era calma e não nos dava trabalho. Porem, em alguns momentos ela simplesmente desatava a chorar e nada nesse mundo a fazia ficar quieta. E esse, era um desses momentos.

- Shiiiiu, silencio ma petite... – eu ninava Sarada sem parar, já era quase meia noite, Sasuke e Deisuke iriam acordar cedo no dia seguinte e eu estava morrendo de cansaço.

- Mamãe – Deisuke apareceu na porta do quarto coçando os olhinhos – Eu não consigo dormir com a Sarada chorando assim.

- Ah meu amor, me desculpe... logo ela para de chorar e você volta a dormir. Deita lá na cama...

- Ela não está com fome?

- Não?

- e com dor?

- também não – suspirei – ela apenas está irritada.

- Mas mamãe, ela só tem um mês...

Eu ri com a lógica do meu filho.

- Pois é amor, mas logo ela se acalma. Pode voltar a dormir.

- Reunião de família sem mim? – Sasuke disse na porta do quarto e eu fiz uma cara triste.

- Desculpe mon cher, não era para te acordar.

- Deixa disso cherie – ele sorriu – vai, me da essa bebezinha um pouco.

- Não Sasuke, você vai acordar cedo amanhã e...

- Shiiu – ele pegou nossa filha e sentou na poltrona de amamentação – Ei pequena, que escândalo todo é esse?

Aos poucos Sarada foi parando de chorar e começou a prestar atenção em Sasuke.

- Não acredito nisso... essa traidorazinha!

Deisuke riu.

- Acho que ela gosta mais do papai do que de você.

- Quero ver ela preferir ele na hora que sentir fome – cruzei os braços e Sasuke sorriu de canto.

- Deisuke, volte a dormir – Sasuke disse e ele assentiu.

- Boa noite – ele disse, eu dei um beijo em sua testa e ele voltou para seu quarto.

- Obrigada por acalmar a fera – suspirei – está sem sono?

- Acho que perdi – ele deu de ombros – Lembra quando revezávamos para ficar acordado com Deisuke durante a noite?

Eu sorri e me sentei com ele.

- Sim, eu chorava desesperada querendo dormir e ele não parava de chorar.

- Pior quando as aulas começaram – Sasuke suspirou – eu pensei que você fosse surtar.

- Por isso sempre pegava o Deisuke antes de mim?

- Não queria que você achasse que a maternidade acabou com a sua vida, então eu decidi que iria me sacrificar, assim sua vida ao meu lado seria sempre boa.

- minha vida sempre será boa ao seu lado amor – sorri e ele beijou minha testa. Olhei para Sarada e a coisinha estava quase adormecendo – Eu não acredito em uma coisa dessas.

- Sabe como é amor, as garotas não resistem aos seus braços.

- aham, sei – arqueei a sobrancelha – tirando sarada e eu, quais garotas estão na sua lista de abraços?

- Apenas vocês duas – ele sorriu – Ah, e a minha mãe.

- Acho bom, senhor Uchiha... acho muito bom.

- Não quer descansar um pouco? Amanhã você vai ficar sozinha com as crianças.

- Eu deveria estar falando isso –  bufei – Não sou eu quem vai para a empresa.

- É, mas eu sou um dos chefes – ele riu – posso acordar um pouco mais tarde e compensar as horas outro dia.

- como se seu pai fosse pensar em você pagando horas.

Sasuke sorriu e olhou para nossa princesa que dormia tranquilamente em seus braços.

- Acho que alguém resolveu dormir.

- Finalmente.

Ele se levantou com cuidado e a colocou no berço, Sarada nem se quer ameaçou acordar. Acho que os braços do meu marido têm sonífero e eu não sei.

- Vamos dormir, cherie.

- Vamos.

 

{...}

 

Sasuke saiu pela manhã e deixou Deisuke na escola, eu devia estar em coma já que nem acordei. Apenas vi a mensagem que ele deixou no meu celular dizendo que me amava e voltaria as cinco. Me arrastei para fora da cama e fui para o banheiro, precisava de um bom banho para acordar de vez. Depois coloquei uma roupa leve, já que passaria o dia todo em casa e fui para o quarto da minha princesinha.

- Pelo visto alguém já está acordada – disse a vendo mexer os bracinhos dentro do berço – Bonjour ma princesse.

Eu a peguei nos braços e ela começou a mexer a boquinha.

- Já sei, está com fome – eu sorri e me sentei na poltrona dando o peito para ela em seguida – Sabe meu amor, sua vinda a esse mundo está sendo bem mais tranquila do que a do seu irmão, mas não conte para ele. Com um mês Deisuke tinha que assistir aulas comigo quando querida mamar, ou ficava horas com sua avó dentro do nosso alojamento ou nos parques do campus – sorri – eu não sei o que teria feito sem o apoio da vovó Mikoto, você se lembra dela? Claro que não, você tinha apenas alguns dias de vida.

Sarada parecia ser bem mais esperta do que Deisuke, porque mesmo mamando ela prestava atenção no que eu falava e quase não piscava.

- Você também da menos trabalho – sorri – Ou é igual... – pensei – A verdade é que seu irmão passava pouco tempo conosco durante as aulas, então ele queria atenção a noite e nós queríamos dormir – suspirei – ainda bem que Deisuke sempre foi carinhoso e nem se lembra do quão relapsos fomos no início. Não, não... jamais fomos relapsos, apenas tínhamos menos tempo.

Senti que ela parou de sugar e a encarei, Sarada havia dormido novamente e eu sorri.

- Você também mama bem menos que ele, seus seios agradecem.

Com ela em meus braços, desci as escadas e fui preparar algo para comer. A deixei dormindo no bebe conforto perto de mim e continuei meus afazeres. Pouco tempo depois ouvi os barulhos na porta da frente, me certifiquei de que Sarada não iria cair caso acordasse e corri até a sala.

- Oi gêmea – Gaara sorriu, ele estava com seus dois filhos a tira colo.

- Posso ajudar, vendedor de crianças? Desculpe, mas eu já tenho uma de 32 dias.

Ele revirou os olhos.

- Ino foi passar o dia no SPA enquanto eu fico com os gêmeos, ela alegou que estava envelhecendo dois anos a cada dia.

- Não diga que eu disse, mas eu vi alguns pés de galinha na ultima foto que ela postou.

- Cala a boca – ele riu – Onde está minha sobrinha favorita?

- Deixe a Akemi ouvir isso – disse indo para a cozinha – e faça silencio, se ela acordar ela vai querer mamar e eu não to com esse pique todo.

- Ino tirou quase seis litros de leite para eu dar para esses mortinhos de fome – ele suspirou olhando as crianças dormindo no carrinho – Estou me sentindo uma mãe.

Eu dei risada.

- quer comer alguma coisa?

- Qualquer coisa – ele sentou-se no balcão – Sasuke já levou o Deisuke?

- Sim, hoje ele iria participar de uma prova de natação.

- Ele é igualzinho ao Sasuke – Gaara fez uma careta – nenhuma pessoa normal gosta de tanto exercício físico quanto ele.

- ele é uma criança com muita energia – disse entregando uma caneca de chocolate quente – Sorte a nossa que ele gosta de fazer exercícios, se não ele iria ter que gastar essa energia em casa e você sabe que eu detesto criança que não para quieta.

- eu sempre achei que você seria uma péssima mae – ele riu.

- Por que? – disse rindo.

- Você nunca foi do tipo paciente, fazia caretas quando íamos a lugares com muita criança e nunca pegou um bebe no colo.

- Pois é – eu ri e entreguei um sanduiche pra ele – Eu realmente não gostava de crianças, particularmente ainda não me sinto bem em um lugar onde tem mais de quatro crianças reunidas, mas com o tempo eu vi que o problema não está nelas e sim nos pais. Deisuke nunca me desobedeceu em público, nunca me fez passar vergonha no mercado, e sempre soube ouvir um não. Crianças são pequenas, inocentes e moldáveis, um adulto tem que ensiná-las caso contrário elas vão fazer o que acham melhor e na maioria das vezes elas ainda não sabem o que é melhor.

- É – ele olhou os filhos – eu não sei se serei um pai muito severo, bem capaz de eu me jogar na frente das crianças quando a Ino ameaçar bater neles.

Eu comecei a rir imaginando a cena.

- Realmente isso é bem capaz de acontecer.

- Não sei se isso acontece com você, mas já me peguei varias vezes observando eles dormir e pensando em como poderia livra-los das coisas ruins da vida – ele deu de ombros – sei la, eu quase morri de chorar quando eles foram tomar as primeiras injeções. Ino é muito mais forte que eu para essas coisas.

Eu ri.

- Quando Deisuke nasceu eu passava noites com ele no colo pensando em como seria o seu futuro, se ele seria feliz, se seria um bom menino e se tornaria um bom homem, ou se alguma coisa na vida o faria desviar desse caminho e cometer muitos erros. Eu queria fazer de tudo para protegê-lo, mas não se tem muitas opções quando você é uma universitária que tem que deixar o filho com a sogra para poder ser alguém na vida. Com o tempo eu aceitei que não temos como prever o que vai acontecer com eles, não temos como evitar que coisas ruins aconteçam caso eles façam uma má escolha. A única coisa que podemos fazer é ensina-los o que é correto, da melhor forma possível. Assim eles vão saber fazer boas escolhas... pelo menos é o que eu penso.

- faz sentido.

- Claro que eu ainda sonho com Deisuke sendo um medico bem sucedido, ou um advogado famoso – sorri – mas o que ele escolher ser eu vou apoiá-lo.

- Médico eu não quero que eles sejam não – Gaara fez careta – já tem medico demais nessa família. Na minha cabeça a Yumi pode ser uma executiva importante, dona da própria empresa de brinquedos infantis. O yuri pode ser um jogador de futebol famoso que me leve para todos os países do mundo par ao ver jogando.

Revirei os olhos.

- Cacete, você sonha alto.

- Pois é, não sou de me acomodar com pouco.

Nos dois começamos a rir e até eu ouvir meu celular tocando.

- Olá, mon cher.

- “Cherie, por que não me responde?”

- Ah amor, me desculpe... Gaara chegou com os gêmeos e eu não peguei mais no celular. Estamos discutindo sobre o futuro de nossos filhos.

- “Fale para o seu irmão que os filhos dele vão ser artistas de circo”

- Não vou falar isso, mas o que você queria?

- “Saber se acordou bem”

Eu sorri, tá pra nascer marido mais atencioso que o meu.

- Eu acordei otimamente bem, Sarada já mamou e agora esta dormindo novamente.

- “Que bom, vou almoçar em casa. É estranho vir trabalhar sem você”

- Ah que fofo – ouvi ele resmungar e sorri – Está bem, Gaara irá fazer um almoço gostoso para gente enquanto eu fico com os bebes.

Meu irmão franziu o cenho e eu ri.

- “Cherie eu não quero morrer com intoxicação alimentar”

- Deixe de bobeira, até mais tarde mon amour.

- “au revoir, ma cherie”

- au revoir, mon chaton.

Gaara me encarava com uma expressão estranha e eu desliguei o celular desconfiada.

- O que foi?

- Sabe que essa mania que vocês tem de falar francês um com o outro ferrou com o relacionamento de todo mundo por aqui né?

- Desde quando?

- Desde que chegaram, oras... Esse cherie pra clá, mon amour pra lá... Ino vive dizendo que eu não sou romântico quanto o Sasuke.

 

- Ah para – eu ri – É mania nossa, desde que fizemos uma parceria com uma empresa em Paris nós tivemos que aprender a falar a língua e sei lá – revirei os olhos – falar francês é muito sexy.

- Poupe-me – bufou.

Vi que Sarada começou a se remexer e eu suspirei.

- Bom, vou cuidar da minha bebe. Pode lavar essa louça de quiser, estou na sala.

- Eu não quero lavar nenhuma louça, não quero nem fazer almoço.

- Pois estava muito enganado se pensou que vindo aqui iria se livrar as tarefas domésticas, vamos fazer isso juntos irmãozinho.

Ele revirou os olhos e eu peguei minha filha.

- Lave a louça.

- Irritante.

- Eu sei – sorri.

 

[DEZ MESES DEPOIS]

 

- Sarada, fique quieta – disse tentando fazer minha filha ficar sentada na cadeirinha – você não deve estar com um pingo de fome né?

- Sakura, deixa a menina – minha mãe ria enquanto me ajudava a fazer a janta.

- Deixa a menina, se ela não ficar sentada quieta eu não vou dar a comida para ela.

- Você era igualzinha quando pequena, eu tinha que te dar comida enquanto você corria pela casa.

- Misericórdia – fiz o sinal da cruz.

- Chegamos – Sasuke apareceu junto com Deisuke.

- PAPA! – a criaturazinha começou a levantar os braços e eu suspirei.

- Isso, chama papa mesmo... a trouxa da mamãe fica o dia todo com você e é assim que me agradece?

- Oi mamãe – Deisuke me abraçou e eu sorri.

- Você sim me da valor, mon petti.

- Para de drama cherie – Sasuke me beijou – Olá Mebuki.

- Oi Sasuke, como foi o jogo?

- Ótimo, Deisuke fez quatro gols... o técnico está louco, quer colocar ele em um time profissional.

- Sério? – eu sorri abraçando ainda mais meu filho – Ohh meu amor, você vai ser um jogador profissional famoso?

- Não mamãe – ele sorriu mostrando as covinhas iguais as do meu pai – eu vou ser físico.

- Hum... – fiz bico e depois sorri – físico também é bom, mesmo que eu não consiga te ajudar com as funções básicas. Sempre fui péssima nisso. Mas seu pai sabe.

- eu sou bom com números – Sasuke disse bebendo agua – ninguém disse nada sobre leis de newton e todo o resto.

- Sakura me ajuda a montar a lasanha – minha mãe disse – você desmotiva seu neto mais tarde.

- Eu? Desmotivando? – disse me levantando – A senhora não tem trava na língua mesmo.

Deisuke começou a rir e brincar com Sarada, que ria demais com as caretas do irmão.

- Sasuke, você pode dar comida para sua filha? Ela esta fazendo greve de fome.

Meu marido me olhou sorrindo e sentou-se a mesa.

- Deisuke, você vai tomar banho.

- mas mamãe... – ele disse.

- Você quer ou não ganhar aquele kit de laboratório?

Ele sorriu e saiu correndo escada a cima.

- chantagista – minha mãe disse sorrindo.

- aprendi com a senhora – sorri e ela revirou os olhos.

Minha relação com a minha mãe nunca esteve tão bom, diferente de tudo o que já vivemos hoje temos intimidade, confiança e amor. Eu me sinto a vontade de me abrir com ela, falar o que penso e ela não se inibe em me repreender ou apoiar quando necessário. Nesse último ano, com a ajuda de Sarada e Deisuke é claro, acabamos nos tornando um tipo de mãe e filha que nunca fomos. E isso eu jamais imaginei que seria possível.

Poucos minutos depois estávamos todos sentados a mesa.

- A Karin falou com você? – Sasuke indagou.

- Não, por que?

- Ah... nada – ele deu de ombros – eu estava falando com o Sui, mas acho que ela vai te ligar em breve.

- Algum motivo específico?

- talvez – ele disse sorrindo e eu me irritei.

- se você não vai me contar o que é então não fica provocando, pirraça.

- Sakura – minha mãe me repreendeu.

- Pronto – bufei – tenho dois anos de idade novamente.

Desde que voltei a trabalhar, minha mãe, meus irmãos e Itachi revezávamos para ficar com a Sarada, ela ainda era pequena demais para eu colocar em uma creche e também, meu cargo me permitia levar minha filha quando precisasse e até reduzir a carga horaria. Mikoto era outra que mês sim, mês não vinha passar um tempo aqui e ficar com os netos. Sasuke tem certeza que os pais estão esperando a empresa crescer um pouco mais para enfim se mudarem para Konoha também.

Nos dias em que minha mãe tinha folga do hospital ela ficava em casa e me ajudava com as crianças, para a minha surpresa ela era uma avozona, bem melhor do que foi como mãe. Certamente eu teria me arrependido se continuasse a rejeitá-la e expulsa-la de minha vida.

- Ino disse que vai levar os gêmeos para o último ensaio fotográfico amanhã – minha mãe disse.

- Gente, dá pra acreditar que eles já estão fazendo um ano?

- Mês que vem é essa princesinha aqui – Sasuke disse brincando com a filha e depois suspirou – como esse ano passou rápido.

- Como tudo aqui passou rápido – eu bufei – parece que foi ontem que nos mudamos para cá e agora já estamos morando aqui a quase dois anos, Deisuke esta completamente bem e jamais iria querer ir embora.

- Não mesmo – meu filho disse.

- Por qual motivo vocês iriam querer voltar para Tokyo? – minha mãe indagou – Vocês estão conduzindo a empresa melhor do que seu pai conduzia, tem uma boa casa, estabilidade, família perto, amigos... e eu tenho certeza que em breve Mikoto e Fugaku vão se mudar para cá também, eles não vão aguentar ficar longe dos netos.

- e a tia Karin – Deisuke sorriu – ela também vai vim pra cá.

- É – eu sorri – depois de cobrir o salário dela e oferecer um cargo melhor na empresa ela finalmente aceitou.

- Agora eles vão precisar de toda estabilidade possível.

- do que você está falando? – disse irritada – Sasuke, o que você sabe?

Ele suspirou.

- Quando ela te ligar, finja surpresa – ele sorriu de canto – Karin está grávida.

- Não brinca? – disse sorrindo.

- Não estou, ela descobriu ontem... ainda está perdida.

- Ah meu kami, tenho certeza ela está surtando – comecei a rir – eu estou muito feliz, mas também preocupada, a Karin como mãe chega me dar medo.

Alguém tocou a campainha e Sasuke se levantou.

- Eu atendo.

- Deisuke, coma os brócolis – disse minha mãe e meu filho fez careta.

- mas eles são feios vovó e tem cheiro ruim.

- Se você quiser ser um homem grande e forte igual seu pai tem que comer tudo.

Ele bufou, me olhou e por fim começou a comer.

Eu sorri e peguei Sarada no colo, ela já estava caindo de sono.

- Olá família – disse Itachi com as gêmeas e Izumi do lado.

- Chegou na hora certa Itachi – brinquei – como sempre.

Ele revirou os olhos e sorriu.

- ao contrário do que imagina, cara cunhadinha. Eu vim conversar com vocês sobre a nossa festa de final de ano.

- ainda estamos em Outubro – disse.

Ele me olhou com tedio e depois sorriu.

- Termine de jantar, vamos conversar melhor na sala... eu tenho certeza que todos irão apreciar minha ideia.

- Essa eu pago pra ver – disse rindo.

Se tem uma coisa que não se pode confiar piamente são nas ideias de Itachi Uchiha.

 

 

Continua...


Notas Finais


Pois é... estamos chegando ao final :(

Mas ainda temos mais dois capitulos para nos despedir.... NÃO DEIXEM DE COMENTAR ^^


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