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História THE UNIT - jikook - Capítulo 4


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Capítulo 4 - Três


J U N G K O O K



Eu juro que gostaria de saber de onde quem está vindo toda essa motivação que estou tendo nessa última semana, mas a origem ainda é desconhecida. Talvez, depois daquela aula de dança, eu percebi que não estou tão acabado assim, e tenha aceitado que posso sim voltar a ser o que era.

Bom, 7 dias se passaram desde que Nayeon comemorou comigo após meu nome ter entrado nos assuntos mais falados do país. Fiquei aliviado em ver que eu ainda tenho pessoas que estão apenas esperando por mim. Mesmo que meu nome não tivesse ido parar sozinho lá.

Park Jimin. O moreno baixinho com rosto de bolacha.

Quando eu o vi pela primeira vez, não imaginei que ele era tão conhecido. Nunca tinha o visto na vida, mas isso não era grande coisa, já que ultimamente eu tenho estado fora da indústria e do que acontece nela. Os artistas que a dominavam quando me afastei eram outros, que hoje lutam por espaço nos charts, por prêmios em programas e premiações, competindo com os novos rostos.

E é por isso que não gostei muito da ideia de um garoto tão novo e inexperiente no topo. Eu jurava não ter um adversário, e não tenho, mas se ele continuar nesse caminho, sei que pode se tornar um. Mas agora, com minha decisão de voltar, todos os que sonham em ficar no alto, vão precisar se preparar para ir para baixo. Seja quem for.

Depois de chegar em casa e tomar um banho quente, após praticar a manhã toda, eu me sento no sofá do meu apartamento, ao lado de Biscoito.

- Desculpa... - digo para o gato – Estou sendo um papai ausente, não estou?

Biscoito mia – e ficaria assustado se ele fizesse outro som senão esse – mas com desdém, como se estivesse pronto para arranhar minha cara toda.

- A quem você está tentando enganar, seu mimado? - respondo, insultado – Você sente minha falta sim. Está com ciúme?

Ele mia novamente, como se não tivesse mais paciência para mim, e me pergunto o que eu fiz para merecer um gato tão mimado e ignorante.

- Tá, tá legal – falo, me rendendo – Só tenta não rasgar nada hoje, ok? Principalmente as cortinas novas.

Ele se vira, ficando de costas para mim, com um miado que se estende.

- Ok, chefe. Rasgue o que quiser.

Eu deixo a sala todinha pra ele, e deixaria a casa se ele pedisse. No meu quarto, apenas me enfio debaixo do edredom, preparado para maratonar os novos episódios da minha série favorita.

Eu faria isso pelo resto do dia – e mereço, por estar me esforçando tanto ultimamente – mas minha casa é repentinamente invadida por Im Nayeon, com um terno cinza e seus saltos gigantescos. Me pergunto como ela entrou, mas lembro de não ter trancado a porta.

Ela invade meu quarto, e me encontra coberto até o pescoço, com meu notebook no meu colo, aberto na página da Netflix.

- Sabia que ia te encontrar assim – ela gargalha – Levanta e coloca uma roupa. Vamos até a empresa agora. Não vai acreditar no que eu arranjei.

Obedeço, sabendo que não tenho outra opção. Ela usa saltos realmente afiados e não quero que eles venham parar na minha cabeça. Me levanto, indo até meu guarda-roupa, abrindo-o.

Nayeon vira de costas para que eu me troque, mas continua falando.

- Lembra semana passada, o programa de rádio?

- Lembro.

- Nossa, me arrepiei todinha quando Park Jimin falou que não assinou com nenhuma empresa ainda – ela explica – então talvez eu tenha conseguido o telefone dele...

Estou colocando calças, mas congelo, quase me desequilibrando. O que ela estava tentando dizer com aquilo?

- Tá, e o que tem?

- Eu marquei um horário com ele, pra hoje – ela continua – vai conhecer a HBG toda, vamos conversar, e vou propor um contrato pra ele.

Sem saber direito como reagir, apenas pergunto:

- E o que eu tenho a ver com tudo isso?

- Pensei que estivesse óbvio.... - ela se vira para mim quando termino de me vestir – O Jimin te admira, tá estampado na testa dele, Jungkook. Te olha com aquele brilhinho besta no olhar, de quem é fã, sabe? - ando até a sala e ela me segue – E como preciso que ele assine esse contrato, decidi trazer você junto, pra, sabe... Dar uma incentivada nele.

Nayeon sabe como convencer alguém. Seu plano faz total sentido, mas não sei de onde ela tirou que o garoto é algum tipo de fã meu. No final das contas, vou ter que exibir um belo de um sorriso e ser simpático o suficiente, para assim ser útil nisso tudo.

Assim que chegamos, atravessamos a porta principal, com os saltos de Nayeon batendo contra o mármore e ecoando belo hall de entrada. O barulho alto chama atenção de Jimin, que está sentado em um dos sofás, esperando. Ele olhava o local com calma, observando os detalhes, como se estivesse impressionado. Assim que nos vê, exibe um sorriso animado, se levantando e fazendo uma reverência. E então percebo que está com o violão preso nas costas, como naquele dia na rádio.

- Trate de sorrir e ser simpático – ela fala baixinho para mim, sem que o garoto possa ouvir.

- Boa tarde, senhorita Im, boa tarde Jeon Jungkook – ele diz, apertando as próprias mãos com força, como se estivesse nervoso. É claro que está.

- Oi Jimin! - Nayeon diz, acolhedora – Pode me chamar só de Nayeon.

Eu aceno para Jimin, com um sorriso no rosto – e juro, estou fazendo o melhor que posso. Ele claramente fica feliz e acena com a cabeça.

- Jungkook vai nos acompanhar na reunião – ela esclarece – Pra quê o violão? - questionando, ela aponta para o instrumento, pendurado nas costas do garoto, e também fico curioso pela resposta.

- Reunião...? Eu... Eu não vim fazer uma audição?

Eu e minha assessora nos olhamos, confusos. Ela volta a olhar para o garoto, e explica calmamente, mas alegre:

- Não, querido! Mesmo se viesse para uma audição, não precisaria. Já sabemos do seu potencial!

Puxa saco – penso.

- Hoje vamos apenas conversar. Tenho uma ótima proposta pra você – e então ela se vira para mim – Na verdade, para vocês dois.

ੈ✩‧₊


J I M I N


Minha testa já está tão suada que alguns fios de minha franja chegam a colar na pele. Meu coração salta, maluco, como se estivesse dentro de uma cama elástica. Eu juro que tento disfarçar minha tremedeira, mas talvez eu não seja bom nessa tarefa.

E todas essas reações do meu corpo foram causadas por apenas uma frase de Im Nayeon, em seu escritório, na HBG entertainment. A sala é chique demais para que eu entenda o conceito, com janelas grandes que mostravam a vista da cidade de cima.

- E se vocês dois formassem uma unit?

Eu estou sentado em uma das cadeiras, que ficam na frente de sua mesa, e quem ocupa a outra cadeira é, ninguém mais, ninguém menos, que Jeon Jungkook.

Ele está particularmente simpático e agradável hoje, e fiquei satisfeito por ter ''dado outra chance'' para ele. Provavelmente, era só um dia ruim mesmo...

Eu já estava eufórico e atordoado quando Nayeon propôs o início de um contrato, já que a HBG é uma das empresas mais renomadas do país. Quase me tremi todinho, me segurando para não gritar de alegria e abraçá-la.

Mas quando ela começou outro discurso, logo depois que, obviamente, aceitei a proposta, ela dizia sobre como eu e Jungkook podemos nos ajudar. O mesmo ficou em silêncio o tempo todo, mas não deixei de notar seus olhos se arregalando mais a cada frase nova que Nayeon dizia.

- Jungkook passou por um tempo complicado, Jimin. Muitos dos fãs até desistiram de esperar por um retorno... - ela andava pela sala – E como você ainda é um jovem no começo da carreira, e já chamando atenção, acredito que seja uma ótima ideia juntar o útil ao agradável.

E então ela sugeriu que formássemos... uma unit?

- Tipo aquelas que os grupos famosos fazem depois de um tempo? Juntando integrantes aleatórios, fazendo um subgrupo? - pergunto, tentando colocar meus pensamentos no lugar.

- Exatamente – ela confirma – Vocês iriam trabalhar juntos, como uma dupla. Eu acredito que daria certo. Suas vozes combinam e tudo mais.

Sem pensar direito, olho para Jungkook. Ele está sentado desleixadamente em sua cadeira, olhando pela janela, e mordendo a pele morta ao redor das unhas. Parece nervoso e preocupado.

- Acha que pode dar certo? - pergunto, voltando a olhar para a mulher.

- Tenho certeza. Trabalho faz muito tempo nesse ramo, Jimin. Eu tenho certeza que vocês dois irão estourar na Coreia do Sul, e lá fora também. É só aceitarem minha proposta.

- Mas... Eu e... - coloco a mão ao lado da boca, me curvo um pouco e falo baixinho – ele... A gente nem se conhece direito...

- Ótima pergunta, Jimin – ela fala.

- Não foi uma pergunta... - falo baixinho, mas ela não me escuta.

- Vocês dois irão conviver muito enquanto treinam para o projeto, enquanto produzem, enquanto se preparam – ela justifica – E nesse tempo terão virado amigos, com certeza – essa frase me faz encarar Jungkook novamente, por breves segundos – Ah, e é claro. Vocês irão dividir um apartamento enquanto a unit estiver ativa.

- O QUÊ? - eu e ele quase gritamos ao mesmo tempo, e é a primeira vez que ele fala algo desde que Nayeon começou seu discurso.

- Não é algo absurdo – Nayeon diz – Não sei o motivo do susto. Grupos e units moram juntos. E eu já disse... Vocês são estranhos agora, mas com o tempo virarão bons amigos. Podem anotar.

Respiro fundo. É uma grande chance. Jungkook é conhecido pelo país inteiro, e mesmo estando um bom tempo sem dar sinal de vida no mundo musical, ele tem uma ótima reputação no país. Começar minha carreira com uma parceria assim, garantiria a continuação do meu sucesso.

É tentador. Muito tentador.

- Jungkook com certeza acha uma ótima ideia – ela diz, o olhando ameaçadoramente – Mas eu estou curiosa sobre o que você pensa, Jimin.

- Eu... - começo dizendo, com as mãos suando, e sem pensar bem nas palavras – É uma grande oportunidade. Me ajudaria muito a fortalecer uma carreira. Mas é algo tão novo... Eu não sei direito...

- Que tal... - ela volta com outra proposta – Você passa algumas semanas aqui na empresa, ensaiando, usando nossos instrumentos, tendo algumas aulas de canto e de composição. Assinamos o contrato. E daqui uns dias, voltamos a conversar sobre isso, e você me diz o que acha. Pode ser?

Fico aliviado com a ideia de ter tempo para pensar direito nisso. Confirmo, ela celebra e trás os papéis do contrato. Assino sem nem lê-lo.

Antes de deixar a sala – a qual Jungkook já deixou havia alguns minutos, sem se despedir – Nayeon me alerta:

- Você vai ter tempo suficiente para pensar, Jimin. Mas não se esqueça, não tem todo o tempo do mundo. A indústria do kpop é algo que muda diariamente. Pessoas são jogadas no porão, esquecidas pelos fãs. Jungkook é uma prova disso. Acredito que não queira passar pela mesma situação, estou certa?

- Sim, Nayeon – respondo – Está certíssima.

Saio do prédio com a minha cópia do contrato. Estou contente por ter assinado com a maior e melhor que eu poderia assinar, mas ao mesmo tempo vejo que não tem mais volta. Agora, meu sonho começará a tomar mais e mais forma, tudo se tornará sólido.

Mas tenho medo de estar pisando em areia movediça. Medo de acabar aceitando a proposta e não ser uma experiência boa para mim.

Escolho não encher minha cabeça com esse tipo de pensamento. É um dia feliz. Eu realizei um sonho. Não preciso me preocupar com o resto. Certo?

ੈ✩‧₊


J U N G K O O K



Quando aquele anãozinho metido decide assinar seu contrato, eu saio da sala quase sem ser percebido, algo que deveria ter feito faz tempo. Corro até o banheiro mais próximo, entrando em uma cabine e vomitando todo meu almoço na privada.

Toda a conversa me deu um tipo de ânsia, como a maioria das vezes que algo radicalmente novo é exposto para mim. E é por isso que tenho tendência a ficar na minha zona de conforto.

Quando sinto que vomitei tudo que tinha pra vomitar, fecho a tampa da privada, puxando a descarga. Me sento ali mesmo, pensando sobre tudo o que ouvi nessa reunião.

Justo quando eu estava me acostumando com a ideia de competir com Jimin, e até gostando disso, já que é um estímulo e tanto, Nayeon aparece com um plano desses. Não é atoa que senti cada centímetro do meu corpo suar durante seu discurso, me beliscando para ver se não era um pesadelo.

E eu sei que não tenho escapatória. Jimin até tem, pode recusar – e assim livrar nós dois. Se dissesse não, estaria tudo bem, já que seu contrato ainda estaria nas mãos de Nayeon, e ela saberia o que fazer com ele, o levando ao sucesso. Mas se o garoto aceitasse, sobraria pra mim. Eu teria que lidar com isso.

Meu Deus. Tomara que ele recuse.

Eu prefiro ter que encontrá-lo de vez em quando nos corredores da empresa do que ter que dividir um apartamento e uma carreira com ele. Como eu conseguiria fingir por tanto tempo gostar da companhia do garoto? Por quanto tempo eu conseguiria ser simpático e gentil?

Sinto uma pontada de pena. Ele não tem culpa de tudo isso. Nunca provocou algo que criasse essa sede de competição em mim, isso tudo é fruto da minha cabeça. Mas mesmo assim, o que eu fiz para merecer ter que conviver com alguém que nem conheço, e que, ao meu ver, não agregaria nada em minha carreira?

Tento tranquilizar meu coração. Existe, ainda, a possibilidade de que ele não aceite a proposta, e assim terei me livrado de viver essa experiência.

Mas e se ele aceitasse?

Preferi não pensar muito nessa possibilidade, para não atrair esse resultado.

Me levanto e saio da cabine, indo lavar minhas mãos. Escuto passos de alguém entrando no banheiro.

Não entendo o motivo da garota ter gritado e ter saído correndo.

Quando também me retiro do banheiro, reparo que a placa dizia BANHEIRO FEMININO.

Tenho vontade de morrer, mas apenas saio dali antes que ela chame policiais para me levar para a cadeia.

ੈ✩‧₊


N A Y E O N



- Você realmente acredita que o garoto vai aceitar? - Kim Seokjin, meu colega de trabalho, e completamente insuportável, invadiu minha sala, após saber a notícia de que Park Jimin havia assinado conosco.

- Eu sei convencer as pessoas – respondo, arrumando alguns papéis na minha mesa – E Jungkook nem vai ter escolha, não é? Já tá na mão.

Seokjin havia acabado de descobrir que ele trabalharia comigo nesse projeto, sendo o assessor de Jimin, assim como eu sou de Jungkook. Eu acho isso uma péssima ideia, mas não sou eu que faço esse tipo de escolha. Eu nunca me dei bem com ele, e provavelmente uma hora ou outra haveria guerra. Mas de certa forma, não me preocupava. Eu sempre ganho qualquer batalha.

- Você não pode prever – ele cruza os braços, como se estivesse me desafiando – Não conhece ele direito. Não pode fazer mil e um planos sem antes ter certeza de que o garoto QUER fazer isso, Nayeon.

- Posso sim – falo, o encarando e jogando meu cabelo para trás do ombro – Eu já conheci incontáveis garotos assim como ele, Seokjin. Eu sei como lidar com sonhadores. Ele só precisa de tempo, vai por mim. Vai se deslumbrar vendo seu sonho se tornando realidade, e nesse tempo, vou garantir que Jungkook seja bem bondoso e simpático com ele. Algo vai acender no coraçãozinho dele, e ele vai aceitar. Eu sei o que estou falando.

Seokjin tira seu boné, que parece nunca ficar um dia sem usá-lo, ajeita o cabelo e o coloca novamente. Não faz pouco tempo que trabalhamos juntos, e ele sabe exatamente o poder que eu tenho na empresa. Posso ter começado apenas como uma assessora, e até mantenho esse título até hoje, mas eu tenho o poder de debutar um grupo novo, ou até acabar com um, se eu quiser. O meu chefe, dono da HBG, está nas minhas mãos, e ele nem nega isso.

- Céus – ele responde – Onde estavam com a cabeça quando decidiram colocar nós dois no mesmo projeto?

- Sabe que não sou eu que escolho essas coisas – relembro ele – De qualquer forma, vamos ter que trabalhar juntos, Seokjin. Jimin é um precioso, vejo um grande potencial nele. Não quero que faça merda com ele.

- Igual você fez com o Jungkook? - ele sorri, debochado.

- Sabe que não foi culpa minha – sinto a ira tomar conta do meu corpo, mas não quero dar a ele o gostinho de me ver com raiva – E mesmo sem esforço algum, ele ainda tem o poder de quebrar a indústria musical se lançar algo. E EU criei esse artista. Eu planejei cada um de seus passos, e hoje se ele quiser se aposentar, ele pode, e olha que ele é mais novo que eu. Imagina o que eu posso fazer juntando Jungkook e o Jimin, numa dupla? Eu SEI o que eu estou fazendo, Seokjin.

- Que seja – ele desiste, sabendo que é impossível ganhar uma discussão contra mim – Eu não posso fazer nada. Só... Cuidar e guiar o Jimin para que ele use bem seu talento. E pode acreditar, Nayeon, eu faço isso muito bem.

- Ah claro. Eu não duvido! - pego minhas pastas, coloco o contrato de Jimin no meio delas, guardando bem – Só trate de confiar no talento do garoto, e não jogá-lo para outra pessoa, assim como fez quando deixou Jungkook para que eu trabalhasse com ele. Sabe que eu sou a melhor no que faço, posso transformar uma pedra num diamante, se eu quiser. E se der qualquer bola fora com o Jimin, eu corto seu pau fora.

Após dizer as últimas frases, percebo que o encarava com um dos meus melhores olhares ameaçadores. Espero que ele tenha se estremecido de raiva, mas saí da sala cedo demais para ver sua reação.

Conseguia até imaginar o sucesso que os garotos fariam. Conseguia escutar o barulho de multidões de fãs enlouquecendo por causa dos dois. Conseguia ver mais um plano meu dando certo. E daria. Não importa o que fosse preciso.

✩ continua ✩


Notas Finais


Oi xuxus!

Peço que tenham paciência com o Jungkook. Essa personalidade chatinha faz parte do desenvolvimento do personagem, é necessário!

O que acharam de um capítulo narrado pela Nayeon? Gostei muito de escrever, é bom ter uma personagem toda girl power, do tipo ANJO EU MANDO NISSO AQUI, FAÇO O QUE EU QUISER!

Vou tentar mais escrever na visão dela! <3

Os capítulos vão continuar a serem postados na terça-feira, mas juro que estou me esforçando para conseguir escrever algum extra. Vocês devem estar entediados nessa quarentena, assim como eu kkkkk e um capítulo a mais na semana não mata ninguém, né?

Obrigada por estarem acompanhando. NÃO ESQUECE DO VOTO, SOU FLOP AMOR.É IMPORTANTE PRA DIVULGAR A HISTÓRIA.

Se cuidem e até o próximo! <3

xoxoxoxoxoxo

cam


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