1. Spirit Fanfics >
  2. The Untold Story - Interativa >
  3. OOO.1 .:: era uma vez uma fada que virou bruxa

História The Untold Story - Interativa - Capítulo 2



Notas do Autor


♔.• OIZÃO! Eu e a Malu somos duas pessoas ansiosas demais e então resolvemos postar hoje a primeira teaser hehehe. Primeiramente vamos agradecer a Malu mermo, que escreveu essa teaser maravigold! Particularmente amei pra caramba hehehehe. Segundo quero agradecer a vocês por estarem interagindo tão formidavelmente no grupo, e espalhando então seu amor por ele :'3 fico bastante contente com isso (embora não esteja muito presente, estou observando cês ((nosfa! isso soou muito stalker hehehe #medo)).

♔.• Não sei se cês viram but eu, @_TheaDSlytherin, dei o feedbacks nas fichas já enviadas (e a @DiAngelo_Valdez logo logo dará os dela <3). Também gostaríamos de comunicar a vocês, gatos e gatas maravilindos, que nós, autoras, estamos criando os professores do instituto (não terão GRANDE relevância para o enredo, porém acreditamos que gostariam de conhecê-los nenon? Em breve disponibilizaremos um docs com as informações deles, atualizando assim o menu <3.

♔.• Agora a teaser, pulamos várias partes para não entregar todo o jogo, tabom? Criar uns suspenses e um ponto de interrogação de porquê ou como aquilo ocorreu hehehehe #amo. Enfim, vou deixá-los lerem essa teaser incrível <3.

. banner/gif foi feito por mim hehehe fiz rápido e tá horrível (mas gosto de postar as teasers com banners enton hehe)
. capítulo revisado por nós duas, mas pode haver erros.
. fiquem com a teaser que foca bastante na Min (e se passa BEM antes da maldição) <3 esperamos que gostem!

Capítulo 2 - OOO.1 .:: era uma vez uma fada que virou bruxa


Fanfic / Fanfiction The Untold Story - Interativa - Capítulo 2 - OOO.1 .:: era uma vez uma fada que virou bruxa

"A ambição sempre parece começar onde devia acabar". — Emanuel Wertheimer

 

O dia estava encantador onde tudo parecia se encaixar perfeitamente. Os pais brincavam com seus filhos, seja com magia ou esgrima, os vilões tinham tirado um dia de folga e não desejavam perturbar a vida de ninguém, além das fadas, as quais  encontravam-se realizando seus respectivos deveres. Mais especificamente, dentro do matagal da Floresta Encantada, existia uma casa tão acanhada quanto um ninho de passarinho, mas para os seres que viviam nela, sentiam-se dentro de uma mansão, afinal, fadas eram conhecidas por serem seres místicos tão belas quanto minúsculas. As donas daquele local, conhecidas como Fauna, Flora e Primavera, conversavam com Min, uma doce fada e amiga de todos da sua espécie.

— O que você acha disso, Min? — questionou Flora ao perceber que sua amiga estava totalmente dispersa do assunto daquele momento. Talvez ela estivesse com problemas.

— Desculpa, o que disse? — Min piscou diversas vezes na tentativa de espantar sua distração mental.

— Você deve estar sabendo que a Anciã do conselho das fadas está procurando alguém para ser seu braço direito e futuramente, substitua seu cargo como líder da nossa comunidade. — Primavera respondeu no lugar de Flora e com um evidente tom de obviedade na voz.

Não, Min não sabia daquilo e isso de fato a chocou. Ser líder era sua índole, além de que ela era uma negação com as atividades normais que eram lhe atribuídas, seria esse um sinal? Será que ela deveria ao menos tentar seguir seu sonho? O único problema é que com certeza ela não seria a única candidata ao cargo e com certeza suas habilidades (incluindo a falta delas) seriam avaliadas.

— Então, vai tentar com a gente? — indagou Fauna, que apresentava-se quieta até aquele instante.

— C-com a gente? — Min repetiu as palavras que saíram da boca de sua colega na esperança de que o que ela tinha escutado, na verdade fosse um equívoco.

— Sim, nós três iremos concorrer para conseguir essa vaga. É uma oportunidade única, não é?

Aquilo com certeza não era bom, se as melhores fadas do reino iriam competir para conseguir realizar um sonho que pertencia a Min, então as chances eram poucas para a fada que permanecia obsoleta ao lado desse trio de beldades.

— Me desculpem, mas eu realmente preciso ir. — relatou Min ao mesmo tempo em que se levantava e ajeitava suas asas — Esqueci de… uma coisa na minha casa e preciso terminar urgente antes que a Anciã faça a inspeção, sabe como é, né?

E com aquela desculpa esfarrapada, Min saiu daquele local com o intuito de garantir sua vitória, mas ela sabia que não conseguiria fazer isso sem o auxílio de alguém e também tinha consciência de que não poderia contar com nenhuma das fadas que conhecia, portanto, só havia uma saída: ela tinha que falar com Rumpelstiltskin e pedir um pequeno favor. Não havia nada demais, certo? Até porque era para uma boa razão.

— Você tem certeza disso, Fauna? — perguntou Elora, a Anciã das fadas e um ser que era tão respeitada quanto seu cargo exigia. Ela era mais velha que algumas árvores da floresta e sabia que a qualquer momento poderia vir a falecer.

— Sim, senhora. — respondeu Fauna com uma entonação de receio por estar delatando sua amiga, mas independente de qualquer coisa, regras eram regras e Min havia quebrado incontáveis delas. — Eu segui Min porque achava que ela estava muito estranha naquele dia e fiquei preocupada, o que acabou agravando quando eu percebi que ela estava indo em direção ao limite da Floresta Encantada.

— E lá, ela encontrou aquela coisa. — Elora recusava-se a pronunciar o nome de Rumpelstiltskin, até porque ele era um ser proibido dentre o meio das fadas (e um pouco dos humanos também). Ninguém poderia pensar nele, falar com ele e muito menos fazer acordos com ele, entretanto Min havia feito tudo isso e era algo que não tinha perdão na visão dos seus iguais. 

— O que vai fazer com ela, minha senhora? — ainda ajoelhada diante da presença autoritária na sua frente, Fauna preocupava-se cada vez mais com sua amiga. Sabia que o que o destino lhe reservava não era bom e nada poderia ser feito a respeito.

Após pensar por um longo minuto, o qual aparentou durar uma eternidade, Elora havia chegado a uma conclusão. Não gostava da decisão, mas era necessário, afinal, Min desobedeceu diversas regras e ela precisava servir de exemplo para os outros.

— Irei acionar o conselho das fadas e como formalidade, escutarei a versão dela, porém todos já sabemos o final dessa história. — doía tanto para Elora falar quanto para Fauna escutar, mas alguém tinha que fazer. — Min será abdicada de seu cargo como fada e, como toda fada renegada, ela virará uma bruxa, sendo forçada a viver nos limites das florestas juntamente com os outros vilões.

— Não acha isso um pouco severo demais, senhora? — Fauna apostou na tentativa de aliviar a punição de sua companheira, mas nada mudaria a cabeça de Elora. — Ela não pode ser designada a mais tarefas ou até mesmo ser expulsa apenas temporariamente? 

— Eu daria mais atividades para uma fada que utilizou seus poderes de maneira inapropriada, mas minimamente. Pelo seu relatório, Min realizou um acordo com a escória proibida por pura ambição, não é nada mais justo que ela vá viver com os seres que possuem as mesmas atitudes que ela. — suspirando profundamente, Elora sabia que o que viria agora não seria nada fácil. — Agradeço a lealdade com sua espécie, Fauna. Está dispensada.

Fauna acenou a cabeça e levantou voo com o auxílio das suas asas, deixando Elora na companhia de dois guardas diante daquele salão vazio e um pesar imenso por saber que perderiam um dos seus.

— Íris. — Elora pronunciou o nome de uma das guardas ao mesmo tempo em que virava-se para encarar seu rosto. A sentinela apenas respondeu com uma saudação, aguardando sua ordem. — Por favor, acompanhe Pixie e procurem Tinker Bell, Lumina e Periwinkle, em seguida, invoquem todas as vigilantes disponíveis no momento para encontrar a Min. Está na hora de reunir o conselho das fadas novamente.

Ódio tem com significado o sentimento de raiva intenso e o que Min sentia naquele momento era pior que isso, talvez fosse até indescritível. Ela havia sofrido uma injustiça e sido desrespeitada diante de um reino inteiro, aquilo não tinha perdão! E para piorar a situação, suas novas companheiras bruxas eram simplesmente más demais, horrendas demais e fadas de menos.

— O que foi, Min? Está percebendo o quão solitária você está? — interrogou Rumple, o único colega da, agora bruxa, no momento. — É meio triste saber que tem a mim, um sapo gigante, como sua única companhia.

— Você realmente não sabe consolar alguém, não é? — Min olhou no fundo dos olhos do duende desejando jogar a culpa da situação que se encontrava nele, mas ela sabia quem era o único indivíduo responsável por aquela circunstância. 

 —  Eu não me importo o suficiente para tentar. — e com isso Rumpelstiltskin deu sua típica e fina gargalhada, para que logo em seguida estralasse os dedos e fosse envolvido com uma fumaça verde musgo, a qual o fez desaparecer. Min estava sozinha novamente e essa era uma situação que seria cotidiana.

De fato, era verdade. Passou-se 4 anos desde que ganhou o título de desertada das fadas, e sua reputação piorava cada dia que passava devido ao fato de que ela estava assumindo seu papel de bruxa, ou seja, pequenas maldades tornaram-se grandes perversidades e a situação ia de mal a pior. Min, agora conhecida por Madame Min pelo mundo inteiro, havia chegado em um ponto o qual ela empenhou-se tirar a vida de uma criança e seu mestre, menino o qual hoje é conhecido com Rei Arthur. Realmente, a mulher não tinha salvação.

Em uma de suas caminhadas rotineiras pela Floresta Encantada a bruxa notou algo diferente no cenário usual e isso acabou chamando sua atenção. No meio de um vasto campo verde, próximo ao castelo da Rainha Bela e Rei Adam, haviam três crianças aparentemente não seguindo a mesma sintonia da brincadeira. Enquanto uma rodopiava com um vestido formoso, outra batalhava manuseando uma espada com uma terceira, a qual soltava chamas azuis pelo cabelo, porém todas sorriam igualmente como se não existisse maldade ou divisões no mundo, era simplesmente belo de observar.

 — Esse seu palito de dente não é capaz de deter minhas chamas do submundo, Barth! Renda-se! — a garota de madeixas azuladas finalizou sua frase com uma imitação barata de uma risada maléfica, mas antes que pudesse falar algo, o rapaz passou a rasteira nela, aproveitando seu momento de distração, e apontou sua espada para o rosto da menina, que encontrava-se jogada no chão.

  — Você é muito tonta às vezes, Liza. — respondeu Barth, enquanto ria ao mesmo tempo que auxiliava a moça a levantar-se. — Os inimigos não te esperam terminar de rir para te atacar.

 — E você é muito bruto, Bartholomew.  — agora foi a vez da menina que antes rodopiava com uma delicadeza indescritível. — Não é assim que se trata uma dama!

 — Segundo round!  — Com essa deixa Liza pulou em cima do Barth com o intuito de derrubá-lo e a garotinha do vestido formoso suspirou alto, levantou os olhos ao céus e regressou a sua dança.

Aquela pequena discussão bastou para que Min caísse na gargalhada, para a bruxa a situação fora engraçada e talvez esperançosa, até porque fazia muito tempo que a mulher não via a inocência em sua forma mais pura. Quem sabe que, aquilo ali pairando diante dos seus olhos, não era a sua chance de se redimir com os que antes eram seus amigos, mas agora razão de sua raiva? 

Com esse raciocínio, Min seguiu em direção a aquelas três crianças para iniciar um diálogo.  

 — Olá, pequenos.  — disse Madame Min, atraindo a atenção do trio de amigos.  — Meu nome é… — a bruxa achou melhor não revelar sua verdadeira identidade, afinal, ela poderia acabar causando mais problemas para si. — Margareth! E o de vocês? 

 — Minha mãe diz que não devemos falar com estranhos.  — afirmou a garota tão delicada quanto uma flor.

 — Meu nome é Bartholomew, essa com cabelo azul é a Elizabeth e, a senhora certinha aí, é a Linda. — com a resposta do menino, Linda, que antes queria manter seu nome em sigilo, segurou sua vontade de desferir um tapa na nuca do rapaz, mas isso não seria esperado da sua conduta.

 — Ei! Quem te deu o direito?  — gritou Linda.

 — Ah, desculpe-me! — com um tom de ironia na voz e na atitude, Bartholomew fingiu uma reverência em direção da menina   — Princesa Linda, filha do Rei Adam e da Rainha Bela.

No momento em que eles discutiam ferozmente, Min estava chocada demais para responder algo naquele instante. Então quer dizer que ela estava falando com as proles dos seres que ela nutria um ódio intenso? A situação parecia ser oportuna demais e a bruxa iria aproveitar.

 — Então quer dizer que vocês todos são filhos da Rainha Bela e do Rei Adam?  — Madame Min sabia que não eram, afinal Bela era preocupada demais para deixar seu filho andar por aí com uma espada afiada na mão. E pelo amor das fadas! Elizabeth soltava fogo azul das mãos e cabelo! Não precisava ser nenhum Sherlock Holmes para adivinhar quem eram os pais daquelas crianças, mas Min precisava de uma confirmação.

 — Claro que não! — brandou Barth com orgulho — Eu sou filho do valente e incomparável Killian Jones! O senhor dos mares mais conhecido como Capitão gancho.  

Min segurou-se para não pular em cima do menino para enforcá-lo. Ela tinha um certo histórico com Killian e não era dos melhores, onde a maioria envolvia furtos do capitão. 

 — Entendo. — respondeu a mulher contendo sua vontade. — E você, Elizabeth? 

 — Sou filha de Hades e Perséfone. — Disse a garota de forma simples, como se ser herdeira de dois deuses não fosse nada demais.

Min analisou a situação de forma sucinta. Ela tinha oportunidade de agir como uma fada, sendo boa para aquelas crianças, ou como uma bruxa, seguindo um roteiro desumano. 

Claro que ela escolheu portar-se como uma bruxa.

 — Sou grande amiga dos seus pais, sabiam?  — Min sucedeu suas mentiras até o momento em que ela julgou ser perfeito para iniciar a manipulação. — É tão gratificante conhecer vocês, meus pequenos! O que acham de irmos para meu castelo e lá darei presentes únicos para cada um?

 — Sim!  — as inocentes crianças seguiram Min sem levantar nenhuma suspeita.

O plano da bruxa era fazer o que ela fazia de melhor: matar. Porventura se tirasse a vida daqueles três, talvez se sentisse melhor com aquele sentimento de vingança concluída. Ela não se importava mais com o perdão dos outros, agora tudo o que desejava era que eles sofressem tanto quanto a própria.

Tudo teria dado certo, se Min não tivesse sido cercada de repente por rostos que ela conhecia muito bem.

 — Se você der mais um passo perto do meu filho e suas amigas, vou te fazer espetinho de tubarão.  — Capitão Gancho, que apontava sua espada reluzente para o rosto de Madame Min, estava acompanhado da Rainha Bela e alguns guardas, os quais também apontavam suas armas para o rosto da mulher.

 — Como vocês me acharam?  — grunhiu Madame Min.

 — Não te interessa. — respondeu Killian com acidez na voz. Tal pai, tal filho. — Mas você não deveria tentar sequestrar três crianças em um campo aberto, principalmente se estiver na vista do castelo.

— Então, você não é uma rainha e nem vai nos dar presentes? — perguntou Elizabeth e em seguida ergueu as sobrancelhas, abrindo a boca em conformação.  — Agora que falei em voz alta, percebi o quão idiota é essa mentira.

 — Eu, Rainha Bela, declaro que você está presa pela tentativa de sequestro de inocentes. Guardas, prenda-na. 

A bruxa sentiu a fúria e rancor multiplicarem dentro de sua alma de forma fervorosa. Aquilo era extremamente injusto, julgando-a sem escutar sua versão?! Típico de uma rainha perfeita que vive no seu mundo perfeito! Além de que um homem, que supostamente deveria ser o vilão da história e sentir tanto ódio quanto ela sentia, estava apoiando os mocinhos? Não, não. Madame Min se recusava a passar por aquela humilhação novamente e iria sair, nem que fosse a força.

Madame Min começou a ficar envolta de uma fumaça verde neon, cor a qual agora predominava até a parte branca dos seus olhos, e levitava como se não houvesse gravidade alguma ao seu redor. 

 — Eu vou destruir cada um que cruzar meu caminho! O que inclui vocês. — em meio de sua risada fria, a mulher ameaçava os presentes no momento e tinha intenção de cumprir. — Me desculpem crianças, mas seu presente é a morte!

Se Perséfone tivesse demorado um segundo a mais, com certeza estariam todos na companhia de Tânato nesse momento. A deusa envolveu Madame Min com cipós grossos, impossibilitando seu movimento de mãos e, consequentemente, anulando o feitiço que estava prestes a ser lançado.  

 — Rainha Perséfone.  — curvou-se Bela diante da deusa.

 — Rainha Bela. — seguindo o exemplo, a mulher fez o mesmo.

Killian apenas acenou com a cabeça e logo em seguida foi ao encontro do seu filho.

 — Desculpe-me a grosseria, mas o que você está fazendo aqui?  — questionou Bela.

 — Bom, hoje era para ser o dia de Hades para cuidar da Elizabeth enquanto eu visitava minha mãe no Olimpo, mas quando cheguei ele estava dormindo no trono. — Antes de continuar a explicação, Perséfone murmurou algo como “deus da preguiça” ou “lesma inútil”. — Então fiz uma mensagem de Íris para ver se estava tudo bem, até que vi a situação em que estavam, então decidi vir ajudar o mais rápido que pude.

Depois dos agradecimentos entre os pais preocupados e a dispersão dos guardas juntamente com as crianças, Perséfone, Bela e Killian permaneceram naquele local remoto encontrando-se ao redor da Madame Min. 

— Temos que arranjar um meio de que ela seja apagada da memória dos cidadãos, mas como? Seria necessário muita magia.

— Eu posso levá-la ao mar em uma das minhas viagens e jogá-la por lá mesmo, não é como se alguém fosse sentir sua falta.  — sugeriu Capitão Gancho como se aquilo fosse algo coerente.

— Ah, mas eu vou. — surpreendendo os presentes naquele momento e indo embora tão rápido quanto chegou, Rumpelstiltskin arrancou os cipós que enrolavam a bruxa e a levou dentro do seu vapor verde musgo, deixando todos surpresos e atônitos.  

Mal sabiam eles que agora Min desejava algo maior e mais grandioso. A bruxa queria uma revanche por aquela sequência humilhadora que havia sofrido e não seria nada comparado ao que planejava anteriormente, afinal, agora sua raiva envolvia todos os contos de fadas até porque todos eram culpados dela se encontrar naquela situação.

Iria fazer algo, apenas precisava pensar como.

 

 


Notas Finais


♔.• ACABOU! E então, o que acharam? Ficaram boquiabertos, nenon? Hehehehe. Aceitamos críticas construtivas :3 #respeitoacimadetudo

♔.• Curiosidade: o lugar no qual os filhos dos contos de fadas estão, é bem colorido e bonito pra caramba; cheio de árvores, plantas, flores, tudo lindo e muito bem cuidado (pela Diretora Min, que tem uma estranha e grande fascinação por tudo isso); o internato é cercado por uma vasta floresta; quase nunca chove por lá também (o clima normalmente é ameno);

♔.• Pergunta de hoje (obs.: é óbvio que não são obrigados a respondê-la ;3 é mais pra interação): você faria de t-u-d-o para alcançar o que tanto almeja? Sim? E depois de alcançá-lo, acha que alguém ainda ficaria ao seu lado?

♔.• Nos desculpem por qualquer coisa e estamos aceitando tudo, tabo? Sugestões de cenas, etc. Queremos que a interativa seja tão boa para vocês quando está sendo para gente <3. Até logo galera! ps. não temos data definitiva de quando sará a próxima teaser hehehehe. (talvez em breve?)

ps. percebi agora o banner gif não foi hehehe depois arrumo hihihihi (comer primeiro hehe) ~ bjs de ácool gel


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...