História The Vampire - Capítulo 5


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Categorias Carrossel
Personagens Adriano Ramos, Alícia Gusman, Carmen Carrilho, Daniel Zapata, Davi Rabinovich, Jaime Palillo, Jorge Cavalieri, Marcelina Guerra, Margarida Garcia, Mário Ayala, Paulo Guerra, Personagens Originais, Valéria Ferreira
Tags Alicia, Paulicia, Paulo, Vampiro
Visualizações 105
Palavras 856
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


POV BY MARGARIDA

Capítulo 5 - Treta


Apressadamente voltei para a mansão, já se passava da meia noite, o jantar já deveria ter terminado, mas mesmo assim vesti meu uniforme e me dirijo á sala de estar.

Não encontrando nínguem, subo as escadas, e me encaminho para o quarto de Alicia, acabo encontrando Jaime dando voltas em frente a porta do quarto. Então ouço a voz grave de Paulo.

- O que esta acontecendo? - pergunto aflita.

- Uma guerra, isso é o que esta acontecendo. - responde enquanto roía as unhas.

- Como assim?

- Ela está fazendo o que não deveria... Está enfrentando ele.

Respiro fundo, tentando abrir a porta, mas estava trancada. Grudo a orelha na porta, para poder ouvir melhor a discussão.

- Me larga seu animal! - Alicia esbraveja.

- Eu disse que você se arrependeria.

- E o que vai fazer?! Me bater? - desafia Paulo.

Ouço algo se quebrar, tendo um leve espanto. Depois disso não consegui ouvir a voz de Alicia. Passos se aproximam da porta, e me afasto. A porta é destrancada, saindo de lá um Paulo com as orbes negras de fúria. Ele tranca a porta por fora, e guarda a chave no bolso.

- Eu não quero nínguem entrando nesse quarto até segunda ordem. Ela precisa aprender a me obedecer.

Ele sai e nos deixa a sós. Bato na porta algumas várias vezes, mas Alicia não respondia. Olho para Jaime, e ele continha o mesmo olhar desesperado.

- E agora? - pergunto.

- Vamos ter que esperar.





*****************(#)****************


Já era a quarta vez, que eu visitava aquele quarto naquela madrugada, e ainda não obtive resposta de Alicia.

Sentei no chão gélido, acabando por dar uma leve cochilada, sendo acordada por um soco na porta.

- Alguém aí? - sua voz estava falha.

- Alicia! Você esta bem? Meu deus, como eu fiquei preocupada. O que aquele monstro fez pra você?

- Eu não vou mentir, estou péssima, mas estou viva. Ele me trancou?

- Sim, não podemos te ajudar.

- Por quanto tempo você acha que ele vai me manter presa?

- Não vou mentir também... Por um bom tempo.

Ouço ela suspirar, não falamos mais nada depois disso, ela acabou adormecendo, eu acho, e eu fui para meu quarto aproveitar minhas últimas horas para descansar.




******************(#)****************


Já havia se passado três dias, e Alicia continuava presa. Pelo menos ele havia me deixado fazer curativos nela, ele havia á jogado contra o espelho, a mesma tinha cacos de vidro nos braços e nas pernas, mas nada muito grave. Jaime havia acabado de deixar o almoço dela, agora estava escorado na porta da frente da mansão, enquanto me observava regar as flores. Filho da puta, tava encarando minha bunda.

Derrepente uma moto para em frente ao portão da mansão, descendo dela uma garota, vestida como uma motoqueira. Ela tira o capacete, me surpreendendo com tamanha a beleza do ser. Seus cabelos curtos e ondulados nas pontas balançavam ao vento, seu pequeno corpo era contemplado com belas curvas, seus olhos castanhos amarelados, pele pálida e lábios avermelhados. Uma vampira. Idêntica á Paulo.

Antes que a mesma pudesse tocar a campainha, Jaime já estava no portão, o abriu dando passagem para a garota, e a abraçou fortemente, lhe levantando no ar. Me aproximo para cumprimenta-la.

- Você estava com tantas saudades assim?! - sorri, se desfazendo do abraço de Jaime.

- Mais claro bolinho. Você fez muita falta. - retribui o sorriso, apertando as bochecas da guria. Pingarreio, chamando a atenção dos dois.

- Oi, sou Margarida, empregada do mestre. - me apresento, apertando sua mão.

- Olá, sou Marcelina, irmã desse tal mestre, que eu só conheço como Paulo. - sorri fofamente.

- Com todo respeito senhorita Marcelina... Mas você é muito fofa! - não me contenho e aperto as bochechas dela também.

- O-obrigada - cora - Mas por favor pare, isso doí - retiro minha mãos de seu rosto, sussurando um "desculpe" - E é Marcelina apenas, sem o "senhorita", ok!?

- OK!

- Paulo está?

- No escritório, em reunião. - informo a mesma.

- Ah! Então eu espero.

Entramos para dentro da mansão, indo direto para a cozinha. Marcelina cumprimenta os outros empregados, sentando em cima do balcão. Conversavamos alegremente, até que me lembro de Alicia.

- Eu vou ver se Alicia precisa de algo.

- Quem é Alicia? - pergunta Marcelina.

- A nova humana do Pa- Jaime encara Marcelina, temeroso- Ops!

- Eu não acredito nisso. - negava com a cabeça.

Ela desce do balcão, se dirigindo á sala, acabamos por ir atrás da mesma. Ao chegarmos lá, ela já havia entrado no escritório de Paulo, depois de alguns segundos, Daniel e Koki saem as pressas de lá.

- Vai dá merda - Koki comenta - E eu vou embora.

- Eu também vou. - completa Daniel.

- Por que? - pergunto confusa.

- Marcelina é fofa, mas é uma bomba. Paulo tá fodido. - Jaime responde, mordendo uma maça.

- Eu acho que nã-

- VOCÊ TEM O QUÊ NA CABEÇA!? SEU IDIOTA, DESMIOLADO. - Marcelina grita.

- Eita porra! Treta. - comento divertida. Adoro uma treta.

Notas Finais


Marcelina versão motoqueria, gosto disso.

Treta de irmãos... TENSO


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