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História The walking dead - Não somos dois estranhos... - Twd - Capítulo 8


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Notas do Autor


Obrigado as pessoas que favoritaram a fic, e aos fantasminhas que me acompanham também, espero que gostem desse novo capítulo, aproveitem essa calmaria porque logo menos as coisas vão mudar drasticamente...


Espero que gostem bjssss.

Capítulo 8 - Uma esperança no meio do caos...


Fanfic / Fanfiction The walking dead - Não somos dois estranhos... - Twd - Capítulo 8 - Uma esperança no meio do caos...

Sem que eu pudesse cogitar em perguntar onde estava Merle, avistei Carl correndo rapidamente em direção ao Xeriff, gritando com entusiasmo chamando seu pai.

Beleza, aquilo estava bem confuso agora, então Rick era pai de Carl e marido de Lori?

Eu pude visualizar aos poucos a feição das pessoas ali no acampamento, passando de surpresos a felizes.

— Eu cuidei deles — Shane falou limitando as palavras.

— Eu sabia que cuidaria irmão — Rick devolveu soltando uma risada leve.



***


A noite seguiu fria, estávamos todos sentados ao redor de uma fogueira.

Eu dividia um enlatado de feijão com Sophia, enquanto Rick contava sua jornada até lá.

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Havia conseguido entender que, Rick e Shane eram Xeriffes parceiros, ambos moravam na pequena cidade de Cynthiana, e ambos eram melhor amigos também.

Rick abraçava forte seu filho e sua esposa, um em cada braço. Todos pareciam revigorados em ver Rick ali, talvez por ele ter trazido um pouco de esperança ao grupo, exeto por Shane que parecia estar um tanto quanto preocupado.

Mais porque estava?

A família de seu melhor amigo estava finalmente unida...

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— já pensaram sobre oque vão falar ao Daryl Dixon? — Dale perguntou quebrando o silêncio — ele não vai ficar feliz quando souber que deixaram o irmão dele para traz.

— Eu conto — T- Dog exclamou — Eu deixei a chave cair, a culpa é minha.

— Eu o algemei, a culpa foi minha — Rick falou franzindo o cenho.

E derrepente aquilo virou uma competição pra ver quem teria coragem de falar para o Dixon mais novo sobre o irmão.

— podemos mentir! — Amy apontou uma ideia

— Ou, podemos falar a verdade — comentei fazendo um coque no alto da cabeça — Merle estava fora de controle, tínhamos que fazer alguma coisa ou alguém acabaria saindo morto de lá — comentei categórica — vocês fizeram a coisa certa, não foi culpa de ninguém aqui, só do Merle.

Senti todos os olhares pousados em mim, Dale aparentemente era o mais preocupado com a reação do Dixon.

A conversa acabou com T - Dog se levantando depois de confidenciar que deixará a porta da sacada do telhado trancada com correntes e cadeado.

Merle poderia estar vivo ainda.


***


Já havia amanhecido, era um dia bonito.

Sai da minha cabana me espreguiçando do lado de fora soltando um leve gemido, observei que todos já começavam a despertar para cuidar de suas atividades rotineiras.

Caminhei até um lado que havia alguns baldes com água limpa, abri a tampa da minha garrafa colocando o líquido lá dentro.

— Bom dia Ellen — Carl passou por mim com um sorriso grande no rosto.

— Bom dia pequeno, você parece contente hoje — falei bagunçando seus cabelos pretos escorridos.

— É, eu estou — ele sorriu e em seguida correu até Sofia e os filhos de Morales, iniciando uma conversa sobre o pai dele e tudo que Rick tinha passado pra chegar até a família.


Eu poderia entender muito bem o motivo da alegria dele, afinal não é todo dia que seu pai morto volta a vida.

O meu mesmo, nunca mais iria voltar...


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O grupo estava dividido pelo acampamento, ninguém estava fazendo nada realmente produtivo.

Carol estendia as roupas de Ed para secar em um varal, enquanto Lori estava cortando o cabelo de Carl.

Rick, Glenn, Amy e Andrea ficavam observando Jim e Dale desmontarem o carro vermelho roubado, o resto do pessoal estavam tomando seu café da manhã em uma mesinha improvisada.

E Daryl, ainda não havia  voltado de sua caça... 

Será que ele estava bem?




Porque diabos eu estava me importando?

Afinal se ele tivesse morto, não teríamos que nos preocupar em falar onde estava o outro babaca.

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Tentando não chamar muita atenção, eu me afastei do grupo rumo a pedreira, seguindo uma trilha paralela que não levava ao lugar onde costumávamos ir.

Meu intuito era chegar até um segundo lago, bem menor que o outro a uns quatro ou seis quilômetros a frente.

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Alcancei o lago até que bem rápido, parei ficando em cima de algumas pedras para conseguir contemplar aquela vista.

O lago era relativamente médio, com águas quase transparentes.

Ainda eufórica e ofegante, nem pensei duas vezes para começar a tirar a roupa, ficando apenas com minha regata meio vinho, e uma calcinha Boy Short.

Arrumei a calça jeans, minhas meias por dentro da bota e minha pistola, por cima de umas pedras.

Sem ponderar muito me joguei na água cristalina, sentindo o choque térmico esfriar meu corpo.

Sorri com prazer aproveitando o momento.

Até porque banho, era uma coisa que ainda não tínhamos tomado desde que chegamos no acampamento, todos haviam concordado que usar o lago principal pra tomar banho não seria uma boa ideia, já que aquela era a mesma água que bebiamos, um grande número de pessoas tomando banho lá não seria nada higiênico.

E por aquele lago ser bem mais afastado, ninguém se disponibilizava a ir até lá.


Sorte a minha...


Fiquei lá longos minutos aproveitando a água gelada sobre o meu corpo.

Mas tudo que é bom dura pouco não é ?

Sinto algo pegar o meu tornozelo esquerdo embaixo d'água.

A não, não  é possível que mesmo tomando banho eu não podia ter paz com aqueles Errantes.

Eu teria que dar um jeito agora, ou eu morreria ali mesmo...


Notas Finais


Até o próximo amorzinhos...


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