História The Walking Dead In Camren - Capítulo 2


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony, The Walking Dead
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui
Tags Apocalipse, Camren, Laureng!p, Laurenjauregui, Laurmila, Romance, Thewalkingdead, Walker, Zumbis
Visualizações 45
Palavras 1.143
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Heey Guys, voltei com mais um capítulo dessa história, espero que estejam curtindo, obrigado a todos que favoritaram e comentaram, isso ajuda muito.

Tenham uma boa leitura :)

Capítulo 2 - Capítulo 2.


Camila Cabello:

     Já tínham se passado horas desde que saímos da casa, olhei pelo retrovisor, Sofia estava dormindo, suspirei aliviada e feliz pela pequena estar descansando. Olhei ao redor, notando que estávamos próximas a uma fazenda, parecia estar abandonada a meses, olhei o céu, estava anoitecendo, chegaríamos durante a manhã em Atlanta, precisávamos dessa noite para descansarmos. Estacionei o carro no encostamento e desfiz a ligação direta, Sofia despertou coçando seus pequenos olhinhos.

  - Já chegamos?

   Sua voz era sonolenta, me virei para a menor e sorri de canto.

  - Ainda não meu bem... Tem uma casa ali, podemos passar a noite, a Kaki vai ver se ela está vazia, você fica aqui, okay? Grite se algum deles vir aqui

   Ela assentiu fechando seus olhos mais uma vez, a mesma estava cansada, assim como eu. Abri a porta do carro e desci do veículo, fechei novamente puxando a minha faca da cintura, segui pelo campo até a casa, olhei ao redor e fiz barulho na porta, para que, se algum deles estivesse lá dentro, ouvisse e viesse até a porta. Esperei por alguns minutos, e nada aconteceu, decidi arriscar, abri a porta pegando a lanterna no bolso, liguei a mesma olhando a sala, parecia tudo calmo, fui para o próximo cômodo.

  Assim que tinha olhado todos os cômodos, voltei para o carro e peguei Sofia e nossas coisas, deixei a pequena no sofá dormindo enquanto eu fazia fogo na fogueira, as portas e janelas estavam trancadas e se alguém entrasse, eu ouviria. Me sentei no outro sofá, vendo Sofia dormir, a luz do fogo lhe iluminava, ela estava serena e senti que pudia relaxar. Deixei a faca e a pistola sobre a mesa de centro, junto a lanterna. Abri minha mochila puxando o álbum de fotografia da nossa família, a última coisa que havia sobrado da nossa casa. Meus pais, foram mordidos, logo que a epidemia começou, eu não sabia o que fazer, estava assustada e tinha de cuidar da Sófia. Meus pais queimaram de febre na cama, até morrerem e se transformarem nessas coisas, eu tive de mata-los, atirei na cabeça de ambas, minha sorte foi que Sófia estava no quarto e não viu nada, ela me odiraria caso tivesse visto. Fechei o álbum assim que senti meus olhos quentes, as lágrimas já estavam por vir, puxei a coberta e me deitei, fechando meus olhos, desejando acordar desse pesadelo horrível.

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   Na manhã seguinte, acordei com os primeiros raios solares, apaguei o fogo e acordei Sofia, revirei a cozinha e consegui encontrar dois pacotes de salgadinhos, comemos e seguimos de volta ao carro, para continuarmos nossa viagem. O dia estava lindo, fazia calor, e isso era bom, o ruim era a água, a mesma estava acabando.

  - Olhe, chegamos.

   Apontei para a placa, escrita "Bem-vindos a Atlanta", a mesma estava enferrujada e desgastada pelo tempo. O CCD ficava a poucos quilômetros, eu estava ansiosa, finalmente teríamos refúgio.

   - Ebaaa!!

   Sófia fez uma dancinha em comemoração, a pequena se colou ao lado da janela, para enfim ver a cidade, afinal, nunca estivemos ela, ela estava parada, os carros abandonados, e alguns, cadáveres no chão, não queria que ela visse isso.

  - Sofi, saia da janela....

   Pedi, a pequena obedeceu, se colocando de volta ao seu lugar, assim que virei a esquerda, meus olhos se arregalaram, um bando de zumbis estavam lá, por toda parte, em todo canto.

  - Kaki!

  Sofia gritou, olhei para a mesma que apontava para trás, onde outro bando vinha. Engatei a ré e tentei escapar deles, o que foi impossível, pois acabei batendo em algo no chão, deixando o carro imóvel, ele não ia para trás nem para frente e os zumbis se aproximavam.

- Sofi, suba os vidros e tranque as portas!

   Subi rapidamente os vidros da frente e tranquei as portas, ela fez o mesmo, mas aquilo não iria segurar eles para sempre, eu precisava pensar em uma saída e rápido, ou então iriamos acabar sendo mortas.

  - Kaki!!

  Sofia veio para o banco da frente, e apontou para três carros que entraram na multidão, atropelando os  zumbis, e alguém atirava em alguns, abrindo caminho, outro carro, parou ao nosso lado, enquanto os outros dois, se livravam dos zumbis.

- Venham! Anda!

   Uma voz grossa avisou, olhei para o teto solar e logo o abri.

- Sofia vá, eu estou logo atrás de você

   Passei a pequena pelo teto, a mesma pulou para o outro carro e entrou no teto. Puxei nossas mochilas e sai pelo teto, pulei para o outro carro, entrando pelo teto, me sentando no banco de trás. Haviam três pessoas ali, um homem ao volante, uma mulher ao seu lado e um homem ao meu. O homem do volante aparentava ter uns 40 a 48 anos, ele tinha cabelos negros e grandes, tinha uma barba por fazer. A mulher ao seu lado, era branca, tinha cabelos curtos e aparentava ter 50 anos. Ao meu lado, estava um homem com cabelos negros enormes, que caiam em seu rosto.

- Rick, tudo limpo por aqui, conseguiram pegar elas?

   Uma voz masculina disse, pelo rádio, o tal Rick, que estava ao volante, puxou o rádio e começou a falar:

  - Pegamos, estamos indo para casa, bom trabalho.

   E então colocou o rádio no colo, eu puxei Sofia para o meu colo, estávamos assustadas, essas pessoas eram do CCD?

  - Vocês estão bem?

   A mulher se virou para nós, olhando a gente com cautela, provavelmente pensando que fossemos doidas, como algumas pessoas que existem por ai.

  - Sim.... E obrigado, por salvaram a nossa vida....

   Respirei fundo, tomando controle da respiração, que estava ofegante.

- Geralmente não ajudamos pessoas estranhas, para onde estavam indo?

- Para o CCD, ouvimos um alerta no rádio....

   Rick e a mulher se olharam, e então ela olhou novamente para nós.

  - O CCD foi distruido, o que vocês ouviram foi uma gravação de meses atrás... Lamento

   Fechei meus olhos sentindo uma enorme vontade de socar algo, mas que inferno! O que iriamos fazer agora? não tinhamos carro, e estávamos junto a estranhos, embora eles parecessem boas pessoas... Quem poderia saber?

  - Eu sou Carol, este é Rick e este é o Daryl.... Temos uma prisão ao sul, se quiserem, podem ficar conosco....

  Olhei para Sofia, que abraçou meu pescoço, e sussurrou em meu ouvido:

- Não quero mais ficar em casas....

   Suspirei acariciando as costas da pequena, eu também estava cansada de ficar escondida.

  - Mas antes.... Quantos zumbis você já matou?

  O Rick, que parecia ser o líder, perguntou, me olhando pelo retrovisor.

- Muitos....

- Quantas pessoas já matou?

  Suspirei mais uma vez, olhando para o lado.

  - Duas....

- Porque?

- Eles viraram....

   Ouve um longo silêncio, tudo que se ouvia era o barulho das folhas voando quando o carro passava pela estrada, olhei pela janela, espero que, pelo menos agora, essa tal "prisão", venha ser um lar para nós.


Notas Finais


Como estamos? O que vocês acham? (PS: saudades da 3temporada :/)


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