História The Walls Could Speak - Capítulo 4


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Violencia
Visualizações 6
Palavras 370
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 4 - 2


Jimmy me espancava e apertava minhas pernas, eu apenas me lembro de arranhar seu pescoço com minhas unhas pequenas. Eu depositei muita força nos arranhões, o que o deixou furioso e logo em seguida ele bateu em meu rosto e minha visão ficou escura, eu havia desmaiado.

Acordei em um um terreno com muito mato, bem distante da rua. Certamente eu estava no meio dele. Eu estava nu e meu corpo doía, minha testa sangrava e meus pés estavam gelados. Andei até a avenida e vi um homem muito alto vestindo roupa de policial. Pedi ajuda à ele, que se assustou quando viu o meu estado, me levou para uma delegacia e me cobriu com uma manta azul.

Ele me fez perguntas, e por fim pediu o número da minha casa. Dei à ele, e quando ele ligou, papai atendeu. Quando eu ouvi que meu pai estava a caminho, eu me acalmei e me mantive encolhido no banco da delegacia.

Eu cochilei e fui acordado com mamãe me segurando nos seus braços e me abraçando, papai estava chorando e com uma expressão muito preocupante.

Fomos ao hospital e os médicos foram legais comigo, eles me deram brinquedos enquanto faziam vários exames em mim. Eu sempre tive muito medo de agulhas, o que me fez chorar quando uma entrou em contato com minha pele e "sugou" meu sangue.

A enfermeira chamava Cassie, ela me levou até um banheiro e me deu banho, a água estava morna e tinha sabão, muito sabão. No final do dia, fomos para casa e eu dormi no colo da mamãe, que por sinal me apertava, eu me sentia protegido.

A porta se abriu e eu fui deixado na minha cama, as luzes se apagaram e eu dormi. No meio da madrugada, acordei com suor em meu corpo e pânico, comecei a gritar e papai abriu a porta do quarto acendendo a luz. Ele se deitou comigo e me abraçou, dizendo que ficaria tudo bem.

No dia seguinte, mamãe me levou até um psicólogo. Ele conversou comigo e pelo que pude entender passou remédios, muitos remédios. Desde então me afogo em comprimidos que promovem uma sensação mais calma para meu cérebro, mas eu nunca mais fui feliz.



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