História The Wanderers - Capítulo 3


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Categorias The Walking Dead
Personagens Personagens Originais
Tags Ftwd, Twd
Visualizações 17
Palavras 2.099
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Famí­lia, Romance e Novela, Survival
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Fiquei o dia de sábado todo fazendo esse capítulo, deu um pouquinho de trabalho e espero que gostem.
Críticas construtivas são boas e irão me ajudar muito!
Boa Leitura!

Capítulo 3 - T01:E02 - Chances


Fanfic / Fanfiction The Wanderers - Capítulo 3 - T01:E02 - Chances

"Os hospitais continuavam lotados, várias pessoas que haviam contraído o vírus estavam preocupadas, enquanto isso nas ruas as pessoas faziam protestos, vários jornais atualizavam a todo momento o que estava acontecendo mundo a fora. O preço da pílula havia subido.
As coisas estavam começando a se complicar e o mundo estava começando a sentir. Em poucas semanas após o vírus ser descoberto os comércios aos poucos foram sendo fechados, ao saberem que havia uma pílula que poderia estabilizar o vírus deu a população esperança.
Rav estava sentado em sua grande poltrona de couro em sua sala, segurava em sua mão direita o controle remoro da tv e em sua mão esquerda uma segurava um Dram com Jack Daniels. Em todos os canais se falava do mesmo assunto, já era de se esperar. Rav desligou a tv subindo as escadas e indo em direção ao seu quarto, abriu a segunda gaveta de seu criado mudo pegando uma caixa de cigarro.
Era o fim do mundo e nada poderia ser feito, tudo que Rav havia feito de bom foi apagado por um erro tão estúpido. Aceitar as ideias de Aiden realmente foi um erro, porém deu um voto de confiança a ele.
Ele se perguntava como o rato escapou tão facilmente e apenas um rato pode tomar essa grande proporção, isso não fazia sentido"


Tempo atual

– Sabe, qualquer um no meu lugar assim como eu não perderia uma oportunidade dessas – Alexander o olhava fixamente vendo o mesmo fazer uma expressão de surpresa.


– Minha intenção era ajudar pessoas. Fizemos vários testes e... – Rav foi interrompido.


– O problema é que " acidentalmente" o rato escapou do laboratório, não é mesmo!? – Ele fez aspas com os dedos falando em um tom sarcástico.


– Aiden o deixou escapar...– Rav se mexeu para ficar em uma posição confortável, logo sentiu sua cabeça e levou sua mão até a mesma.


– Ajudar pessoas, bem...como explica os mosquitos que transmitiam o vírus? – Rav paralisou no mesmo momento.


– Do que está falando? – Alexander balançou a cabeça negativamente.


– Além de um merda de cientista você é também um ótimo ator. – Alexander cerrou os dentes irritado.


Rav estava processando o que Alexander havia dito, juntando as peças agora ele tinha certeza de que tudo havia sido planejado por Aiden. Desde soltar o rato até os experimentos com os mosquistos.
O mosquito teria sofrido uma mutação, começou a se reproduzir e tomar grande proporção, levou tempo para que Aiden concluísse seu plano. O vírus é transmitido através de uma picada, vacas, cachorros e pessoas podem ter sido picadas assim o vírus passaria de pessoa por pessoa. O mosquito teria começado sua reprodução na primavera.


–O que vai fazer comigo? – Rav pergunta com uma expressão séria olhando para Alexander.


– Já sei no que será útil – Alexander deu um sorriso de canto.

[...]


Alvin, Moniélly e seu irmão Hector caminhavam para o sul, procuravam um lugar para que pudessem passar a noite. Desde o começo eles não conseguiram ficar em um lugar fixo, havia apenas um: o centro de ajuda, foi criado para abrigar a população que ainda não havia sido contaminada porém teria sido derrubada pelos mortos-vivos. Ter um lugar seguro no dia de hoje seria como achar um balde cheio de ouro.


–Precisamos achar um lugar para passarmos essa noite. – Moniélly se pronunciou depois de um longo tempo em silêncio. Alvin parou de caminhar se virando para Hector e Moniélly.


–Já sei onde podemos ficar ! – Alvin fez com que seus amigos o olhassem com certo receio.


–Como pode estar tão seguro assim? – Hector cruzou os braços vendo Alvin suspirar.


–Confiem em mim. – Se virou continuando a andar, os irmãos o seguiram mesmo que a incerteza tivesse os consumido por completo.

[...]


Rav ouvia o barulho do carro, logo o mesmo passou por uma pequena lombada. Estavam em uma estrada de pedra, com certeza levava para alguma fazenda próxima. Seus olhos estavam cobertos por um venda, sua cabeça estava encostada no vidro, estava sentado no banco do passageiro e aos poucos foi ficando consciente.


– Pra onde está me levando? – perguntou com um pouco de dificuldade, havia levado outra pancada na cabeça.


– Você logo vai saber, estamos quase chegando. – Alexander disse em um tom calmo não tirando os olhos da estrada.

Logo Alexander parou o carro, abriu a porta e saiu do mesmo, deu uma boa olhada no local que transparecia tranquilidade. Abriu a porta de Rav o tirando do carro de qualquer jeito.

– Aí...– Rav gemeu de dor. Foi empurrado por Alex até que pararam derrepente.

– Onde estamos? – Perguntou o indiano curioso. A venda de seus olhos foram tiradas, teve a visão de uma pequena loja de armas. Estavam em uma pequena cidade  a 120 quilômetros de Dallas.

Estavam em um ponto cego, caso aparessece algum zumbi ou quem sabe vários deles. 

– Quero que entre lá e pegue tudo que conseguir – Alex diz olhando para Rav e lhe entregando o seu facão e sua pistola que agora continua a última bala.

– Está louco? – Rav parecia não acreditar, estava fraco e não havia possibilidades de sobreviver.

– Faça isso e eu não te mato, não poderá fugir e muito menos se esconder. Te darei quatro porcento do que conseguir – O maior olhou para Rav vendo que o mesmo não iria se recusar.

– E se eu não conseguir sair? – O indiano estava pensando em tudo que poderia acontecer.

– Dê seu jeito...– Alexander entrou no carro enquanto Rav caminhava lentamente para a pequena loja. A rua estava calma, haviam alguns carros parados perto das calçadas, haviam vários pedaços de vidro espalhados pelo chão.

Rav deu uma boa olhada ao redor de onde a loja ficava e abriu a porta, não estava trancada. Adentrou vendo que todas as armas estavam intactas, começou a pegar todas e colocar em uma grande mochila, pegou as balas e achou também alguns coletes, sem hesitar pegou todos. A mala estava pesada porém o caminho até o carro não era longo, foi até o deposito do local vendo mais armas e mais munição, o que mais lhe chamou a atenção foi uma lança foguetes M136AT. Estava em uma mala grande, mesmo não aguentando com o peso Rav aguentou firme e seguiu até a porta do depósito, no momento em que ia sair ouviu a porta da entrada ranger e logo em seguidas passos, grunhidos podiam ser ouvidos e isso fez Rav arrepiar.

Em passos lentos Rav fechou a porta do deposito cuidadosamente para não chamar a atenção. Foi para o banheiro que havia alí, o cheiro fez com que Rav sentisse repulso. fechou também a porta do banheiro, pegou a mala de armas e a jogou pela estreita janela do banheiro e logo em seguida jogou a mala de lança foguetes. Subiu no vaso se apoiando na pia que ficava logo em frente, se esforçou ao máximo para passar pela pequena passagem, parou um pouco para se recuperar e continuou a se expremer.

A maçaneta da porta foi rodando lentamente sem que Rav percebesse, a porta se abriu e logo um grunhido pode ser ouvido. Desesperadamente Rav fez mais força para tentar passar pela janela, mesmo sendo magro ainda faltava muito para que ele passasse, o zumbi segurou em seus pés o puxando para baixo. Rav começou a gritar pedindo por ajuda.

[...] 

Alexander apenas observava de longe, viu que havia entrado um zumbi na loja, saiu do carro dando um longo suspiro. Iria esperar uns cinco minutos e depois ia atrás de Rav, com certeza ele consegue se virar sozinho, pensou Alex.

Não demorou muito para que alexander escutasse os gritos de Rav.

– Que idiota ! – Alex correu para a loja procurando por Rav, foi até o banheiro e viu um zumbi segurando os pés do indiano. 

Alex levou sua mão até a cintura pegando sua arma e dando coronhadas na cabeça do zumbi logo ajudando Rav a descer da janela.

– Onde estão as armas? – Alex o olhou e o indiano ainda se recuperava. – Onde estão as malditas das armas? – Segurou na gola da camisa de Rav jogando contra a parede.

– As joguei pela janela quando fui tentar sair, estão lá fora. – Alexander o soltou indo em direção a porta da loja.

Rav olhou pela janela vendo vários zumbis se aproximando do local, Alexander estava prestes a sair da loja quando Rav o segura pelos braços puxando o mesmo bruscamente no chão.

– Perdeu a sanidade, não toque em mim novamente! – Disse então um tom alto atraindo a atenção dos zumbis.

[...]

– É bem alí – Alvin abriu um pequeno sorriso em seu rosto, caminhou até a grande casa.

Moniélly e Hector se olharam  e assim como Alvin abriram um sorriso.

– Como sabia da casa? – Moniélly perguntou ao chegarem em frente a porta.

– Rose mora aqui, ela é minha prima. É um lugar afastado, o lugar perfeito para ficarmos.

– Ela ainda está viva? – Hector tirou a mochila de suas costa e adentrou assim que Alvin abriu a porta.

– Se ainda estiver viva ela vai estar aqui. – Alvin deu passagem para que que os dois entrassem e fechou a porta logo atrás.

Caminhou pela sala vendo pequenas manchas de sangue, viu uma mochila jogada no canto perto do sofá. Subiu as escadas cuidadosamente indo até a parte de cima. Moniélly ia atrás de Alvin mas foi parada pelo irmão.

– Não, vamos esperar aqui. – Segurou em seu braço e a puxou para perto do mesmo.

A porta do quarto de Rose estava aberta, ele pegou seu facão entrando lentamente, viu uma possa de sangue no chão perto a cama, não havia ninguém no cômodo, entrou nos outros cômodos para verificar se Rose estava alí, porém nada dela. Alvin suspira fundo frustrado.

– Achou ela? – Moni se aproxima de Alvin e o mesmo fica em silêncio. – Eu sinto muito! – o abraçou sendo retribuída.

– Isso não significa que ela possa ter morrido, ela pode estar em outro lugar. – Hector gesticulou com as mãos.

– Eu tenho certeza de que se ela estivesse viva iria estar aqui. – Alvin diz convicto.

–Havia alguém aqui antes de chegarmos, ainda podem estar por perto ou até mesmo escondidos – Moni caminhou até cozinha vendo migalhas de pão em cima da bancada, havia também um copo sujo de leite. Ela foi até a dispensa pegando um saco de bolachas abrindo o mesmo. – Meninos venham aqui ! 

Hector e Alvin correram para a cozinha como duas crianças. Viram a porta da dispensa aberta e se aproximaram.


–Bem, temos que ver se não está vencido. – Hector começou a mexer em tudo verificando coisa por coisa.


[...]

Logo que viu o que havia feito Alexander começou a se xingar mentalmente.

– Mas que merda, como vamos sair daqui...– Olhou para Alexander e começou a engatinhar para o depósito sendo seguido. – Temos que pegar as armas e sair – Disse quase em um sussurro.

–Não tem saída, a entrada é a saída. – Alexander falou fechando a porta do depósito.

–A janela... – Rav adentrou o banheiro, subiu no vaso e depois na pia, assim como havia feito a pouco. Se pendurou na janela tendo uma visão do local onde iria cair. – A parte de trás está livre, é um pequeno corredor que dá direto pra rua, há alguns arbustos perto da parede que irá amortecer nossa queda, do lado onde viemos está vazio porém teremos que ser rápidos.

–Temos que voltar antes de escurecer. – Alexander lembrou.

Rav foi o primeiro a tentar sair, com a ajuda de Alex conseguiu. Caiu nos arbustos que amorteceu sua queda, logo em seguido foi a vez de Alex que teve dificuldades pois é bem maior que Rav. Ao se levantar ambos pegaram as malas e com passos lentos caminharam até o pequeno portão que havia no corredor, observaram o local e abriram o mesmo. Estava ocorrendo tudo bem, conseguiram atravessar a rua sem serem vistos e seguiram reto para chegarem até o carro.

A direita havia uma rua que dava acesso a uma pequena ponte, havia um zumbi comendo partes da perna de uma mulher. Rav e Alexander pararam no mesmo instante ao perceberem a presença do ser ali, porém ele ainda não havia percebido a presença dos dois. Os cuidados foram redobrados, porém ao pisar em falso Alex acabou topeçando fazendo barulho e derrubando a mala de armas, o que atraiu a atenção do zumbi.

Assustadoramente o zumbi começou a correr na direção de ambos, Rav ajudava Alex que ainda estava caido no chão, o zumbi era rápido e já estava se aproximando de ambos. Rav pegou sua arma e a destravou, mirou e atirou na cabeça da criatura que caiu imóvel no chão.

Os dois homens caminharam o mais rápido que conseguiam para o carro, guardaram as armas no porta malas e entraram no automóvel, Alex deu partida e seguiram para a casa de Rose.

[...]


Notas Finais


Espero que tenham gostado, eu disse no capítulo anterior que iria mostrar nesse capítulo o Tipo B, porém achei melhor não adicioná-lo ainda.


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