História The War Of A Thousand Years - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Autoritário, Drama, Guerra, Lgbt, Magia, Medo, Nephalen, Preconceito, Romance, Yaoi, Yuri
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Palavras 913
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Luta, Magia, Mistério, Orange, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Coisa tola


As pupilas estavam pesadas é um sentimento ruim vinha dentro de mim, estava quase na hora de fechar, eu não queria por meus pés, lá fora!

Essa era uma das coisas que menos queria lembrar, que infelizmente vivi. A guerra! porquê, temos que brigar? é ainda mais por algo tão tolo, estava tendo uma grande rebelião. o mundo era devidamente ruim. talvez você entenda a situação, se conseguir explicá-la bem.

Acho que não ficou óbvio, que, o mundo onde eu vivo, ele é um pouco diferente. eu não sou bom em contar detalhes, mas posso dizer, que ele tem seres que parecem ter saído de um conto de fadas, Isso mesmo! fadas, elfos, vampiros e ocs... todo tipo de ser que poderia imaginar, mas, não eram as mil maravilhas, como já havia dito, estava tendo uma guerra, contra uma rebelião, que cada dia ficava mais forte, é claro, eu era total apoio a ela. o rei que dominava aquilo tudo, vinha de uma família de ditadores, que dominou essa terras por quase 900 anos, e a fama de ditadores já saber como funciona... o poder sobe a cabeça, e começa, a querer colocar regras em coisas que não tem necessidade.

um exemplo, era o absurdo que se igualava a de Adolf Hitler, quase parecia com o implante da hierarquia dos arianos, Era extremamente proibido casamentos interraciais, com pena de morte caso o casal tenha um filho, o pior era caso encontrasse um híbrido, mesmo crianças eram mandados para um tipo de campo de concentração, e que, aqui foi dado o nome carinhoso de vila dos condenados, eram jogados lá, é por sorte conseguiam morre ou eram mortos, pois era o pior lugar no mundo, feito para assustar crianças a noite, um bicho papão real. uma vez Miranda disse ao nosso filho;  “se não obedecer, eu vou mandar você para a vila dos condenados”, ele se pôs a chorar. essa foi a primeira vez que brigamos feio, não se diz isso, nem de brincadeira, principalmente para uma criança de 5 anos.

 

  Eu já estava finalizando o fechamento, e os funcionários já tinha sido dispensados. mesmo não querendo sair, era quase meu deve ir para casa. caminha naquelas ruas era algo terrível, não tinha medo de ser assaltado, tinha mais medo dos soldados que eram feitos para nos proteger que, naquele momento arrastavam corpos no meio de todos exibindo suas novas vítimas, eles não tinha vergonha e nem o menor senso, não importava quem eram aquelas pessoas, ao seu redor, havia cidadãos horrorizados, tinha que, exibir um sorriso falso de alegria e dizer “ que viva! as espécies puras”, eu sabia que no meio de todas aquelas pessoas, havia gente inocente o suficiente de achar aquilo certo, pessoas  ineptas, que acreditava em tudo que o governo empunhava. se não era com eles, tudo estava correto! eu não sabia se sentia ódio ou dó de pessoas assim, condenadas as ilusões de um mundo cruel, elas já haviam aceitado que nada ia mudar, ou tinha preguiça de apoia uma nova solução para os problemas, e preferiam ver pessoas morre do que levantar a mão para ajudá-las. mas, também, o que poderia falar delas? eu era tão pobre quanto! apoiava os rebeldes, mas, não fazia nada para ajudá-los, não tinha um esconderijo secreto ou algo do tipo caso um dia tivesse que esconder alguém, talvez na realidade seja tão inocente quanto aquelas pessoas que julguei no momento que caminhava para minha casa.

 fugindo da situação! tudo que queria fazer, era chegar em casa, tomar um banho, ligar para thomaz e pergunta, como tinha sido o seu dia e ouvir a voz, doce e que me enchia de saudade, dizer que estava ótimo, perguntar se já havia feito a lição, se tinha comido toda a comida e não se meteu em nenhum problema. ele era paixão da minha vida, sentia que era a única razão para não ter abandonado a vida.

- eu te amo! - era a frase que fazia, eu viver, fazia eu recuperar as energias, ele estava tão longe de mim, que sentia um aperto no coração quando ele dizia... - adeus papai!

eu era um pai bobo, amava muito meu filho, ele era minha esperança, tinha medo do que o mundo poderia fazer com ele, Thomaz era a única coisa que havia dado certo no meu casamento, e por mais que eu e miranda ainda éramos bons amigos, nossa amizade ficou meio abalada, mesmo assim, nunca deixamos de nos falar, sempre que podia, dava um jeito de viajar até a cidade que eles moravam, que ficavam quase duas horas da minha, e não era nada fácil viajar de cidade em cidade, ainda mais para alguém que nem sabia qual espécie exatamente pertencia, que era mais um dos motivos para eu ter medo de thomaz se machucar. eu acreditava que era humano, 1,72 de altura, não poderia ser um elfo, eles são extremamente altos, pele clara, já tira os ocs da lista, já que suas peles tinha tonalidade cinza e azul, nenhuma mancha ou tatuagem de nascença no corpo, além dos cabelos loiros escuro, a única coisa que me diferenciava de um humano normal era minha heterocromia, ou seja olhos de cores diferentes, sendo o esquerdo azul e o direito castanho.

eu tinha quase certeza que eu era humano, mas mesmo assim tinha medo, então evitava pensar nisso, tomava um belo suco de Damasco e apreciava minha noite, antes que começasse mais um dia cansativo amanhã.

 



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