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História The Wickedness of Light - Capítulo 3


Escrita por: hadevictory

Capítulo 3 - II - Conversation with death


Suspirou. O clima ali fora era ameno, não o suficiente para que ele sentisse frio. Começou a andar, sentindo-se um tanto estranho. Faziam meses que ele não fazia algo simples como andar livremente. 

Mantinha uma expressão indiferente enquanto passava entre as lojas e bares. Sua máscara muito bem colocada nem mesmo tremeu quando um grupo de aurores passou por si. Era difícil não demonstrar emoções mas era necessário. 

Sentia falta daquilo também. Trabalhar era o que o mantinha ocupado sempre que ele queria fugir um pouco da realidade. Mergulhar em papéis, anotações, fotos e evidências o aclamavam como nada no mundo podia. 

Andando pelo lado sul do Diagon Alley, olhando aquelas lojas, nada lhe trazia o mínimo ânimo ali além da loja de quadribol. Sua mente divagava bastante, indo longe no que fazer agora. Sua vida havia sido uma mentira, Apenas mais uma confusão para a minha conta. Pensando com calma enquanto caminhava, lembrou-se que necessitava de roupas. Estava usando as roupas que achou pelos lugares por onde passou e isso não era nada bom se ele queria passar despercebido. Vestes maltrapilhas ou esvoaçantes demais, eram sem dúvida problema.

Entrando em Madam Malkin’s: Robes for All Occasions foi muito bem recebido pela senhora vestida de lilás. Comprou roupas bruxas simples já prontas que necessitaram apenas de poucos ajustes. Em poucos minutos, ele já se retirava da loja com uma sacola com feitiço de extensão na mão. Continuou a andar, direcionando-se a outra parte daquele centro.

Olhando as lojas amontoadas do lado sul, lembrou que estava sem varinha, já que ela lhe foi roubada junto com seu anel Potter na noite em que foi traído. Não que houvesse muita necessidade pois desde o seu treinamento para auror, o moreno tinha um controle melhor de sua magia, mas ainda sim, era algo necessário para duelos e poções. 

Se dirigiu à Ollivanders: Makers of Fine Wands since 382 B.C que reabriu desde o fim da Segunda Guerra Bruxa. Entrou sendo anunciado pelo sino preso a porta. Logo o velho homem apareceu em sua frente, cumprimentando-o com uma voz suave:

ㅡ Boa tarde. 

ㅡ Boa tarde ㅡ Cumprimentou querendo ir com aquilo logo. Aquele velho era muito, muito astuto e esperto.

ㅡ Quem é você? Não me parece estranho. 

ㅡ Isso não importa no momento. Tenho pressa ㅡ Cortou o assunto. Não poderia dar sorte ao azar. Os olhos azuis de Garrick brilharam.

ㅡ Certo, certo. Qual o braço da varinha?

ㅡ Sou ambidestro ㅡ Respondeu, já erguendo seu braço. Conhecia aquele ritual. Harry foi medido do ombro ao dedo, depois do pulso ao cotovelo, do ombro ao chão, do joelho à axila e ao redor da cabeça. Como da primeira vez. Assim, logo a fita o media sozinha. 

ㅡ Já chega ㅡ O homem demandou e a fita apenas caiu no chão. 

Logo Olivanders começou a lhe entregar diversas varinhas. Todas incorretas. Potter não aguentava mais quando aquela mesma voz reconfortante soou em sua cabeça:

ㅡ \Peça a sua magia que traga sua varinha até você.\

Se concentrou, focando-se apenas em sua magia. Mentalizou o que queria e levou a mão, onde uma caixinha verde, diferente das outras e uma preta, pousaram. Abriu os olhos observando as caixas em grande curiosidade. Ergueu a cabeça olhando para o vendedor que o encarava levemente espantado. 

ㅡ Interessante, interessante… ㅡ O homem murmurava conforme pegava o pequeno estojo, abrindo-o e lhe entregando a varinha que ali jazia ㅡ Aspen mergulhado em lágrima de fênix, 34 centímetros, rígida, veneno de basilisco ㅡ Essa descrição fez o mais novo arregalar os olhos quase imperceptivelmente enquanto a segurava ㅡ Eu me lembro exatamente quem a fez ㅡ Os olhos de Ollivanders não tinha foco. Pareciam insanos ㅡ Sim, sim. Ele foi um bom aprendiz.

ㅡ Perdoe-me atrapalhar sua breve história ㅡ Harry disse após pigarrear, tendo a atenção do homem mais velho ㅡ Mas quem a produziu?

ㅡ Meu antigo aprendiz, Tom ㅡ A surpresa que transpareceu nos olhos de Potter não passou despercebida pelo mais velho ㅡ É, ele. Ele era bom… ㅡ Os olhos azuis se tornaram perdidos mas logo voltaram a ter foco ㅡ Um núcleo nunca testado ou feito antes. Uma varinha única. Com um núcleo poderoso que precisa de um bruxo extraordinariamente poderoso e forte para domar um meio tão poderoso e rebelde. Provavelmente possessiva e perfeita para as Artes das Trevas ㅡ Explicou, enquanto embalava uma e pegava outra para lhe entregar ㅡ Colubrina, 36 centímetros, capa de dementador. Outra varinha única. O que te torna ainda mais interessante ㅡ Ergueu os olhos até os verdes ㅡ Esse foi um experimento particularmente difícil de ser feito ㅡ Começou a embalá-la ㅡ São varinhas de fato poderosas ㅡ O homem começou a divagar, ao mesmo tempo que Harry apenas queria ir embora o mais rápido que pudesse. 

ㅡ Dê-me também dois coldres de braço e dois de perna, por favor ㅡ Interrompeu, dessa vez sem se importar o falatório do homem que parecia cada vez mais perdido. Logo seu pedido foi atendido e após pagar e pegar suas coisas saiu o mais depressa que pôde. Torcendo muito para que aquilo não se espalhasse. Apesar de duvidar muito já que, a compra de varinhas era algo extremamente pessoal. 

Harry esperava ainda, conseguir passar em alguns pub para beber algo, porém segundo seus próprios pensamentos, ele nunca tem sequer um dia de paz. 

Saiu da loja tendo uma visão um tanto… desagradável, Dumbledore olhou por cima dos ombros enquanto se dirigia à Gringotts, provavelmente por sua chave do cofre Potter e talvez até mesmo dos outros - não duvidava de mais nada após o dia de hoje - ter sido destruída. É, o moreno precisava imediatamente sair dali. Procurou um lugar seguro e aparatou.

Aparatar sem varinha após remover todos aqueles feitiços, se tornou sem dúvidas mais fácil.

Respirou fundo ao entrar em casa. Apesar de não ter feito nada em boa parte dele, em menos de 6 horas sua vida e realidade ruíram. Andou pela casa após tirar a enorme túnica indo em direção a cozinha. Ele estava em piloto automático. Seus pensamentos estão cortando-o, a realidade de repente se tornou quase insuportável.

Harry estava cansado demais para esperar o jantar ser preparado, então apenas fez um chá e subiu para seu quarto, querendo muito seu merecido descanso. Ignorou primorosamente Walburga que gritava no corredor o xingando em diversos idiomas diferentes. Sentou-se em frente a janela novamente, observando o céu escuro deixando seu corpo relaxar por alguns instantes. Logo sua xícara jazia fazia ao lado da cadeira. Levantou-se, exausto demais para continuar acordado e se direcionou ao banheiro, tomou um bom banho e se permitiu cair na cama, decidindo esquecer tudo e deixar isso para amanhã.

Ingênuo. 

\Olá criança.\

De novo não… Resmungou internamente, sem a menor ideia de que o ser pudesse ler sua mente. 

\Imagino que esteja de fato cansado, mas temos que conversar Harry, há muito o que você deve saber.\

\E sobre o que seria?\ ㅡ Potter apenas queria dormir, mas pelo visto, Morte tinha outros planos.

\Sobre sua própria vida, dons e sobre o mundo ao seu redor. Você é meu herdeiro e eu demorei muito tempo para conseguir falar com você, não temos tempo a perder.\

\Morte\ ㅡ Harry chamou parecendo testar o nome ㅡ \Eu estou realmente exausto. O dia foi difícil e você provavelmente só quer me ajudar, mas eu não vou conseguir falar sobre nada disso agora. Podemos conversar amanhã?\

\Claro, Harry. Durma bem, pequeno.\ ㅡ Não era o que ela queria. Havia muito acontecendo, muita gente correndo perigo. 

Ela sabia o quanto o moreno tinha sofrido na guerra. Toda aquela pressão sobre si quase o matou, mas ela também sabia que Potter sofreria ainda mais se ele não lutasse novamente. Ele correria grandes riscos. A humanidade correria grandes riscos. Olhou resignada para o garoto adormecido. Será um longo caminho

Enquanto a anciã pensava em como ajudar o garoto, ele mergulhava em sua mente. Apesar de adormecido, sua mente ainda trabalhava rapidamente, tentando se organizar. Havia tanto ali. Tantas coisas novas, tanta dor. Potter queria descansar mas aquelas lembranças o atormentavam, passando como um filme…

Mesmo sem querer, mergulhou ainda mais fundo, chegando à sua infância. Aquele sentimento de dor só aumentava, conforme aqueles acontecimentos passavam por sua cabeça. 

{...}

Estava cansado. Havia ajudado a limpar a casa inteira novamente. Já era para ele estar dormindo, ele sabia. Mas precisava de água, durante o dia era impossível tomar ao menos um copo e mesmo tendo consciência que estaria encrencado se fosse pego. Estava voltando ao seu armário quando vozes lhe chamaram atenção. Sua mente o alertou para voltar, mas sua curiosidade sempre foi maior. 

ㅡ Como o garoto está? ㅡ Uma voz conhecida para o Harry mais velho, perguntava.

ㅡ Cada vez mais irredutível, sua magia está mais forte. Você disse que ele seria nosso, que sua magia estava bloqueada e que ninguém saberia do garoto, mas a magia dele ainda está forte e reagindo para defendê-lo.

ㅡ Eu sei o que eu disse, Petúnia. Mas já bloqueei tudo o que podia.

ㅡ E então? O que você vai faz- Garoto! O que você está fazendo aí? ㅡ O pequeno estava tentando se esconder para conseguir terminar de ouvir a conversa, mas foi pego, como sua intuição disse que seria. O moreno mais velho não se lembrava disso e assistiu suas próprias memórias curioso.

ㅡ E-eu queria água.ㅡ O pequeno Harry se encolheu com medo, principalmente quando o bruxo tirou sua varinha das vestes, algumas palavras desconhecidas foram sussurradas inaudivelmente e ele apagou.

As memórias mudaram, agora eram outras. Harry viu um homem observando-o do lado de fora. Ele tinha cabelos em tom arenoso e pequenos arranhões e machucados em seu rosto. Potter, quando criança não pôde reconhecê-lo, mas o seu eu que assistia tudo em terceira pessoa sim. Era Lupin. Remus notou estar sendo observado e sorriu para o pequeno. Nenhum dos dois notou, perdidos em olhares carregados de dúvidas e sentimentos confusos, quando Vernon se aproximou e agarrou o braço da inocente criança, o arrastando pela casa. O moreno viu Dumbledore chegar e novamente sussurrar palavras estranhas fazendo-o apagar.

Memórias assim eram recorrentes e semelhantes, e começaram a mudar depois que ele recebeu sua carta. Os dias na escola eram um pouco aterrorizantes para o de olhos verdes agora que ele via as coisas com outros olhos. Draco não parecia mais um garotinho mimado em Madam Malkin’s, nem um garoto extremamente arrogante e prepotente no dia da seleção. Snape parecia completamente diferente assim como os Weasleys, principalmente Ronald e Hermione. 

As lembranças se passavam rapidamente e o final de seu primeiro ano letivo não demorou a chegar. Harry estava frente a frente com Quirrell, ele lhe pedia a pedra e uma chance de se explicar, mas Harry apenas grita e o ofende chamando-o de assassino, maníaco, entre outras coisas. Nem mesmo parando para ouvi-lo. Tolo.

Quando Albus chegou, ele sentiu alívio, e quando Marvolo (Quirrell) se pôs a sua frente, Harry ficou confuso. Uma pequena batalha se iniciou, mas quando seu professor de DCAT o tocou, queimou, ele ficou mais confuso ainda, Marvolo se distraiu pela dor de seu hospedeiro e Harry foi acertado. Ele acordou na enfermaria, achando que ele havia matado Quirrell, o diretor estava lá e confirmou a história.

Suas férias e o segundo ano pareciam ainda piores, como se fosse possível. 

Mas uma vez que as memórias mudaram, Harry estava na Câmara, e a imagem de Tom lhe pedia desculpas por ter usado sua amiga, mas o moreno mais jovem mais uma vez não o ouvia, Harry pulou aquela, não estava pronto ainda. Aquele dia, aquele ano, foi terrível e doía como o inferno se lembrar dele. 

{...}

As outras memórias foram abandonadas, aquelas primeiras e poucas já haviam sido o suficiente. Ele não aguentava mais e apenas se forçou a cair na inconsciência. Não durou muito, já que seu relógio biológico conseguia ser irritantemente pontual às vezes. 

Acordou mil vezes pior do que se sentia no dia anterior. Estava tão magoado. Potter viu que estava sozinho e o sentimento de que sempre esteve o preencheu. O de olhos verdes nunca demonstrou, mas aquilo o matava lentamente. 

Levantou-se ainda um tanto quanto mal, e se dirigiu à cozinha onde Monstro colocava café da manhã sobre a mesa. Sentou-se convidando o elfo a fazer o mesmo, porém o pequeno ser negou imediatamente. Harry insistiu até que o mais baixo aceitasse. Tomaram café em silêncio pacifico, era confortável. Potter porém comeu pouco, seu estômago se recusava a receber comida. Levantou-se da mesa pedindo para seu criado usufruir de tudo posto ali, logo se retirando. 

As janelas abertas e o sol entrando lhe agradaram, mas ele não os apreciou hoje, sua mente perturbada, rodando em círculos. Se perguntou se talvez fosse um bom momento para conversar com Morte. Não fazia ideia de como contactá-la. 

ㅡ Morte? ㅡ Chamou um pouco perdido, não percebendo que não havia mudado de idioma. 

\Harry?\ ㅡ Veio a resposta alguns instantes depois. 

ㅡ Olá. Você queria conversar comigo, então… ㅡ Ele deixou o resto da frase no ar.

\Sim, sim, queria. Harry você percebeu em que idioma estou falando?\

ㅡ Inglês? ㅡ Veio a resposta em tom de pergunta ainda em idioma distinto do da entidade. 

\Não, Harry. Eu falo a Língua dos Mortos. Não é um idioma específico e ninguém além dos meus herdeiros entendem. Considerando que eu tive menos de 50 herdeiros e você é o único vivo, ninguém entende. Se concentre e você vai falar também.\

\Você me entender em qualquer idioma?\ ㅡ Perguntou, após alguns instantes. 

\Sim, mas nesse é mais fácil de identificar e é mais seguro\ ㅡ Explicou novamente ㅡ \Como você está, Harry?\

\Bem\ ㅡ Mentiu. Se sentia péssimo.

\Mentir para mim não funciona. Eu posso sentir você, suas emoções\ ㅡ Se ela, pudesse sem dúvidas estaria rolando os olhos. 

\Contando que eu descobri ontem que tudo o que eu vivi era uma mentira, eu estou ótimo.\  ㅡ O sarcasmo se fez presente ㅡ \Ontem você disse que queria falar comigo, sobre o que?\ ㅡ Encarou a figura de roupas negras.

\Existem muitas coisas sobre o mundo que você não sabe. Existe muito sobre você, que você não sabe. Eu vou começar pelo principal, é uma história menor mas ainda sim, longa. Tudo bem para você?\ ㅡ O moreno apenas assentiu, curioso ㅡ \Eu raramente tenho herdeiros. Você se tornou meu herdeiro por me aceitar e por ter posse das três relíquias. Ser Mestre, Senhor ou Herdeiro da Morte não te torna imortal exatamente, apenas te traz aqui para mim, onde nós juntos governamos tudo isso aqui que muitos chamam de limbo. Seu parceiro virá, pois mesmo após a morte ele é essencial para a sua sanidade uma vez que vocês firmam o vínculo. Obviamente, você, diferente de muitos, demorará mais para vir para o lado de cá definitivamente, mas não se esqueça, você virá. Ainda sim poderá fazer visitas ao mundo dos vivos, mas isso não é o recomendado. Além disso, essa herança não é repassada pelo sangue, ela depende do íntimo de cada um.\ ㅡ Começou, se certificando de explicar de tudo da melhor forma ㅡ \Eu deveria entrar em contato com você desde o fim da guerra, quando você tomou posse das minhas três relíquias, mas havia em você runas ritualísticas que me afastava e não permitia-me fazer comunicação direta com você. Acho que você já deve saber quem foi o responsável por isso.\ ㅡ Potter apenas concordou, tentando assimilar aquelas informações ㅡ \Muitas coisas têm acontecido, Harry, e você deve estar confuso demais. Não sou boa com emoções humanas. Não posso te ajudar com isso, mas posso te dar conhecimento, te ensinar tudo o que precisa saber. O que acha?\

\Acho que é um bom acordo…\ ㅡ Sua mente tentava trabalhar rápido, assimilar tudo ㅡ \Eu tenho… dúvidas, você vai me ajudar com elas?\

\Se eu puder, sem dúvidas.\

\O anel dos Gaunt. Esse aqui, ㅡ Mostrou o anel em seu dedo ㅡ foi destruído. Essa pedra, a pedra da ressurreição foi perdida, como ele pode…\ ㅡ Não conseguiu terminar, um pouco perdido. 

\A pedra da ressurreição não foi perdida. Os Gaunt eram espertos, a pedra da ressurreição pode ser achada por você facilmente, assim como a Varinha das Varinhas. Além de que, Riddle não era burro, a real pedra está muito bem guardada, ele não a poria em risco dessa forma. \

\E onde ela está? E como eu posso pegá-la facilmente?\ ㅡ Perguntou confuso.

\És meu herdeiro Harry, você pode acessar as relíquias quando quiser e pode carregá-las com você também. Eu posso colocá-las em uma tatuagem que é uma espécie de armazenamento onde elas ficariam escondidas e apenas você poderia usá-las.\

\I-isso é incrível\ ㅡ Gagueja, impressionado pelas falas da anciã ㅡ \Mas eu não posso fazê-lo\

\Por quê?\ 

\A Varinha das Varinhas está com Dumbledore. Eu entreguei a ele após a batalha, não queria aquele peso sobre mim. Ou achava que não queria…\ ㅡ Divagou um pouco pensando se realmente não queria aquela única e mais poderosa varinha consigo ㅡ \Ele a protege muito, provavelmente tem diversos feitiços sobre ela.\

\Basta retirar eles. Ela nem mesmo responde a ele desde que ela o reconheceu, e Albus sabe disso por que ele já tentou usar. Eu posso invocá-la e remover os feitiços, assim como a pedra e a capa, não é difícil\ ㅡ Explicou, chamando-o para perto. Esticou a mão esquelética até que tocasse o braço do moreno sussurrando palavras vendo pequenas linhas surgindo próximo a linha do antebraço formando um símbolo conhecido por ambos ㅡ \Você pode escondê-la, se quiser ela ficará a mostra apenas se desejar\ ㅡ Ergueu a mão, convocando as os três objetos, colocou a capa e a pedra sem muitos esforços. Observou a varinha e passando a mão sobre ela, removeu todos os inúmeros feitiços lançados sob ela, colocando-a logo depois junto das outras duas raras peças mágicas. 

Harry estava extremamente surpreso, e Morte acho isso preocupante e hilário ao mesmo tempo. As próximas horas foram passadas conversando sobre tudo o que Potter podia ou não fazer. Haviam coisas simples que se tornavam complexas mas a mais velha teve a paciência de explicar tudo da melhor forma, apesar dos comentários sarcásticos provindos dela ou dele mesmo, que começou a se sentir ainda mais confortável diante daquela presença. 


Notas Finais


meudeus é muito ruim editar por aqui, eu tinha me esquecido completamente


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