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História The Wolf Diaries - Capítulo 4


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Notas do Autor


Hoje vou postar o máximo de capítulos possíveis pra vocês, me sentindo tão inspirada.

Capítulo 4 - O que é... ?


Fanfic / Fanfiction The Wolf Diaries - Capítulo 4 - O que é... ?

Paul David Lahote 

Sinto cada músculo do meu corpo reclamar, o cheiro de vampiro queima meu nariz incapaz de seguir o único cheiro que me interessa nessa casa. Seus olhos são mais verdes que as árvores do outono seu perfume são de incríveis frutas cítricas. Quero me levantar, dizer que estou bem e que podemos conversar mas minha cabeça roda. 

— Paul ? Como se sente ? ‐ O doutor sanguessuga pergunta. 

— Parece que um caminhão passou por cima de mim. E estou meio enjoado.  - Provoco e ele me sorrir. 

— Seus irmãos estão te esperando. Você precisa repousar. - Tento contestar mas desisto. Quero pergunta a ele quem é a garota e o porquê ela está com eles aqui. 

Amanhã estarei melhor e venho ver pessoalmente, Carlisle olha algo em sua prancheta e abre a porta para chamar alguém. Sam entra com uma carranca nada boa e eu trato de fechar os olhos. 

— Paul sofre de TEI. Transtorno explosivo intermitente. - Diz e me sento na maca com um pouco de dificuldade. — E o gene lupino com a ligação do imprinting deixou você em constante surto. 

— Mas eu já estou bem ? - Pergunto. 

— Vai ficar. Apenas descanse. 

Eu me sentia em um pouco enjoado com o cheiro deles e um pouco estressado por não conseguir sentir o cheiro dela. Edward se ofereceu para me levar em casa e não contestei pelo Sam. 

Preferi ser deixado apenas do outro lado da divisa para que o pessoal de Lá push não se sinta mal. Já basta Renesmee passar a maior parte do tempo conosco. Meu pai me espera hoje sem o jornal, seu semblante é preocupado e eu sei mais uma vez que a culpa é minha. Davina minha meia irmã corre para o meu colo e eu estou bem melhor para pega-la. 

— Como está a minha menina ? - Pergunto e ela me aperta o pescoço. 

— Ficamos preocupados. - Diz com a voz mais manhosa. 

— Me desculpe. - Digo olhando para o meu pai que me lança o leve sorriso. 

— O importante é que está bem. - Diz e se levanta. 

— Pai. - Eu o chamo. Ele se vira em minha direção. 

— Encontrei... ela. 

Então ele sorrir e gargalha ao mesmo tempo que vem me abraçar. Eu conseguia me sentir mais leve, um pouco mais calmo. Todo aquele sentimento ruim eu tinha deixado na floresta. Passei um tempo com minha irmã e meu pai, depois eu e Davina fomos descansar na parte da tarde. 

Acordo ouvindo barulho de chuva, embrulho Davina que não está mais agarrada a mim e vou ao banheiro, visto uma roupa e saio correndo até a reserva. 

Emily faz bolinhos enquanto Jared e Embry assiste algum programa idiota, subo as escadas a procura de Sam. Ele arruma a porta do banheiro sozinho e me fita ao me ver. 

— Vai sair da matilha também e seguir os passos do Alpha? - Diz esmurrando a porta de madeira. 

— Então é por isso sua cara de merda. - Cruzo os braços e me encosto na parede. — Sou leal a você, Sam. Sempre fui. 

— As coisas podem mudar Paul. E ela é um deles. 

— Mesmo se for, vou continuar sendo da linhagem Uley. - Sam me olha mas não é capaz de falar nada. Ele pega as ferramentas e caminha até mim para tocar em minha mão. 

Todos nós sabemos do receio de Sam há não ser mais o único Alpha. E ontem pela primeira vez ele contrariou todos os seus instintos para pedir ajuda aos Cullen. E eu sabia como seus pensamentos estavam confusos em relação ao que fizemos no passado  contra Renesmee. 

— Quero você na ronda hoje. - Sam desce as escadas e vai até Emily. 

— Esses dois pé no saco não fazem mais nada? - Pergunto e eles me olham feio. 

— Claro que fazemos caçamos a donzela na floresta.  - Jared retruca. 

Rosno para eles. 

Sam me segue até a entrada da casa junto a Emily, sinto a chuva pingar freneticamente em minha pele. Meu corpo ferve e o monstro surge de uma vez só. Os garotos gritam e eu rosno apenas para mostrar que eu ainda sou eu. 

— Ele sempre tem que se mostrar. - Sam diz revirando os olhos. 

Sinto o vento me chicotear, encontro Leah na divisa e ela apenas me cumprimenta antes de sair. Minha curiosidade se aguça e eu atravesso para o outro lado e indo em direção a casa dos Cullen. Meu nariz arde ao chegar perto da casa, há um cômodo com uma luz fraca ligada e janelas totalmente abertas. 

Eu gosto de pensar que seja ela, que também durma olhando para a floresta ou que goste que a luz do dia a acorde. Como pode ser tão bonita?

Um carro chega e eu me escondo um pouco entre os arbustos, apesar de saber que vão sentir meu cheiro. Rosalie e Emmett saem do carro. Há loira olha para trás me encara com os olhos cerrados. 

— Fique longe da minha filha, cachorro. - Escuto.  

Meu coração acelera. 

Então há garota é realmente uma Cullen, me lembro da vez em que eu e seu pai nos desentendemos e em como depois disso ele me salvou de um recém criado. Não gosto de pensar na má impressão que posso passar. 

Como vou chegar perto dela ? Ou falar com ela ? 

Sou tirada dos meus devaneios com a figura que me olha admirada do quarto cheios de janela. Ela sorrir e parece gosta. Me escondo um pouco mais e me sinto envergonhado.  Passo a porta no rosto e escondo. 

Ela sorrir atrás do vidro e parece gosta. 

Balanço o rabo. 

E ela tomba com a cabeça para trás gargalhando.  

Seus cabelos estão amarrados e ela parece ter acabado de acordar. Ainda assim era o ser mais bonito. 


                                     ~

Emmalie Hale Cullen 

Era quase noite quando ele apareceu. Passamos horas olhando um para o outro e eu tento me decidir se ele é o macho mais bonito que um dia eu conheci ou se era em sua forma lupina. Ele foi embora quando mamãe entrou no quarto para falar comigo, foi uma das poucas vezes que pude me divertir de verdade dentro do quarto. 

— Posso falar com você ? ‐ Termino de pentear o cabelo e me viro para Renesmee que está sentada na minha cama. 

— Claro. - Digo. 

— O que acha de fogueira e muitas histórias. - Diz animada. 

— Não sei se minha mãe... 

— Sem essa Emma. Sua mãe não pode te impedir de conhecer novas pessoas e você já tem escola segunda feira. Não vai mais ficar trancafiada aqui. 

— Eu só achei que podia fazer parte dos móveis. - Brinco e ela gargalha. 

— Esse humor eu tenho certeza que é do tio Emmett. 

— Quando vai ser essa tal fogueira ? - Pergunto

— Foi confirmada agora já que a chuva passou. E... o Paul vai estar lá. - Me olha de relance e me manda uma piscadela. 

— Ele estava aqui hoje, acho que quer agradecer. - Me sento ao seu lado na cama. 

- Ou ele quer você. 

— Para com isso, ele é um homem já e eu uma garota que ainda é mimada pelos pais.

— Você que pensa. - Renesmee as vezes tinha umas conversas estranhas comigo. 

Tia Alice ficou de nos arrumar e nos levar até a divisa. Termino de por meu cachecol e Renesmee já me espera pronta. Ela está com um vestido preto e jaqueta enquanto eu tratei de me agasalhar pois não tenho um lobo para me esquentar a todo estante. 

Jacob e Renesmee vão trocando carinhos até a reserva, Seth não aparece tanto ultimamente então eu seguro vela sozinha. Chegamos em um tipo de bairro com casas simples de madeira. Há casa a qual vamos tem uma árvore no meio da varanda e está rodeada de pessoas. Quando saímos do carro, sinto a brisa gelada tocar meu rosto e começo a pensar se não deveria ter me agasalhar melhor. O lugar é todo em grama e bastante aberto, eu gosto daqui. 

Renesmee toma meu braço e me ensentiva a andar até onde as pessoas estão. Avisto Seth que me olha e vira as costas. 

— O que deu nele ? - Pergunto a Renesmee. 

— Dor de cotovelo prima. - Não entendo metade da frase mas decido resolver isso depois.  

Quill, Embry e Jared  me cumprimentam e Sam me apresenta Emily sua mulher. Conheço alguns dos meninos mais novo e aproveito para me sentar em um canto.  Leah se senta ao meu lado. 

— Não gosta daqui ? - Pergunto.  

— Por que a pergunta ? - Leah fala mal humorada.

— Não sei, está aqui sentada com uma pessoa que você não conhece ao invés de está com seus irmãos. 

— Não suporto nenhum deles. 

— Eles não parecem serem pessoas ruins. - Digo e tomo um pouco de refrigerante.  

— São uns idiotas. - Ela gosta deles apenas tem um pouco de magoa. 

— Você deve ser à Emmalie, sou Claire. - Uma garota dos olhos puxados me cumprimenta e me sinto tonta com sua espontaneidade. 

— Muito prazer Claire. - Leah revira os olhos e pula para o outro lado da varanda. 

— Eu acho que atrapalhei o começo de uma grande amizade. - Claire sorrir envergonhada. Ela parece mais jovem que eu, ainda usa muitas pulseiras e gosta muito de cor de rosa. — Não tem problema, Leah não ficaria brava por isso. 

— Aposto que não. - Ela sorrir. — É um pouco estranho está aqui sozinha... um mundo novo para você né  ? 

— Você não sabe o quanto. Mas acho que estudar vai me dar mais coragem para fazer amizade. 

— Nós os impriting prometemos fazer você se sentir o mais em casa possível tá bom ? - Diz tocando minha mão. 

— Mas o que é im... - Minha voz some quando meus olhos fitam a pessoa que acaba de chegar. 

Ele usa uma camiseta de mangas curtas que deixa muito visível o seus músculos e veste uma bermuda com tenis. Paul esta com seus cabelos molhados e isso faz com que ele fique três vezes mais bonito. Ele cumprimenta há todos e eu decido me levantar, não que faça muita diferença já que os lobos que estão em minha frente são altos demais. Porém de alguma forma ele me ver. Consigo sentir meu coração saindo pelo meus estômago. 

Ele parece atônito a situação que ao menos se mexe. Jacob toca em seu ombro e ele volta. 

— Vamos as histórias já vão começar. - Claire empurra meu ombro e eu acabo por perder o equilíbrio na escada. 

Mãos fortes me seguram e eu sinto o cheiro de perfume masculino invadir minhas narinas.  Sua respiração bate contra o meu rosto. Seus olhos castanhos brilham e me sorrir. 

— Bela forma de dizer oi. ‐ O timbre da sua voz me causa arrepios. 



Notas Finais


Me desculpe pelos erros estou postando sem revisar.


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