História The Woman in the Black Suit - Satzu - Capítulo 26


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Categorias (G)I-DLE, TWICE
Personagens Chaeyoung, Dahyun, Jeongyeon, Jihyo, Mina, Minnie, Miyeon, Momo, Nayeon, Personagens Originais, Sana, Shuhua, Soojin, Soyeon, Tzuyu, Yuqi
Visualizações 78
Palavras 2.887
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa Leitura.

Capítulo 26 - 25


O spa foi ricamente decorado, com janelas que davam para a cidade. Tzuyu mergulhou na piscina e fez uma visita a sauna antes de fazer um tratamento de massagem.

Embora Yuta a assombrasse como um fantasma distante, Tzuyu passava a maior parte do tempo sozinha. Ela gostava da solidão, pois dava tempo para pensar.

A brava e exigente Minatozaki Sana transformara-se na nobre e apaixonada Sana. Ela estava com ciúmes de Somi. Tzuyu tinha certeza disso. Ela teve que sorrir para a estranha simetria das duas mulheres investigando uma a outra enquanto tentavam protegê-la.

Ela foi atraída por Sana e cuidou dela. Mas, como sempre, ela estava consciente do fato de que precisava esconder coisas dela. Se a japonesa descobrisse a verdade, o relacionamento delas acabaria.

Mas Tzuyu estava determinada a viver no presente, aproveitar Sana e não se preocupar com o futuro.

Duas horas depois, ela voltou para a suíte, escoltada por Yuta. O spa tinha sido incrível, e ela estava inegavelmente relaxada. Mas Yuta não falara uma palavra com ela.

Wen examinou Yuta e Tzuyu quando eles entraram novamente na suíte, não encontrando nada.

Tzuyu se virou para Yuta quando Wen se retirou.

- Obrigada. - Disse ela em japonês.

O rosto de Yuta estava impassível. Então, para sua surpresa, ele falou.

- Eu não me importo com quem ela fica.

Tzuyu recuou.

A expressão de Yuta permaneceu inalterada, como se desse mais peso às suas palavras.

Ela levou um momento para contar até dez.

- Isso é bom, Yuta, porque não é da sua conta.

- Meu trabalho é protegê-la. Mesmo de suas mulheres. - O sotaque japonês de Yuta ficou mais pronunciado. Sua expressão estava inalterada, mas algo brilhou em seus olhos.

Ela se recusou a morder a isca.

- Obrigada por protegê-la.

A expressão cuidadosamente controlada de Yuta escorregou. Ele parecia chocado.

- Nós dois queremos a mesma coisa. - Sua voz era baixa, mas firme. - Nós queremos que ela esteja segura. Eu gostaria de vê-la feliz também. Eu duvido que isso signifique algo para você.

Quando Yuta não respondeu, ela continuou.

- Seria melhor se pudéssemos coexistir pacificamente e profissionalmente. Mas não quero nem preciso da sua aprovação.

Tzuyu deu um passo à frente, e seu corpo relaxou, braços folgados ao seu lado.

Yuta olhou para os braços dela, como se estivesse avaliando uma ameaça.

Ela fez contato visual.

- Só para ficar claro, eu sei que você carrega uma arma. Mas isso não faz com que eu tenha medo de você. Obrigada por me acompanhar até o spa. Tenha uma boa noite.

Ela se virou e subiu a escada, sentindo o olhar de Yuta segui-la.

Já passava das nove horas, antes que Tzuyu e Sana fossem jantar. Sana vestia um terno sob medida que ela comprara durante uma visita anterior a Seul. Emparelhou o terno preto com uma camisa branca e abotoaduras de ouro. Tzuyu usava um terno de seda carmesim, combinado com uma camisa preta.

Elas jantaram em uma mesa íntima em um dos restaurantes luxuosos do hotel, com uma incrível vista da cidade. Então elas voltaram para a suíte, onde Sana a acompanhou até o segundo andar.

Tinha sido um dia muito longo, mas os nervos de Tzuyu formigavam de antecipação. Ela notou que o caixote que vira mais cedo no aeroporto agora estava encostado na parede entre o quarto dela e o de Sana.

- O que há na caixa?

Sana coçou o queixo.

- É algo que pode ser útil quando encontrarmos o contato de Mina amanhã. Você já viu isso antes.

Suas sobrancelhas se ergueram.

- Eu ví?

- É a reprodução de Matisse que você viu em Seul.

Os olhos de Tzuyu se arregalaram.

- Por que está aqui?

- Eu uso isso como uma maneira de mover a arte pela alfândega. Eu o trago para um país, como a China, e asseguro que seja declarado quando eu chegar e que os documentos estejam carimbados. Então, se eu comprar uma pintura roubada durante a minha visita, eu a escondo em um compartimento secreto na parte de trás da caixa. Quando volto para o Japão, a alfândega vê que eu declarei a pintura quando cheguei a Pequim.

- Isso funciona?

- Toda vez. No entanto, sou cautelosa sobre aonde viajo. Com o apoio do Ministro do Interior de Seul, o desembarque na Coréia do Sul é preferível a outros locais. Se a alfândega me deter, o ministro interviria.

Tzuyu olhou para o caixote.

- É tão simples.

- As soluções mais simples são geralmente as melhores soluções. - Sana curvou um dedo e se moveu para a porta aberta do seu quarto. - Venha aqui.

Tzuyu olhou para baixo da escada para o hall da frente, onde Momo estava sentinela. Ela não fez contato visual.

- Venha aqui. - Repetiu Sana. Ela chamou sua atenção para longe do guarda-costas.

Tzuyu afastou qualquer pontada de constrangimento e sorriu quando seus saltos estalaram no piso de azulejos lindos.

Sana esperou que ela entrasse em seu quarto antes de fechar e trancar a porta atrás dela.

- Você está cansada?

- Não. - Ela examinou a cama de dossel. Era muito grande e estava em uma plataforma de veludo roxo. Um dossel circular pendia sobre ele, e pesadas cortinas de seda vermelha e dourada cobriam os lados. Como a cama de uma rainha.

Sana ficou entre ela e a cama.

- É interessante, não é?

- Muito.

- Você se importaria se nós tomássemos um banho?

Ao tom de sua voz, a boca de Tzuyu ficou seca.

- Tudo bem.

Sana beijou a mão dela e levou-a para o banheiro de mármore opulento.

- Eu pedi para o mordomo de banho preparar a jacuzzi.

Tzuyu pegou os bancos baixos e almofadados, empilhados com toalhas brancas que flanqueavam o jacuzzi elevado. Ela notou a variedade generosa de amenidades da Hermès na penteadeira. O Hotel Imperial Palace oferecia um serviço de mordomo de banho, mas apenas mediante solicitação. Tzuyu nunca experimentara tal luxo.

Sana a observou ansiosamente.

- Leve o seu tempo para entrar. Vou me juntar a você em breve.

A japonesa a beijou e voltou para o quarto.

Tzuyu tocou sua boca com as pontas dos dedos. Sana era uma dama, certamente era habilidosa nas artes eróticas. Suas maneiras e consideração a tornaram ainda mais atraente.

Ela a viu nua e desfrutou de seu corpo. No entanto, ela ainda lhe ofereceu privacidade enquanto entrava no banho. Tzuyu se achou estranhamente apreciativa.

Sana certamente sabia como alimentar o desejo.

Ela inspecionou o quarto. As luzes estavam apagadas e as velas dos pilares haviam sido colocadas artisticamente em volta do espaço. O aroma de rosas e sândalo pairava no ar. A água borbulhante da jacuzzi ecoou no grande espaço.

Tzuyu cuidadosamente desatou o colar que Sana lhe dera e colocou-o em cima de uma toalha dobrada. Os globos azuis suaves brilhavam à luz das velas. Ela tirou o terno e pendurou em um cabide.

Ela estava de calcinha na frente dos vários espelhos que se alinhavam no banheiro. Ela tirou as roupas de baixo, subiu para a banheira de hidromassagem e entrou na água fumegante.

Tzuyu se sentou em um dos bancos dentro da banheira e se encostou em um encosto de cabeça almofadado. Foi celestial.

Enquanto observava as pétalas de rosa dançarem pela superfície da água, as imagens da noite anterior encheram sua mente. Sana sugerira que ela usasse a acuzzi naquela manhã.

Ela se perguntou como Eunbi a deixara ir.

O pensamento de que Sana trouxe Eunbi para lugares semelhantes e cortejou-a de maneira similar a incomodava. A japonesa merecia estar com alguém que se importasse com ela e não fugisse e a humilhasse diante de tablóides e do mundo.

Alguns minutos depois, a porta do banheiro abriu e fechou. Sana se aproximou da jacuzzi, vestida com um roupão branco.

Ela a olhou, seu olhar atraído para seus ombros nus.

- Posso me juntar a você?

- Claro.

Sana desfez o roupão de banho e colocou-o de lado. Isso deu a Tzuyu um momento para apreciar sua forma.

Ao se encostar a um dos pilares de mármore que flanqueavam o Jacuzzi, seu bíceps flexionou-se. Ela estava em muito boa forma. Em toda parte.

Ela entrou na Jacuzzi e Tzuyu se viu faminta por ela.

A taiwanesa a puxou para o assento ao lado dela e passou os braços em volta de seu pescoço, trazendo os seios para junto dos seios dela.

Suas mãos deslizaram para baixo em suas costas enquanto suas bocas se fundiam.

- Isso é muito bom. - Sana colocou uma de suas longos mechas atrás da orelha.

- Eu queria agradecer a você.

A japonesa deslizou o nariz ao longo do nariz dela.

- Você não precisa me agradecer com o seu corpo, embora seja um presente de boas vindas.

- Você se importa com o meu conforto. Isso significa muito para mim.

Sana empurrou outra mecha desobediente para o lado.

- Como você está se sentindo?

- Relaxada. Eu gostei da minha visita ao spa. Obrigada.

Seu polegar traçou o vinco entre seu quadril e coxa.

- E aqui?

Tzuyu revirou os olhos.

- Perfeitamente bem.

- Certamente perfeita. - Sana tocou o queixo dela. - Você não sabe como aprecio esses olhos, eu fico surpresa que alguém iria querer machucar você. - Ela olhou para a taiwanesa resolutamente. - Estou ansiosa para ter ainda mais de você.

Tzuyu deu-lhe um meio sorriso.

- Eu só quero sua companhia.

Sana sentou-se em um dos bancos e puxou-a para montá- la. Ela mediu seus quadris com as mãos, sob a água.

- Me beije.

Tzuyu inclinou a cabeça para tomar sua boca e experimentou os lábios dela antes que ela empurrasse a língua para dentro.

Suas palmas deslizaram por suas costas e a esmagaram contra seu peito.

Ela inclinou a cabeça para o outro lado e puxou seu lábio superior.

Sana beijou o caminho do seu queixo até o seu pescoço. Ela lambeu a pele e puxou em sua boca.

Tzuyu expôs ainda mais o pescoço para ela.

Sana abriu um caminho até a clavícula e o localizou com o dedo. Quando Tzuyu estremeceu com a sensação, ela embalou seu seio acima da água e envolveu sua boca ao redor de seu mamilo.

Tzuyu cantarolou e se contorceu em seu colo com a sensação.

Sana puxou o mamilo até que ela gemeu. Então ela pegou o outro seio com seus lábios ansiosos.

Tzuyu massageava seu couro cabeludo enquanto a japonesa lambia e chupava. Ela trouxe os joelhos para os lados das coxas dela em cima do banco.

- Espere. - Sana esfregou o queixo contra o centro do peito dela. Ela colocou um beijo no coração dela. - Você está pronta?

Tzuyu assentiu.

Seus dedos já haviam caído entre as pernas dela. Sana a tocou timidamente a princípio. Quando Tzuyu começou a levantar e mover os quadris, ela aplicou mais pressão.

Ela a beijou profundamente.

- Estou pronta.

Delicadamente, seus dedos entraram em sua entrada e se moveram para dentro.

Sana curvou os dedos e Tzuyu ofegou. Ela gemeu e se moveu para cima e para baixo, contra seu toque.

- Como você se sente? - Sussurrou Sana.

- Incrível.

Sana agarrou seus quadris com uma mão e empurrou e puxou os dedos em um ritmo contínuo. Tzuyu colocou as mãos nos ombros dela para se firmar.

A água borbulhava e espiralava ao redor delas, e pétalas de rosa se reuniam ao redor de seus corpos.

Sana farejou uma pétala enquanto abaixava a boca até o seio dela.

- Sim. - Sua voz era um gemido.

Tzuyu não ia durar. Ela estava posicionada corretamente e o prazer começou a crescer. Seu aperto aumentou quando ela chegou ao orgasmo.

As sensações eram tão intensas que se parecia como se estivesse caindo de uma mantanha. Tzuyu estava em queda livre quando seu corpo se apertou e uma onda de euforia tomou conta dela.

- É isso. - Sua voz estimulou-a enquanto Sana continuava a mover os dedos para cima e para baixo. - Magnífico.

Tzuyu abriu os olhos quando o orgasmo começou a diminuir. A boca de Sana estava aberta e ela respirava pesadamente. Seus olhos queimaram nos dela.

Tzuyu piscou contra o olhar intenso dela. Ela desmoronou contra a japonesa e apoiou a cabeça no ombro dela. Suas mãos caíram em seus lados.

- Você me nocauteou.

Sana a abraçou.

- Tão doce.

Tzuyu deu um suspiro feliz.

Sana beijou sua testa.

- Meu bem… Somos boas juntas, não?

- Muito boas. - Ela fechou os olhos.

- Você vai adormecer? - Sua voz estava tingida de diversão.

- Talvez.

Sua boca roçou a concha de sua orelha.

- Você ainda está encima de mim.

- Sim. - Tzuyu se mexeu no colo dela. - Eu gosto de ficar aqui.

- Bom. - Sana riu. - Eu também gosto disso. Sinto muito que tenha sido um dia tão longo. Amanhã será melhor. Ela beijou abaixo da orelha dela.

Tzuyu não abriu os olhos.

- Eu acho que é hora de dormir. - Sussurrou Sana deixando um beijo em seu ombro.

- O jeito que você olhou para mim no final. É quase como se você... De repente. - Tzuyu fechou a boca. Seu rosto ardia.

Sana ficou rígida.

- Eu quase o que?

- Nada. - Ela acariciou seu pescoço. - Estou cansada e balbuciando.

- Eu duvido que você tenha balbuciado um dia em sua vida. - Sana brincou com o cabelo dela, peneirando as mechas castanhas.

Tzuyu decidiu mudar de assunto antes de dizer algo tolo.

- Posso te perguntar sobre isso? - Ela tocou sua cicatriz.

Sana congelou.

Tzuyu se afastou. Ela baixou a guarda e estava forçando intimidades que não eram justificadas.

Ela se amaldiçoou.

Sana pegou sua mão debaixo da água.

- Eu vou te contar um dia. Não essa noite.

- Sinto muito por bisbilhotar. Não importa.

Sua cabeça disparou.

- Não?

- Não.

Tzuyu se endireitou em seu colo. Com a outra mão, ela levantou as mechas que emolduravam o lado direito de seu rosto, torcendo os fios para expor um corte de pele de duas polegadas onde o cabelo não crescia mais.

- O que é isso? - Sana baixou a mão e inclinou a cabeça para que pudesse ver.

- Quando era mas jovem tiveram que costurar minha cabeça. Meus cabelos escondem isso.

Sana traçou a área com o polegar.

- Como isso aconteceu?

- Uma briga entre meu pai e minha mãe. Eu fiquei no meio. - Tzuyu adotou uma expressão estóica. - O cabelo nunca cresceu de novo.

Os olhos de Sana encontraram os dela. Lenta e deliberadamente, ela pressionou os lábios na pele levantada.

- Há mais?

- Nada que você possa ver. - Ela sorriu um pouco demais.

Sua expressão escureceu.

- Eu quis dizer o que disse em Osaka. Quem fode com você, fode comigo.

- Houve um tempo em que eu não conseguia cuidar de mim mesma. Esse tempo passou.

Sana parecia estar prestes a dar voz ao seu desentendimento, mas pensou melhor.

- Nossas cicatrizes não nos definem. - Disse Tzuyu simplesmente.

- Receio que esteja errada, querida, pelo menos no meu caso. - Sana soltou a mão dela.

Gotas de água caíram de seus dedos quando Tzuyu rompeu a água. Ela traçou sua cicatriz, mal roçando a superfície da pele marcada. Então ela a beijou, centímetro por centímetro.

Sana pegou seus dedos e trouxe sua conexão ao seu coração.

- Que doçura eu tenho em meus braços.

- Você tem uma alma nobre, Sana. Você é atenciosa e generosa. Eu sou muito sortuda.

A japonesa segurou a parte de trás de sua cabeça com a mão.

- Você não pensaria que eu era nobre se você soubesse o que estava em minha alma.

- Eu não estou dizendo que você é perfeita. Mas qualquer imperfeição que você tenha, é marcada pela nobreza.

Sana gemeu.

- Se ao menos você soubesse…

- Eu tenho minha própria escuridão, Sana. Não estou inclinada a discutir isso, mas você deve saber que está lá.

Sana a olhou pensativamente.

Tzuyu notou que ela não pareceu surpresa.

Ela se mexeu no banco e abaixou a mão para segurar seu seio.

- Deixe-me levá-la para a cama. Eu quero provar você.

- Agora? - Ela piscou, surpresa por sua mudança repentina.

- Sim.

- Ok. - Ela abaixou a cabeça e examinou as mãos. - Meus dedos estão começando a enrugar de qualquer maneira. Eu preciso sair.

Tzuyu se soltou do abraço dela e ergueu uma toalha grossa e branca de um nicho próximo.

- Tzuyu. - Sana tocou seu pulso. - Você sempre pode recusar.

Ela olhou para a toalha.

- Por que eu recusaria, quando você me oferece prazer?

- Porque somos iguais. - Ela esfregou o rosto. - Porque somos amigas, assim como namoradas, e eu nunca me aproveitaria de você.

Tzuyu suspirou. O diferencial de poder estava lá. Não poderia ser negado.

Sua expressão estava quase implorando: Paciência.

Ela não sabia ao certo por que Sana pedia paciência ou por que ela parecia tão culpada quando Tzuyu a elogiava. Haveria tempo suficiente para refletir sobre essas questões mais tarde.

Ela deu-lhe um sorriso.

- Eu acho que você me deve um encontro em uma mesa de jantar.

Sana ficou boquiaberta com o comentário dela por um momento. Então sorriu.


Notas Finais


Até.


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