História The Women Of Willy Wonka (REESCRITA) - Capítulo 26


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Palavras 1.488
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 26 - Mackbeth


Fanfic / Fanfiction The Women Of Willy Wonka (REESCRITA) - Capítulo 26 - Mackbeth

Mr. Wonka

Quando chega a hora marcada, já estou na frente da casa de Bette. Eu buzino, ela olha por uma janela, e em menos de dois minutos, está dentro do meu carro. Lindíssima, no auge da quarta década de sua vida. O tempo não ousou levar nem um pouco de seu charme.

Ela me cumprimenta com um beijo no rosto.

— Boa noite, Willy.

— Boa noite, Ruth. Você está linda.

— Obrigada. Você também.

— Vamos jantar?

— Uhum.

Eu dirijo para o restaurante em que fiz a reserva algumas horas atrás. Durante o trajeto, conversamos sobre assuntos banais.

No fundo, sinto que o que estou fazendo é errado. Não estou fazendo isso por me interessar por ela. Apenas quero tentar esquecer Liah. Estaria eu usando Bette? Seria injusto com ela. E já cometi injustiças o suficiente.

Depois do jantar, nós vamos ao teatro. Ela escolhe ir ao teatro que está exibindo Mackbeth. Foi a segunda peça em que Liah atuou. Ela tinha dezessete, e me odiava porque fui podre com ela. Exatamente como agora.

— Gostou da peça, Ruth?

— Sim, muito. E você?

— Já assisti a essa peça um milhão de vezes, mas essa foi, de loge, a melhor.

— Por quê?

— Não sei. — Eu pego a mão dela. — Talvez pela companhia. — Ela cora, desvia o olhar e sorri.

Num impulso do tipo "agora ou nunca", eu ponho as mãos em sua cintura, a puxo para mim, e a beijo. Ela põe seus braços ao redor do meu pescoço, e eu sinto sua língua tocar meus lábios, então dou-lhe passagem.

É a primeira vez em doze anos que eu beijo alguém que não é Liah. Além dela só houve Jacqueline, mas isso já faz tanto tempo…

Um trovão nos faz separar o beijo.

— Vai chover. É melhor eu te levar para casa.

Eu pego sua mão, e nós começamos a andar rápido, correndo contra a chuva, mas ela chega antes de nós.

Eu tiro meu casaco e entrego a Bette. Ela agradece com um sorriso, e o coloca acima de sua cabeça, ficando protegida da chuva forte.

Quando finalmente chegamos ao meu carro, estou todo molhado, e morrendo de frio.

— Obrigada, Willy.

— Não há de quê. — Eu ligo o carro, e começo a dirigir.

— Willy?

— Sim?

— Por que me beijou?

— Não sei. Fiz mal?

— Não. — Um silêncio de alguns segundos se instaura. — Willy?

— Sim?

— Para onde está me levando?

— Para a sua casa.

— Não. Me leve para a sua.

Eu penso por um instante, e decido fazer-lhe a vontade. Mudo de rua e dirijo para onde moro.

A chuva não para, ou mesmo diminui durante o trajeto. Me parece ser daquelas chuvas que duram uma noite inteira.

As luzes se apagam assim que cruzamos a porta do meu apartamento. Uma queda de força, provavelmente por causa da chuva.

— Bette, você tem um isqueiro aí, não tem?

— Claro. — Ela abre a bolsa, pega o isqueiro, o acende, e o entrega a mim.

Eu o uso como lanterna até encontrar o lugar onde guardo as velas, e acendo algumas pela sala.

— Melhor assim, não?

— Bem melhor.

Ela deixa sua bolsa sobre a mesa, anda até mim, e me puxa para um beijo demorado.

O beijo dela é tão carinhoso, delicado... é agradável. Mas sinto falta de Liah.

— Você está todo molhado, Willy. — Ela diz, enquanto começa a desabotoar minha camisa. — Vai acabar pegando um resfriado. Vamos, tire essa roupa molhada.

— Você vai rir de mim, mas eu sou tímido. Nós acabamos de começar a nos conhecer. — Ela ri.

— Não estou pedido pra você ficar nu. Apenas tire a camisa.

Eu não digo ou faço mais nada, porém permito que ela tire minha camisa.

Ela distribui beijos pelo meu peito nu, me arrepiando, encosta a testa no meu peito, desliza as mãos pelo meu abdomen, e então volta a me beijar.

— O que acha de irmos para o seu quarto? — Ela pergunta, enquanto beija o meu pescoço, o tom de voz sensualmente baixo, os lábios roçando minha pele.

— Bette... vamos com calma.

— Calma? Calma para quê, Willy? Eu já tenho 44 anos. Estou velha demais para perder meu tempo com "calma". Venha.

Bette se afasta de mim e caminha até as escadas. Eu hesito um pouco, mas por fim a sigo.

Ela fecha a porta e me puxa pela mão em direção à cama. Eu me sento. Ela se inclina, apoiando as mãos nos meus joelhos. Eu não consigo evitar de olhar para seu decote. Ela me beija, e sem saber exatamente como agir, apenas permito que ela faça o que quiser comigo. E ela faz.

Ela tira uma das mãos do meu joelho e a põe na minha nuca, beija o meu pescoço e morde a ponta da minha orelha, se ajoelha no chão e espalha beijos pelo meu peito.

Suas mãos delicadas abrem meu cinto e ela põe meu falo entre os lábios. Eu me entrego às sensações que ela me provoca ao libar-me.

Sua boca, pintada com um vermelho carmim, concentra seus movimentos apenas na glande, me atiçando e excitando com os lábios e a língua. Ela alterna movimentos com a ponta da língua com movimentos de sucção, enquanto a mão percorre a extensão do meu membro, indo e voltando, indo e voltando…

Eu sussurro, suspiro seu nome, e por um momento ela me faz sentir como se no mundo não existisse ninguém mais além dela. Bette, Bette… oh, Bette.

Ainda tendo minha glande entre seus lábios, ela me encara. Seus olhos de um profundo azul, arrebatadoramente sensuais, não se afastam dos meus enquanto ela levanta a cabeça devagar. Um fio fino de saliva se estica até se romper. Ainda nos olhamos por um tempo. Seus olhos grandes e expressivos me hipnotizam. Ela morde o lábio e volta a se por de pé. Tira a blusa, a saia, coloca minhas mãos em seu corpo e as conduz, das coxas até os seios. Ela acaricia o próprio colo com minhas mãos, depois leva uma delas até suas costas, de encontro ao fecho do sutiã.

Não preciso de incentivo para remover a peça, e ao ver aquele belo par de seios bem diante dos meus olhos, o último rastro da minha vontade de resistir à tentação se desfaz, e eu abocanho um de seus seios macios, corro as mãos por seu corpo, aperto sua carne e lhe dou tudo o que ela quer.

A empurro para a cama, e ela se mostra sem ação por um momento, surpresa com minha mudança repentina de postura.

Agora o predador sou eu, e despido de toda a minha timidez, a ataco como nem ela esperava que eu fosse capaz. Como nem eu esperava que fosse capaz.

Removo-lhe apenas a calcinha, sem paciência para tirar o resto. A deixo ainda com as 7/8, a cinta-liga e os scarpins, afasto seus joelhos e a possuo energicamente. Entre suspiros e gritos de prazer, ela arranha minhas costas e eu me agarro aos cabelos dela, investindo com força em estocadas profundas.

Depois de um intenso orgasmo, nós nos soltamos. Ela se senta e eu me deito. Ela logo se deita também, e nós esperamos nossos corpos se acalmarem.

Ela dá um sorriso leve e me beija, se senta, passa a mão pelos cabelos, se levanta e sai do quarto. Volta logo depois com a bolsa na mão e um cigarro entre os lábios, joga a bolsa num canto qualquer e se deita ao meu lado mais uma vez.

Mas depois dos instintos saciados e terminado o êxtase, eu volto à confusão de antes. Depois de 13 anos tendo olhos e coração apenas para Liah, acho que não me lembro mais de como se faz isso. De como se inicia um novo relacionamento, um novo amor.

Ela é minha namorada, agora. O que eu faço daqui pra frente? Será que basta ligar para ela algumas vezes por semana e levá-la ao cinema?

Estar com uma nova mulher agora, depois de tanto tempo tendo apenas uma, é uma experiência tão nova e estranha para mim. Não sei se vou me acostumar.

Eu espero que ela pegue no sono, o que não demora, então me levanto, visto uma cueca e vou para a varanda. Preciso respirar.

A chuva parou, e agora o céu está limpo. A lua cheia brilha, e a cidade está silenciosa.

Eu me perco em meus pensamentos, e não percebo quanto tempo se passa, mas tenho a impressão de passar bastante tempo por aqui.

Eu sinto Bette me abraçar por trás, e beijar minhas costas.

— Por que está de pé, querido?

— Porque não estou deitado. — Ela dá uma risada sonolenta. Eu me viro de frente para ela, que está enrolada no lençol. — Está frio. Volte para a cama. — Eu beijo sua testa. Ela me abraça, e eu afago seus cabelos macios.

— Já vou. Willy, me responda com sinceridade: você está me usando para se esquecer de Liah, mas não se interessa por mim. Não é verdade?

— Não, Bette, eu… — Ela põe o indicador sobre meus lábios, me silenciando.

— Não diga nada. É evidente, você não sabe esconder. Mas tudo bem. Eu vou conquistar você.


Notas Finais


Amores, eu não revisei, então me perdoem por qualquer erro <3


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