História The world of the dead - Capítulo 6


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Categorias The Walking Dead
Personagens Aaron, Abraham Ford, Carl Grimes, Carol Peletier, Daryl Dixon, Enid, Eugene Porter, Ezekiel, Gabriel Stokes, Glenn Rhee, Jessie Anderson, Maggie Greene, Michonne, Morgan Jones, Negan, Paul "Jesus" Monroe, Personagens Originais, Pete Anderson, Rick Grimes, Ron Anderson, Rosita Espinosa, Sam Anderson, Sasha, Tara Chambler
Tags Carl Grimes, Rick Grimes, The Walking Dead, Twd, Zumbis
Visualizações 51
Palavras 3.935
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiii meu amores, tudo bom? Espero que sim! Bom espero que gostem do cap de hj <3 <3 <3

Capítulo 6 - Decision


Fanfic / Fanfiction The world of the dead - Capítulo 6 - Decision

Acreditamos ficar tristes pela morte de uma pessoa, quando na verdade é apenas a morte que nos impressiona.

~Pov’s Carl~

Abro meus olhos lentamente tentando me acostumar com a claridade que insiste em incomoda meus olhos, pisco algumas vezes e me deparo com um lugar diferente do que costuma ser meu quarto, eu estava no quarto da Angel mil coisas se passaram pela minha cabeça e eu apenas a ignorei não aconteceu nada de mais, minha preocupação não era essa na verdade é sim com o meu pai! Até agora não tive notícias se ele está bem ou não, e oque mais me preocupar e se a Deanna vai expulsa-lo.

Então tento me acalmar e observo Angel dormindo em meus braços, ela era tão linda e eu estava completamente apaixonado por ela. Talvez esse sentimento seja cedo de mais, ou talvez não. Mas eu nunca senti isso por alguém na minha vida, agora a maior pergunta é se ela sente o mesmo.

Fico observando sua beleza por um longo tempo, passo minhas mãos por suas curvas suavemente para não despertar eu estava com a garota dos sonhos em meus braços literalmente.

Percebo que ela está despertando então contínuo admira sua beleza.

- oi – diz Angel com uma voz rouca e falha do sono. – Oi linda, dormiu bem?- pergunto. – muito bem, e você? .- no início eu pensei está dormindo com um peixe por que você não parava de se mexer. – nos dois começamos a rir. – você é tao linda. – digo afofando seu rosto eu meu polegar. – você é incrível Carl. – diz ela selando nossos lábios com leveza. – eu tenho que ir antes que dêem por minha falta. – eu entendo. – então me levanto e depósito um beijo em sua cabeça e vou em direção a porta, quando abro a mesma me deparo com o Abraham que me olhava com aquelas sobrancelhas ruivas arqueadas.

- Eu falei para ser rápido, mas nem tanto. – diz Abraham com um tom malicioso e com um sorriso do mesmo tipo.

- Não é nada do que você está pensando! – digo com um pouco de nervosismo na voz. – Não estou pensando em nada cara, você que está se acusando apenas tome cuidado. – Abraham coloca sua mao no meu ombro esquerdo. – Não fala pra ninguém que vc me viu aqui tá! – Abraham apenas concorda e eu entro no meu quarto. Eu estava muito nervoso, ainda bem que foi o Abraham imagina se fosse o Daryl provavelmente eu ficaria como tio da família porque filhos eu não teria o privilégio de ter.

Vou até o banheiro para toma uma banho e tentar esfriar a cabeça, mesmo sabendo que é impossível! Eu estava com medo tenho que admitir meu pai passou dos limites que nem o Shane e eu não quero que ele acabe morto como o tal, fiquei pensando no que eu e a Angel tinha conversado antes de pegamos no sono. Que tudo ficaria bem, mas na verdade eu não sei! Simplesmente não consigo acreditar em suas palavras e provavelmente nem ela em suas próprias.

Enquanto deixo a água percorre todo o meu corpo, fico pensando enquanto a Angel e legal, boa e gentil, ela é tão pura eu realmente não sei explicar, ela me contou pouco da sua vida antes disso tudo, ela perdeu tudo que tinha eu entendo oque ela passou sozinha nesse inferno, e Agora está tentando se acostumar com a realidade totalmente diferente do que vem convivendo a anos. Mesmo a conhecendo um pouco percebesse que ela é muito durona, mas assim como todos que vivenciaram fora desse muro ela carrega cicatrizes.

Passo as mãos pelo cabelo tirando todo o shampoo, suspiro profundamente saiu do box. não demora muito e desço para toma café da manhã e preparar o da Judith, vou em direção a geladeira e abro a mesma, pego o leite, despejo o líquido em uma panela que estava na bancada e levo ao fogão para esquenta-lo. Ouço som de passos descendo as escadas e logo Angel adentrou na cozinha. Assim que ela me vê ela sobressaltada, colocando a mão sobre o peito e me encarando com um semblante assustado.

- Você me assustou Carl! – ela diz em seguida sorriu. Eu retribuo o mesmo.

- Desculpa. – e Angel faz um gesto com a mão.

- Está fazendo a comida da Judith? – Angel pergunta se sentando na cadeira da bancada.

- Jajá ele acorda querendo comer a casa, então já deixo pronto. – Angel esboça um sorriso. – você é um ótimo irmão, Carl. – ahh... Faço tudo na medida do possível. – ela apenas assinta.

O silêncio se estendeu entre nós, mas logo e interrompido quando eu escuto sons do anda de cima e percebo que se tratava da Judith que pelo visto já estava com a fome atacando.

- parece que alguém acordou. – Angel e em seguida se levantar. – eu cuido dela enquanto você terminar com isso.

Antes que eu pudesse agradece ela já tinha subido as escadas.

Desligo o fogão e despejo na mamadeira o leite, tampando e chacoalhando. Verifiquei se o leite não estava quente demais e então foi para o quarto da minha irmãzinha, encontro Angel acalmando a Judith no colo, minha irmãzinha brincava com as pontas do longo cabelo da Angel. – Ela se interrompe com minha presença.

- Continuar, só assim ela fica calma. – eu digo e noto as bochechas da Angel corarem.

- Se ela soubesse fala, já teria mandado eu deixa ela no chão. – ela diz em um tom brincalhão, o que me faz rir.

Entrego a mamadeira para a Angel, e ela se senta na minha cama, ajeitando Judith em seu colo e entregando o leite para a pequena. Permaneço alguns segundos em silêncio apenas observando a cena, ela passava a mão sobre os cachos dourados da minha irmã e sorria, Angel era linda, ninguém poderia nega isso, ao mesmo tempo em que ela parecia simples e frágil com uma boneca de porcelana, ela também é decidida e valente como se nada te afetasse, mas eu sabia que isso não era verdade bastava olha para seus olhos claros que existia uma grande tristeza trancada em seu coração.

- Você e boa nisso. – eu me refiro ao seu cuidado com os bebes. – você tinha irmãos?

- Filha única. – ela responde desviando a atenção de Judith para me olhar. – mas eu tinha uma adotiva, que dizer uma prima a única na verdade éramos como irmãs inseparáveis. – ela sorriu.

- O que aconteceu? – eu pergunto, mas logo me arrependo assim que noto seu semblante muda.

- Nós duas se perdemos uma da outra.

- E como foi isso? – pergunto curioso e logo me repreendo.

- bom... – ela responde vagamente. – nos duas estávamos completamente sozinha depois que meu padrasto foi busca mantimentos e nos deixou trancadas no carro e quando ele voltou, um pedaço do céu braço faltava. Ele morreu um ano depois que tudo aconteceu, então nos conhecemos o Bryan e ele nos acolheu no seu pequeno acampamento.... – ela pondera alguns minutos. – então se passaram bastante tempo e tudo estava as 7 maravilhas até que alguns homens invadiram o nosso acampamento matando um dos nossos e disseram que queriam metade de tudo que nos pertencia, e então o Bryan recusou, e alguns dias depois uma horda de zumbis foi mandada por esses homem, só deixando eu e a minha prima viva. – foi horrível vê tudo que eu tinha no lixo novamente. – ela fecha os olhos com força e chacoalhar a cabeça, provavelmente espantado as memórias terríveis que ela tenta esconder, eu me sinto culpado por te feito ela revive esse sentimento.

Permaneço a encarando em silêncio e sem sabe oque dizer, se eu odiava uma coisa em mim era que tivessem pena de mim, e a Angel parecia odia isso também.

- minha mãe morreu quando a Judith nasceu. – eu começo a fala é a Angel me encara. – eu precisava fazer uma escolha, ou eu a matava ou eu deixava ela vira uma daquelas coisas.... – faço uma breve pausa. Fala sobre isso era doloroso, não importa quanto tempo passe era difícil! – Então eu matei.... Tinha que ser eu.

Nesse momento ela começa a fita o chão.

- Porque você está me contando isso? – sua voz estava embasada, ela queria chora, mas eu tinha certeza que ela na faria isso, não na minha frente.

- porque.... – penso alguns instantes antes de responder. – todos nos perdemos pessoas importantes e isso é horrível eu sei! E o outro motivo é que eu gosto de compartilhar coisas com você.

Após minha palavras o silêncio tomou conta do meu quarto, a Angel apenas acariciava o rostinho da Judith com o seu polegar, eu não fazia ideia das coisas que ela passou pra chega aqui, mas hoje eu fiz um progresso sobre sua história ela estava quebrado por dentro e por algum motivo eu deveria ajudá-la.

~Pov’s Angel~

Conversei bastante com o Carl enquanto estava com ele, e eu pude conhecer um pouco mais sobre ele, Carl ele é atencioso, cuidadoso amoroso, e eh admirava isso nele a capacidade que ele possuía, mas não era os isso que eu admirava nele, Carl também era um bom amigo e eu senti que posso compartilhar tudo com ele, ele me faz sentir um ser especial, e aliás ele beija muito bem!

O relógio marcava 9 da manhã eu e ele descemos e eu encontrei o grupo reunido na mesa para toma café da manhã, exceto Michonne e Rick

- Bom dia! – eu os comprimentos e sento do lado de Carl.

- bom dia. – eles responderam em uníssono.

Pego um pedaço de bolo e coloco em meu prato para comer

- Rick ainda não acordou? – Carol pergunta para Carl que nega com a cabeça

- Não, que dizer, ontem eu e a Angel ficamos um pouco lá, mas até a hora que fomos embora ele não tinha acordado.

- Você e a Angel, interessante! – Abraham disse lançando um olhar tentando passa informações para Glenn, que riu pelo nariz. Lanço um olha entre os dois, sem entender e Carl apenas observa como se tivesse entendido tudo.

- Vocês estão muito próximos né? – Eugene diz

- Somos apenas amigos. – digo rapidamente e olho assustada.

Abraham nos encarou com uma sobrancelha arqueada é um sorriso sacana de novo nos lábios enquanto os outros tentam conte o riso.

- Eu não falei nada, gracinha. – ele provavelmente percebeu alguma coisa além da amizade entre mim e o Carl. – vocês até que combinam- diz Maggie colocando os cereais na tigela.

Carl engasgou com o cereal que comia, eu abri os olhos e todos caíram na risada. Respirei fundo e olhei para Carl que estava completamente vermelho, não sei se por vergonha ou por te se engasgado, e então começo a rir, aquilo foi vergonhoso porém foi relevando.

O café foi tranquilo, Abraham De vez em quando fazia um comentário engraçado para quebra a tensão do local, mas não adiantou muito. Hoje seria um grande dia a resposta de Deanna poderia mudar tudo.

Depois do café eu e Carl resolvemos dá uma volta em Alexandria com a Judith. Caminhamos de lado a lado conversando assuntos bastante aleatórios enquanto Carl empurrava o carinho da irmã.

- Ali são os pais do Jacob, Sr e Sra flynn. – Carl aponta com a cabeça para um casal sentando na varanda de uma casa.

- posso fazer uma pergunta?- ele pergunta e eu apenas assinto. – acho que eu não posso ser seu amigo...- ele pondera alguns minutos e meu coração está pronto pra quebra de novo. – amigos não sentem oque eu sinto por você! – eu paro de caminha e retorno meu olha para o rosto de Carl e fito seus olhos por um estande e esboço uma expressão de não compreende.

- aí meu Deus.... – pondero alguns segundos para responder. – eu não estou entendendo Carl.

- eu acho que gosto de você, na real eu gosto de tudo em você, O som da sua respiração, estou Falando sobre seus lábios, Mas é a maneira que você sorri que me atrai, eu gosto de tudo em você, parece louco eu sei! E a possibilidade de você não senti o mesmo é grande isso me deixa angustiado. – quando Carl terminar suas palavras a única coisa que consegui pensar foi beijá-lo, então foi oque eu fiz. Beijei ele no meio de Alexandria pessoas passavam e viam a cena era realmente engraçado, o beijo era calmo e tranquilo. Separamos por falta de ar e ficamos em centímetros de distância eu apenas olhava seus olhos de oceano. – acho que isso responde sua dúvida. – Carl da um sorriso e então voltamos a andar agora de mãos dadas.

- Você vai para a reunião hoje? – pergunto mudando completamente o assunto . – acho que sim. – Bom eu vou tenho coisas para dizer pra Deanna

- Tipo o que?

- Quero dizer que ela não sabe de porra nenhuma, e que as decisões dela uma hora vai mata todos nós e vai destruí esse lugar, o Rick pode ter se alterado um pouco, mas não é perigoso ao ponto de ter que manda-lo embora. Ele não é uma pessoa ruim, ele tem um coração bom e sabe o que é o melhor para todos nós.

- Nossa. – Carl riu pelo nariz. – Ele ficaria feliz em ouvir isso.

- Não e pra contar nada pra ele, minha imagem de durona tem que ser respeitada.

- Claro durona. – ele riu. – Você pode até ser durona, mas tem sentimentos.

- Exatamente. – afirmei sorrindo

- isso com certeza vai entra para minha pequena lista de “ coisas que eu sei sobre a “Angel Miller Evans Dixon” que nome grande viu.

- Tenho que reduzir isso aí, bom e oque você sabe sobre mim?. – pergunto curiosa.

- Na verdade não muita coisa. – ele dá os ombros enquanto empurrava o carinho da Judith com uma mão. – Voce é um mistério Angel Dixon, e eu adoro desvendar um mistério. – apenas riu

- bom então somos dois.- pisquei para carl, e ele riu.

-EI CARL! – ouvir uma voz, paramos de Caminha e nos viramos para onde saiu o som.

Eram o Jacob, Dylan, Alex, Enid e o Ron.

- então Carl a gente está indo lá pra casa joga vídeo game, que vim? Você também pode vim Angel.

- Bom eu acho que os dois estão em um momento de casal. – Dylan aponta para nossas mãos que estavam entrelaçadas.

- engraçado. – diz Carl com voz de deboche e logo volta sua atenção para mim esperando a resposta.

- Eu topo!

- certo vamos. – Ron diz sorrindo.

- Vocês podem ir, eu vou deixar a Judith em casa e vou logo em seguida. – Carl em seguida olha para mim. – por você tudo bem? – ta tudo bem. – assinto

O caminho todo foi legal, o Dylan perguntou se eu e o Carl estávamos em um romance, e eu sempre negava bom eu sei que é feio menti, mas eu não queria espalha nada sem o conceito de Carl. Enid permanecia calada ela era de poucas palavras.

Chegamos na casa do ron e logo uma mulher loira nos receber e nós cumprimenta. Eu a reconheci era a mesma que estava no chão quando cheguei ontem na hora da briga com Rick e o moço que Agora sei que é Peter.

- Mãe essa é a Angel Dixon.- Ron diz a mulher. – Angel essa é a jesse, minha mãe.

- Olá Angel, Rick falou sobre você . Seja bem vinda a Alexandria. – diz ela sorridente. – obrigada jesse. Esboço um sorriso para a mesma.

Então fomos para o anda de cima , entramos no quarto de ron, Enid se jogou na cama de ron enquanto Jacob e Alex ficam brincando de baralho e Dylan e Ron foram jogar videogame, eu apenas fiquei no batente da porta. E o Alex percebeu meu desconto e perguntou.

- Bom baralho ou vídeo games, oque prefere?

- que tal brincamos de verdade é consequência. – Alex nos diz saindo do vídeo game. Olho para Enid, que não diz nada. O som de alguém batendo na porta chama nossa atenção, olho para mesma e vejo Carl parado ali.

- iae vão brinca? – diz Alex se levantando.

-brinca de quer? – pergunta Carl com curiosidade. – verdade ou consequência. – digo respondendo a sua pergunta.

- eu vou! – diz Dylan e Jacob em uníssono. – eu também diz run logo em seguida. – então Enid olha e fala -pode ser. – então as duas gracinha também vão? – diz Alex se sentado do lado dos outros. – eu olho para Carl e nossos olhares se encontram e então concordamos com a cabeça.

[....]

A brincadeira realmente era engraçada, o Alex foi desafiado a come pimenta sem bebê água, tadinho, o Dylan teve que bebê um litro de água em menos de 30 segundos.

- bom eu sou a próximo a gira. – diz Jacob se referindo a garrafa que em seguida para na minha frente. – verdade ou desafio? -desafio... Não pera verdade, verdade!. – já foi não adianta. – Jacob começa a rir. – tá pode fala. – eu o encaro. – eu desafio você a da um beijinho em Carl. – aqui pra mim não seria problema, já fizemos isso antes então me viro e olho pra Carl e o mesmo balança a cabeça com sinal de concordância.

Então eu foi ao seu encontro nossos lábios se encontram como um ímã, o beijo estava maravilhoso era como se tivéssemos se beijando pela primeira vez, só que agora na frente de todos, Ele é bem quente, demorado e envolvente, as línguas se encontram, tudo ao redor para.

Parece só existir aquele momento!

Nos separamos e ficamos nos olhando com aquele intenso olha, eu estava ofegante e Carl também, ele me faz sentir sensações inexplicáveis só com um toque, ele tem algum pode sobre mim.

Nós dois nos viramos lentamente para o pessoal, eles estão com uma cara de quem não acreditou no que acabou de aconteceu.

- nossa! – diz Alex, eu olho para Enid e sua expressão não é muito boa, enfim foi incrível.

Depois de alguns minutos eu e Carl resolvemos volta para casa, quando chegamos na mesma recebo a notícia de que Rick avia acordado. Foi um alívio para todos principalmente para carl que parece te ficado mais tranquilo. Ele foi ver o pai e eu fiquei sentada na varanda observando a movimentação em Alexandria.

Foi quando eu percebo passos atrás de mim e rapidamente eu olhei na direção deles era apenas um garotinho, se não me engano o irmão do ron. Ele não diz nada apenas vai embora.

Resolvi entrar e toma um banho e quando terminei foi descansar um pouco e acabei dormindo. Quando eu olho para a janela percebo que já era de noite levantei em um pulo, correndo as escada a baixo e deixo a casa. A reunião já deveria ter começado e eu precisava chega a tempo de fala com a Deanna.

Assim que chego no local onde a reunião estava acontecendo, fico do lado da Maggie e escuto atentamente enquanto Carol argumentava a favor de Rick. O mesmo não estava presente e era preocupante.

- Eu serei direto. – agora quem fala é Abraham. – existe um grande oceano de merdas das quais vocês não sabem merda nenhuma. – as pessoas ouviam atentamente. – Rick conheçe cada pedacinho dessa merda.

Um dos moradores foi literalmente a favor da expulsão de Rick, e eu não fiquei nem um pouco feliz com aquilo.

- Rick salvou minha vida, e me deu a notícia de que eu não estava sozinha no mundo ele me deu uma vida da qual eu estava esquecida de como se vivia. – dou um passo a frente e fixo meu olha para Deanna. – Ele me trouxe para Alexandria, cuidou de mim, me deu moradia em sua casa. – dou uma breve pausa. – Ele me deu esperanças quando não restava mais nada, e mesmo o conhecendo pouco sei que ele seria incapaz de machucar qualquer morador de Alexandria. Ele não quem vocês pensam.

- Meu pai respeitava o Rick Grimes. – diz Meggie Se colocando ao meu lado. – Rick e pai também. Ele é um homem bom e sente as coisas que faz. – ela afirma. – e todos nós que estávamos juntos antes de encontrar esse lugar, não importa como nós conhecemos o que importa é que somos uma família agora. Rick começou isso é vocês não vão impedir. Vocês não podem. Nem querem. – ela olha para todos presentes.

O silêncio se instalou entre nós por um instante, mas Deanna deu um passo a frente e começou a falar.

- Antes que alguém fale alguma coisa, eu gostaria de fala, algo pelo espírito de transparência. – ela junta as mãos. – o padre Gabriel me procurou anteontem. Ele disse que os recém chegado não são de confiança. – eu não conhecia o padre só de vista, mas até onde eu sabia ele era do grupo do Rick. – disse que eram perigosos e que se colocariam acima dessa comunidade. E nem um dia depois Rick pareceu demostrar tudo que o padre Gabriel disse. – ela suspira. – eu esperava que o padre estivesse aqui hoje.

- mas não está. – eu diga a encarando. – então você só está repetido oque alguém disse. – arqueiro uma sobrancelha. – Você filmou isso, Deanna?

- Ele não está aqui! – diz Meggie.

- Nem o Rick! – Deanna rebateu.

Novamente o silêncio se estendeu entre nós, Meggie encarava Deanna com um olha de indignação.

- com licença. – diz uma mulher deixando o local.

Sento do lado de Eugene e escuto a voz de um homem e logo percebo que se tratava do pai do Jacob o Sr. Flynn, ele falava em protege sua família, mas ele não terminou, pois Rick avia chegado completamente sujo de sangue e carregando um errante morto. Eu me levanto no mesmo instante em que ele joga o cadáver no chão, e todos olham chocados.

O portão estava aberto e errantes entraram, foi oque Rick disse. Ele começou um discurso, falando toda a verdade sobre a nova realidade onde estamos vivendo, mas dessa vez não parecia um louco, como quando apontou a arma para as pessoas. Elas acreditam nela agora, eu sentia isso.

As coisas estavam se resolvendo até o Peter aparece completamente embriagado, gritando por Rick dizendo “ você não é um de nós”. Ele estava com a katana da Michonne e eu senti que a merda iria voar hoje.

E aconteceu....

Reg, marido de Deanna tentou impedir ele, mas acabou com a garganta cortada. O homem levou a mão até o pescoço ensanguentado e caiu nos braços de Deanna, que gritava desesperada.

Agora ela sabia a verdade, e com certeza havia entendido.

Foi então que devia ter sido uma reunião calma se tornou um show de sangue.

- RICK, ATIRE! – foram essas as palavras de Deanna.

Sem nem ao menos exista, Rick apertou o gatilho e a bala foi em direção a cabeça de Pete. Que em seguida cai no chão.

O silêncio reinou, o único som era o choro de Deanna, que estava debruçada sobre o corpo do marido, mas o silêncio não demorou muito, ele foi quebrado com apenas um nome.

- Rick? – era um homem moreno junto com meu tio é ele carregava a sua besta.

Foi automático eu corri e abracei ele com muita força, eu literalmente estava com medo de perder o único parente vivo, Então ele retirou o abraço. – cara quando você sair se despeça, não posso perder mais alguém do meu sangue. – não  precisa se preocupar Angel, eu sempre voltarei pra casa eu prometo! – nos dois se separamos e eu volto a fita o corpo de Reg que estava no chão, suspiro profundamente.

     Esse foi o momento em que pensei, que tenho que aproveitar tudo oque eu posso, porque nada e pra sempre.


Notas Finais


Aiiiiiii que lindinho o Carl se declarando pra ela❤️❤️❤️ espero que tenham gostado do cap


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