História Themyscira - Mulher maravilha e Supergirl - Capítulo 8


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Categorias Mulher Maravilha (Wonder Woman), Supergirl, The 100
Personagens Clarke Griffin, Diana Prince (Mulher Maravilha), Dra. Abigail "Abby" Griffin, Kara Zor-El (Supergirl), Lexa, Octavia Blake, Personagens Originais, Rainha Hipólita
Tags Clarke, Diana Prince, Kara Danvers, Lexa, Mulher Maravilha, Supergirl
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Palavras 3.673
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Fantasia, Ficção, LGBT, Literatura Feminina, Magia, Romance e Novela, Saga, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa noite.


O que vocês estão achando de Diana e Lexa? Acho que depois desse cap podemos esperar mudanças no comportamentos dessas mulheres.

Capítulo 8 - Entregando o jogo


Diana    

 

Lá estava eu, sentada ao lado da minha mãe, em mais um banquete dos Deuses, regado com as mais belas guerreiras da Themyscira. Muitas dessas mulheres já estiveram na minha cama, sobre meu domínio.  Hoje à noite não seria diferente, iria levar essas beldades ao meu quarto, para meu divertimento para me deliciar com seus lindos corpos, mas meus planos se perderam quando avistei ela entrar pela grande porta que dava acesso ao salão principal. “Por Atena” que sentimento era esse que ardia no meu peito quando avistava aquela humana que mais se parecia com um anjo.  

 

  A loira carregava uma grande bandeja para servir as amazonas. Sua roupa justa demais deixava seu abdômen sarado amostra e uma semi saia que permitia a todos verem suas lindas e torneadas pernas, agora não tão brancas porque ganharam um tom caramelado. Antes me deliciava ao ver ela passar vestida assim, isso era antes, porque agora sinto um incomodo do inferno de ver outras mulheres olharem para ela daquele jeito. Como sempre roubava a atenção de rodas com sua beleza e simpatia.  

 

Hipolita: Diana esta prestando atenção no que estou falando? - Já não estava antes, agora muito menos. Minha mãe não para de falar das minhas obrigações, responsabilidade e deveres como princesa. “Pro inferno” Aquilo não me interessava nem um pouco.  Ela era a rainha obrigação era dela de governar. 

 

Antiope: Me perdoe minha irmã, não me sinto bem. Lexa está doente quero ficar com ela. Vou me retirar. Boa noite a todos. - Tudo andava estranho minha tia não queria falar, Menelippe não estava na mesa, Lexa não saia do quarto e recusou em me receber. Seja o que fosse Lexa não estava nada bem.   

 

Hipolita: Diana, você pode prestar atenção no que estou falando por um maldito instante. A chegada de Atena pode mudar muitas coisas por aqui.  - Não estava nem um pouco me importando com a chegada da Deusa o de quem quer que seja.  Agora todo minha atenção estava pousada na linda humana que nos servia.  

 

Diana: Tão Linda. – Meu coração suspira.  

 

Hipolita: Do que esta falando, filha? 

 

Mas, assim como eu muitas outras mulheres olhavam para aquela criatura com desejo de possuilá, mas poderia sentir que no meu caso não era só isso. Saber que outras mulheres aqui estavam dispostas a ter o que eu tanto queria me deixava um tanto infeliz. Então sou invadida por um sentimento de ciúmes obsessivo, assim como o que sentia quando era criança.  “Odiava que minha mãe desse atenção para outras crianças e odiava mais quando ela pegava outras crianças no colo até de Lexa eu tinha ciúmes, mas era da minha mãe que estou falando. Agora sentia o mesmo por aquela humana que desfilava pelo salão arrancando olhares e suspiros. Não suportava aquilo!  

 

Diana: Bela sirva mais vinho! - Não sabia como chama-la afinal ela não sabia seu próprio nome, como ela deveria ser infeliz por isso. Ela se inclina, não poderia deixar de notar seu decote que era o caminho da minha perdição e quando ela sorri percebo o bem que ela me faz, um bem que nunca senti antes.  

 

Hipolita: Não sabia que nutria tal afeto e intimidade com essa humana filha.

 

Diana: Ela bela não acha minha mãe? 

 

Hipolita: Vá sirva outras mesas. - Fala a humana. Minha mãe como sempre estragando tudo.  

 

Assim que a bela mulher começa a vagar pelo salão, para minha perdição, as insinuações começam.  

 

-Linda! Você é perfeita. - As mulheres caiam aos pés dela assim como aos meus como isso é possível? 

 

       - Você é um verdadeiro anjo. – Gritou uma guerreira. – Tentei me controlar na minha cadeira o que estava sendo uma tortura para quem não sabe contar a emoção.   

 

-Vem aqui sentar no meu Colo. - A humana parecia não se importar com as cantadas e continuava a fazer o seu trabalho. De forma atenciosa e simpática ela roubava a graça de todas as guerreiras. – Eu apenas ficava observando, bufando de raiva. Acabei me afundando na cadeira com a vontae de querer matar alguém, minha mãe não cansa de dizer que meu temperamento é igual o do meu pai. Deve ser por isso que ele é o senhor dos mortos, devia estar sempre com vontade de matar. 

 

Hipolita: Se sente bem Diana? Você estava vermelha igual seu . . .- Sem duvida ela iria falar do meu pai mas se calou. Continuei ali admirando a bela mulher, tentando conter meus sentimentos, mas “pro inferno”.  

 

 - Pelos Deuses tão linda essa flor. - Uma guerreira já um tanto alterada se levanta para abraçar a loira na minha frente. Naquele momento foi roubado a última gota de equilíbrio que tinha em mim.   

 

Hipolita: Diana onde você vai? - Minha mãe notou meus olhares nunca fui boa em esconder nada dela.  Levanto da cadeira enfurecida queria arrancar a cabeça daquela guerreira atrevida.  

 

Me solta por favor. – A humana falava sutilmente, ela ainda não aprendeu a lidar com as mulheres aqui.  

 

-Apenas um abraço não seja ruim. – A guerreira tentava forçar a loira ao seus charmes e galanteios. - Você é tão linda, sua pele tão macia. – Cheirava seu pescoço, como ela se atreve. 

 

Kara: Já disse para me largar. - Todos davam risada da cena. Aquilo foi me enchendo parecia que o mundo inferior estava em mim.  

 

Diana: SOLTA ELA AGORA! - Por um fio seria capaz de estraçalhar aquela guerreira, foi isso que senti. 

 

-Diana! Todas nessa ilha você quer para você, não seja egoísta ela é apenas uma humana, deixa eu ficar com ela ou podemos dividir.- Aquela vaca estava caindo de bêbada, com apenas um soco meu faço ela parar longe.  

 

Diana: A única coisa que será dividida aqui é essa sua cara se não deixar ela em paz.  

 

-Não ouvi direito você se preocupa com essa criatura insignificante? -  

 

De repente o salão foi tomado pelo silencio absoluto. Só podia ouvir a minha respiração de ódio que estava sentindo. Não conseguir lidar com os meus sentimentos sempre foi uma características predominante minha e do meu famoso pai. Tudo parecia um turbilhão querendo passar por cima de tudo toda hora. 

 

Diana: Sim !

 

O que? Eu me preocupar com alguém além de mim? - Escutem bem o que eu vou dizer. – Sem pensar no que estava fazendo chamo a atenção de todas no salão. - Essa humana esta sobre a minha proteção. Quem de vocês se atrever a tocar nela ira lutar comigo e juro não ter misericórdia.  - Logo o salão voltou a pegar fogo com os bochichos e comentários desnecessário.   

 

- Ela quer a Humana!  - Risos.

 

- A bela e a fera, Diana? - Mais risadas.

 

- Uma princesa se apaixonando por uma criatura de outro mundo essa é boa hahahaha, Diana não serve para governar. - Quem foi a infeliz que dize isso, apenas me viro e agarro a primeira guerreira pelo pescoço.  

 

- Imagina uma Deusa com uma humana.  - As guerreiras ainda estavam falando. Percebi que não tinha o respeito que deveria ter. 

 

- Diana quer todas as mulheres.  

 

Hipolita: JÁ BASTA!.  - minha mãe se levanta.- Aquelas que quiserem permanecer nesse banquete que seja em silencio.  

 

-Não sabia que era pra tanto? - A guerreira que segurava a loira solta a mulher empurrando ela em cima de mim.  Minha vontade era socar a cara dela, mas a humana me conteve segurando meus braços assim como acalmava uma fera. Seu olhar infinitamente azul encontrou os meus contrariados.  Ela segurava firme meus braços temendo o que eu poderia fazer.  

 

Kara: Esta tu – tudo bem!  - Baixo o olhar para suas mãos que me seguravam e ela imediatamente me solta. Todos estão me olhando e posso sentir o olhar ameaçador da Rainha, depois do que falei nem ela se atreveria a tocar em um fio de cabelo da humana. Esse sentimento de cuidado e proteção era novo para mim. 

 

 

Por Hipolita.  

 

 

Falar com Diana era como falar com uma égua surda. Tudo que saia da minha boca, simplesmente para ela não tinha valor. Minha filha a cada dia se parece muito mais com o pai. De repente vejo nela uma expressão idêntica a de Hades   -não pode ser!- Diana encarava a Humana a nossa frente com um olhar único de . . . nem quero imaginar isso.  Minha filha apaixonada por uma humana. Diana quer me enlouquecer. Hades me olhava da mesma forma, constato o que era evidentemente infeliz, Diana era uma cópia original de meu ex-marido.  Parece que tudo que eu ensinava a ela era em vão.  

 

De repente minha filha se levanta parecendo ter incarnando o próprio pai. Hades com ciúmes era um inferno nessa ilha.  

 

Por um estante fiquei orgulhosa ao perceber que ela pode se importar com outras coisas além dela mesma. Ver ela defender aquele ser inferior queria dizer que nem tudo estava perdido ou estava tudo perdido. Os Deuses nunca iram permitir essa relação eu não permitiria.  

 

Depois da cena que Diana faz ela volta para o seu devido lugar.  

 

Hipolita: O que pensa que esta fazendo?  

 

Diana: Não era você que dizia que só me importava comigo mesmo. Então resolvi me importar com alguém agora. Agora não me venha mais falar do meu papel como sua filha, por hoje estou farta Rainha Hipolita. Não me importo com a chegada de Atena. - NÃO ME IMPORTO EM GOVERNAR! - Diana grita para todos o que me causa uma humilhação. - Vocês têm razão não serei uma boa rainha, nunca vou governar essa ilha como ela deveria. - Todos olham espantados para minha filha. - Serei como meu avo Hares ou ainda pior que meu pai.  

 

Hipolita: Diana você é uma decepção completa. Não é digna de ser princesa de Themyscira, muito menos será rainha um dia.  - Falo enfurecida. Diana me tirava do sério.

 

Diana: Que seja assim, quem sabe ao lado de meu pai eu possa governar. Talveis meu lugar seja no mundo inferior ao lado dele. - Diana nunca havia dito essa barbaridade antes, o que me deixou espantada. Minha filha não queria governar ao meu lado. Será que ela tinha planos de conhecer o pai, nunca permitiria isso. 

 

Hipolita: SAIA DA MINHA FRENTE ANTES QUE EU TE MATE E VOCÊ CONHEÇA SEU PAI MAIS CEDO DO QUE IMAGINA. - Pero a noção das pelavras. 

 

 

Por Kara.  

 

Volto para cozinha respirando fundo e me lembrando de como Diana me defendeu, como ela me olhava. A princesa tinha algo no olhar que me causava medo, mas também uma segurança de que ela não deixaria nada acontecer comigo.  

 

Etta: Minha linda Jovem, o que você causou na Princesa? – fala a mulher afobada. – Diana deve gostar mesmo de você. Nunca vi ela defender alguém assim. Nem mesmo Lexa a quem ela ama.  

 

- Diana estava apenas sendo gentil.  

 

- Ai é que está a graça minha flor. Diana não é gentil nem com a mãe. – Não conseguia perceber essa pessoa tão horrível em Diana.  

 

- Etta, Diana é mesmo filha de Hades?  

 

- De quem mais ela puxou aquele temperamento?  

 

 

- Olá. – Raven aparece na cozinha sorridente ela deposita um beijo na minha bochecha me fazendo corar - Esta tudo bem?  

 

- Sim, sim. – Falo sorridente. Raven era sempre muito educada e simpática.  

 

Etta: Raven, minha linda menina. – A mulher acaba por dar uma abraço apertado na moça.  

 

Raven: Tudo bem Etta pode soltar agora. - fala fazendo força para respirar.  

 

Etta: Você esta tão magra minha querida. Não esta com depressão não é? Não diga que ainda não superou o termino com Diana? Como se sente? Quer que eu faça alguma coisa especial?  

 

Raven: É eu. . . . 

 

Etta: Eu já sei, tenho algo aqui para esquentar seu estomago. – Etta tinha o péssimo abito de não deixar as pessoas falarem. – Uma fatia de bolo de laranja vou trazer para você.  

 

Reven: Uffa. – Fala ao ver a mulher se virar. – Ei podemos conversar é sobre o anel que você me entregou.  - Reven fala em segredo. 

 

- Claro! 

 

Raven: Precisa ser em outro lugar. – Nós fomos até um dos numerosos corredores do castelo. Estava curiosa para ter qualquer pista que fosse de quem eu era.  

 

- Encontrou alguma coisa sobre o Anel?  

 

Reven: Sim! – Reven conseguia expressar simpatia em apenas uma palavra. Fiquei pensando o que houve entre ela e Diana. – Esse símbolo tem um significado misterioso e ao mesmo tempo poderoso.   Tudo indica que se trata de uma casta de outros Deuses. Confesso que fiquei fascinada. - Fala empolgada. - Bem, tudo não passa de uma lenda em Themyscira. Ninguém acredita que poderia existir um reino diferente do que o todo poderoso Zeus criou. É por isso que devemos ter cuidados com os segredos que contem esse anel.  O que conta a história e que antes do Deus Zeus existiu um Deus chamado Rao criador do universo e de outros mundos, ainda é tudo que sei, mas estou em busca de mais pistas.  

 

- O símbolo pode me levar a minha família? Ao meu lar? Isso é muito importante pra mim – Reven toca meu rosto com delicadeza ela parecia entender tudo que eu estava sentindo. A dor de estar perdida, sem a segurança e o conforto do meu lar. A saudade era tão familiar, mesmo sem me lembrar do que ao certo. O que meu coração tinha deixado lá atrás que me fazia tanta falta que causava um vazio enorme no meu peito.  

 

 

Reven: Como posso te explicar. – Sua voz é equilibrada, mas sinto ela emocionada. – Também queria ter um lar, poder voltar para minha família, mas agora nossa casa é aqui sei que parece difícil e desafiador, mas tudo isso vai passar. 

 

- O que aconteceu entre você e a Diana, digo a princesa? – Aquela pergunta não queria me largar.  

 

Reven: Diana . . . -  percebi que era difícil para ela contar. - Ela simulou estar apaixonada por mim. Nós namoramos por algum tempo, ela parecia mesmo ter mudado. Diana me dava segurança, não porque é filha da rainha não é isso, mas ela tem esse poder. Tome cuidado com ela, Diana não tem coração ela não ama ninguém além de si mesmo ela é como Hades, capaz de virar um cordeiro para ter o que quer. Eu estava completamente apaixonada por ela e me entreguei sem perceber que tudo para princesa não passava de um jogo. Diana nunca me amou, depois que ela teve o que queria se cansou de mim e me jogou fora como faz todos os dias com as mulheres dessa ilha. – Reven contava tudo com muito magoa e dor. Vejo seus olhos lacrimejar e sinto vontade de abraça-la e oferecer o mínimo de um conforto.  

 

-Poderia te abraçar? - Ela consente com a cabeça. 

 

 

Lexa.  

 

Estava em ruinas, tudo estava destruído.  Seus pensamentos eram tão massacradores que ela se quer conseguia levantar da cama. Seu mundo havia caído de uma hora pra outra sem se quer poder lutar para manter ele de pé.  A vida toda ela acreditou ser melhor do que todos e ter sido privilegiada pelos Deuses. Lexa nunca se preocupou com os mais fracos ao contrario ela sempre tratou todos com desprezo e desdém.  Agora tudo que ela conseguia pensar era . . . 

 

“ Você é filha de uma serva” 

 

“ Você não é uma Deusa” 

 

“ Você não é nada” 

 

Tudo aquilo estava destruindo ela. Como iria ser agora? Como o povo de Themyscira iria tratar ela, depois da verdade?  “ Quando todo mundo souber que ela era filha de uma fraca”? 

 

“Seria ela fraca como a mãe?” Seria por isso esse sentimento por Clarke?  Lexa começa a gritar e quebrar tudo em seu quarto. - Ela parecia mais perdida do que Kara com sua identidade.  

 

- POR QUE ISSO? O QUE FIZ CONTRA OS DEUSES PARA ME PUNIR COM ESSE FARDO. – Ela taca um vazo no chão. O desespero toma conta do seu peito. Ela se abaixa e pega um caco. Ainda de joelho Lexa começa a se cortar.  

 

Antíope corre para o quarto da filha quando ouviu o barulho. Ela arromba a porta. A Deusa se depara com Lexa no chão se auto flagelando.  

 

- Filha, para com isso. – Ela arranca o caco da mão da moça. – O que pensa que esta fazendo?  

 

Lexa: Sou uma miserável, uma fraca. - Antíope rasga o tecido de sua veste para estancar o corte feito no pulsos da guerreira.  

 

Antíope: Lexa, olha pra mim você é não e nada disso. 

 

Lexa: Nem sou sua filha. 

 

-Nunca mais diga isso, você e seu irmão são um pedaço de mim e agora que vou perder ele, amor você é tudo que me resta não vou te perder. - Antíope carrega a filha até a cama e a embrulha em seus braços com tanto amor.  Um amor que só uma mãe poderia passar para um filho, Lexa não tinha muito aquele contato com a mulher, porque na maior parte do tempo elas estavam brigando. Antíope só queria o bem da filha ver ela se tornar uma mulher justa e querida pelo povo. A Deusa abraça Lexa como se ela fosse uma criança amedrontada com medo do escuro. – Eu estou aqui meu amor, nunca vou desistir de você filha. Lexa abraça a mãe como um pedido de socorro.  

 

Lexa: COMO VOU ACERTAR TUDO ISSO QUE ESTA DESTRUIDO EM MIM AGORA? – Seus olhos estavam banhados de lágrimas.  

 

- Nós vamos arrumar isso eu prometo.  

 

- Não sei como.  

 

Antiope: Quando você ainda era pequena e gostava de sumir com sua prima. Ali já sabia que vocês duas iriam dar trabalho. A mãe suspira pesado. - Você me dizia que queria ser igual a mim. Justa, caridosa e valente. Valente você já era deis de bebe.  Você ainda pode ser justa caridosa e fazer a coisa certa filha com isso todos vão te amar .  

 

Lexa: E se eu for rejeitada? 

 

Antiope: Quem te ama de verdade nunca vai te rejeitar. Vou estar sempre aqui com você.  

 

Lexa: Amor?  

 

- Sim amor.  

 

Lexa se lembras do que Clarke falou.  

 

“ Quero que você  morre seca e sem amor” 

 

Lexa: Estraguei tudo com Clarke. Tratei ela como um Lixo.  

 

Antíope: O que você sente por ela filha? – Lexa não consegue mais esconder.  

 

Lexa: Eu a amo. – fala com a dor de quem perdeu Clarke para sempre. No começo ela era um desafio, mas depois eu a desejei, mas do que tudo que eu tenho. Quando vi Clarke com aquela mulher eu senti inveja do amor delas.  

 

Antíope: Diga a verdade, você causou o incêndio que provocou a morte daquela mulher?  

 

Lexa: Juro que não.  Queria Clarke pra mim só pra mim, mas não fiz aquilo mãe você precisa acreditar.  

 

Antíope: Vou ajudar você arrumar isso.  

 

Lexa: Como? 

 

Antíope: Vamos até a casa de Clarke, você vai pedir perdão para ela hoje mesmo se você realmente a ama. 

 

Então mãe e filha se arrumaram e foram para o lado mais baixo da ilha. Antiope bate a porta da casa de Abigail. 

 

Quando a medica abre a porta não acredita na ousadia da guerreira.  

 

Abigail: O que quer? - Fala agressiva. 

 

Antiope: Clarke,  preciso falar com ela.

 

Abigail-Minha filha esta de luto. - Abigail percebe a presença de Lexa. -Vai embora vocês duas  

 

Antiope: Minha filha tem algo a dizer.  

 

Lexa: Clarke precisa acreditar que não fiz aquilo.  

 

Abigail: Ainda que não tenha sido você, nunca iria pagar pelo que fez. A não ser que eu revelasse a verdade 

 

- A verdade que não sou filha de Antíope, que não sou nada. - Lexa fala em sofrimento.  

 

Abigail: Então contou a ela. Espero que isso esteja destruindo você Lexa.  

 

Clarke: Mãe quem é? – Lexa ouve a voz de Clarke do fundo da casa.  

 

Abigail: Apenas uma serva pedindo um prato de comida.  

 

Clarke: Mande ela entrar esta frio ai fora. – Fala inocentemente.  

 

Abigail: Vai embora. – Abigail tenta fechar a porta , mas Lexa a impede. –  Não é bem vinda aqui.  

 

Clarke escuta a voz alterada da mãe e sai para ver o que esta acontecendo. Lexa consegue entra e Clarke aponta uma faca aviada no pescoço da Guerreira.  

 

Clarke: Chegou sua hora de pagar por tudo que você fez. 

 

Abigail: Não, filha abaixa isso.  

 

Antiope: Clarke escute sua mãe, Lexa não causou aquele incedio.  

 

Lexa dobra o joelho diante de Clarke. Aquilo sim foi inesperado, nem mesmo diante da rainha ela fazia tal coisa.  Lexa poderia sentir o ódio que a loira tem por ela. Sem desviar o olhar a guerreira aperta a faca afiada que corta sua mão deixando o sangue escorrer pelo cabo da faca, tomando seus braços e pingando ao chão.  

 

Clarke: Como se atreve depôis de tudo que você fez. – Clake explode e mete um tapa na cara da guerreira que apenas vira o rosto.  

 

Lexa: Sinto muito. . .sinto por tudo que causei a você Clarke.  

 

Clake: Me faz um favor não olha mais pra eu de desprezo Lexa com todo meu coração. 

 

Lexa: Não fui justa com você, não te tratei como merecia, mas você precisa acreditar que eu não fiz aquilo.  - Clarke ainda matinha a faca no pescoço da outra sem coragem de fazer alguma coisa ela deixa a faca cair.  

 

Clarke: Você é insignificante.  

 

Lexa: Eu era uma criança quando sua mãe me salvou da fome e da dor de ser a filha de uma serva do castelo. Sua mãe me deixou para ser cuidada pela filha da rainha. Minha verdadeira mãe morreu para me trazer a essa ilha. - Lexa não sabia o porque estava falando aquilo para Clarke. 

 

Clake: E o que eu tenho haver com isso? - Clarke não queria expressar seu espanto e admiração da mãe ter guardado esse segredo todo esse tempo.  

 

Lexa: Quero que acredite em mim. Hoje estou em suas mãos Lexa, esse é meu maior segredo e se realmente acredita que eu fui capaz de fazer aquilo você pode me destruir. - Lexa estava entregando as armas para Clarke acabar com ela, mas e agora o que Clarke deve fazer?   ^~^

 

 

    

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Bem espero o comentário de quem esta gostando da história.


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