História Then You Look At Me - Capítulo 15


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Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Henry Mills, Regina Mills (Rainha Malvada)
Tags Swanmills, Swanqueen
Visualizações 99
Palavras 3.290
Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Depois de um longo tempo sem postar, aqui estou eu com mais um capítulo. Espero que gostem...
E, me desculpem pela demora, para postar.

Capítulo 15 - Eu não posso dar a família que ela quer


Fanfic / Fanfiction Then You Look At Me - Capítulo 15 - Eu não posso dar a família que ela quer

Regina estava deitada sobre o peito de Emma, que fazia cainho em seus cabelos negros. Estavam em um silencio agradável. Cada uma perdida em seus próprios pensamentos. Emma pensava no quão maravilhoso seria quando enfim se casasse com Regina, e quem sabe talvez aumentar a família. Sorriu imaginando a mansão cheia de crianças correndo por ela. Ver sua rainha grávida seria algo mágico. Talvez, pudesse ir até Boston, tentar um tratamento de inseminação.

Regina: No que você tanto pensa? – Perguntou a olhando encantada.

Emma: Em você, minha rainha. – Sorriu empolgada com seus pensamentos. – Em como será maravilhoso quando casarmos e quem sabe aumentar nossa família. – Ambas sentaram na cama de frente uma para outra.

Regina: Como? – Perguntou confusa, sem querer realmente entender ou pensar na possibilidade da loucura que Emma estava falando.

Emma: Eu adoraria ver nossos filhos andando e correndo pela mansão. – Sorriu emocionada sem se dá conta da expressão no rosto da prefeita. – Ver você grávida, carregando um filho nosso, seria maravilho. Eu seria a mulher mais feliz do mundo.

“Regina: Bom... Eu não tive muitos amores em minha vida. – Levantou-se segurando uma taça e olhou para sua mãe. – Mas, eu sei que aquilo não é uma alma gêmea. – Falou com desdém, ao apontar para o homem que era refletido no espelho.

Cora: Esse que você chama de alma gêmea. – Sorriu. – É casado e um moralista enfadonho. O que eu encontrei é bem melhor. – Confirmou confiante. Regina a olhou em descrença.

Regina: Você nunca esteve interessada em minha felicidade. – Falou sem emoção.

Cora: Você nunca será feliz. – Disse com dureza. – Você não sabe como. Mas, você compreende o poder. E está prestes a perde-lo. O seu povo quer a Branca de Neve como rainha. E, ao menos que você comece uma dinastia, ela retomará o reino e você perderá tudo.

Regina: E quando eu morrer de uma doença misteriosa, você assume o poder por traz da criança no trono? – Cora a olha sem jeito. – Pois, fique sabendo mãe... – Elevou a taça. – Que eu encontrei um meio de impedir que isso aconteça.

Cora: O que disse? – Falou surpresa.

Regina: Uma poção para retirar o seu direito a linhagem real. – Sorriu sem humor.

Cora: Mais você não está grávida.

Regina: E, eu jamais ficarei. – Sorriu triste e olhou para o liquido em sua taça. – Eu não te darei nenhum neto, mãe.

Cora: Você jamais faria isso. – Disse descrente. – Você está blefando. – Disse nervosa.

Regina: Estou? – A olhou. – Você foi muito clara... – Seus olhos marejados. – Você pensa que ninguém poderá me amar. Que tal oficializarmos isso? Afinal, o amor é uma fraqueza. – Olhou com fúria para Cora e tomou a poção, sobre os olhos descrentes de sua mãe.”

 

Emma: O que você acha, amor? – Olhou esperançosa para Regina, que tinha seu olhar perdido em algum lugar do quarto. Seus olhos marejados, demonstravam todo o conflito e tristeza existentes em si. As lembranças daquele maldito dia a invadiram sem permissão.  – Regina? – A chamou preocupada.

Regina: Nós já temos o Henry, Emma. – Levantou-se da cama sem olhar para salvadora que franziu o cenho. – E, ainda temos muito tempo para pensar nisso. – Disse nervosa. Fechou seus olhos tentando controlar seus sentimentos. Adoraria ter um filho seu com Emma. Mas, ela sabia que isso nunca seria possível. E, pedia aos céus que Emma a entendesse e a perdoasse por não poder realizar seu sonho.

Emma: Eu disse algo errado, Rê? – Falou aflita. – Se você não gostou da ideia... – Aproximou-se de Regina. A prefeita virou-se ficando de frente para loira.

Regina: Seria uma ótima ideia, Swan. – Olhou com pesar para Emma. Que notou toda dor e tristeza naquele rápido olhar. – Agora, eu preciso ficar sozinha, okay? – Beijou a bochecha da loira e entrou no banheiro.

Emma: Mas... – Passou a mão nos cabelos e olhou para a porta do banheiro. Se perguntava o que tinha dito de errado. Porque Regina agiu desse jeito. Meio hesitante, andou até a porta do banheiro, levou sua mão a maçaneta. Encostou sua cabeça a porta e mesmo sem querer fez o que a prefeita pediu e foi embora da mansão.

Regina ouviu os passos de Emma se afastarem e então se permitiu colocar para fora toda dor e tristeza, que a muito tempo estavam guardadas a sete chaves. Tomou um banho para relaxar, sua cabeça parecia que ia explodir, fora o enjoou. Vestiu algo confortável e deitou-se, adormecendo em seguida. Pela madrugada a rainha acorda ao sentir um corpo pequeno se encaixar ao seu, por debaixo das cobertas. Sem dizer nada ela abraça seu pequeno príncipe e beija seus cabelos. Sentindo seu coração levemente aquecido. Henry era seu filho, seu pequeno príncipe, então adormeceu.

 

 

Zelena: Bom dia, sis! – Abraçou a irmã e entrou na mansão, seguindo para cozinha. – Bom dia, querido. -  Sentou-se à mesa, servindo-se de café.

Henry: Bom dia, tia. – Sorriu. Regina chegou a cozinha com o semblante cansado, e isso chamou a atenção de da ruiva, mais resolver deixar para questiona-la depois.

Regina: Algum problema, Zel? – Questionou ao se juntar aos dois à mesa.

Zelena: Nenhum! Apenas, queria tomar café com minha família preferida. – Sorriu

Henry: Nós somos sua única família, tia. – Falou sorrindo sapeca.

Zelena: É verdade! – Deu de ombros. – Assim fica mais fácil escolher. – Os dois sorriram.

Regina: Querido, já terminou? – O olhou com ternura. – Se não vamos nos atrasar. – Henry assentiu e saiu para pegar sua mochila. – Eu preciso ir, Zel. – Olhou para a irmã e levantou-se. – Mas, pode ficar à vontade. – Deu um meio sorriso a irmã.

Zelena: Não, tudo bem! – Ajudou Regina a retirar à mesa. – Vou com você até a prefeitura, precisamos conversar.

Regina: Claro! É algo importante?

Zelena: É o que eu preciso descobrir. – Regina a olhou levantando levemente a sobrancelha, sem entender o que a irmã disse.

Henry: Estou pronto, mamãe! – Olhou para duas. – Vamos?

Regina: Claro, meu amor. – Saiu da cozinha indo até a sala pegando sua bolsa e pasta. Sentindo uma leve tontura. Fechou os olhos, apoiando-se na poltrona e respirou de modo lento. Depois, de meros segundos seguiu para fora, encontrando Zelena e o filho ao lado do carro, sorrindo em meio a brincadeiras. – Você dirige, Zel. – Entregou a chave do carro pra ruiva. Deixaram Henry na escola e seguiram para prefeitura, em completo silêncio.

Zelena: O que está acontecendo, Regina? – Foi direta ao entrarem no escritório da prefeita.  

Regina: Do que está falando? – Tentou desconversar indo até sua mesa e colocando a bolsa e a pasta em cima da mesma.

Zelena: Não se faça de desentendida! – Disse firme. – Algo estar te incomodando, eu sei disso. – Aproximou-se da prefeita a olhando. – Só me deixe te ajudar, sis.

Regina: Não há nada que você possa fazer, Zel. – Suspirou deixando seus ombros caírem, sentindo-se cansada. – Ninguém pode me ajudar.

Zelena: Como assim? Porque não?

Regina: A Emma falou que quando casarmos, quer aumentar a família. – Suspirou sentindo seu coração se apertar. Então Zelena entendeu tudo. – Ela quer ter filhos, Zel. Ela quer me ver grávida.

Zelena: Eu sinto muito, sis. – Abraçou a irmã. Regina deixou-se ser abraçada pela ruiva e desabou em um choro sofrido. Emma nesse momento chegou na porta do escritório de Regina, que estava entreaberta e parou ao ouvir a conversa das duas. – Tudo vai ficar bem, sis. – Emma sentiu seu peito doer ao ouvir o choro de Regina.

Regina: Eu a amo, Zel. – Disse com a voz quebrada. – Mas, eu estou com medo que ela não me perdoe. – Emma se perguntava do que exatamente Regina tinha medo.

Zelena: A Emma te ama, Gina. – Falou com convicção. – Ela vai entender.

Regina: Será que vai mesmo, Zelena? – Falou com frieza, afastando-se de Zelena. – Quem vai querer ficar com uma mulher como eu? – Limpou as lagrimas com certa urgência. – Eu nunca poderei dar a família que ela quer! Eu já estava conformada em ter apenas o Henry. – Emma já não entendia mais nada. Vários pensamentos andando por sua mente. Uma delas era que Regina não a amava o suficiente para formarem uma família.

Zelena: Você precisa conversar com ela e contar a verdade. – Aconselhou. – Você não pode continuar guardando isso, sis.

Regina: Eu não po...

Emma: O que você está me escondendo, Regina? – Emma entrou no escritório, assustando as duas. A loira estava com a expressão dura. – Estou esperando, Regina! – Disse com firmeza.

Zelena: Você precisa se acalmar, Emma. – Pediu.

Emma: Me deixe sozinha com ela, Zelena. – Disse sem desviar seu olhar de Regina. Zelena olhou apreensiva para irmã. – Agora, Zelena! Olhou com fúria para cunhada, que saiu sem nada dizer e esperou do lado de fora da sala. – Agora, você vai me dizer o que diabos você esconde de mim. – Disse firme, sem emoção.

Regina: Emma... – Fechou os olhos, pedindo forças para o que estava por vir. – Eu não posso te dar a família que você quer. – Falou chorosa.

Emma: Não pode ou não quer? – Falou sem paciência.

Regina: Por favor, tente entender. – Pediu sem forças.

Emma: Eu te amo tanto, Regina. Deus sabe o quanto! – Falou desolada. Se perdendo no olhar da rainha. – Porque não quer ter um filho nosso, meu amor. – Falou com cuidado, mesmo estando confusa. – Eu preciso entender. – Suplicou. Regina levou as mãos aos cabelos, sentindo -se em pedaços.

Regina: Tudo o que eu mais queria era ter um filho nosso, Emma. – Os olhos castanhos marejaram em tristeza. – Mas, eu não posso. – Balançou a cabeça em negação. – Eu nunca poderei engravidar. Eu sou estéril! – Emma conseguia ver toda a vulnerabilidade e fragilidade de sua amada.

Emma: Mas...

Regina: Há muito tempo na floresta encantada, Cora tentou tomar meu reino. E o único jeito era eu ficando gravida. Então, eu tomei uma poção que não me permiti ter filhos. Eu não poderia deixar o meu reino nas mãos dela. Ela era mil vezes pior do que eu. – Sorriu sem emoção. – Eu sinto muito, Emm. – Regina desviou seu olhar do olhar da salvadora, ao ver a confusão neles. Saiu do campo de visão da loira indo até a janela do escritório. – Eu acreditei nas palavras de Cora, quando disse que eu nunca seria feliz. Eu realmente acreditava que Daniel fosse meu amor verdadeiro. Mas, eu estava enganada.

Emma: Eu... eu não sabia. – Passou a mão nos cabelos nervosa. – Me perdoa, amor? Eu sou uma idiota. – Pediu se aproximando de Regina, notando que ela estava um pouco pálida. – Você está se sentindo bem? – Preocupou-se a tocando. – Você está gelada, meu amor.

Regina: Eu estou bem. – Falou com a voz arrastada. – Eu só preciso descansar um pouco. – Passou por Emma e sentiu tudo escurecer diante de si, perdendo o controle de seu corpo. Emma com rapidez a pegou nos braços.

Emma: Regina? – Chama apavorada. – Zelena! – Grita pela ruiva que rapidamente entra na sala.

Zelena: O que aconteceu?

Emma: Ela desmaiou. – Começou a sair da sala. – Pega a bolsa dela, vamos para o hospital. – Dizia em desespero.

 

No hospital Emma andava de um lado para o outro. Para seu desespero ninguém tinha lhe dado noticias de como sua mulher estava. O medo apoderou-se dela, não podia perder a mulher de sua vida. Ela não havia planejado perder o amor de sua vida. Zelena estava sentada em uma cadeira ansiosa. Mas, precisava se controlar, pois Emma já estava muito nervosa. Zelena levantou-se rápido ao ver Whalle se aproximar, andou até Emma, parando ao lado da loira.

Emma: Como minha mulher estar? – Falou ansiosa. Whalle deu um pequeno sorriso pelo modo que Emma falou.

Zelena: Ela está bem?

Whalle: Regina está estável. Fizemos alguns exames para saber se há algum problema. – Emma suspirou aliviada. – Ela está dormindo e passará o restante do dia em observação.

Emma: Nós podemos vê-la?

Whalle: Sim, mais uma de cada vez. E, a deixem descansar ela está precisando. – Whalle as acompanhou até o quarto onde a rainha estava. As deixou sozinha e falou que voltaria em uma hora, quando os exames estivessem prontos. Zelena foi a primeira a entrar pra ver a irmã. Saindo minutos depois.

Zelena: Cuide bem dela. – Pediu.

Emma: Vou cuidar, não se preocupe. – Olhou sincera para Zelena. – Eu sinto muito, eu não sabia. Eu não imaginava...

Zelena: Não se atormente por isso. Ela entende você. – Disse serena. – Eu aposto que ela adoraria ter uma mini Swan correndo pela mansão. – Emma deu um sorriso emocionado. - Mas, infelizmente talvez não seja possível. Talvez... – Piscou para loira e a abraçou.

Emma: Obrigada! Você poderia ficar com o Henry?

Zelena: Não se preocupe, vou cuidar bem dele. – Emma assentiu e entrou no quarto onde sua amada dormia tranquilamente. Aproximou-se da cama e depositou um beijo na testa da prefeita.

Emma: Eu sinto muito, meu amor. – Sussurrou, sento interrompida pelo som do celular de Regina. Rapidamente foi até ele o tirando de dentro da bolsa. Ficou em dúvida se atendia ou não. Pois, o número era desconhecido, mais a curiosidade foi maior e o atendeu, surpreendendo-se.

Killian: Achei que não atenderia, prefeita? – Falou com repulsa. – Bom, só passei para avisar que seu fim está chegando. – Emma sentiu seu corpo enrijecer e a raiva apoderasse dele, junto com o medo de Killian machucar Regina mais uma vez. Ela não poderia permitir. – Prometo faze-la sofrer. – Deu uma risada.

Emma: Se você ousar se aproximar da minha mulher eu acabo com você, pirata! – Falou com frieza.

Killian: Love? Que bom ouvir sua voz mais uma vez. – Disse sínico. - Se você quer tanto que a rainha esteja fora de perigo, você pode acabar com esse romance de merda, de uma vez por todas. Então poderemos ficar juntos. E, eu prometo não fazer nenhum mal a doce, Regina. – Falou com deboche.

Emma: Eu caçarei você até no inferno se for preciso, Kilian! – Desligou e apertou o celular com força. Respirou fundo tentando se acalmar, pensando se seria mais seguro para Regina ela se afastar. Mas, como? Ela amava a rainha demais, para ficar longe. Como poderia viver sem poder beija-la, abraça-la, toca-la. Como poderia viver sem ama-la?

Regina: Emm? – A chamou num sussurro, mais foi o suficiente para salvadora ouvi-la. Emma a olhou temerosa que a morena tivesse ouvido sua conversa com Killian. Foi até ela com os olhos marejados e sem Regina esperar, Emma a beijou com todo amor que existia em seu ser. Mostrando que sempre estaria com ela.

Emma: Eu te amo! E, eu nunca poderei viver sem você. – Seus olhos estavam conectados. Mesmo que tentasse não demonstrar sua fragilidade, Regina conseguia ver todo medo e confusão nos verdes a sua frente. Sem demora a rainha puxou a salvadora para seus braços em um abraço apertado, mostrando que ela estava ali por ela. – Me perdoa?

Regina: Claro que sim, meu amor! – Afagou os cabelos da loira. – Nós estamos bem, okay? – Emma assentiu e a beijou, sendo interrompidas pelo barulho da porta sendo aberta.

Whalle: Desculpe, eu não queria atrapalhar. – Falou sem graça.

Emma: Não tudo bem. – Sorriu tímida para Regina, que estava corada.

Whalle: Então, como se sente Regina?

Regina: Bem! – Olhou para Emma, quando sentiu a loira segurar sua mão e fazer carinho. – Já posso voltar para casa?

Whalle: Sim. – Sorriu feliz. – Mas, antes temos que conversar sobre seu exame. – Olhou para Emma e depois para Regina.

Emma: Há algo de errado, Whalle?

Whalle: Não srta. Swan. Muito pelo contrário, a prefeita está em excelente estado. – Olhou para morena mais uma vez. – Só preciso passar algumas recomendações.

Regina: Emm, querida? – Emma a olhou. – Você poderia me deixar uns minutos a sós com Whalle? – Sorriu.

Emma: Amor...

Regina: Será rápido e prometo te contar tudo, okay? – Emma mesmo sem concordar assentiu. Deu um selinho na rainha e saiu do quarto preocupada, que Whalle estivesse lhe escondendo algo. – Então, o que há de errado comigo, Whalle? – Perguntou sem rodeios.

Whalle: Eu não sei como dizer isso Regina... – Olhou para o exame em sua mão. – Meus parabéns. – Sorriu.

Regina: Parabéns? – Olhou para ele confusa. – Do que diabos você está falando? – O médico gargalhou.

Whalle: Você está grávida, Regina.

Regina: O quê? – O olhou sem acreditar. Isso não era possível. – Isso é impossível... – Seus olhos marejaram em meio a um sorriso incrédulo. – Eu sou estéril. A maldição...

Whalle: Eu sinceramente não sei como aconteceu. – A olhou com sinceridade. – Mais os exames não mentem. Eu mesmo pedi para refaze-lo duas vezes. Não há dúvidas, você está grávida.

Regina: Eu estou grávida? – As lágrimas desciam livres pelo rosto da rainha, que levou sua mão a barriga a acariciando. Seu coração batia rápido, estava tão feliz. Tinha absoluta certeza de que nunca poderia gerar uma vida. E, agora o destino a resolveu presentear com um filho. Tudo que queria no momento era dividir sua felicidade com, Emma. Mas, como será que a loira reagiria a essa novidade?

Whalle: Vou marcar uma consulta com a nossa melhor obstetra, para quinta-feira pela manhã. – Regina o olhou e assentiu. – Preciso que você fique de repouso. Tire um dia de folga e nos vemos na quinta.

Regina: Certo, obrigada Whalle.

Whalle: É um prazer. – Foi saindo quando Regina o chamou.

Regina: Não conte nada a Emma. – Ele assentiu e saiu do quarto.

 

 

Emma dirigia pelas ruas da cidade com Regina ao seu lado. Ambas em silêncio, Regina havia sido curta em suas respostas, às perguntas de Emma. E, isso estava deixando a salvadora agoniada, por não saber realmente o que sua amada tinha. Havia notado os olhos castanhos que tanto amava avermelhados, denunciando que ela havia chorado. Mas, Emma queria saber o motivo, até porque Regina não parecia estar triste, na verdade ela estava radiante, mais a loira também conseguia ver uma leve preocupação nos lindos olhos castanhos, quando seus olhos se encontravam. Isso estava sendo uma verdadeira tortura. Já Regina estava pensando o que fazer para contar a loira que elas teriam um filho. Que ela estava grávida de sua amada, sorriu quando as lembranças da primeira vez que elas fizeram amor, lhe invadiram a mente. Agora, tudo fazia sentido. Emma estacionou o carro em frente a mansão, saindo rápido do lado do motorista e indo abrir a porta para Regina. Regina a olhou e sorriu lindamente para loira. Emma retribuiu e a pegou no colo, fechando a porta do carro com o pé.

Regina: Eu posso ir andando, Emm. – Sorriu corando.

Emma: E, eu posso leva-la em meus braços. – A olhou sorrindo e roubou um beijo da rainha. – Então aproveita, que eu sei que você ama quando te carrego. – Piscou convencida. Regina nada falou apenas, deitou a cabeça no vão do pescoço da salvadora. Sentindo o cheiro maravilhoso que a loira tinha.

Regina: Eu amo seu cheiro. – Confessou num sussurro, enquanto Emma subia as escadas indo para o quarto da rainha. A loira sentiu todo o seu corpo se arrepiar. – Eu quero que você venha jantar comigo, hoje à noite. – Emma a colocou na cama e a olhou.

Emma: Você precisa descansar, meu amor. – Acariciou o rosto delicado da rainha. – Que tal deixarmos para amanhã? – Regina negou com a cabeça, enquanto formava um lindo bico nos lábios. – Não?

Regina: Hoje eu quero jantar com minha noiva. – Disse manhosa, arrancando uma risada gostosa de Emma. – Amanhã jantaremos como nossas famílias e amigos.

Emma: O que você está aprontando, hem prefeita? – A beijou. – Tudo bem, podemos marcar as 20h?

Regina: Perfeito! – Sorriu empolgada. – Eu te amo!

Emma: Eu também te amo, minha vida. – Beijou a testa de Regina e instintivamente levou a mão a barriga da rainha, que a olhou encantada. Emma não entendeu o porquê de fazer aquilo, mais sentiu que era o certo. – Vou ligar para Zelena e pedir para ela ficar com você, tudo bem? Infelizmente vou precisar ir a delegacia.

Regina: Tudo bem, meu amor! – Sorriu apaixonada. Emma saiu da mansão deixando Regina acompanhada de Zelena e Henry. Ansiosa para saber o que sua rainha estava aprontando. Amar Regina tinha sido a coisa mais certa que já fez em toda sua vida.


Notas Finais


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Bjos!


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