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História There's Nothing Stopping Us - Capítulo 17


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Capítulo 17 - Three Gryffindors and a Slytherin


Capítulo 17 – three Gryffindors and a Slytherin

O dia estava especialmente frio hoje, as pontas dos meus dedos estavam brancas e eu estava sem uma luva acessível. O vento era forte de forma que fazia som quando batia nas janelas. Por sorte cheguei rapidamente ao Três-Vassouras, a primeira a me ver foi Mione que me deu um tchauzinho fazendo com que Rony se virasse na minha direção – já que eles estava de costas para a porta.

Fechei o zíper do meu casaco e andei até eles, a mesa estava cheia das apostilas feitas pela própria Mione. Sentei-me e coloquei minha mochila no chão.

- Então... – Ela sorria sugestiva, olhei para Rony que parecia encantado com suas mãos, pois não parava de olha-las. – Ele vem? – O ele se referia a Draco.

- Bem... Sim. – Murmurei vendo o ruivo torcer o nariz. Hermione se levantou rapidamente de modo que me assustou um pouco e sentou-se ao lado de Ron.

- Ok, podemos começar. – Disse arrastando sua apostila até sua frente. – Herbologia, que é uma matéria que não somos muito bons. Nenhum de nós.

Herbologia até que foi fácil de estudar por ser pouca coisa, a tarde passava incrivelmente rápida e não por ser divertia – porque não era, eu estava estudando -, mas sim por eu estar nervoso.

Em poucos minutos estarei em uma mesa com Draco, Hermione e Rony. Juntos.

Por mais que sejamos grifinórios e uma das características da nossa casa é a gentileza, nem sempre somos muito educados com pessoas novas. Rony é o exemplo vivo disso.

Tenho medo de que no final dessa tarde dois garotos estejam quebrando a cara do outro.

A cada pergunta a menos quer dizer que o final das aulas de Draco se aproxima.

- Planta usada para curar a azaração de tosse.

- Alcaçuz. – Respondeu Rony - Na água quente.

- Ok, você memorizou a terceira página. – Ele fez uma semblante exasperado e Hermione levantou uma das sobrancelhas. – Sim, apenas três. O resto você tenta memorizar antes de dormir, fica mais difícil de esquecer e amanhã tentaremos novamente.

- E você, Harry? – virou-se para mim. – Quer rever ou tudo bem?

- Tudo bem. – Assenti confiante.

- Certo, então vamos para poções. – Coincidentemente, quando Hermione puxou a apostila de poções da mochila, Draco abriu a porta do bar e o sininho tocou fazendo nós três olharmos para ele. Pisquei nervoso e ele sorriu, parecendo incrivelmente calmo.

Draco parecia incrivelmente menos convencido, seu semblante estava normal e suave, o que não era muito normal quando está na frente dos grifinórios.

Hermione acenou para ele que assentiu com a cabeça em forma de cumprimento, estranhei bastante porque parecia algo normal que faziam. Novamente olhei para ele, que agora estava mais perto e deu um sorriso pequeno ao me olhar.

- Você terminou as apostilas. – Falou surpreso olhando para a pilha de livros. Pisquei confuso e Hermione percebeu.

- Fazemos aritmância juntos, na semana passada fizemos um trabalho juntos e ele me trouxe uns livros de poções quando disse que estava tendo dificuldades. – Realmente, eles têm duas aulas juntos, além de poções.

- Fui generoso em ajudar o inimigo. – Brincou ainda de pé folheando o livro de poções. Rony, que estava na minha frente revirou os olhos e Malfoy parecia se divertir com isso, porque deu um sorrisinho ao ouvir o som baixo de desdém vindo do ruivo.

Draco ainda estava com o uniforme, apenas sem o manto.

Fiquei um pouco mais calmo ao perceber que o clima não ficou tenso como eu imaginei que ficaria.

- Ajudou, mas não foi por generosidade, foi para chamar atenção de alguém. – Draco riu e me olhou rapidamente para desviar o olhar em seguida, talvez por perceber que eu o encarava.

- Não sei do que você está falando. – Disse se sentando ao meu lado e por baixo da mesa, com a mão esquerda – porque a outra estava folheando as páginas da apostila de astronomia – segurou a minha. – Você revisou aquelas anotações que eu te passei? – Pisquei meio desnorteado pelo toque e assenti.

- Só eu que estou achando isso estranho? – Resmungou Rony rindo.

- Não Weasley, eu também te acho estranho toda vez que olho para você. – Debochou com um olhar sério.

- Vocês dois são impossíveis. – Murmurei.

- Pelo menos ele não te chama mais de Weasel.

- Fica quieto, doninha. – Agora foi a vez de Draco revirar os olhos.

- Você nunca vai esquecer isso? Qual é o problema de eu ter recebido uma doninha de pelúcia no primeiro ano? Era Natal. – Ele olhava para cima como se falasse algo obvio, até que era.

- Na verdade é porque sua cara é-

- Era para estarmos estudando! – Exclamou Hermione de braços cruzados, Malfoy riu olhando para o ruivo.

Meu nervosismo passou de repente, eu me senti mais calmo porque percebi que Ronald não estava com raiva, estava apenas debochando junto e isso me deixou imensamente feliz.

Ele obviamente guardava magoa do sonserino vulgo meu namorado, mas parecia tentar realmente entender, mesmo que nunca conseguisse. Acho que é assim que a gente percebe que alguém cresceu.

Estávamos estudando juntos – ouvindo troca de farpas de cinco em cinco segundos -, três grifinórios e um sonserino em uma mesa.

***

- Você foi muito educado com a Hermione. – Comentei esfregando minhas mãos para fazer esquenta-las.

- Ciúmes, Potter? – Eu ri apoiando minha cabeça na parede.

- Não, eu achei fofo. – Draco puxou minhas mãos para as suas e ergueu o olhar.

- Você está tremendo.

- Um pouquinho. – Draco passa as mãos por baixo das minhas pernas e me puxa para o seu colo, em seguida passa seus braços em volta da minha cintura e me aconchega em um dos abraços quentes do Draco Malfoy.

Além de estar frio, estávamos no parque que ele havia me trazido em um dos encontros, ou seja, é um lugar aberto. Eu gostava dali.

O loiro desliza uma das suas mãos até seu cachecol e tira.

- Eu não vou colocar isso, você sabe. – Resmunguei afastando sua mão.

- Então me deixa colocar, amor. – Murmurou me dando um selinho, o que me deixou paralisado de surpresa. "amor"? Desde quando ele me chama assim? Não que eu não tivesse gostado, na verdade me deixou bem satisfeito.

Isso é novo.

Na verdade isso tudo é novo.

- Pronto. – Fui tirado dos meus devaneios ao perceber que ele já havia colocado o cachecol da SONSERINA em MIM.

- Droga, Draco. – Ele sorriu e me fez deitar a cabeça no seu ombro. – Rony estava certo, isso realmente é estranho. – Digo abraçando seu pescoço e ele apoia as costas na parede, de modo que ele fica um pouco inclinado. – Você dizendo coisas estranhas e bonitas.

- Eu também acho, às vezes. – Sua voz sorria.

- Você acha que nós temos um futuro?

- Eu nunca pensei nisso. – Era obvio que Draco pensava sim sobre isso, mas eu não sabia. Ele imaginava que daqui uns 10 anos estaríamos juntos, prestes a nos casar, e sim, demorou bastante pra isso acontecer porque não iriamos ser um casal "apressado". Imaginava como seria o olhar de desdém que seu pai teria coragem de fazer, enquanto Draco nem imaginava como ele conseguia me olhar daquela forma.

Draco imagina um mini-Potter-Malfoy loiro de olhos verdes, que seria educado como Draco jamais foi na infância. Ele viria para Hogwarts e usaria o meu mapa mágico para fugir de encrencas e saberia várias azarações.

Talvez ele tivesse medo de me assustar, mas eu não iria me assustar se soubesse.

Eu nem sequer podia imaginar metade das coisas que ele queria.

Eu queria essa vida, só não sabia. Se ele me contasse talvez eu pudesse saber que essa era a vida que eu queria. Casamento, um filho, um futuro com nós três e um cachorro que Draco – só fingia que – odiaria.

- Eu nunca parei para realmente imaginar o meu futuro. – Falei. – Pausei erguendo a cabeça. – A única coisa que eu realmente sei que eu quero para o futuro é Medibruxaria.

- Sério? – Ele disse risonho. – Isso é bom, talvez você tenha mais cuidado.

- Ah, por favor, eu tenho cuidado. – Ele ergueu as sobrancelhas ironicamente e sorriu para mim.

- Imagine se não tivesse.

Ficamos em silencio mais uma vez.

- Antes de me conhecer, o que se lembra? – Perguntei me afastando um pouco para poder olha-lo.

- Não muito, apenas que eu era uma criança bastante solitária. Antes de você minha vida nem tinha um sentindo realmente. – Ele dizia aquilo com tanta naturalidade. – Depois que te conheci meio que adquiri um objetivo – Pausou -, que era te matar, mas passou. – Riu – E você?

- Eu era normal. Gostava de brincar com algumas crianças que moravam perto da casa dos meus padrinhos, mas preferia ir com meu padrinho para as aulas dele, sempre gostei muito de Defesa Contra As Artes Das Trevas. – Falei deslizando para fora do seu colo para virar de costas e se sentar entre suas pernas. – Eu não tinha varinha na época, usava uma varinha de brinquedo que meu outro padrinho me deu e treinava mesmo que não funcionasse. – Eu ri. – Foi bem legal quando eu fiz meu primeiro feitiço. – Puxei as mãos pálidas de Draco e fiquei brincando com seus dedos.

- Consigo imaginar você gritando feitiços na frente do espelho, fingindo uma luta. – Ele tinha uma voz divertida.

- Tipo isso. – Assenti rindo.

Ficamos em silêncio novamente, mas senti Draco fazer menção a falar, repetiu isso algumas vezes até finalmente falar.

- Você realmente nunca saiu com alguém além de mim? – Entrelacei nossas mãos e suspirei baixinho.

- Nunca... – Respondi meio receoso, onde ele queria chegar?

- Eu não acreditei a principio. – Murmurou com uma voz confusa. – Você é um pouco popular com as meninas e já houve boatos...

- Sobre a Cho Chang. – Afirmei. – Eu não sei se gostava dela. – Ri nervoso.

- Como assim, não sabia?

- Eu acho que... Eu acho que eu me sentia atraído pelo Cedrico, na época.

- Nunca gostei dele. – Resmungou e eu ri.

- Foi bem estranho, mas acho que quando descobri como é gostar foi mais ainda. – Virei o rosto inconscientemente para olha-lo. – Você me deixou muito confuso. – Ele sorriu do jeito que eu gostava e me olhou daquele jeito que eu adorava, porque seus olhos brilhavam. Colocou o indicador e o polegar nas minhas bochechas, apertando suavemente e selou nossos lábios rapidamente.

- E agora você está confuso? – Inclinei um pouco a cabeça para o lado e sorri.

- Não. Ás vezes tenho um pouco de medo, mas não é confusão. – Os olhos de Draco passeavam por todo meu rosto, e eu gostava, normalmente seria desconfortável, mas eu apenas ficava com um pouco de vergonha por ser admirado daquela maneira.

- É sério, eu te amo tanto. – Murmurou olhando para meus olhos, mas uma de suas mãos estava no meu cabelo.

- Eu nunca sei o que dizer quando você fala isso. – Mordi meu lábio inferior, ficando um pouco nervoso. Ele piscou e passou o polegar pelo meu lábio, o desprendendo dos meus dentes.

- Desculpa dizer isso e te deixar nessa situação, eu só sinto que nunca é o bastante e digo.

- Você está mesmo se desculpando por isso? – Falei e ele riu anasalado. – Quer dormir comigo hoje? Poderíamos ir para a Sala Precisa. – Ele me olhou com malicia e eu ri. – Seu idiota, só dormir mesmo.

- Sim, Harry, vamos dormir. – Revirei os olhos.

- Quer ou não?

- Realmente está me perguntando se eu quero te usar como travesseiro?

- Ok então, um pouco antes do horário de recolher?

- Tanto faz, posso pedir para Pansy me liberar, ela vai monitorar hoje. – Sorri e assenti. – Depois das dez?

- Claro, mas talvez eu chegue um pouquinho depois, minutos. – Dito e feito, quando anoiteceu e o deu 11:15, ou seja, quinze minutos de atraso, abri a porta e vi Draco sentado no sofá, inclinado para trás quase deitado, com um livro grosso na mão aberto um pouco depois do meio; estava apenas de calça com as pernas uma em cima da outra apoiada na mesinha de centro.

- Hã, oi. – Falou olhando por cima do sofá e eu sorri sem graça.

- Oi. – Respondi andando até a cama e me sentando em uma das suas pontas, Malfoy se aproximou e beijou meus cabelos para em seguida colar os lábios no meu. O beijo não foi como os outros que demos, esse era como se fosse um hábito, como naqueles filmes que o marido dá um beijo de despedida na mulher para ir trabalhar.

- Estudou um pouco mais depois que nós nos separamos? – Perguntou indo até o sofá e deixando o livro ali.

- Um pouco sim, astronomia. – Eu me sentia um pouco nervoso, pensava que, aquele não era o dormitório da Sonserina, aqui realmente estávamos apenas eu e ele. Olhei em volta e percebi o que era apenas nosso essa noite.

Era basicamente um quarto grande, com os lençóis da cama iguais as do dormitório de Draco, verdes. Ao lado direito, na parede havia uma lareira, com uma mesinha no meio de um tapete felpudo e um sofá de frente para a lareira.

- Tudo bem? – Ele ficou entre minhas pernas, um pouco inclinado para baixo para olhar meus olhos e tinha um sorrisinho repuxando seus lábios.

- Sim. – Ri um pouco nervoso e baixo, ele segurou meu rosto pelas bochechas e deslizou os dedos lentamente em forma de carinho.

- Você quer ir dormir? – Neguei lentamente. – O que quer fazer então? – Não respondi, apenas me aproximei e selei nossos lábios, ele riu entre o beijo e me puxou para cima, para logo depois se sentar e me puxar para o seu colo.- Você não me respondeu. – Disse rindo e eu estava incrivelmente envergonhado. Do nada. Então não respondi, apenas cerquei seu pescoço com um dos braços e a com outra mão segurei os cabelos da sua nuca.

Nos beijávamos em um ritmo lento, ele trazia minha cintura para frente e eu estreitei meus braços me apertando contra ele. Ficamos assim por um tempinho, até que ele nos afastou e nossos lábios fizeram um som baixo ao se descolarem.

- Não vou fazer mais nada se não falar o que você quer. – Suspirei ouvindo sua voz baixa rente ao meu ouvido e mordi o lábio inferior.

- O que quer que eu diga? – Murmurei sentindo Draco deslizar o nariz na curva do meu pescoço e me beijar ali.

- Que quer que eu foda sua boca. – Senti sua respiração no meu pescoço, meus olhos estavam se fechando e meu corpo mole. Fechei meus dedos formando punhos em minhas mãos e coloquei minha testa no seu ombro.

- Quero que você foda minha boca, Draco. – Ouvi uma risadinha baixa e convencida vinda do meu namorado, corei instantaneamente.

- Que safado... – Dei uma risada sarcástica e deslizei para fora do seu colo, ficando de joelhos. – Merlin Harry, essa visão vai me matar um dia. – Ignorei o comentário e puxei sua calça, ele ergueu o quadril para eu poder abaixa-la até seus joelhos juntamente com sua cueca.

Umedeci os lábios e ergui os olhos encarando os de Draco, que levou sua mão até seu pênis começou a masturba-lo. Era estranhamente excitante observar.

Levei minha destra até sua mão, ajudando com o ritmo, até que ele tirou a sua de lá, deixando totalmente por minha conta. Quando a pré-ejaculação se fez presente, usei meu polegar para espalha-la por toda a extensão deliciosa de Draco.

- Puta que pariu, Harry. – Murmurou quando deslizei minha língua da sua base até o final, ele colocou os dedos nos meus cabelos e os deixou ali.

Finalmente Draco estava inteiro na minha boca, eu o sentia pulsar entre meus lábios e era ótimo. Lentamente comecei a me movimentar, tentando, novamente, estabelecer meus limites no começo, afinal, era apenas a segunda vez que eu fazia isso.

Os dedos que estavam segurando meus cabelos se soltaram, olhei para Draco que estava com os olhos fechados pendendo a cabeça para trás. Eu poderia repetir o que ele havia dito, que essa visão iria me matar.

Coloquei uma das minhas mãos sobre o meu joelho e a outra sobre a coxa de Draco e aumentei o ritmo, Draco voltou a segurar meu cabelo, achei que ele iria começar a "comandar", mas ele apenas me afastou.

Ergui os olhos confusos, um pouco nervoso se talvez tivesse feito algo de errado. Relaxei apenas quando Draco sorriu.

- Vem cá. – Falou baixo. Me levantei e antes de me sentar ele me parou. – Antes... Tira sua roupa. – Pisquei atordoado. – Relaxa, tudo que eu for fazer, você vai saber e também vai concordar ou não. – Assenti e me despi um pouco envergonhado.

Sentei na cama e Draco me beijou enquanto colocava o peso para frente, me fazendo deitar, depois se afastou.

- Quero que relaxe, tudo bem? Se não estiver gostando, me diga imediatamente, mas eu quero tentar algo. – Pisquei e assenti confuso. – Pode ser deitar de bruços? – Pisquei novamente receoso e confuso e Draco riu. – Você não vai se arrepender, Harry. – Falou em um tom brincalhão, talvez tentando descontrair, então obedeci, mesmo que um pouco com medo, mas relaxando em seguida ao lembrar que era Draco ali e eu confiava.

Draco se inclinou para frente e abraçou minha cintura, seu pênis tocou na minha bunda e eu prendi o folego. Ele puxou meu quadril para cima e apertou minhas coxas.

O que porra ele está fazendo?

Sua mão segurou uma das minhas nádegas a marcando e logo depois deslizou suavemente um carinho no mesmo lugar. Eu me sentia um pouco envergonhado por estar naquela posição, mas não o bastante para me vestir e sair correndo, algo em Draco me deixava um pouco mais... De boa?

Fechei minhas mãos no lençol e respirei fundo, Draco se inclinou para frente e beijou meu ombro, depois puxou meu rosto e beijou meus lábios. De uma vez só, senti algo entre minhas coxas e tocou no meu pênis me fazendo gritar.

Foi só então que percebi o quão excitado eu estava, tanto que meu membro estava sensível e talvez eu estivesse inundado em apenas prestar atenção em como Draco gemia que me esqueci de sentir meu corpo realmente.

Malfoy endireitou a postura, segurou minha cintura e começou a se mover, eu sentia que iria derreter durante todos os segundos, com nossos pênis se esfregando um no outro. Parecia que estávamos transando pra valer, tipo, ele em mim, mas era mais como uma masturbação. Seu pau entre as minhas coxas.

Fechei mais minhas coxas e mordi o lábio contendo o sorriso satisfeito de ouvir Draco gemer, ele aumentou o ritmo, eu mal conseguia pensar, apenas sentir.

Sentia meu cabelo grudado na minha testa; sentia os dedos longos de Draco fechados na minha cintura; sentia o atrito delicioso dos nossos; sentia que a cada segundo eu chegava mais perto do delírio total.

- Que delicia... – Murmurou com a voz grossa e rouca, totalmente sexy. Eu não estava preparado para ouvir isso.

Fechei os olhos e afundei meu rosto na cama, eu estava ficando cansado e minha respiração estava descompassada. Ergui um pouco a cabeça para puxar ar.

- Draco... – Quase gritei.

Tudo estava intenso demais, seria um pouco assustador pensar que eu estava tão, tão, tão entregue, mas, felizmente, eu mal conseguia pensar.

O ritmo novamente mudou, ficando mais rápido e mais abrupto, de modo que meu corpo ia um pouco para frente sempre que Draco pressionava seu quadril, e sempre podia-se ouvir o som dele contra minha bunda.

Finalmente cheguei ao final, um longo e delicioso orgasmo, melhor ainda porque finalizamos juntos. Foi incrível ouvir Draco me chamar ao final de tudo.

Respirei entrecortado e deixei meu corpo deitar, ainda tremendo e sensível pelos acontecimentos recentes demais.

Senti o colchão afundar do meu lado e olhei para Draco que encarava o teto tentando respirar direito.

Fiquei com frio e Draco puxou o lençol para me cobrir.

- Quer a minha blusa? Ela é de frio. – Perguntou passando a mãos no meu cabelo.

- Você não estava de blusa quando eu cheguei.

- Eu a tirei quando cheguei. – Disse com um tom óbvio descendo da cama.

- Eu quero tomar banho primeiro. – Murmurei me sentando.

- Quer que eu vá com você? – Sua voz saiu em um tom inocente e eu ri.

- Quero.


Notas Finais


Demorei, mas voltei
Enfim... Como vocês estão? Alcool em gel arrumadinho pra usar? Estão se cuidando?
Bebam aguá e passem alcool

Eu terminei um milhão de finais felizes ontem e hoje estou lendo caixa de pássaros kkkkk
Sim, de um romance fofo foi pra um thriller perturbador

Alguém já leu caixa de pássaros? Se sim, gostaram? Eu to gostando.
Digam dnv q livro estão lendo, quero recomendações kkk

Tenho alguns que quero ler, por exemplo: Novembro, 9; amor e gelatto; minha versão de você; Aristóteles e Dante descobrem o segredo do universo; a ultima festa; etc etc etc...
Vcs já leram algum desses?


Pser, é isso.
Espero que tenham gostado
Comenta aí, adoro comentários e respondo todos

Lembrem de passar alcool em gel e beber aguá, até


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