História Unknown - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Flex, Jungkook!top, Kookv, Long-fic, Mpreg, Taehyung!bottom, Taekook, Taekook Flex, Vkook
Visualizações 328
Palavras 1.526
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


EU FALEI QUE NÃO IA DEMORAR PORRAAAAAA

caso alguém esteja se perguntando que porra de fic é essa, é tccs, ou things can change suddenly, como quiser

obrigada yas pela betagem e anna pela capa, vcs são top

obrigada luana e skaø apenas por existirem, vcs são bottom (meudeus foi mt ruim)

a yas betou e eu tb mas se tiver algum erro a culpa é dela pas

MUITO OBRIGADO VCS PELOS 200 FAVS CARALHOooOoo surtei demais quando vi

agradecimentos a parte: vcs não vão notar diferença nesse primeiro cap, e sim ao decorrer da fanfic pq como sabem eu reescrevi, eh isto

tradução do titulo: o dia em que acordei com um estranho ao meu lado

Capítulo 1 - The day I woke up with a stranger next to me



Taehyung

Abri meus olhos lentamente observando o mesmo teto caindo aos pedaços que meu apartamento sempre teve. Tentei colocar minhas ideias no lugar e lembrar de tudo que aconteceu na noite anterior, mas senti uma leve tontura ao me virar de costas, provavelmente exagerei na bebida.

Me surpreendi ao sentir o vento gelado bater em todo meu corpo, estava nu. O fino lençol que me cobria não adiantava de nada. Senti um arrepio incômodo e puxei o lençol, me virando para o outro lado da cama de casal que comprei com muito custo.

Gritei de susto ao ver um homem dormindo ao meu lado, o fazendo acordar pelo barulho. Me afastei bruscamente, levantando da cama enquanto tentava cobrir minhas partes com o lençol e grunhi de dor baixinho ao sentir uma pontada no quadril… não pode ser o que eu 'tô pensando.

- Quem é você!? – Praticamente gritei assustado assim que a pessoa - muito linda, diga-se de passagem - se sentou na cama e me olhou confuso. Ele também estava sem roupas e aparentemente cagava para isso, pois seu esforço para cobrir suas partes era nulo.

- Como assim, Tae? Você não lembra? – Perguntou naturalmente, como se fosse a coisa mais natural do mundo.

- Lembro do que? Como você sabe meu nome? Não me diga que a gente… – Engoli seco.

- Sim, a gente transou – Disse simples.

- O que!? Saia da minha casa! – Me levantei de supetão ainda me cobrindo com o lençol. Olhei para o lado vendo peças que julgava ser dele e as peguei, jogando-as contra o mesmo. Eu queimava de vergonha, eu sei que sempre extrapolei na bebida, mas trazer um desconhecido para a minha casa e ainda transar com ele foi o cúmulo! Não me deixem beber nunca mais, por favor.

- Como assim? Sério que você não lembra de nada? – Perguntou novamente em um tom levemente preocupado.

- Não, eu não lembro, saia da minha casa! – Gritei, o puxando pelo braço musculoso em direção a saída de meu apartamento. Ele tentava voltar mas eu o empurrava em direção a porta.

- Ontem a noite não parecia que esqueceria tão fácil – Sorriu debochado enquanto o levava para fora e eu me segurei para não dar um soco naquela carinha de coelho extremamente fofa.

- Cala boca seu… seu… – Parei por um momento e percebi que não lembrava seu nome – Espera, como se chama?

- Você gemeu meu nome a noite toda e não se lembra? – Aquele maldito sorriso de deboche não saia da cara de coelho daquele infeliz. Lhe dei um tapa forte no braço o fazendo grunhir – Ai! Estressadinho. É Jungkook, Jeon Jungkook.

- 'Tá, agora sai da minha casa! – Gritei de novo e abri a porta, lhe empurrando para fora. Quando ele virou de costas, vi elas cheias de arranhões, engoli seco.

- Ei! Espera, eu não me vesti! – Tentou entrar novamente mas eu fechei a porta na sua cara, trancando-a.

- Foda-se! – Gritei de volta – Nunca mais me procure! – Respondi e corri de volta para o quarto, ignorando as batidas e gritos atrás da porta.

Me joguei na cama, desesperado, tentando lembrar de tudo que havia acontecido.

Flashback – Noite anterior

Cheguei em casa frustrado, segurando o choro.

Não acredito que fui despedido novamente! Como vou me manter agora?

Me sentei no sofá, desabando em lágrimas – quais segurei na frente do meu ex chefe enquanto o mesmo me dava uma carta de demissão.

Vou resumir minha vida para você entender meu desespero:

Moro sozinho num apartamento em um bairro pobre de Seoul. Trabalhava de estagiário numa empresa de produção porém acabei de ser despedido por não conseguir pagar o transporte – pois meu local de trabalho ficava do outro lado da cidade – e chegar atrasado muitas vezes. Esse trabalho era minha única fonte de renda.

Meus pais são empresários ricos, e antes de você perguntar: “como um filho de empresários está nessa situação?”, eu te respondo: sai de baixo das asas dos meus pais o mais cedo que pude.

Nunca quis depender deles para nada, muito menos de seu dinheiro, então eu prefiro ficar nessa situação. Me chame de orgulhoso, mas eu sou mesmo.

Quando eu era menor eles sempre tentavam me fazer gostar de números, planilhas, relatórios e tudo ligado ao “mundo dos negócios” – como meu pai chamava – e talvez por isso eu tenha criado um certo ranço dessas coisas. Meu sonho mesmo era ser fotógrafo, sempre amei essa profissão, mas ao perceber que com isso não teria dinheiro suficiente para me manter sem depender de ninguém, acabei cursando comércio exterior na faculdade – o que basicamente me faz ficar trancado num escritório com a bunda grudada numa cadeira durante o dia todo.

A vida tem seus autos e baixo, não? Prefiro dar a volta sozinho sem pedir nada para eles, afinal, eu sou independente.

Mas, no momento, mal dinheiro para comer eu tenho.

Resolvi jogar tudo para os ares e gastar o resto de meu dinheiro na balada. Eu não aguento mais essa vida monótona e chata, preciso me divertir – mesmo que isso custe o dinheiro da minha comida.

Levantei do sofá, limpando meu rosto com as mãos. Tomei um banho demorado, vesti as melhores roupas que tinha – que não passava de uma calça de couro e uma jaqueta do mesmo tecido – e passei muito perfume – que mesmo não sendo tão caro tinha um cheiro agradável.

Peguei o pouco dinheiro que tinha guardado, o colocando em minha carteira. Peguei meu celular, não tão tecnológico assim, e sai de meu apartamento.

[…]

O som alto da música entrava pelos meus ouvidos, me impossibilitando de escutar algo além dela. A bebida já começava a fazer efeito mesmo não tendo tomado tantas doses assim.

Até o momento, não havia passado de apenas beijos com alguém – ninguém me interessou o suficiente para isso.

Fui para a pista de dança, me colocando no meio da multidão de pessoas, deixando que meu corpo se envolvesse pelo ritmo da música até sentir um corpo se aproximar de mim.

Olhei para o homem, ficando levemente hipnotizado com sua beleza – não deixei de encarar seus lábios vermelhos e cheinhos, muito convidativos.

- Sozinho? – Disse alto o suficiente para eu ouvir e sorrir ladino com sua voz sedutora.

- Está vendo mais alguém? – Disse risonho e no mesmo tom.

- Bem direto, gostei – Sorriu debochado, um sorriso tão infantil que, se não fosse pelo corpo bem musculoso, julgaria ser um adolescente.

Foi em questão de segundos que senti os tais lábios chamativos colados nos meus, me fazendo soltar um suspiro baixinho de satisfação. Meu corpo reagiu na hora exata em que o vi, nem tentaria afastá-lo.

O ósculo se aprofundou, e se não fosse pelo barulho alto da música – que por um tempo mal escutei – estaria audível os estalos das línguas de soltando.

Gemi contido ao sentir as mãos alheias descendo pela minha cintura, onde não ficou por muito tempo, e deslizou até chegar as minhas nádegas, as apertando com força.

- Podemos ir para um lugar reservado? – Arfou contra meu ouvido fazendo meu corpo inteiro arrepiar. Por um momento esquecemos que estávamos em público.

- Meu apartamento fica à poucas quadras – Sem demora nos dirigíamos a saída e fomos para seu carro.

Cobri meu rosto relembrando tudo. Não lembrava mais nada a partir disso, mas já tinha certeza do que aconteceu depois.

Me perguntava por que caralhos eu deixei ele vim para meu apartamento, ou pior, por que o convidei. Me lembrem de nunca mais beber na vida, eu to falando sério.

Tentei, inutilmente, esquecer isso por um momento e me levantei rumo ao único banheiro da minha casa, mas antes de sair do quarto ouvi meu celular apitar.

Apertei o botão do meio, vendo a tela ligar e uma notificação nova.

Número Desconhecido: Não sei se lembra, mas você me passou seu número ;).

Aonde eu fui me meter?

Abri o chat, vendo que realmente era Jeon pela foto do perfil.

Ignorei a mensagem e fui para o banho, tinha preocupações novas no momento, como procurar um emprego.

Agradeci aos céus por ser sábado. Pensei em sair distribuindo currículo ou até um papel escrito “me contrata, por favor” pela cidade mas eu tentei isso da outra vez e não deu certo, então desisti da ideia.

Fui para a cozinha, comi qualquer coisa que achei e resolvi assistir tevê antes que cortem minha energia – o síndico não aguenta mais me ouvir dizendo “semana que vem eu pago” quando vem cobrar aluguel.

Sem emprego e com uma dor infernal no quadril, era minha situação no momento.

Eu 'tô fodido e não é no sentido bom.

Ouvi meu celular apitar novamente, revirei os olhos ao ver que era outra mensagem de Jungkook.

Número desconhecido: Poxa, me deixou no vácuo.

Eu: me deixa em paz, porra

Número desconhecido: Mas eu quero te ajudar.

Número desconhecido: Ontem, enquanto conversávamos, você me disse que estava desempregado e não tinha mais dinheiro.

Número desconhecido: Na empresa que trabalho estamos precisando de um secretário.

Número desconhecido: *endereço*

Número desconhecido: Te vejo segunda as 6.

Eu: Até parece que eu vou ir trabalhar aí, se liga Jeon.

Bloquear contato (x) sim ( ) não


Notas Finais


ai to feliz, eh isto

comentem ♡


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