História ThirTeen - Interativa - Capítulo 4


Escrita por: e cnehle

Postado
Categorias Fromis 9 (fromis_9), Girls' Generation, Gugudan (GX9), Momoland, NATURE, TWICE, UNI.T
Visualizações 23
Palavras 1.354
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Crossover, Drama (Tragédia), Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Self Inserction
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura ❤

Capítulo 4 - Prólogo: 0.03


Fanfic / Fanfiction ThirTeen - Interativa - Capítulo 4 - Prólogo: 0.03

•Haru P.O.V•


Deitei-me em minha cama, olhando para o teto. Estava perdida em outro mundo, apenas meu corpo estava na terra. 


'Haruka Akemi, serei direto. Sua mãe acabou de ter um infarte, seu pai trouxe-lhe para o hospital. Pensamos que ela estivesse bem, porém… Ela entrou em convulsão e está na UTI nesse instante'.


Cada palavra que o médico havia me dito estava em minha mente, a voz dele estava marcada em meus pensamentos. Minha mãe estava na UTI, e eu não posso fazer nada. Não posso ir visitá-la, não posso ver como ela está.


Senti minhas lágrimas escorrerem pelo meu rosto. Eu não estava aguentando, toda essa pressão, mesmo que eu estivesse a ignorá-la, me pegou de surpresa, só porque estou vulnerável. Eu só queria seguir meu sonho, e ajudar os meus pais. Me encolhi na cama, segurando meus joelhos. Por quê tudo é tão difícil? 


Minhas lágrimas escorriam cada vez mais, sorte que estou vulnerável sozinha. Porém esse é o problema. Estou sozinha, sem ninguém que me entenda. Queria meu irmão aqui comigo, ele era a pessoa que mais me entendia. Ele me ajudou com muitas coisas, e só queria que ele estivesse aqui.


Senti algo afundar um pouco minha cama, e me  virei vendo minha cachorra se deitar ao meu lado.


-Mina?- Ela começou a me fazer carinho com a cabeça, não queria que eu ficasse triste.- Eu estou bem, não se preocupe.- Afaguei seus pelos e ouvi meu celular vibrar na cômoda, havia chegado mensagens e era bom eu dar uma olhada. Porém estava muito cansada, mental e fisicamente, não queria me levantar da cama.


Olhei para a parede do outro lado do meu quarto e vi uma foto. Eu, minha mãe, meu pai e minha mãe no festival das cerejeiras lá em Tokyo. Me sentei em minha cama ainda a observar a imagem.  Lembro exatamente daquele dia, foi umas duas semanas antes de eu vir para a Coréia, e iria avisar minha família.


•Flashback on•


-Esse dia está tão lindo, não é? - Perguntou minha mãe, enquanto eu pegava uma flor para colocar em seu cabelo.


-A senhora fica tão linda com essas flores, okaasan.- Sorri para a mais velha que me deu um abraço e fui me sentar ao lado de meu irmão. Minha mãe estava de Yukata, pois estava quente e eu e meu irmão estávamos de uniforme, havíamos acabado de sair da escola.


-Amor, melhor irmos para casa. Você tem de tomar seus remédios, e também tenho que arrumar as coisas para o jantar de hoje.- Meu pai disse, chegando com uma caixa com doces. Ele entregou a meu irmão a caixa e um pouco de dinheiro.


-Eu te ajudo.- Disse minha mãe tentando se levantar, porém acabou tropeçando e caindo sentada no chão. Eu me levantei e fui ajudá-la.


-Não precisa. Você vai chegar em casa, tomar seus remédios, tomar um banho e ir descansar.- Disse meu pai, abraçando-a pela cintura para ajudá-la a andar.- Haru, Hiro. Juízo, okay? - Ele perguntou e, eu e meu irmão assentimos.- Voltem para casa cedo. Logo sua avó chega, ela vai querer ver vocês.


-Okay, até mais otôossan! - Falei acenando vendo-os ir embora.- Onee-chan! Vamos dar uma volta? - Perguntei chamando a atenção de meu irmão. Ele deu de ombros se levantando, pegando as coisas e colocando dentro da cesta de piquenique, e fomos andando, sem qualquer pressa aproveitando a natureza daquele lugar. Eu precisava contar para o meu irmão, mas onde estava minha coragem? Também não faço a mínima ideia.


-O que foi? - Ele perguntou, sem olhar para mim. 


-Como assim? - Perguntei confusa, como ele sabia que eu queria dizer-lhe algo?


-Suas mãos.- Ele olhou para mim, apontando para minhas mãos na barra da saia.- Você está nervosa. E pelo modo que está a morder seu lábio, está pensativa. O que houve? - Ele perguntou novamente, dessa vez parado em minha frente.- Sabe que pode confiar em mim, não é?


-Sei. É que…- Olhei para o chão, meu coração estava a mil por hora. Estava totalmente nervosa.- É difícil de explicar.


Meu irmão se aproximou de mim e colocou a mão em meu ombro, me dando um sorriso para me acalmar.


-Respire fundo, explique aos poucos.- Falou.


-Acho melhor nos sentarmos.- Falei,  ele assentiu e fomos a procura de um banco. Não estava muito longe, andamos por uns 2 quilômetros. O banco ficava em frente ao lago, nos sentamos apreciando a vista do pôr do sol.


-Pode falar.- Ele disse me olhando e eu respirei profundamente.


-Então… Eu estou a bastante tempo na Mahina. E eles não sabem se eu vou conseguir virar idol.- Falei e meu coração batia cada vez mais forte. Hiroki percebeu e pegou na minha mão, tentando me tranquilizar.- Eles fizeram uma proposta com algumas empresas sul coreanas. E…- Ele não esboçava qualquer emoção, só me observava. Tinha medo dele estar com raiva de mim.- Eu vou para a Coréia junto com outros trainees da empresa. Porém iremos para empresas diferentes.


Ele suspirou e soltou minha mão. Ele estava chateado. Meu irmão sempre foi dessas, mesmo não demonstrando o que estava a sentir, não precisava de muito para entender que ele não estava bem. 


-Haru, sei que esse é o seu sonho. Porém isso já é muito.- Falou Hiro com um olhar aflito.- Você vai para a Coréia sozinha, sem saber nada do idioma? - Eu iria respondê-lo, porém fui interrompida pelo mesmo.- Não isso uma loucura? Além de que Sul coreanos são extremamente Xenofóbicos. Parece os idols deles não descansam. Se eles pegam pesado com os coreanos, imagine com uma estrangeira.


-Mas é o que eu quero fazer da minha vida.- Disse sentindo meus olhos marejando aos poucos.


-O que acha que nossos pais vão achar sobre isso? Vai mesmo nos deixar? E a nossa mãe? - Ele fazia perguntas uma atrás da outra me botando cada vez mais pressão. Eu, sem pensar duas vezes, saí correndo para longe. Comecei a chorar, as lágrimas caíam todas de uma vez. Pensei que meu irmão seria a pessoa a me apoiar, aliás prometemos um ao outro que iriamos nos apoiar, não importasse a situação.


•Flashback off•


Ri dessas lembranças, do quão infantil eu era por ter me importado tanto com a opinião do meu irmão. Lembro, também, que ter dito isso para os meus pais foi bem mais fácil do que eu estava imaginando. Um dia antes de eu viajar fizeram uma grande festa com todos os nossos familiares foi incrível. A pena foi que meu irmão não quis nem sair do quarto dele.


Ainda dói um pouco, depois que eu fui embora eu e meu irmão não nos falamos mais. Ano passado fiz uma ligação importante para os meus pais, porque era aniversário de casamento deles, e ao perguntar de meu irmão, descobri que ele havia se mudado para a Austrália pelo trabalho. Eu realmente sinto falta dele, mas não iria desistir do meu sonho por ele. Mesmo que eu tenha parecido um pouco egoísta, me sinto bem comigo mesma.


-O que eu faço, Mina? - Perguntei para minha cachorrinha, segurando-a em meu colo. Ela lambia meu rosto, ela não queria que eu ficasse triste.- Aish! Como eu queria que você falasse. 


Ela, então desceu de meu colo e começou a morder uma roupa minha.


-Ya! O que é isso? - Peguei a roupa da boca dela, era minha roupa da cafeteria que eu trabalhava no Japão, para ajudar os meus pais. - Procurar um emprego temporário? Ótima ideia. - Sorri largamente pegando a cachorrinha no colo novamente.- Mina, eu te amo.- Coloquei-a no chão novamente, me jogando feliz em minha cama.- A partir de amanhã, irei procurar um trabalho temporário. Enquanto o grupo não debuta. Assim não vou precisar viver pelo dinheiro do meu pai. Eu pagarei meu aluguel, enquanto vivo nesse apartamento e posso ajudar meus pais com os remédios.


Peguei o celular sorrindo, a procura de lugares que estavam com vagas disponíveis. 




CONTINUA ...



Notas Finais


Bom, decidi que, enquanto não recebo todas as fichas, vou fazer alguns prólogos sobre a Haru, para saberem mais sobre ela. E ao ter todas as integrantes, irá começar, definitivamente, a história.

Eu realmente não sabia muito o que fazer nesse capítulo, então decidi pegar o acontecimento do prólogo anterior. Fiz esse capítulo com a ajuda de uma amiga (Obrigada @saturnlisa por ter me ajudado com esse capítulo 😊❤) então, quero que dêem grande parte do reconhecimento por esse prólogo para ela, já que ela fez quase 60% de tudo.

É apenas isso que eu queria dizer e até mais ❤😊 @taeyoran


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