História This Irresistible Passion - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Kim Taehyung (V), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bottom!jungkook, Casamento Arranjado, Clãs, Gravidez Masculina, Jikook, Jimin, Jimin!top, Kookmin, Romance, Yaoi
Visualizações 93
Palavras 2.637
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Jesus eu demorei demais para postar esse capítulo, me desculpem prometo tentar não demorar.
Ah, vcs vão notar que eu arrumei o nome do Taehyung, mas é que tinha sido um erro meu, não era pra mim já ter colocado o nome dele assim de cara. Não sei se vcs entenderam kdkdkd mas nesse capítulo vão entender o porque.
Não vou enrolar vcs mais, boa leitura 💕

Capítulo 4 - Capítulo III


Fanfic / Fanfiction This Irresistible Passion - Capítulo 4 - Capítulo III

Era uma vez, há milhares de anos, uma rainha do terceiro grande Clã chamada Rosxyn, ela era tão extraordinariamente bela, inteligente e gentil que possuía pretendentes de todas as galáxias. Mas a rainha continuou rejeitando todos os seus pretendentes, declarando que ela queria dedicar sua vida a governar seu clã. 

 Nem todos os seu pretendentes aceitaram sua rejeição facilmente. Um deles, Mark do primeiro grande clã, estava tão desprovido de paixão e raiva que sequestrou a Rainha Rosxyn e forçou nela um vínculo matrimonial arcaico, do tipo que era impossível se desfazer. 

 A precipitação era inimaginável. Apesar das inúmeras tentativas de romper o vínculo, o sequestrador  permaneceu ligado  á rainha. No final, sem vontade de comprometer seu clã, a rainha Rosxyn abdicou em favor do seu irmão. 

 Mas a historia não terminou aí. Quando a primeira Casa Real se recusou a se responsabilizar pelas ações prejudicais de Mark contra a terceira Casa Real, o escândalo político se transformou em um conflito militar, envolvendo todos os grandes clãs na maior guerra do planeta e marcando a história de Calluvian, uma guerra que quase acabou com toda a população. 

 Demorou décadas para se recuperar dessas guerras e consequências. 

 Para evitar que algo desse tipo acontecesse novamente, o conselho das Grandes Clãs propôs uma solução: unir os núcleos telepáticos de todas as crianças dês de cedo. Tal vínculo de infância funcionava de maneira diferente de qualquer outro vínculo telepático, cavando-se profundamente na psique da criança e tornando impossível a alguém forçar um vínculo matrimonial. Em qualquer outro momento, tal proposta teria indubitavelmente levado a um debate sobre questões de consentimento, já que as crianças não poderiam dar seu consentimento, mas após anos de derramamento de sangue e décadas de reconstrução, ninguém queria que algo assim acontecesse novamente e a maioria ficou aliviado com a solução. 

 Mas de vez em quando, havia pessoas que se rebelavam contra o vínculo, e a tudo o que ele representava – e tudo o que havia roubado. 

                                  *******


 Jeongguk desceu o corredor familiar que levava aos aposentos de Taeshin, animado e impaciente para ver seu melhor amigo pela primeira vez em cinco meses. Ele esteva fora do planeta quando recebeu a notícia do retorno de Taeshin da terra. Jeongguk não tinha sido capaz de retornar a Calluvia mais cedo, não importava o quando ele se preocupasse com seu amigo. E ele estava preocupado. Taeshin tinha se mostrado triste quando Jeongguk ligou pra ele. Mas ele disse a Jeongguk que conversariam quando o moreno voltasse — era como se Taehyung estivesse com medo de que alguém ouvisse o que ele tinha a dizer. Isso certamente despertou curiosidade em Jeongguk. 

 — Sua Alteza está esperando você, Principe Jeongguk. — Disse Al do palácio em sua voz neutra. 

— Jimin está em casa, Al? — disse Jeongguk antes que pudesse se conter. Ele não via Jimin há vinte e quatro dias e estava perfeitamente feliz com isso. Ele só... ele só precisava saber se Jimin estava no castelo. Se sentia desequilibrado se não tivesse certeza. 

— Não. O Principe Herdeiro está no Ministério, Alteza. 

 Jeongguk franziu os lábios, imaginando se era verdade ou se Jimin dissera a Al para lhe dizer isso. Não que isso importasse. Não era como se ele quisesse ver aquele idiota também. 

 A porta dos aposentos de Taeshin se abriu e Jeongguk entrou. 

 O cômodo familiar imediatamente o fez ficar á vontade. Ele sempre gostou do quarto de Taeshin que tinha suas paredes transparentes do chão ao teto com vistas espetaculares da Baía de Pheriana e pelo Pelo Parque Nacional de Baldur. Ás vezes, Jeongguk quase desejava morar ali — o palácio de seus pais era cercado por pântanos nevoentos e montanhas cinzentas e não era nem de longe tão bonito —, mas depois se lembrou que viver ali se aplicaria conviver com alguém que não suportava. Nenhuma visão bonita compensaria a presença de Jimin sob o mesmo teto. 

 Sacudindo o pensamento, Jeongguk focou seus olhos no único ocupante do espaçoso quarto. 

Taeshin estava sentado no sofá, e havia um holograma de algum planeta na frente dele, mas seus olhos de conhaque estavam focados em Jeongguk. Taeshin sorriu pra ele, com seu rosto angelical e gentil como sempre. Verdade seja dita, Jeongguk não tinha ideia de como eles se tornaram tão bons amigos, quando eram tão diferentes.  era uma alguma gentil; confiante, e um pouco ingênuo. Ele sempre acreditou no melhor das pessoas. Taeshin gostava de todos. Seu único defeito eram seus parentes. 

—Taeshin. — disse Jeongguk, estendendo a ligação com seu amigo. E para sua surpresa e preocupação, a mente de Taeshin não pareceu tão tranquila e acolhedora como de costume.  — Eu estava começando a pensar que você tinha sido sequestrado pelos bárbaros do Sol III. — Disse Jeongguk, olhando para Taeshin discretamente. Havia algo diferente. Algo faltando. 

Taeshin franziu a testa e deu-lhe um tapinha telepático. 

— Humanos não são bárbaros. Não seja esnobe. E eu voltei há séculos.  Não é minha culpa que você esteve fora. 

 Jeongguk franziu o nariz e deu a Taeshin um sorriso tímido. 

— Ugh, eu estava sendo esnobe. Ainda bem que tenho você para me dizer quando eu for esnobe e superior. 

— Jimin deve ter passado isso pra você. — disse Taeshin com um sorriso que não aprecia natural. 

— Nem brinque com isso. — disse Jeongguk, sentando no sofá ao lado de Taeshin. Ele franziu o cenho. — Você tem permissão para me matar no dia em que eu começar a agir como o Jimin. 

— Desculpe. — disse Taeshin, batendo no ombro de Jeongguk. — Ele não é um monstro. Você sabe. 

— Ele é seu irmão. Claro que você diria isso. — Jeongguk zombou. — De qualquer forma, não estou aqui para falar sobre esse idiota. — Ele encontrou os olhos de seu amigo. — O que há de errado, Taeshin? 

Taehyung. — Corrigiu, sua voz oscilando um pouco. — Eu me acostumei com o nome, e gostei muito. 

 A curiosidade de Jeongguk explodiu, mas ele apenas balançou a cabeça, tendo a sensação de que isso era de alguma forma importante para seu amigo. Se ele queria ser apenas chamado de Taehyung, ele poderia fazer isso. E Taehyung se adequou melhor a ele, na verdade soava mais suave. 

— Então, o que há de errado? Você está dando algumas vibrações realmente negativas. 

 Taehyung acenou com a mão para remover o holograma e abriu as configurações de segurança da sala. 

— O que você tá fazendo? — Jeongguk disse, observando-o com curiosidade.

 Taehyung desligou as câmeras e depois olhou para ele. 

— Eu não tenho mais o vínculo com a Leyla. — disse em um fôlego só. 

 Os olhos de Jeongguk se arregalaram. 

 Ele deixou o quarto de Taehyung uma hora depois, um pouco irritado, um pouco confuso e extremadamente animado. 

    A conversa com Taehyung foi muito esclarecedora. 

 Aparentemente, o vínculo de Taehyung enfraquecera gradualmente enquanto ele estava na terra antes de finalmente quebrar, provavelmente devido a uma enorme distância entre o sol III e Calluvia. Quando Taehyung voltou para Calluvia, o vínculo não se reconstruiu. Taehyung estava muito confuso — e pouco disposto a recuperar seu vínculo. Aparentemente, todos os sentidos de Taehyung, incluindo sua telepatia, eram muito melhores agora que ele não tinha mais o vínculo, o que... deveria ter sido impossível. E ainda...

 Uma memória meio esquecida remexeu na parte de trás da mente de Jeongguk até que ele finalmente se lembrou o porque das palavras de Taehyung acendeu uma memória quase esquecida de sua mente. 

 Quando ele estava no Planeta Bienr no ano passado, Jeongguk tinha ouvido alguns rumores perturbadores sobre o primeiro contato com um Calluvia no planeta Bienr — eles estavam com medo dos Calluvians, alegando que eles poderiam matar com suas mentes. Na época, Jeongguk obviamente achará que esses rumores eram ridículos, mas se o vínculo realmente entorpecia os sentidos dos Calluvians... Talvez eles não fossem. 

 A coisa era que, tinha sido há milhares de anos. Tudo era possível. Jeongguk havia notado muitas inconsistências quando pesquisou sobre vínculos. Era definitivamente estranho que os sessenta anos entre o fim da grande guerra e a introdução de lei de vinculação fossem mal documentadas. Era interessante que o contato com planeta Bienr tivesse acontecido por volta dessa época também. 

 Alegadamente, a lei de ligação foi introduzida para proteger os telepatas de ligações forcadas como a que basicamente iniciou a guerra mais devastadora na história do planeta. No entanto, houve efeitos colaterais do vínculo, efeitos colaterais que sempre foram mencionados como uma reflexão tardia, se mencionado, algo que muitas pessoas conheciam. A única razão pela qual Jeongguk era tão bem versado neste assunto era porque ele passou incontáveis horas-anos — pesquisando tudo o que estava remotamente relacionado com o vínculo. 

 Era bem sabido que as armas biológicas usadas na Grande Guerra tornavam a população quase infértil. Desesperados para evitar que a espécie fosse extinta, cientistas da Calluvian iniciaram um programa genético experimental que visava consertar os sistemas reprodutivos das pessoas. Isso resolveu o problema, mas hoje em dia poucos sabiam que devido a testes limitados, havia consequências imprevistas. Os experimentos genéticos causaram mutações de varios tipos, trazendo consigo traços físicos extintos e afetando a telepatia algumas pessoas. 

 Essas mutações físicas ainda existiam até hoje, mas raramente eram faladas. Jeongguk sabia que Taehyung carregava o gene de reversão apenas porque o mesmo avia o contado. 

 Mas se as mutações físicas mal eram faladas nesses dias, as mutações telepáticas não eram mencionadas. A parte mais estranha foi, até mesmo os registros históricos eram todos muitos vagos quando eles mencionaram as mutações telepáticas, apenas afirmando que eles tinham desaparecido quando a lei de ligação foi implementada. Alegadamente, o desaparecimento das mutações telepáticas foi apenas um efeito colateral inesperado do vínculo da infância. Alegadamente. 

 Foi Taehyung quem atiçou suas suspeitas primeiro. 

 — E se for mentira que a lei de Vinculação foi introduzida para nos proteger de obrigações forcadas? E se o vínculo foi interação especificamente para se livrar das mutações telepáticas? 

 Jeongguk olhou para o amigo, surpreso além da crença. O pensamento lhe ocorrera, mas parecera muito estranho para contemplar serialmente. Mas se Taehyung — o ingênuo e confiante Taehyung que geralmente zombava de teorias da conspiração — achava que era possível...

 Isso significava que Jeongguk estava certo o tempo todo. Ele sempre soube que o vínculo não tinha o direito de existir no mundo moderno, mesmo que ele não tivesse ideia de que estava realmente bagunçando seu corpo em mais de uma maneira. 

 E ele poderia quebrar isso. Ele poderia ir a um planeta muito distante como sol III e finalmente se livrar de seu vínculo com Jimin. Deveria funcionar absolutamente se ele permanecesse no sol III por tempo suficiente. 

 O mero pensamento de finalmente estar livre de Jimin fez o coração de Jeongguk acelerar, e a animação percorrer em seu corpo. 

 Taehyung ficou muito chatiado quando Jeongguk lhe contou sobre sua decisão.

— Sabe, me perturba que você odeie tanto meu irmão e esteja disposto a fazer qualquer coisa para se livrar do vínculo com ele. Por que você não quer se tornar um rei-consorte? É uma grande honra e você realmente será minha família, então. 

 Jeongguk havia zombado na hora. Taehyung estava cego para as falhas do irmão. Jeongguk não queria ser ligado por toda a vida a um idiota que olhava para ele como se ele fosse um inseto irritante sob seu pés, indigno de sua atenção. Até mesmo pensar naquela parede parede feia que queria mantê-lo afastado da mente de Jimin fez a garganta de Jeongguk se fechar, e franzir o cenho, odiando que a rejeição de Jimin ainda tivesse o afetando tanto. 

 Ele não deveria se importar. Ele não se importou. Foda-se aquele idiota. Foda-se ele.

— Se você conseguir desfazer seu vínculo, Jimin estará sem vínculo novamente. — Taehyung disse, olhando pra ele suplicante. — Ele está esperando até você atingir a maioridade. Se você conseguir desfazer o seu vínculo, ele não terá outras opções. Todo mundo já está comprometido. 

 Jeongguk não se sentia particularmente com pena. 

                     Taehyung suspirou. 

— Bem. Digamos que você tenha encontrado um jeito de chegar à terra é ficar lá por nesses. Vamos dizer que você conseguiu desfazer o vínculo com Jimin. O que vai fazer depois?  — Disse Taehyung, com as sobrancelhas levantadas. 

 Taehyung estava brincando

— Eu não sei. — Disse Jeongguk com um largo sorriso. — mas ficarei livre para fazer minhas próprias escolhas. Eu ficarei livre dele. Eu ficarei livre para fazer o que eu quiser. — A cada vez que ele dizia a palavra "Livre" seu sorriso se abria mais e seus olhos brilhavam,chegando até ser incrivelmente adorável sua feição. 

 Ele poderia viajar. Ele poderia se apaixonar. Inferno, ele poderia fazer sexo.

 Sexo.

 A ideia era deliciosamente malcriada. Foi o vínculo que transformou Calluvians em seres sem sexo até que eles se casassem com seus colegas de ligação ao vinte e cinco anos de idade. Na verdade, se a tecnologia dos úteros artificiais já tivesse sido inventado na época, Jeongguk tinha certeza de que o conselho não teria nem mesmo se incomodado em devolver-lhes a capacidade de fazer sexo. 

 Jeongguk sempre achou estranho que os Calluvianos ligados não pudessem sentir excitação sexual até o casamento — e de repente poderiam. Agora tudo fazia sentido. O conselho havia feito uma única emenda á lei das Obrigações quinze anos após a introdução da lei. A cerimônia de vínculo com a idade d vinte e cinco anos não estava na lei original. O conselho provavelmente não esperava que o vínculo da infância suprimisse também os centros de excitação sexual do cérebro, de modo que o problema provavelmente foi resolvido por um adepto da mente durante a cerimônia de vinculação — sem afetar outras partes do vínculo. 

 Até mesmo pensar sobre o quanto seus cérebros estavam confusos fazia com que eles se sentisse um pouco doente. 

— Quase me fez desejar que a tecnologia de úteros artificiais ainda não existisse.  — Disse Jeongguk a Taehyung. —Então eles não teriam me ligado a outro homem. 

 Percebendo o olhar exasperado de Taehyung, Jeongguk se calou, corando. Ele sabia que estava um pouco obcecado com o assunto. Bem, ele estava mais do que um pouco obcecado com Jimin, seu ódio por ele estava nublando sua capacidade de pensar direito. Era ridículo da parte dele desejar que a tecnologia dos úteros artificiais não existisse — Ele não teria nascido sem ela, já que seus pais eram do mesmo sexo. 

  Mas logo, Jimin não importaria. 

  Logo, Jeongguk estaria livre dele.

 Agora ele só tinha que ir para o Sol III. Ele mesmo e Taehyung — aparentemente Taehyung tinha um amigo humano que ele queria visitar. Eles iriam para o Sol III, Jeongguk fingiria ser um humano, e esperaria até que sua ligação estúpida finalmente quebrasse. Fingir ser humano não seria a parte difícil   — a maioria das raças sencientes na galáxia parecia bastante semelhante, embora ainda houvesse diferenças. A parte mais difícil seria chegar ao Sol III. 

 Terra, Jeongguk se corrigiu, tentando se acostumar com o novo nome do planeta. Seus registros diziam que o nome nativo do Planeta era Terra, mas fazia sentido que a linguagem do planeta mudasse nos milhares de anos que se passaram desde que o Sol III foi localizado pela primeira vez. 

 Chegar á terra não seria fácil. O uso do TNIT — Teleporte quase instantâneo transgálatico — foi fortemente regulamentado é monitorado pelo ministério de assuntos Intergaláticos, especialmente quando se tratava de viagens a planetas pré-TNIT como a terra. Não avia como usar o TNIT Calluvian— como o lorde chanceler do ramo Calluviano de ministério, Jimin nunca iria sanciona-lo —, então Jeongguk tinha que procurar outras opções. Viajar em uma espaçonave até a terra estava obviamente fora de questão; essas coisas eram lentas como o inferno. 

 Por sorte, Jeongguk tinha muitos amigos em outros planetas; ser uma pessoa sociável ( Não um igual uma prostituta por atenção, igual Jimin o chamava) finalmente valeu a pena. 

 Então, sete dias depois, Jeongguk enviou a Taehyung uma mensagem que dizia: prepare-se e venha para minha casa ás dez da noite. Vamos para a terra. 

  Ele finalmente vai ser livre. 

 



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