História This Is Me (EM HIATUS) - Capítulo 14


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Categorias Chord Overstreet, Chris Colfer, Cory Monteith, Darren Criss, Glee, Lea Michele, Originais
Personagens Blaine Anderson, Sam Evans
Tags Blaine Anderson, Chord Overstreet, Darren Chris, Gay, Glee, Musical, Romance, Sam Evans, Serie
Visualizações 45
Palavras 1.117
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Musical (Songfic), Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olaa!!
Dscp a demora do cap mas acho que dar um tempo foi a melhor coisa que fiz, porque deu vontade de voltar a escrever e aqui estou💙💙
Aproveitem o capítulo!!

Capítulo 14 - Ride


Fanfic / Fanfiction This Is Me (EM HIATUS) - Capítulo 14 - Ride

Acordo finalmente nesta manhã de segunda e a primeira coisa que lembro é que meu castigo acabou, nunca estive tão feliz numa segunda. Saio pela porta mas volto porque me lembro que estou só de cueca e não gostaria que minha mãe me visse assim.

Pego meu uniforme, vou pro banheiro e tomo um banho, no qual cantei, dancei. Meu, eu tô muito feliz, quero ver logo a carinha do Sam... Me visto e saio do banheiro. Entro cuidadosamente no quarto escuro da minha mãe e do lado da cama dela em cima do criado mudo avistei meu querido celular. 

Saio dali e desço as escadas correndo pois quando olho no celular vejo que tenho apenas dez minutos pra eu chegar lá no ponto, então pego uma torrada de ontem, minha mochila e parto pro ponto de ônibus.


Chego lá cansado então sento no banco e começo achar estranho o ônibus demorar tanto. Quando olho para o lado e vejo aquele loiro caminhando na minha direção. Na mesma hora largo minha mochila no banco e corro para o mesmo. Nos encaixamos certinho, nós dois estávamos abraçando igualmente um ao outro. Sinto sua saudade e acredito que ele sente a minha.

– Sammy, tô com tanta saudade de você - digo ainda dentro do abraço.

– Também menino Blaine, tenho uma surpresa pra você só que está lá em casa - ele fala ainda me apertando. A cada segundo que passa e esse abraço continua tenho mais certeza de que ele sente minha falta.

– Sério? Eu ia lá te vê mais tarde mesmo - olho para o seu rosto e sorrimos um para o outro.

– Morri de saudades de você Blaine - não sei porquê mas ele volta a repetir isso, acho fofo... Tá, isso cansei de falar.

– É, você já disse isso... 

– Quero que saiba como me senti sem você - ele diz vendo o ônibus da sua escola se aproximar do ponto - Ué?! O meu já chegou e você ainda está aqui? Não era para o seu ter passado primeiro?

– Também achei muito estranho, eu cheguei no horário certo, na verdade eu fiz de tudo pra chegar no horário certo e acho que consegui... - digo suspeitando um pouco da possibilidade de eu ter me atrasado.

– Ou talvez não... - ele dá sinal para o motorista e o mesmo vai embora sem o garoto - Conheço um garoto que pode ajudar a gente - nessa mesma hora sorrio com a atitude "nobre" dele.

– Que fofo!

Ele sorri meio corado – É que eu tenho que tratar você da melhor forma possível se eu quiser te ter como mais que amigo.

– Não, você já me tem. Acho que esse tempo sem nos ver deixou você diferente, hein?! - falo.

– E isso é ruim?

– Claro... - ele ri envergonhado olhando para baixo - Claro que não! 

Vejo ele pegar seu celular e... Parece que enviou uma mensagem praquela tal pessoa que ele tinha falado. O tempo todo vejo um sorriso no seu rosto, ele parece uma criança quando ganha presente sabe?!

– Caraca!! Já passou do horário da primeira aula... Aff, agora já não adianta mais correr - falo guardando o celular que estava na minha mão.

– Blaine ter visto você me deixou tão feliz - falo sorrindo olhando pra ele.

  Tento tirar isso que ele quer me dizer mas ele não me dá esse prazer... Minutos se passam e um carro meio fora do controle para em nossa frente. O motorista tem o cabelo no estilo moicano, ou seja, bem escroto. Seu carro não está nos melhores dias mas é o Sam que recomendou, então quem sou eu pra negar.

O Sammy fala com o "motorista" que minutos após a viagem fiquei sabendo do seu nome, Puck. Sinto que o clima ficou meio estranho até eu chegar na minha escola, mas pelo menos descobrir mais sobre esse garoto. Me despeço do Sam com um beijo na bochecha e entro na escola.


POV Sam

Fiquei nervoso o trajeto todo, com medo do Puck falar alguma coisa do beijo que ele roubou de mim, ou alguma outra coisa do tipo... Já pensou? O Blaine nunca mais iria olhar pra mim, mas agora que ele já se despediu de mim já posso parar de suar pelas mãos.

– Nossa loirinho, tava nervoso mesmo.

– Ficou muito na cara? - falo esfregando minhas mãos no banco do carro na tentativa de "limpá-las".

– Bem, pra mim sim - ele diz.

– Espero que ele não tenha percebido - ele pisa no acelerador e saímos de frente da escola do Blaine.

– Acho que não - diz o Puck - Mas afinal, ele é o que seu? - ele pergunta pegando o óculos num compartimento entre os nossos bancos.

– Ele foi a primeira pessoa que veio falar comigo quando me mudei - do nada enquanto falo sobre ele um pequeno sorriso invade meu rosto e o moicano percebe.

– Não é só isso né? Mesmo que você não sorrisse enquanto falava dele eu já sabia que vocês namoram, ou algo assim - ele diz olhando sério para mim.

– A gente se quer muito, por favor não conte isso pras pessoas da escola, preciso de um tempo pra me preparar a tudo - falo olhando pra fora da janela.

– De boa, mas só se... Você retribuir o beijo que eu te dei naquele dia - ele fala e ao mesmo tempo para o carro no meio do caminho.

– Ah vai parar o carro? Não seja por isso - abro a porta e saio andando pela calçada, o moicano insatisfeito me segue, com o carro, uns dez passos.

– Quer que todo mundo da escola fique sabendo que um dos melhores jogadores do time curte uma banana? - ele me ameaça e eu resolvo voltar pra dentro do carro.

Coloco a minha mão na sua bochecha oposta do lado que eu estava e viro seu rosto em minha direção. Selo nossos lábios por segundos, assim como ele fez comigo.

– Pode falar, meus lábios são gostosos, não acha? - ele diz sorrindo, se achando.

– Vai logo pra escola! Não sou igual a você que mata aula.

– Você dá sorte de eu não ser outro e fazer chantagem com outra coisa. Acho bom você ficar na sua. E nem pense em falar de mim pra alguém porque, um, você não é popular, ou seja, ninguém vai acreditar em você, segundo, quebro sua cara de anjinho, ouviu? - ele fala cada vez se aproximando mais do meu ouvido, dando uma certa tensão em mim.

O resto do trajeto fiquei em silêncio, olhando pro caminho, que demorou uns minutos, porém cheguei a tempo de pegar a segunda aula. Agradeci a carona até mesmo porque não era obrigação dele estar ali me levando, e levando o Blaine.



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