História This is Start - Capítulo 17


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Categorias Ed Sheeran, Supernatural
Personagens Bobby Singer, Castiel, Charlene "Charlie" Bradbury, Chuck Shurley, Crowley, Dean Winchester, Ed Sheeran, John Winchester, Kevin Tran, Personagens Originais, Ruby, Sam Winchester
Tags Anne, Dean Winchester, Ed Sheeran, Musica, Romance, Sam Winchester, Supernatural, This
Visualizações 2
Palavras 2.793
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Luta, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olha
Olha
Olha
Olha
Olha quem chegou

Capítulo 17 - Acordar ou não?


Fanfic / Fanfiction This is Start - Capítulo 17 - Acordar ou não?

   

"Assim que Anne repetiu essas palavras, seu corpo ficou imóvel, e ela perdeu completamente a consciência, fazendo-a cair para trás, em cima da mesinha de vidro."




E se você acordasse em um lugar que você não conhece? O que você faria?





Quando Anne acordara, se deparara com um breo intenso, como se estivesse dentro de uma caixa, mas como não enxergava nada não pôde distinguir onde estava, só sabia que estava deitada em um chão liso e frio, muito semelhante com o da casa de seus pais, Adelaine e Pierre.

Tentara se levantar, porém em vão, devido a uma forte tontura e dor de cabeça que lhe fez cair novamente no chão, talvez este fosse o motivo de ter desmaiado, mas não se lembrava. Na verdade, se lembrava de que estava falando com Sam e de repente ficara inconsciente.

Sucessivamente, Anne conseguira levantar-se do álgido chão.

Todavia, não enxergava nada além do negror no cômodo.

Sem alternativas, Anne começara a dar passos receosos que não sabiam exatamente para onde estavam indo.

Quando inesperadamente, sentira algo redondo e ornamentado: uma maçaneta. Sem titubear, Anne abrira a porta ansiosamente e contemplou um cenário bem diferente de New York e de sua cidade natal; ruas sujas, o tempo estava nublado e atribuía uma breve impressão de que tudo estava preto e cinza. Olhou para a porta que havia lhe dado passagem para aquele lugar desconhecido, mas ela não jazia lá. Boquiaberta, Anne soltou um grunhido incoerente, chamando atenção de uma das pessoas que vagavam por ali com uma lentidão igualada a zumbis de série de TV. 

Olhara para os lados, e finalmente viu que não estava sozinha. Havia mais pessoas errantes ao seu redor, exceto por uma que, ao notar a presença de Anne, permanecia parada encarando-a.

Sustentando o olhar, pôde notar que, na verdade, encarava grandes olhos vazios e escuros, cujo seu dono era pálido e calvo.

Sem demonstrar medo, embora por dentro sentir-se  amedrontada o bastante para correr como Forest Gump, sentiu-se obrigada a dizer alguma coisa, mas é claro que temia qual poderia ser a reação do estranho, já que não tinha nada para poder se defender a não ser a sua força física. Então arriscou:

- EI - gritou - Quem é você?

O homem deu um passo à frente. 

Anne pôde ver mais as feições daquele homem, eram grotescas.

- Que lugar é este?

Ainda em silêncio, o homem deu mais um passo à frente.

Agora Anne estava mais amedrontada. Estava preparada para correr o mais rápido possível dali. Aquele silêncio que aquele homem impunha, aquele semblante espantoso, aqueles passos lentos, o que poderia acontecer?

- O que é você? - murmurou mais para si do que para o homem.

Ele nada disse, apenas se aproximou mais, e agora, estava perto demais, se ele quisesse atacá-la, estaria feito.

Com um movimento brusco, Anne correu em disparada no meio das outras pessoas. Quando olhou para trás, não vira o homem, assim como a porta, ele desaparecera completamente.

Anne se deparou com um estabelecimento comercial, lembrando aqueles de posto de gasolina. Talvez fosse o lugar mais colorido de lá, e o lugar que as pessoas agiam normalmente.   Quando Anne entrara, ninguém a olhou. Era um bom sinal, segundo Anne.

Entrando mais adentro do estabelecimento, pôde ter mais acesso à prateleiras com comidas, uma parte de Anne sentia fome, a outra não sentia nada. Não dando sopa para o azar, pegou um pacote de batatas chips e levou uma das mãos aos bolsos indo em direção ao caixa. Estranhamente, havia dinheiro em um dos bolsos de Anne. Sorrindo satisfeita, esbarrou em uma criança.

- Perdã...


Encarou a criança nos olhos e pôde ver que, assim como os do homem anterior, seus olhos eram escuros.

"Deus que me livre" pensou aterrorizada.

De repente, uma ideia lhe ocorreu: estaria no tal mundo dos sonhos?

Uma velha se aproximou da criança da qual Anne esbarrara; sorrindo e olhando fixamente com seus olhos negros como um túnel sem saída para Anne e exclamou:

- Você acertou!

Anne arregalou os olhos de uma tal maneira que poderiam ter saltado das órbitas.

- Se acalme, querida. Você não é a única que está aqui.

Paralisada, não pôde abrir a boca para perguntar quem eram as outras pessoas que estavam presas lá assim como ela. Mas quando despertou de seu transe, a velha já havia pagado ao caixa e se retirado do estabelecimento.

Jogara o pacote no chão e saiu correndo para fora afim de encontrar a velha, mas adivinha?

- Droga! Será que tudo desaparece nesta droga de lugar? - perguntou a si própria.

- Nem tudo

Anne olhara para trás e se viu frente a frente com o mesmo homem estranho que se aproximava dela naquele momento anterior.

- Se lembra de mim? - ele perguntou rindo sarcasticamente.

Os lábios de Anne permaneciam imóveis entreabertos.

- Engraçado, não parece mais tão corajosa como demonstrou ainda mais cedo. E mais engraçado ainda que não é a única a estar aqui, é a quarta que acaba de chegar aqui hoje

Anne respirou fundo e criou forças para continuar ali e perguntou:

- Sou a quarta?

- A chegar hoje sim. Mas antes de vocês chegarem, um garoto estava aqui e depois chegou uma garota

- Onde eles estão? 

- Em um lugar muito escuro...

Era loucura confiar em um estranho como ele, mas o que fazer?

Arriscar às vezes é preciso.

- Você pode me ajudar? - arriscou.

- Por que eu deveria?

- É o único que sabe desse lugar, é  a minha primeira vez aqui e eu preciso salvá-los - justificou Anne.

- Não será fácil

- Eu sei que não.







Após passos e mais passos que pareciam sem rumo, Anne e o homem seguiam um caminho que cada vez mais parecia mais escuro, mas isto era bem esperado de um lugar como aquele.

- Como você se chama?

- O quê?

- Qual é o seu nome? - indagou Anne.

 - Acho que Brandon

 - Como assim "acho"?

 - Quando se vem aqui, para ficar para sempre, você esquece de quem você é e como foi sua vida na Terra.

- Eu ainda me lembro

- Você ainda é nova aqui, talvez você possa ir embora inesperadamente

- Isto não pode acontecer, não, não mesmo

- Quem são eles? Essas pessoas que você procura?

- Bom, o garoto que chegou aqui primeiro é o meu melhor amigo; a garota que chegou depois é  a minha melhor amiga; os outros três, dois são amigos meus e o outro é meu namorado

- Assim você me deixa sem esperanças

Anne demorou minutos para perceber que fosse uma piada, desde quando uma pessoa - talvez morta - faria piadas? E  esperança? Como se pudesse ter alguma naquele lugar.

  



     


 - É aqui

 - É muito escuro

 - Eu avisei.

 - Como entraremos, Brandon?

 - Com sorte

 - O quê?

- Digamos que este não seja o lugar mais agradável daqui. Coisas saem de lá

- Que tipo de coisas, Brandon? - indagou Anne, que por essa, ela não esperava. - Como assim? Eles podem nos matar?

- Eu não, você sim.

- Espera, espera, espera, e meus amigos? E eles? Eles podem estar...?

- Talvez.

Quanta incerteza, Anne começara a desconfiar do tal Brendon. Será que ele estava inventando tudo aquilo? 

Eles continuaram andando, até que barulhos altos ficaram mais evidentes enquanto Anne e Brendon caminhavam em silêncio.

- Falta muito para chegarmos? - perguntou Anne.

- Nã...

Brendon fora interrompido por alguma coisa que lhe atacara.

Uma criatura negra estava sobre Brendon, atacando com uma ferocidade que ficaria entre animal e sobrenatural. Brendon não reagiu. Estava imóvel no chão como se já estivesse morto. Foi então que a criatura levantou a cabeça em direção à Anne.

Anne correu o mais rápido possível, mas não conseguiu. A criatura fora mais rápida e saltou sobre ela, levando-a ao chão. Anne sentiu as garras do ser rasgando suas costas, ardia muito. O pior é que sua posição, seu estado, não cooperavam para qualquer defesa se quer. Anne rugia de dor, era muito torturante.

Até que o ser não arranhava mais suas costas. Havia sido jogado para longe de Anne bruscamente. Anne, tonta, tentou se virar para ver quem era o seu tal salvador ou inimigo que havia lhe ajudado. A uma altura dessas, estava semelhante a um animal desnutrido que acabara de levar uma surra daquelas. Quando enfim conseguira olhar para quem a salvou, viu um homem negro e alto de olhos negros estendendo uma de suas mãos para ajudar Anne a se levantar.

- Eu sei quem é você e sei o que quer. - disse ele. - Seus amigos dependem de você para sair daqui agora

Anne segurou a mão do homem e se levantou, pôs uma das mãos nas costas que agora estavam quase nuas devido ao tecido rasgado e perguntou sofregamente:

- Onde eles estão?

- Mais adentro deste inferno. - respondeu ele friamente.

Anne olhou para o chão e viu Brendon ainda estirado como se estivesse morto.

- Brendon - guinchou ela.

- Ele não irá mais se levantar.

- O quê? - perguntou Anne encarando-o. - Como assim?

 - Ele bateu a cabeça

 - E daí?

O silêncio que ali se instalou diante a pergunta de Anne, fez com que este justificasse a imobilidade de Brendon. Ele morrera.

- Como... como pode?

- Ele já estava morto.

- E daí? Não dá para se morrer mais uma vez, certo?

- Chame de o que quiser, mais quando ele morreu da primeira vez, veio pra cá, e digamos que todos nós que estamos aqui, sejamos como bonecos de porcelana

- Frágeis

- Exato. Por isso você se deparou com todas aquelas pessoas que andavam lentamente pelas ruas

- Isso... Não faz sentido...

 - Nada aqui faz.

Neste instante, um ruído estridente ecoou no corredor de forma assustadora e violenta.

- Corra!



Anne correra como nunca correra na vida. E podia sentir que algo se aproximava naquele escuro dos infernos. Foi quando então notou uma porta, que dava a um escuro sem fim. Sem saída e sentindo que algo se aproximava e os gritos do homem que a salvara estavam mais evidentes, entrou no que parecia mais um cômodo e continuou correndo sem medo de dar de cara com uma parede e desmaiar. Mas isso não aconteceu. Na verdade, parecia um corredor, do qual ela correu muito, sem rumo, fugir era a palavra certa.

Até que, assim como um túnel, uma luz estava no seu final. Anne correu mais ainda, e quando finalmente a alcançou, entrara em um lugar que não era claro, e sim escuro ligeiramente iluminado, Anne pôde enxergar que o  lugar se assemelhava à uma prisão.

Adentrou mais no lugar, que por incrível que pareça, não ficava mais escuro como os demais lugares que passara.

- Anne!

 





- Ah, meu Deus! Vocês estão bem? - perguntou ela, entre os beijos de Edward. - Onde está Ronald?

- Eu não sei, encontramos ele dormindo - respondeu Carrie, abraçando Anne.

- Por que vocês ainda não saíram daqui?

- A saída se altera quando se entra aqui, parece um labirinto - explicou Sam.

- Por que ele ainda está desacordado?

- Foi o que mais ficou afetado.

Um urro grotesco ecoou pelo lugar, assustando a todos ali presentes.

- O que foi isso? - perguntou Edward.

O mesmo homem que havia ajudado Anne, surgira arrastando-se no chão, sua aparência, horrorosa que só podia dizer uma coisa: dor e mais dor.

- Jaden? - indagou Carrie perplexa e aterrorizada.

- Vocês devem sair daqui o mais rápido possível, CORRAM! - berrou.

Todos correram imediatamente, Sam e Dean queriam prestar socorros para o homem, mesmo com Ronald nos braços, mas algo maior os impediram, uma criatura horrorosa que poderia ser comparada ao próprio demônio.

Não haveria dor maior do que aquilo. Anne se sentira culpada; primeiro Brendon e depois o homem que, segundo Carrie, chamava-se Jaden. Ambos se arriscaram ajudando-a.

Porém, um grito fez Anne parar de correr e virar-se para trás.

- ANNE! A porta no quarto escuro, use-a!

  

Todos corriam. Dean, Sam e Edward de maneira mais lenta, já que carregavam o corpo de Ronald.

Parecia não acabar mais, e pior, não chegavam a lugar algum.

Urros eram ouvidos, claramente das criaturas que lhes perseguiam alguns metros de distância. Quanto mais perto ficavam dos garotos, tudo ficava mais escuro.

- Onde está? Onde está? - perguntava Anne a si mesmo.

- Anneee! Ande logo! Não temos tempo  a perder

- Ah, minha nossa

Era a porta.

Sem pensar, todos entraram, mas uma coisa lhes impedia de encontrar a saída: o escuro.

- Como iremos encontrar a outra porta?

- Vamos... vamos...vamos passar as mãos nas paredes, encontraremos alguma coisa se fizermos...

Anne fora interrompida por um estrondo causado no lado de fora do quarto, fazendo todos se apressarem a passar as mãos nas paredes do lugar.

- AI! MEU PÉ!

- Por que é tão escuro aqui...

 - Eu não encontro nada!

 - Continuem passando a mão nas paredes!

Anne soltou um gritinho.

 - Quem pegou na minha...

 - ACHEI!

Quando aberta, a porta deixara escapar luz por todo aquele cômodo escuro, e sem mais delongas, todos literalmente se jogaram para o outro lado que estavam lhes aguardando.








Despertada subitamente de seu estado de sono, Anne levantou completamente dolorida, principalmente nas costas. Mas sem dar importância, levantou-se aos tropeços e foi em direção à Carrie que ainda permanecia dormindo.

- Carrie! Carrie! - gritou dando leves croques na cabeça de Carrie.


Inesperadamente Carrie acordara, sufocada.

- Carrie!

Carrie que estava recuperando o ar, olhara para Anne sem acreditar no que estava vendo.

- MARIE!

 As duas gargalhavam loucamente e se abraçavam. Carrie se jogou no chão com Anne, ainda abraçadas, beijando-a por todo o rosto.


    "Loving can hurt, loving can hurt sometimes 

But it's the only thing that I know"










"Ronald  Reagan foi encontrado depois de semanas. Parece que ele desceu em um ponto errado e passou mal durante o caminho."

- Ah, meu Deus! Ronald na TV!

"- Está tudo bem agora 

- E o que você vai fazer? Vai arranjar uma namorada nova?

  - Digamos que sim, não tão nova assim, nos conhecemos a algum tempo

  - Qual é o nome dela?

  - Carrie."

 

Berros alucinados ecoavam pela casa, berros de Anne e Carrie que permaneciam incrédulas e felizes com o que acabaram de escutar.


"So you can keep me Inside the pocket of your ripped jeans"



- Alô?

- Anne?

Oh, aquela voz, tão familiar quanto o som da chuva da tarde de verão.

- Edward

Anne não pôde disfarçar sua ansiedade ao ouvir a voz de Edward, estava com muita saudade dele, de suas palhaçadas, de seus toques, da sua voz perto dela...

- É muito bom ouvir você, estamos voltando, acho que estaremos aí amanhã

- CONSEGUIMOS! UHUUUUUUU! SABE O QUE EU VOU FAZER? ENCHER A CARA! SAM, EU VOU ENCHER A CARA! - gritou uma voz grossa de fundo.

- Também senti sua falta, Dean.


"Holding me closer 'til our eyes meet"


- Temos muito o que conversar quando você chegar aqui - comentou Anne.

 - É claro que temos

 - Estou falando sério

 - Eu também, Anne, sabe o que eu quero fazer com você quando chegar aí?

Anne ficara em silêncio.

Edward gargalhou.

- Não vejo a hora de chegar aí

- Pra você me trancar de novo?

- Depende do cômodo... quem sabe no quarto...

- Você bebeu?

- Só porque penso em momentos românticos com a minha namorada não significa que estou bêbado. Estou ofendido

- Não me arrependo.

- Eu te amo, sabia?

Anne mordeu o lábio.


"You won't ever be alone, wait for me to come home"


- Eu sei.








"Suspeito por ter invadido o apartamento de uma estudante foi preso por invasão e um homicídio que aconteceu no mesmo prédio."


- Não é seu apartamento?

- É meu apartamento

- Não creio! Ah, meu Deus, isto é ótimo

- Sim... é sim... - disse Anne desconfiada.

- O que foi, Anne?

- Não, nada, deixa pra lá, acabou...

- Exato! Finalmente alguém me entende! Chega de tretas paranormais, pelo amor de Deus! É sério, eu já aguentei demais. Que dia de ótimas notícias, pessoal de New York, aqui é Carrie Evereaux, até o próximo bloco.

- Todos nós, Carrie... todos nós... - murmurou Anne pensando apenas em duas pessoas que salvaram sua vida e de seus amigos, eles eram os verdadeiros heróis.

- Mas e aí? Vai continuar no AP?

- Non, acho que... acho que vou me mudar, é bem melhor, Sacrée Bleu...

Com essa, Carrie gargalhou com vontade.

- Olha só, agora que eu percebi que estamos na casa do seu amor e trancadas

- Nem me fale isso, por favor, eu e Edward vamos conversar muito sério

- Own, que bonitinho... Ei, que barulho é este?

- Vem lá do quarto, acho que é o seu...

Antes de completar a frase, Carrie já havia subido as escadas rapidamente, pois já tinha seus palpites de quem estaria te ligando e claro, não poderia perder, afinal, quem perderia uma ligação de amor?

   "Wait for me to come home."

     

  

    

   


Notas Finais


Finalmente essa treta sobrenatural acabou e finalmente eu consegui concluir esse capítulo, afinal, foram CINCO longos dias tentando acabar com isso logo e uma conspiração aconteceu: lições e mais lições. Sério, e para "melhorar" a situação: dor de cabeça e tontura quando leio e escrevo muito, duas coisas na minha miserável life que são muy cruciais. Nessa situação, como eu ia terminar essa joça? Também não sei. Mas graças aos céus consegui terminar isso, e se tiver algum erro, me perdoem.
A
T
A
Antes de atacarem as dez mil pedras no meu belo rosto, EU SEI que a fic se passa em dois mil e tralalalá e Photograph não havia sido lançada e que, convenhamos, não teve muita coerência com a situação, mas, ah, tive que colocar, porque simplesmente me ocorreu esta música na minha head e sabem como são os lances da head.
Posto o próximo capítulo em breve, já que agora vai ser bem mais light, mais romântico, mais sexy, mais musical, mais pegador, QUÊ? Quem sabe,né, um dia desses... vou apenas deixar um gosto de curiosidade `v` mas é sério, CADÊ O ROMANCE? PRÓXIMO CAPÍTULO TÁ PROMETIDO, OU SEJA, VAI ROLAR NUDS, não, nuds não, VAI ROLAR ROMANCE.
Espero que tenham gostado, guys, até o próximo chapitre, À bientôt!


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