História This Love (malec) - Capítulo 13


Escrita por:

Postado
Categorias Os Instrumentos Mortais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Luke Graymark, Magnus Bane, Max Lightwood, Simon Lewis
Visualizações 281
Palavras 1.756
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Iti

Capítulo 13 - .13.


Fanfic / Fanfiction This Love (malec) - Capítulo 13 - .13.

Acordei com o meu despertador. Resmunguei baixinho e desliguei ele. Tentei voltar a dormir sem lembrar do porque eu tinha colocado o despertador tocar tão cedo. E então eu lembrei. Eu dei um pulo da cama. Sentei nela e senti tontura por ter levantado tão rápido. Coloquei a mão na boca controlando um grito animado. Magnus, Magnus, Magnus. Sorri como nunca tinha sorrido antes e peguei os meus óculos na cômoda e corri para o guarda roupa.

Escolhi a melhor roupa que eu tinha, peguei uma toalha e fui tomar banho. Enquanto estava no banho eu me permiti chorar, dessa vez de felicidade. Eu iria vê-lo de novo. Fazia um ano e dois meses. Magnus e eu sempre conversávamos por mensagens e vídeo chamadas. Nossa relação não mudou, apenas não nos viamos. Eu ainda o amo como amava no dia que ele foi embora, talvez mais. Magnus também me amava, eu ouvia em sua voz e via em seus olhos quando conversamos por vídeo.

Enquanto minha relação com o Magnus estava ótima, minha relação com meus pais estava horrível. Eu me afastei deles, desde o dia que Magnus foi embora. Eu não conversava com eles, não compartilhava nada da minha vida com eles. Eles nem sequer sabiam que eu conversava com Magnus desde o dia que ele foi embora. Eles nem faziam ideia de que nós ainda estávamos juntos. Se eles soubessem eu tenho certeza de que não iriam gostar. Mas eu tenho 18 anos agora, já saí da escola e não sou mais aluno de Magnus. Eu estou na faculdade, estou pagando ela com o meu trabalho. Apenas moro com eles porque eu não conseguiria pagar um aluguel ao mesmo tempo que pago a universidade e isso não é nada bom. Quando saí do chuveiro eu sequei o meu cabelo com o secador, sorrindo como um idiota. Meus irmãos provavelmente estavam dormindo, são 6:00 da manhã e é sábado. Todos ali deviam estar dormindo, todos além de meus pais. Suspirei e sorri quando recebi uma mensagem de Magnus. Meu Magnus, ainda meu Magnus. “Estou entrando no avião, vou demorar algumas horas, eu sei que já está acordado. Eu estou com tanta saudades, anjo.”

Eu sorri, quase gritando de alegria. Enviei para ele “Ja estou acordado sim, eu vou estar te esperando quando você chegar... eu estou tão feliz.” Magnus não demorou para responder “Eu também, baby. Eu te amo” o meu sorriso ficou ainda maior e eu apenas consegui enviar um “Eu te amo, amor”.

Então eu coloquei os meus óculos — que eram novos, os antigos estavam muito gastos — e desci as escadas correndo. Quando cheguei na cozinha. Meus pais estavam tomando café da manhã. Arquei as sobrancelhas quando vi Jace, Izzy e Max na mesa também, os três emburrados.

— O que vocês estão fazendo acordados? — Perguntei, animado. Praticamente correndo para pegar uma xícara de café sendo que parecia que eu já tinha tomado o café.

— O que você está fazendo acordado? — Minha mãe perguntou curiosa, me olhando de cima a baixo. Ela provavelmente percebeu que eu estava com roupas novas, cabelos arrumados e um perfume novo também. Era o perfume de Magnus. — Você acordou os seus irmãos fazendo tanto barulho.

— Oh céus — Eu disse rindo, como não fazia a mais de um ano. Meus pais me olhavam confusos. — Desculpem.

Jace apenas me olhou de cima a baixo, suspirando e tomando seu café.

— É hoje? — Ele perguntou. Eu sorri e balancei a cabeça afirmando. Praticamente enfiei os waffles na minha garganta enquanto comia o mais rápido que podia. Isabelle riu de mim.

— Coma mais devagar, você não vai querer vomitar nele — Max disse rindo. Eu lhe mostrei o dedo do meio.

— Vomitar em quem? O que é hoje? Por que você está tão... animado e elétrico? Por que passou tanto perfume? — Minha mãe perguntou. Vi meu pai suspirarar como se ele tivesse adivinhado.

— Magnus. — Eu falei virando-me para os meus pais com um olhar desafiador. — Ele volta hoje.

— O professor? — Minha mãe perguntou. Eu revirei os  olhos. — Isso foi a um ano atrás, vocês ainda conversam?

— Nós ainda namoramos. — Eu falei olhando para ela.

— O que? — Minha mãe perguntou me encarando. Meu pai apenas suspirou como se tivesse aceitado a situação.

— Nós não nos separamos. — Eu disse, olhando para ela com um sorriso nos lábios. — Nem por um segundo.

— Alexander eu te disse pra ficar longe daquele homem. — Minha mãe disse, largando a xícara na mesa.

— Eu fiquei! Eu fiz o que você mandou. Ele estava na Indonésia!

—E agora está voltando! — Minha mãe gritou. —E você ainda está proibido de ver ele. Alec como você pôde manter contato por tanto tempo? Eu achei que já tinha acabado.

— Nunca acabou — Meu pai disse. Eu olhei pra ele. — Não temos nada que possamos fazer, Maryse. Alec é maior de idade agora, antes ele não podia ficar com esse homem mas agora... isso apenas depende dele.

— Duh — Jace debochou. Eu sorri. Minha mãe ficou com a cara vermelha de raiva.

— Bem, já que está tudo as claras. Eu vou ir buscar o meu namorado no aeroporto. — Falei sorrindo e saí de casa.

Assim que o ar tocou o meu rosto eu abri um sorriso enorme, algumas lágrimas caíram dos meus olhos mas elas eram de felicidade. Fui até o aeroporto e recebi uma mensagem de Magnus dizendo que o seu avião iria atrasar um pouco ao mesmo tempo que ele pediu para eu cuidar de mim mesmo. Sorri pelo carinho dele e fiz o que ele disse. Era inverno, o vento estava gelado enquanto eu estava cheio de casacos. Fui até uma cafeteria e comi alguns brownies com um café e esperei a hora. 5 minutos antes do horário marcado eu saí da cafeteria. Fiquei em pé em meio ao multidão de pessoas. Ouvi quando falaram que o avião de Magnus havia chegado e me senti completamente nervoso. Encarei a multidão tentando acha-lo. Talvez depois de dois minutos olhando para as pessoas vindo, eu o encontrei. Meu coração parou.

Ele estava tão lindo. Vestia uma calça jeans preta e uma jaqueta de couro também preta  com um cachecol vermelho e uma touca preta. Eu senti o ar sumir dos meus pulmões. E então ele me viu também, eu sabia que estava chorando. Ele me olhava tão... cheio de amor. Eu não percebi quando comecei a andar, e já estava perto dele. Ele usava o mesmo perfume de sempre e os seus olhos também estavam cheios de lágrimas. Nós nos olhamos por longos segundos. Minhas pernas pareciam querer falhar e meu sangue estava fervendo. O nervosismo tomava conta do meu corpo.

— Mags... — Falei, soluçando. Ele sorriu, com os olhos cheios de lágrimas.

— Oi, anjo — Ele falou, sua voz falhou exatamente como a minha e eu me joguei contra ele. Coloquei meus braços em volta de seus ombros e o abracei.

Magnus suspirou e eu também. Senti ele largar a alça de sua mala e colocar os braços em volta de mim. O abraço se tornou apenas mais forte quando ele me segurou pela cintura. Eu deixei meu rosto descansar na dobra do pescoço dele enquanto eu chorava e o abraçava com força. Nunca mais queria sair dali, nunca mais queria deixar ele, nunca mais queria ficar longe dele. Foi tempo demais, doeu demais. E agora ele estava bem aqui. Comigo. Senti quando Magnus usou mais força em volta de mim, como se quisesse ter certeza de que eu era real e então ele me levantou do chão. Eu dei um gritinho surpreso e feliz, sem me importar com o quão clichê aquilo era e o segurei com força enquanto ele me rodava no ar. Quando ele me soltou, eu me afastei dele, apenas um pouco, e olhei em seus olhos. Magnus sorriu e eu levantei minha mão, limpando as suas lágrimas.

— Eu senti a sua falta — Ele disse, colando a sua testa na minha.

Eu não respondi. Eu o beijei. Agora eu podia. As mãos de Magnus em minha cintura me apertaram com força quando ele retribuiu ao beijo. Tinha lágrimas entre nós e no meu óculos também mas não ligamos. Ele me beijou intensamente, sem ligar se tínhamos plateia. Nossas línguas se tocando e me levando ao paraíso. Eu senti tanta falta de beijar ele. Os lábios de Magnus eram macios sobre os meus mas o seu beijo era intenso e necessitado. Eu me vi gemendo cada vez que a sua língua tocava a minha, fazendo movimentos delirantes, tirando os meus pés do chão. O prazer de beijar me deixou tonto, me deixou parecendo um drogado. A intensidade do beijo me deixou querendo mais e mais. Nós estávamos famintos um pelo outro. Quando precisamos de ar, ele se afastou de mim, me deu um selinho e continuou comigo em seu braços. Com as testas coladas. Nós dois suspiramos.

— Você está usando o meu perfume — Ele disse contra os meus lábios. Eu sorri.

— Estou. — Falei, ainda sorrindo. Ele se afastou, me deu um selinho e sorriu enquanto arrumava os meus óculos.

— Eu te amo. — Ele falou, e eu chorei mais uma vez porque eu também o amava. Porque eu senti tanta falta dele que chegava a doer.

— Eu também te amo. — Falei sorrindo.

— Vamos para o hotel — Ele disse, ainda sorrindo e eu não conseguia fazer nada além de olhar para ele. Eu senti tanta falta dele. Eu o amo tanto. Ele é tudo pra mim. Balancei a cabeça concordando e saímos dali, lado a lado. Chamamos um táxi e quando entramos nele, Magnus pegou a minha mão e entrelaçou os nossos dedos. Eu deixei minha cabeça descansar em seu ombro e suspirei. Ele beijou os meus cabelos e eu fechei os olhos. Sentir a presença dele é tão bom depois de todo esse tempo.

Magnus apertava a minha mão com força, como se quisesse dizer que nunca mais me deixaria escapar e eu levantei o meu rosto de seu ombro, o olhando. O taxista estava nos ignorando completamente então eu me inclinei contra Magnus e o beijei mais uma vez. Porque eu não conseguia parar. Ele me beijou de volta, colocando as mãos na minha cintura. O toque de sua língua fazendo eu perder a noção do tempo, do espaço, de tudo. Quando terminamos o beijo Magnus me deu um selinho e sorriu. Ele beijou minha bochecha carinhosamente e eu deitei em seu ombro novamente. Nossas mãos ainda estavam juntas.

Elas sempre iriam estar juntas.


Notas Finais


Se prepararem para o próximo capítulo


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...