História This Man - 2jae - Capítulo 15


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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Youngjae, Yugyeom
Tags 2jae, Jackbam, Markjin
Visualizações 337
Palavras 3.182
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura >.<
E até as notas finais <3

Capítulo 15 - Capítulo 10


Eu acordei exatamente na mesma posição em que eu adormeci, exceto o edredom que foi puxado em cima da minha cintura. Os braços de Jaebum ainda enrolados no meu peito, as minhas mãos descansando em seus antebraços. O cheiro pungente de sexo no ar. Eu preciso fazer xixi.

Eu examino o quarto, à procura de um relógio. Que horas são? Eu ouço a respiração de Im, leve e tranquila em meu ouvido. Estou relutante em me mover e acordá-lo, mas eu realmente preciso ir ao banheiro. E eu poderia sair antes dele acordar e me chutar para fora. Comecei a deslizar suavemente seus braços longe do meu corpo pegajoso. Ele geme algumas vezes durante o sono, e eu sorrio para mim mesmo.

Estou surpreso com a minha falta de arrependimento, eu acordei sem nenhum sentimento de remorso ou mortificação. Este homem é perigoso para a minha saúde e coração, eu percebo isso, mas há algo sobre ele que deve ser um repelente por sua persistência. Não tenho nenhum arrependimento, contudo. Mas eu também não tenho vontade de dar meu bem-vindo. Ah, não, eu definitivamente estou mantendo a vantagem aqui.

Só quando eu acho que fiz um bom progresso, eu sinto seus braços em volta de mim abraçando-me como um vício, efetivamente imobilizando-me.

- Nem pense nisso, baby. - Sua voz sai rouca de sono.

Eu agarro seus braços com as minhas mãos, tentando afrouxar seu aperto em mim.

- Eu preciso usar o banheiro. –Reclamo.

- Segure, estou confortável assim. –Me abraça tipo urso. Deus, como pode ser tão manhoso?

- Eu não consigo.

Seu cheiro do amanhecer é uma mistura de suor limpo e o perfume inebriante de água fresca que eu amo tanto. Eu estou excitado e não ignorando o fato de que estou sem fôlego. Ele deve achar que eu sou muito fácil. Bem, e eu sou... consigo. Jaebum esfrega o seu nariz no meu.

- Dormiu bem?

- Muito. - Eu mexo meus quadris e suas sobrancelhas se erguem, enquanto seus lábios contraem.

Ele suspira longo e deliberadamente, para que eu esteja ciente de sua frustração. Ele desliza para fora e cai exageradamente sobre a cama. Eu saio das cobertas, sem uma palavra, há uma almofada sobre o tapete branco. Entro no banheiro, fechando a porta atrás de mim. Eu sei que Jaebum observava cada passo meu, posso sentir os seus olhos martelando em minhas costas nuas.

O constrangimento inevitável foi adiado, mas está aqui agora. Eu uso o banheiro, lavo as mãos e tomo alguns momentos para minha ‘pseudo-psique’ antes de abrir a porta. Jaebum ainda está deitado de costas, assumidamente nu, olhando diretamente para mim. Eu não sei o que fazer.

Eventualmente, eu volto para o banheiro, pego uma toalha de banho macia do alto da pilha de toalhas e embrulho minha cintura nela para sair do banheiro, de cabeça em linha reta até a porta do quarto. Caminho até a sala de estar e a observo.

O copo quebrado por todo o chão da cozinha prontamente me lembra da noite passada, quando Im inesperadamente lançou-se sobre mim. Acho minhas malas perto da porta da frente e vasculho para pegar o meu telefone.

Puta merda! São sete e meia.

Jinyoung sairá em meia hora - ou deveria sair. Mandei um sms a ele dizendo que eu estava a caminho de casa e eu não apareci. Não sei se me fico feliz ou me chateio, já que ele não me ligou loucamente para descobrir onde estou.

- Puta que pariu! - Eu o amaldiçoo sob a minha respiração, giro e encontro Jaebum, ainda nu, parecendo realmente bastante irritado. O que diabos ele tem para estar zangado? Ele me irrita com frequência.

- Olha a boca! - Ele range os dentes para mim em uma carranca. Ele é realmente louco. Bem, eu também sou, pensando bem.

Pego a minha mala e vou para o seu banheiro, coletando minhas roupas descartadas no caminho.

Oh Deus, o que estou fazendo?

Este homem é um ímã, ele suga toda a racionalidade de dentro de mim. Eu viro meu rosto para o de Jaebum, deixo-o tomar minha boca suavemente e hesitante, sua mão movendo-se de meu rosto para a parte de trás da minha cabeça, os dedos enfiados através do meu cabelo molhado. Ele acaricia minha língua e meus lábios em ondas veneração. Eu estou perdido nele novamente.

- Assim é melhor. - Ele planta um beijo no meu nariz. - Você ainda quer uma carona?

Eu levanto as sobrancelhas em um sorriso.

- No meu carro?

Ele aperta seus lábios nos meus e cantarola.

- Atrevido. Dê-me dez minutos. - Liga o chuveiro novamente e pega uma toalha do aquecedor.

- Posso pegar um pouco de água? - Pergunto.

- Divirta-se, baby. - Ele dá um tapa em minha bunda e salta para o chuveiro.

 

 

 

 

XXX

 

 

 

Eu estou de joelhos, tirando cautelosamente os pedaços de vidro do chão da cozinha, quando Jaebum vem do quarto, o que faz olhar para cima.

Oh, esse caminhar dele.

Ele caminha até mim vestindo uma calça jeans, camisa branca e um tênis. Eu estou de joelhos com os lábios entreabertos, parecendo necessitados. Ele para na minha frente, olhando para baixo, com um sorriso no rosto.

— Eu receio que esteja numa posição de desvantagem. — Eu provoco. Seus olhos brilham de prazer quando se agacha na minha frente.

— Parece que sua desvantagem seria a minha vantagem completa. — Pisca.

Eu quero saltar sobre ele, mas com uma mão cheia de cacos de vidro, e nós dois completamente vestidos e já estando tão tarde, vou ter que resistir.

— Aqui. — Ele diz com as duas mãos na frente para eu transferir o vidro. — Você deveria ter deixado eles ai, poderia ter se cortado. — Lamenta para mim.

Eu transfiro o vidro para suas mãos e tento me levantar do chão, enquanto ele esvazia as mãos, inclinando o copo na pia.

— Eu vou resolver isso mais tarde. — Jaebum coloca seus óculos escuros sobre seus olhos, recolhe suas chaves e minhas malas, antes de pegar a minha mão para me levar até a porta.

— Você irá trabalhar hoje? — Eu pergunto.

— Não, não vai acontecer muita coisa durante o dia hoje na Mansão. — Ele pisca novamente para mim e eu me derreto.

Ele é todo intenso, e eu adoro isso. Jaebum abre a porta e somos imediatamente recebidos por dois homens que estão com pranchetas, trajados com macacões azuis. A impressão bordada em seus uniformes lê B & C Mudanças.

— Sr. Im? — O que parece ser um carregador, pergunta.

— As caixas no quarto vago irão primeiro. Meu mordomo vai estar aqui em breve para ajudar com o resto. — Jaebum me puxa pelo corredor, deixando o mesmo e seu ajudante magro para trás. — Tenha cuidado com o equipamento de esqui e a bicicleta. — Ele grita sobre os ombros.

— Você tem um mordomo? — Eu pergunto completamente abismado.

Eu não sei por quê me espanta. O homem trouxe o Lusso para a cobertura por uns bons 10 milhões, deve ser podre de rico.

— Ele é o único na qual eu não poderia viver sem. — Im responde levianamente. — Ele está indo para Busan na próxima semana, vai visitar a família. — Tudo vai desmoronar então.

 

 

 

 

 

XXX

 

 

 

 

 

 

Eu chego no meu carro em tempo recorde, depois de Jaebum mergulhar em meio ao trânsito de manhã cedo. Ele carrega minhas malas na parte de trás do meu carro, enquanto eu verifico o meu telefone.

8:10 da manhã. Ok, eu estou atrasado. Eu digito mais uma mensagem rápida para Jinyoung, para dizer a ele que já estou a caminho e olho para cima, encontrando-o olhando para mim. Mesmo através de seu óculos solar ele parece enorme, eu posso sentir seu olhar escuro, potente e resplandecente em minha pele. Eu abro a porta do motorista do meu Mini, entro e ligo o motor. Im se agacha ao meu lado antes que eu possa fechar a porta.

— Posso leva-lo para almoçar? — Pergunta.

— Eu disse a você, tenho pilhas de afazeres hoje.

E eu não serei desviado por esse Jaebum malandro, embora ele seja muito tentador.

— Jantar então.

— Eu vou te ligar mais tarde. — Dou minha última oferta. Passei a noite inteira consigo, ele me fodeu até perdermos o sentido da vida, eu preciso de algum tempo pra me recuperar.

Seus ombros cedem e ele franze a testa fortemente.

— Você está me recusando?

— Não, eu te ligo mais tarde. — Eu digo em uma carranca.

— Tudo bem. — Diz.

Jaebum se inclina, descansando a mão no meu joelho entre o jeans rasgado, e dá um beijo deliberadamente escaldante em meus lábios. Ele sabe o que está fazendo. Ele interrompe afastando-se para trás, deixando-me um pouco sem fôlego.

— Vou esperar pelo seu telefonema. — Ele fala, se afastando para longe enquanto levanta os óculos com um toque, piscando antes de se virar. Tudo que esse homem faz é leve e sexy como o inferno, a maneira como ele se comporta, todo confiante e viril.

Não é de admirar a enxurradas de mulheres e homens aos seus pés. Ele é a personificação do sexo e eu posso mais do que atestar isso. O motor ronca à vida e ele ruge fora como um piloto de racha adolescente.

 

 

 

 

 

XXX

 

 

 

 

 

 

Eu corro pela porta da frente e subo as escadas, encontrando Jinyoung secando seus cabelos. Ele parece nervoso, o que significa que está atrasado.

Quando me vê, desliga o secador e sorri de orelha a orelha. Eu sei que estou corando da cabeça aos pés. Isso não vai me ajudar se eu optar por ir à defensiva.

— Boa noite? — Pergunta com uma sobrancelha arqueada. Ele não parece que está atrasado agora. Seus olhos estão dançando de alegria, e eu não consigo segurar o sorriso saindo em meu próprio rosto.

— Foi tudo bem. — Eu dou de ombros, e reflexivamente pego a franja caída em minha testa, colocando-a para trás. Que eufemismo.

— Não diga. — Jinyoung tira os dedos de seu cabelo, me fitando com expectativa.

— Sim, ele é um Deus. E eu não posso mentir para você, ele é o novo proprietário da cobertura.

— Não creio! – Grita entusiasmado. —Ele é delicioso e podre rico!

 

Pelo o que parece, sim.

— Você não estava preocupado comigo? Deixei uma mensagem no seu telefone. — Volto a realidade. Eu não posso acreditar que ele não se preocupou, nem que seja um pouquinho, comigo.

— Eu não chequei meu telefone ontem. Mas não mude de assunto. —Aponta o secador para mim. — Pelo jeito que ele estava olhando para você, a única coisa que me preocupava era você não ser capaz de andar esta manhã. — Jinyoung começa a rir, soltando aquela típica risada de bruxo velho dele. Coloca seu secador no chão e faz caminho para seu quarto super arrumado. — E, se eu não estou enganado, você está mancado. — Diz.

Estou um pouco dolorido, na verdade. Duas rodadas de Im Jaebum me fazem sentir deliciosamente dolorido.

— Jesus, Jin. O homem tem experiência. —Falo, ao tentar me sentar cuidadosamente em sua cama. Esse súbito pensamento me faz lembrar todas as suas muitas conquistas que vieram antes de mim. Eu vou estragar o meu rosto com tamanho desgosto.

— Você queria diversão descomplicada, e parece que você tem. Toca aqui! — Ele bate toca em minhas mãos e sai do quarto. — E não há nenhum namorado dele no jogo?

— Não, mas um cara o quer. Eu lutei muito para não me envolver.

— Oh, bem, azar o dele. Eu tenho que ir andando, estarei de volta amanhã à tarde. O que você vai fazer enquanto eu estiver fora?

Saio de sua cama e suavizo as marcas do lençol antes de deixar o seu quarto limpo, fechando a porta atrás de mim.

— Eu vou arrumar minhas coisas. Já temos todos os sacos de lixo?

—Eles estão sob a pia. — Jinyoung pega sua bolsa da parte superior da escada e faz seu caminho até a porta. — Você é mais que bem-vindo para usar a Margo.

Ele está brincando comigo? Eu teria que completar 10 meses de programa de sobrevivência para construir força o suficiente para usar a lata velha do seu carro. Tenho cãibra só de pensar.

— Eu não vou a lugar algum. Dirija com cuidado.

 

 

 

 

 

 

 

 

XXX

 

 

 

 

 

 

 

 

Por seis horas eu fico sentado no meio do meu quarto, rodeado de sacos de lixo. Eu trabalhei duro. Claramente, a minha má sorte foi o passado e eu acumulei quatro sacos de roupas para enviar para caridade. Se eu não as usei nos últimos seis meses, não preciso guardar.

Todas as minhas roupas restantes foram lavadas e passadas, e agora estão cuidadosamente dobradas de forma organizada. Eu me sinto limpo. Joguei as flores que Jaebum havia me dado fora, pois as mesmas estavam murchas e sem cor. Eu deveria ter as cuidado um pouco melhor.

Minutos depois desmorono no sofá, com uma garrafa de vinho e uma barra de chocolate tamanho família. Tudo para acompanhar a noite de sábado e a programação de baixa qualidade da televisão.

 

 

Horas mais tarde, e eu já estou olhando para o ultimo cubo de chocolate, um pouco enjoado do doce. Eu preciso começar a comprar um tamanho menor, para o saborear sem me sentir ressabiado.

Eu o coloco sob a mesinha preguiçosamente, enquanto passo os canais repetidamente. O som do meu telefone tocando me faz trocar de posição no sofá, meu coração dá um salto pequeno. Poderia ser Jaebum.

Eu gemo, é Sungjin. O que ele quer? É sábado à noite, ele poderia estar fazendo absolutamente qualquer coisa que a vida de solteiro nos proporciona. Não que a nossa relação tenha o impedido de fazer isso de qualquer maneira.

— Olá?

— Youngjae, você está bem? — Ele não parece bêbado.

— Sim, e você? — Tento soar formal.

— Bem, como foi ontem?

A taça de vinho para na metade de seu caminho que chegaria aos meus lábios.

Por que, de repente, me sinto interrogado? É apenas uma pergunta amigável, tento me convencer.

O que devo dizer? Que fiz sexo na cobertura com o novo proprietário, fui para casa com ele, e ele fodeu minha bunda? Creio que isso não lhe diga mais respeito.

— Muito bem, obrigado. — Digo, ao invés de tudo o que pensei.

— Legal! — Ele vibra, mas há uma longa pausa.

Por que todo o interesse repentino na minha carreira?  Quando eu disse a Sung que tinha ganho o contrato Lusso, ele me perguntou o que eu tinha feito para o jantar.

Escuto-o respirar.

— Jae, você gostaria de almoçar na terça?

Ele não parece certo. Ele soa nervoso e tímido, e não o habitual do Sungjin vaidoso que eu conheço. O que ele faz em uma noite de sábado?

— Claro, está tudo bem?

— Não, realmente. Eu vou falar com você terça-feira, ok?

— Ok. — Respondo hesitante. Espero que nada terrível tenha acontecido.

— Encontro-o no ‘Baroque’ á uma hora da tarde, sim?

— É claro, te vejo lá, então. — Desligo.

 O que eu acabei de fazer?

 

Se bem que ele realmente não parece bem. Sungjin pode ser um chato arrogante, e eu até poderia ficar bem longe dele, mas eu não consigo apenas parar de ne importar.

Desligo a televisão e vou para o meu quarto, recém-limpo, entrando apressadamente sob meu edredom. Estou completamente exausto. Ser vencido pela cama, a esta hora, em uma noite de sábado é um território novo para mim.

 

 

 

 

 

XXX

 

 

 

 

Sou acordado por uma música e me estico todo sobre minha cama. Eu me sinto satisfeito, o que me comprova que tive uma noite de sono muito reconfortante.

Sento-me e demoro um pouco para fazer meu cérebro operar em modo acordado, e quando o mesmo o faz, eu ainda posso ouvir a música. Passo as mãos sobre meus cabelos sonolento e a música para.

Jinyoung já voltou?

Olho para o meu relógio, que marcava nove horas em ponto, e me espanto. Cristo, eu não durmo até tão tarde há mais de um ano. Relaxo de volta no meu travesseiro com um sorriso.

Ouço a música novamente. O som familiar na manhã de domingo de ‘Noel Gallagher’ penetra em meu ouvido. Eu amo essa música. Faço uma carranca, chegando para o meu telefone e vejo o nome de Jaebum piscando na tela. Sorrio quando atendo a chamada.

— Como você fez isso? — Minha voz sai rouca de sono.

— Fiz o quê? — Institivamente pergunta. Eu não posso vê-lo, mas eu sei que está sorrindo com aquele sorriso arrogante.

— Você programou meu telefone. — Eu acuso.

— Onde está você?

— Na cama. — Me recuperando de você, penso.

— Nu? — Im me pergunta levemente interessado, com a voz baixa e rouca. Oh não! Eu não vou fazer sexo por telefone, isso é desprezível.

— Não, eu não estou.

— Eu poderia remediar isso. — Fala e eu tremo só de pensar.

Como ele pode me desencadear essas reações do outro lado do telefone?

— Como está o seu novo apartamento? — Eu preciso mudar a direção dessa conversa.

— Cheio de merda italiana.

— Engraçadinho, você. Onde está agora? — Ouço-o suspirar.

— Na Mansão, você disse que iria me ligar. — Ele soa magoado.

Sim, eu disse que eu iria ligar, mas só se passaram 24 horas - definitivamente, e já estou incomodado com o fato de que realmente queria ligar para ele.

— Eu me empolguei com a arrumação do meu quarto. — Digo.

— O que você está fazendo hoje? Eu quero ver você.

Porra, eu quero vê-lo. Mas eu não confio nele, com sua aparência, confiança e talento no departamento do prazer, ele é um caminho de fogo para um coração partido.

Preciso de um homem confiável, um homem que vá cuidar de mim e andar sobre brasas por mim. Eu silenciosamente sorrio. Minhas expectativas são ridiculamente altas, mas dado os meus últimos dois relacionamentos, eu estou realmente quase aderindo a este plano. Se Jaebum quer me ver, deve ser nos meus termos. Eu não posso ser visto por estar desesperado.

— Não posso. —Minto. — Eu estou muito ocupado. — Faço charme! Porra, eu quero vê-lo.

— Ocupado fazendo o quê? — Ele está chocado. Por que eu não estaria ocupado? Eu tenho uma vida.

— Várias coisas.

— Você está mexendo em seu cabelo, por acaso? — Sua voz é cheia de humor.

Faço uma pausa, ando ao redor. Como ele sabe o que estou fazendo?

— Eu ligo para você amanhã. — Eu informo.

Eu irei?

Quando estou prestes a desligar ouço aquela voz, fria e hostil que eu tanto odeio. O que diabos Hyuk está fazendo lá? Estou desconfortável com o quão desconfortável isso me faz sentir.

E por que eu deveria me importar?

— Jae, espere um minuto. — Ele deve ter tampado o seu telefone, porque as vozes se tornam abafadas, mas é definitivamente ele. Sinto um arrepio, que é louco e estúpido. — Hyuk, apenas dê-me um segundo, sim? — Jaebum parece um pouco chateado. — Jae, você está aí?

Eu deveria desligar.

— Sim. — Que ódio de mim!

— Você vai ligar amanhã. — Diz. É uma afirmação, não uma pergunta.

— Eu vou. — Desligo rapidamente.

Bom, não foi como eu esperava terminar a conversa. Eu praticamente me ofereci para ligar. Merda, eu xingo quando saio da cama.

Vou para o chuveiro. O que eu vou fazer todo dia, afinal? Jinyoung não está em casa e a mesma está milagrosamente arrumada, e eu preciso de algo para me desviar do quadro irracional de ciúmes.

 

Continua...


Notas Finais


Fiz uma surpresa para vocês, e espero muito que tenham gostado kkk
Estou muito contente com o incentivo de vocês com a fic, por isso eu me sinto 'inspirada' a adaptar cada vez mais rápido \o/
Nos vemos na próxima atualização ^_^
Beijos, Anne <3


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