1. Spirit Fanfics >
  2. This or That (knj) >
  3. Chapitre Sept

História This or That (knj) - Capítulo 9


Escrita por:


Notas do Autor


Pode conter erros ortográficos e gramaticais.

Capítulo 9 - Chapitre Sept


Fanfic / Fanfiction This or That (knj) - Capítulo 9 - Chapitre Sept

AS MESAS OCUPADAS pelo pessoal da delegacia estavam vazias quando Namjoon retornou ao salão. Avistou apenas duas cabeças familiares: uma ruiva e outra morena, ambas lutando para manter um homem bêbado mais alto que as duas, e mais pesado, de pé.

Os olhos de Jung Hoseok tornaram-se fendas com o largo sorriso que lhe tomou os lábios ao ver o parceiro se aproximar.

Namjoonie! ─ Solfejou cambaleando na direção de Kim ─ Você voltou! ─ jogou os braços sobre os ombros dele, dando um estalido beijo na bochecha.

─ O que aconteceu aqui? ─ indagou, enrugando o nariz quando o hálito de Hoseok alcançou-lhe as narinas; o fétido cheiro de álcool misturado a cebolas fritas.

─ Ele misturou cerveja e soju com uísque e vodca. ─ Respondeu Gina estalando as costas com uma careta ─ Estava tentando impressionar a amiga da Dra. Ahn. Ou talvez entrar em coma alcoólico.

Namjoon inspirou o ar pela boca para evitar o forte odor ao passar o braço direito no entorno do rapaz, tentando manter o beberrão de pé.

─ E o resto do pessoal?

─ Foram embora há algum tempo. Nós dividimos a conta ─ informou Hwasa.

─ A sua amiga, aquela de cabelo azul, foi embora sem você?

─ Achei que deveria ser a última a sair, já que todos vieram aqui para me dar as boas-vindas.

Aquela de cabelo azul? Ela é a futura Sra. Jung, mais respeito! ─ Hoseok engrolou ─ Ela me deu o fora de novo, dá para acreditar, Namjoonie?

Jung salientou os lábios, um bico enorme aumentou as bochechas ruborizadas pelo álcool. Kim e Ahn se entreolharam, os cantos dos lábios de ambos tremelicaram com o indício de um sorriso.

Os quatro saíram do bar. Hwasa tentou ajudar Namjoon a arrastar Hobi para fora, este se debatia murmurando que deveriam tomar mais uma rodada de cerveja com soju. Por sorte o velho Chevrolet Omega estava estacionado em frente à entrada do bar.

Kim abriu a porta com dificuldade, os 70kg de Hoseok pesavam sobre seu torso.

─ Certo, Sr. Jung, poderia se sentar aí, para que eu possa nos levar para casa? ─ tentou soltar o amigo de seus ombros e sentá-lo no banco traseiro, mas o parceiro grudou nele; os braços segurando com firmeza o pescoço do moreno enquanto as pernas enganchavam-se no quadril dele.

Jung parecia um bicho preguiça se agarrando a um tronco de árvore.

─ Não quero!

─ Acho que não vai conseguir dirigir assim ─ Hwasa pressionou os lábios tentando não rir da cena, algo muito difícil. ─ Posso dirigir para você.

─ Não precisa ─ Namjoon tentou empurrar Hobi para o banco mais uma vez, sem sucesso.

─ Desse jeito vocês não vão conseguir ir a lugar algum. Eu os deixo em casa.

─ E o seu carro?

─ Posso vir buscá-lo mais tarde.

─ Isso não parece certo...

─ E dirigir com um bêbado pendurado no pescoço parece certo? ─ Hwasa arqueou uma sobrancelha levemente ─ Não vejo como conseguirá dirigir com segurança assim.

Os orbes da cor de café americano fitaram-na hesitantes. Namjoon mordiscou o lábio inferior, ponderando. Ahn estava certa, não conseguiria dirigir com Jung grudado nele feito um bebê.

Logo o detetive dormiria, pois era o que sempre acontecia quando estava bêbado, no entanto, até que o sono se misturasse a cachaça ingerida, Hobi não o largaria ─ isso sempre acontecia quando levava um fora de Wheein.

Após quase dez minutos refletindo, numa batalha perdida, com os olhos fixos nas irises de Ahn, Kim Namjoon entregou as chaves do automóvel a ela.

─ É melhor avisar o Yoongi de que vai deixar seu carro aqui...

─ Eu aviso ─ Hwasa encarou Gina tão assustada quanto Namjoon, ambos haviam se esquecido de que a ruiva ainda estava ali. ─ Não posso ir embora agora, estou esperando alguém e farei isso lá dentro ─ ela sorriu ─ Agora é melhor se apressarem ou Jung terá problemas para levantar amanhã.

A ruiva acenou em despedida para os colegas antes de desaparecer na entrada do bar e Hwasa observou Namjoon tentando se enfiar no banco traseiro com Hoseok grudado nele.

Depois de bater a cabeça do detetive duas vezes no carro, Kim conseguiu entrar ─ rezou para que nenhum galo surgisse na testa do parceiro no dia seguinte. Assim que ele se ajeitou, a moça se sentou no banco do motorista e prendeu o cinto de segurança antes que o moreno mudasse de ideia.

Diferente de seu próprio veículo, aquele cheirava a naftalina e menta; o painel antigo a deixou um pouco insegura, pois fazia tempo que não dirigia um carro completamente manual, até que girou a chave na ignição e deu partida. O ronco suave do motor a fez lembrar das vezes em que dirigiu o carro do pai, assim que tirou a habilitação.

Enquanto a paisagem noturna mudava através da janela, lembrou da conversa que tivera com Mayumi mais cedo... teria que ligar para o pai assim que chegasse em casa.

✛✛


Assim como previu, Jung Hoseok estava dormindo quando o Chevrolet foi estacionado no condomínio em que Namjoon morava. Tirar o homem de 1,77 cm de altura de dentro do veículo foi a parte fácil, muito mais fácil do que o colocar ali dentro quando estava acordado.

E muito mais fácil do que arrastar seus 70kg por seis lances de escada com gotículas de suor trilhando as omoplatas de Namjoon, que tinha o braço esquerdo envolto a cintura de Hoseok. De soslaio notou que Ahn também transpirava pois o ajudava a carregar o bêbado escada acima.

Embora a maior parte do peso de Jung tivesse sobre ele, não recusou a ajuda que ela ofereceu, ou reclamou quando passou o braço pela cintura de Jung, imitando-o.

Nem mesmo reclamou quando o braço roçou no dele ao tropeçarem nos degraus.

As luzes de emergência apagaram-se ao alcançarem o terceiro andar. Namjoon praguejou baixo, acendendo a lanterna do telefone. Podia ouvir a voz da Sra. Kim resmungando sobre a escolha dele por aquele apartamento.

"Do que adianta ser barato se não tem um elevador? Por acaso é para que eu não venha visitá-lo?"

Se a mãe dele encontrasse a luz no terceiro andar queimada, na próxima vez que fosse vê-lo, era capaz de abrir uma petição no grupo de leituras das mães aposentadas para levá-lo de volta para casa.

O rangido da pesada porta corta-fogo sendo arrastada o trouxe de volta ao presente momento, Hwasa a mantinha aberta para que ele passasse com Jung. O apartamento de Kim era o primeiro no curto corredor e o moreno indicou a chave dourada no chaveiro que ela segurava entre os dedos.

O ar abafado do apartamento minúsculo os engolfou ao adentrarem. O sofá cinza de três lugares ficava a cinco passos de distância da entrada, apoiado na mureta branco gesso que separava a sala da cozinha. Ahn assentou as chaves na mesa de centro redonda que jazia defronte ao sofá, o tinido do metal tocando o vidro soou suavemente.

Ela observou o colega deitar o parceiro no sofá pelo reflexo da janela. Namjoon se reergueu massageando os ombros com um esgar engraçado, estava prestes a alongar o pescoço quando suas íris escuras encontraram as de Hwasa, o marrom profundo e penetrante fitava-o silenciosamente.

Ele rapidamente os desviou, desconcertado. O coração parecia prestes a explodir com os batimentos desabalados. Devia ser o cansaço de ter carregado Jung Hoseok até ali.

─ Obrigado por me ajudar a trazê-lo... e desculpe por todo esse trabalho. Se Hobi não morasse do outro lado da cidade, eu teria conseguido carregá-lo sozinho. O apartamento dele fica no térreo. ─ E mesmo que não ficasse, Hobi era preguiçoso o suficiente para alugar um apartamento em um lugar com elevador.

─ Não foi trabalho algum. ─ Sorriu minimamente, ajeitando a bolsa sobre o ombro. ─ Então, já vou indo... o táxi deve estar chegando. ─ Respondeu ao recordar-se do táxi que pedira assim que estacionou o carro do rapaz.

─ Certo, tome cuidado com as escadas... até chegar ao segundo andar estará escuro. ─ Murmurou Kim, vendo a figura pequena de Ahn desaparecer no corredor ao atravessar a porta corta-fogo.

✛✛


O rapaz passou a mão direita sobre o espelho; os dedos longos limpando a densa bruma que o vapor do chuveiro deixara.

Os olhos escuros e curvilíneos observavam o próprio reflexo enquanto secava os fios com a toalha, pensando no que faria com o homem embriagado deitado em seu sofá.

Havia pensando em acordá-lo para que tomasse banho e tentasse tirar a inhaca da cachaça do corpo, ou tomar algo para ressaca, pois pela quantidade de bebida que ingeriu teria uma terrível dor de cabeça quando acordasse. No entanto, por já terem sido colegas de quarto, sabia que Hoseok não acordaria nem se o teto desabasse sobre sua cabeça.

Respirou fundo, enrolando a toalha no quadril. Gotículas de água pingavam dos fios úmidos e escorriam pelo peito desnudo.

Mal saiu do banheiro e ouviu o estrondo irritante da companhia reverberando nos tímpanos; parecia um bezerro recém-nascido gritando.

O moreno arrastou os pés descalços pelo assoalho de madeira, o cenho franzido; o cérebro matutando sobre quem poderia ser àquela hora da noite.

Os globos oculares quase saltaram das órbitas ao ver quem era através do olho mágico na porta. Fazia menos de uma hora que aquela moça havia saído de seu apartamento, no entanto, lá estava ela outra vez, parada no corredor em frente ao apartamento dele; as madeixas onduladas presas num rabo de cavalo no alto cabeça, segurando uma sacola de papel pardo na frente do corpo.

Ele limpou a garganta e endireitou a postura antes de girar a chave na fechadura.

Hwasa sorriu apologética ao vê-lo. Até pousar os olhos sobre o peito nu do detetive e descerem para a toalha branca felpuda presa no quadril torneado do rapaz. Ela engoliu em seco, as maçãs do rosto ruborizando.

─ N-Não e-estamos no horário de expediente, uh? ─ balbuciou, erguendo a sacola que carregava ─ É meu pedido de desculpas sobre ontem... hm... ─ ela desviou os olhos para o conteúdo que havia ali dentro e tirou uma garrafa de vinho. ─ É o mesmo que reservou naquele restaurante... você foi embora sem prová-lo e bem... foi caro demais...

As sobrancelhas de Kim se ergueram em surpresa quando Ahn empurrou a sacola no peito dele, visivelmente sem graça. Era a mesa que viu no banco traseiro do carro da morena quando o dirigiu até o hospital para falar com a Srta. Amoto. O vinho não era a única coisa que havia ali dentro.

Foi por isso que tentou abordar o assunto mais cedo? Para lhe dar aquilo?

─ Você quer beber comigo assim, de toalha? ─ um meio sorriso içou os lábios de Namjoon.

─ O que? Não! ─ Retrucou pressurosa, ainda mais vermelha, os olhos proeminentes na face.

─ Eu não esperava isso de você... Dra. Ahn... ─ Ele balançou a cabeça, espiando o conteúdo da sacola. Além do vinho, um paletó azul marinho jazia ali dentro. Pela etiqueta e aparência do tecido valia muito mais do que o paletó que ela ateara fogo.

─ V-Você e-está confundindo as coisas, eu só achei que devia desculpas... e bem, estraguei sua roupa e não quero que fique um clima estranho entre nós, já que vamos trabalhar juntos...

─ Quero beber esse vinho amanhã... ─ Kim a interrompeu, fixando os olhos nos dela. ─ Com você. Sábado é nosso dia livre.

Kim podia jurar que as sobrancelhas de Ahn se uniriam ao couro cabeludo, de tão elevadas que estavam.

─ Você... isso é sério?

─ Claro. Vamos começar de novo. Amanhã temos expediente até as 19h. Espero vê-la aqui às 20h.

─ O-Okay...

Hwasa estendeu a mão ao mesmo tempo em que Kim se inclinou para dar dois tapinhas em seu ombro e acabou batendo a cabeça no queixo dele.

─ D-Desculpa! ─ ela levou a mão a boca, as córneas arregaladas.

─ Não se acanhe... somos dois desengonçados, uh? ─ O moreno apertou os lábios tentando não rir, massageando o queixo dolorido. ─ Já está ficando tarde, me avise quando chegar em casa, Srta. Ahn. Tenha uma boa noite.

─ Até amanhã, detetive Kim.

Um pequeno sorriso ergueu os cantos dos lábios fartos da morena antes de lhe dar as costas.

Enquanto a observava deixar seu apartamento pela segunda vez naquele dia, Kim ponderou sobre a razão de se sentir tão nervoso perto daquela mulher. Passou o dia pensando que seu primeiro encontro havia sido um fracasso, ressentindo-se do fato de ela ter destruído seu paletó e o feito passar vergonha. Depois tentou ser menos crítico e rabugento ─ para não dizer infantil ─ em nome de seu relacionamento profissional.

Entretanto, não podia estar mais enganado quanto ao "fracasso" do primeiro encontro entre os dois.

Aquela noite no restaurante pode ter sido seu primeiro encontro com Ahn Hwasa, mas não foi a primeira vez que esteve com Ahn Hye-jin.

✛✛


A luz alaranjada da escrivaninha cobria os papéis espalhados sobre o móvel. A morena apertou a asa da xícara entre os dedos, bebendo um longo gole do café forte e amargo que havia ali.

Depois de falar com pai, em mais um diálogo breve com perguntas do tipo: "como você está?", "já comeu?"; decidiu pesquisar na internet sobre os casos do passado. Claro que podia fazer isso olhando os arquivos, mas não queria ver o cadáver de Hannah impresso em uma das pastas.

Não precisava disso, pois o via em sonho sempre que fechava os olhos.

Estava começando a se sentir frustrada por não ter nada em mente que pudesse apontar um suspeito. Não deveria se sentir assim, afinal aquele fora seu primeiro dia, só que não conseguia evitar o incômodo que se alojara em seu âmago desde que esteve na cena do último crime.

O sangue dos ratos mortos pingando sobre a cabeça daquelas mulheres... Ahn pressionou as têmporas, um arrepio agourento percorreu a espinha, eriçando os pelos do braço dela ao lembrar do forte odor exalado no galpão.

Ela respirou fundo, inalando o cheiro do café. Foco, Hwasa. Foco. Deveria manter a mente focada em encontrar pistas... em algum lugar devia ter algo... o assassino era uma pessoa astuciosa, no entanto devia ter algum registro ou algo semelhante, que o associasse àquilo.

Era quase risível o fato de que pareciam andar em círculos, como hamsters em uma bola.

Hwasa suspirou abrindo outra aba na guia de pesquisa. Sem perceber digitou Kang Soo-hee. Seus olhos se arregalaram subitamente. Kang Soo-hee foi a única pista encontrada no passado, aparentemente a única pessoa conectada intimamente com o poema usado pelo assassino... ainda que todos aqueles relacionados a ela tivessem sido considerados inocentes, talvez tivessem deixado algo passar ao investigá-la.

Talvez devesse desenterrar o passado daquela mulher outra vez, em segredo. Era estranho o fato de ela e a família terem sido assassinados após a mídia vazar que, assim como seus correlacionados, os Kang eram um dos principais suspeitos.

Entretanto, investigá-la a essa altura do campeonato não seria nem um pouco fácil. Mais de três mil resultados apareceu na tela sob o nome dela. Após aplicar alguns filtros a lista diminuiu para trezentos contatos. A morena bateu a caneta no papel, pensando em como poderia fazer para tornar aquela lista ainda mais enxuta. E então se lembrou dos registros policiais.

Se Kang Soo-hee já foi uma suspeita, no registro deve haver suas informações pessoais.

Um barulho despertou-a dos devaneios. Parecia vir da sala.

Sombras espectrais dançavam na parede amarelada por causa da lâmpada acesa. Ela se levantou, arrastando a cadeira para trás e pegou o celular. Já passava das 3h da manhã e estava sozinha no apartamento.

Ahn caminhou pelo corredor descalça, o piso sob os pés estava frio. A sala estava ainda mais escura que o quarto, parecia breu. Tentou acender as luzes daquele cômodo, porém nada aconteceu.

Xingou baixinho. Se fosse problema no disjuntor outra vez teria que reclamar com o zelador. Mas se não fosse...

O coração martelou nos tímpanos. O sangue parecia gelo percorrendo as veias com o medo que revirou seu estômago. Odiava não poder ver nada mesmo estando com os olhos abertos... a sensação que açoitava seu cerne era agonizante.

Odiava admitir, mas tinha medo do escuro.

Hwasa inspirou pela boca, umedecendo os lábios, ao checar a fechadura da porta de entrada. Estava trancada. Quase riu de si mesma até um vulto pular da bancada da cozinha para o chão.

Um grito reverberou no apartamento silencioso quando algo peludo passou por entre as pernas dela.

O gato da vizinha. Havia esquecido as portas da varanda abertas de novo. Aquele gato só podia ter sete vidas, era a única explicação para não ter sofrido um acidente saltando entre seu apartamento, no quinto andar, e o da dona, no terceiro.

Ela respirou fundo tentando acalmar o coração que batia ruidosamente entre as costelas, feito uma escavadeira. Os dedos trêmulos puxaram as portas, passando o trinco sem seguida.

Um clarão iluminou o céu através dos vidros quando Hwasa ergueu o rosto. O reflexo de uma figura alta e encapuzada jazia parado atrás do próprio reflexo.

Tudo aconteceu rápido demais, ela não teve tempo de gritar, ou de fugir, pois uma dor pungente atingiu o crânio dela quando a figura agarrou as madeixas onduladas e bateu sua cabeça no vidro da varanda.

Um filete gelatinoso escorreu pelas têmporas ao mesmo tempo em que as vistas de Hwasa escureceram; a consciência desvanecendo. 




Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...