História Three - Capítulo 6


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Chenle, Jungwoo, RenJun, Taeyong
Visualizações 12
Palavras 702
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura ❤️

Capítulo 6 - Um, dois, três, quarto.


– Férias! – exclamo ao chegar em casa.

Subo para meu quarto, deixo minha mochila na cama e arrumo minhas malas.

– O que está fazendo, noona? – Chenle adentra em meu quarto, já que a porta estava entreaberta.

– Arrumando minhas malas. – respondo, organizando minha roupas ali dentro.

– Você vai embora? – ele pergunta, fazendo uma cara de choro.

– Não. – acaricio seus cabelos. – Eu vou passar uma semana fora, para visitar minha família.

– Eu posso ir com você? – ele pergunta, abraçando o meu braço.

– Eu não posso te levar, Chenle. Aliás, você nem vai sentir a minha falta.

– Vou sim. – ele cruza os braços.

– Eu vou deixar a minha receita de torta de maçã com Taeyong, e então ele pode fazer para vocês.

– Não vai ser a mesma coisa. – ele se senta na cama.

– Vai sim. Tenho certeza que Taeyong vai fazer até melhor. – seguro suas pequenas mãos. – Só uma semana, depois eu volto.

[…]

– Até mais. – me despeço dos garotos e dos pais deles. – Aproveitem esses dias sem mim. – brinco. – Ah, aqui. – entrego um papel com a receita de torta de maçã para Taeyong.

Saio da casa e fecho a porta. Respiro fundo.

Mesmo que estivesse feliz por voltar para casa, eu sentiria falta daqueles garotos.

[…]

– Noona, ainda bem que você voltou! – Chenle me abraça. – Taeyong não sabe fazer torta de maçã.

– Eu senti tanto a falta de vocês. – me ajoelho e abraço as duas crianças.

– Fale mais baixo, os hyungs vão ficar com ciúmes. – Renjun diz.

Rio e bagunço os cabelos dos dois.

– Sentiram minha falta? – pergunto aos garotos, me sento entre os dois.

Silêncio.

– Ah, tá. – me levanto.

De repente, Jungwoo me puxa de volta para o sofá.

– Nós sentimos sua falta. – ele afunda o dedo indicador em minha bochecha, mesmo sabendo que eu odiava aquilo.

– Eu não disse nada. – Taeyong deixa o celular de lado.

– Eu sei que você sentiu. – sorrio e aperto suas bochechas.

– Por que você age como a nossa mãe? – ele se afasta de minhas mãos. – Você é mais nova que eu.

– Iti Malia ti bebê mais lindo. – começo a rir.

[…]

– Você vai ter uma folga. – a mulher ri, segurando as mãos das duas crianças. – Nós vamos sair hoje. Voltamos daqui dois ou três dias.

– Certo. – abraço os dois. – Se divirtam.

Os garotos se despedem e saem.

– Somos só nós três agora. – Taeyong se junta a mim e Jungwoo, na mesa.

Engasgo com a água que estava bebendo.

– Calma. – Jungwoo dá alguns tapinhas em minhas costas.

– Querem beber? – Taeyong pergunta, colocando uma lata de cerveja na mesa.

– Você está sempre preparado? – pergunto, rindo.

– Vamos? – Jungwoo parecia animado com a ideia.

– Só uma. – pego uma lata e a abro.

Uma, duas, três, quatro… quatro… quatro… quarto...

E, dessa vez, eu sabia exatamente o que estava fazendo.

O toque quente de Taeyong, os beijos de Jungwoo, os chupões em meu corpo, os gemidos… eu me lembro de tudo. E, dessa vez, eu não me arrependo.

[…]

– Nós devíamos fazer isso todos os dias, durante esse três dias. – Taeyong diz.

– Você quer que eu fique paraplégica? Eu preciso fazer serviços de casa, ainda. – dou um leve tapa em seu ombro.

– Eu concordo com Taeyong. – Jungwoo diz, se vestindo.

– Vão sonhando. – dou risada.

[…]

– Eu sinto falta daquelas crianças. – me ajoelho em frente a mesinha da sala e começo a limpá-la.

– Você não se sente feliz sabendo que Chenle não está correndo por aí, rindo e gritando? – Taeyong se deita no sofá.

– Mas é isso que me deixa feliz. – sorrio involuntariamente.

– Você já pensou em ter filhos, noona? – Jungwoo se coloca ao meu lado.

Enquanto passava o pano sobre a mesa, o mesmo coloca sua mão sobre a minha.

– Não. – termino de limpar a mesinha rapidamente e me levanto.

– Acho que você seria uma boa mãe. – ele sorri. – Você já cuida tão bem de Chenle e de Renjun.

– Eu vejo os dois como irmãos mais novos, e isso é bem diferente de cuidar de filhos. – pego o espanador, ao lado de Taeyong.

– E como você nos vê? – Taeyong segura a outra ponta de espanador.

– Como dois… amigos, eu acho. – tento puxar o espanador.

– Certeza? – ele consegue, de algum modo, me puxar para perto e me derrubar sobre ele.

– Certeza. – me levanto. – Eu vou ligar para a mãe de vocês e dizer que você está me maltratando. – cruzo os braços.


Notas Finais


IT'S TIME TO HAJIMA


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