História Three Boys and an Arrest - Capítulo 51


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Jaemin, Jeno, RenJun
Tags Chensung, Jaemin, Jeno, Markhyuck, Markren, Nct, Nct 127, Nct Dream, Nct U, Nomin, Noren, Norenmin, Renhyuck, Renjun, Renmin, Rensung, Renyang
Visualizações 291
Palavras 522
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Annyeonghaseyo! Postei hoje porque deu vontade, kkkk...

Tem pergunta nas Notas Finais.

Espero que gostem, e uma boa leitura...

Até lá embaixo!

Capítulo 51 - Fifty one


Jaemin pov.

 

Acariciei meus pulsos. Suspirei. Cenas do que já havia feito passavam como flashes na minha cabeça. Balancei-a, na tentativa de afastá-las. Fechei os olhos, antes de me levantar. Peguei minhas coisas e fui até a sala de aula. Arrumei meu casaco antes de adentrá-la.

Minutos depois, Renjun adentrou a sala também. Mark sussurrou algo ‘pra ele antes de deixá-lo. Foi quase impossível não o encarar. Eu queria saber o que havia acontecido.

Lhe lancei um sorriso. Ele sorriu de volta, mas percebi que era triste. Eu queria perguntar o que havia acontecido, mas resolvi esperar até as aulas acabarem.

 

 

...

 

 

— Junnie— o chamei, fazendo com que o mesmo me olhasse— Você está bem?

— Hum... Sim, por quê?

— Não sei. Você parece triste— confessei incerto— E eu percebi que o Mark veio junto com você. Ele te fez algo?

— Não, claro que não— riu. Uma risada sem graça— Ele está me ajudando— o olhei confuso— Mas não se preocupe, não é nada demais.

— Tem certeza?

— Tenho— ficamos nos encarando por alguns segundos, antes de Haechan entrar na sala e puxar o chinês pela mão.

— Vamos Renjun!— o repreendeu— Se você demorar desse jeito o Chenle vai te encontrar.

E foi aí que eu percebi que ele estava mentindo.

Eu não queria me envolver em mais confusão, mas foi inevitável. Os segui. Só tive o vislumbre dos dois correndo ‘pra fora da escola. Respirei fundo, seguindo o meu caminho.

 

...

 

 

Havia recebido mais uma mensagem da ruiva. Muitos poderiam achar que um clima pesado pairava sobre nós, mas não. Posso até arriscar dizer que somos bons amigos. A festa  dela seria na próxima quarta-feira. Ela disse que poderia pagar um Uber ‘pra mim. Ah, é. Outro problema. Ela mora na parte rica se Seoul. Gangnam ‘pra ser mais exato.

Meu pai gostava dela por conta do dinheiro, mas agora eu não sei mais. Nós quase não conversamos. Acho que estamos nos afastando. Acho que isso é bom, afinal desta forma ele não me machuca mais.

Ji-yong adora ela. Eles conversavam bastante quando... Bem, deixa ‘pra lá. Não é como se isso de fato importasse. Bem, pelo menos não agora.

Deitei na cama improvisada. Suspirei alto. Eu estava faminto, mas os mais velhos ainda não haviam chegado, logo, não tinha comida alguma em casa. Eu teria que esperar.

 

 

...

 

 

— O que você acha que está acontecendo com o Renjun?— perguntei ‘pro Jeno. Havíamos combinado de sair. Ele queria jogar basquete na quadra local, e eu queria ficar longe do meu pai.

— Não sei— suspirou— Ele ‘tá andando bastante com o Mark, mas ninguém me conta nada. Isso ‘tá me irritando.

— Está me irritando também. Eu não aguento mais ver ele triste. Acho que a vida dele ‘tá um inferno. Eu queria estar do lado dele em um momento como esse.

— Eu também— suspirou— Nós podemos ir na casa dele.

Sorri, concordando com a cabeça. Andamos até a casa clara de aparência familiar.

Ao parar-me diante da porta de madeira, toquei a campainha. Alguns segundos depois, a porta se abriu, revelando a figura do canadense ali.

— Jeno, Jaemin?— arqueou uma das sobrancelhas— O que estão fazendo aqui?


Notas Finais


Teorias? Kkkkk...

Vocês preferem narrativa em primeira pessoa (eu) ou em terceira (ele/ela) do singular, ou tanto faz? Eu preciso saber para planos futuros.

Ah, teve uma pessoinha que pediu um grupo de WhatsApp para debate de fanfics e etc. O que vocês acham?


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