História Three minutes (H.S) - Capítulo 7


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Categorias Harry Styles, Shailene Woodley
Personagens Harry Styles, Personagens Originais, Shailene Woodley
Tags Ação, Harry Styles, Italia, Máfia, Shailene Woodley
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Palavras 3.773
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Literatura Feminina, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


⚠❌IMPORTANTE❌⚠

GLOSSÁRIO
*Buongiorno = Bom dia

Boa Leitura!!!
PS: Não esqueça de olhar as notas finais.

Capítulo 7 - Capítulo 06


Fanfic / Fanfiction Three minutes (H.S) - Capítulo 7 - Capítulo 06

 

Sinto uma claridade em meu rosto me fazendo gemer pela interrupção ao meu lindo sonho. Eu ando em meio ao meu apartamento totalmente atrasado para aula na faculdade, quando assim que pego meu café na bancada da minha pequena cozinha escuto uma voz fria, forte e feminina me fazendo derrubar meu café em mim e me assustar como no inferno.

- Você tem dez minutos pra ficar pronto e descer. A voz do diabo fala alto e claro me fazendo levantar aturdido.

Tampo a claridade que entra pela janela quando abro os olhos e encontro uma figura alta com pernas longas e torneadas, uma bunda pequena e arrebitada, e um casaco vermelho. Bufo já sabendo que a voz do diabo pertence a ninguém menos e ninguém mais do que Minah De Martírio na minha porra de vida.

- Porra! Eu tranquei a porta! Grito totalmente furioso pela sua interrupção do meu sonho perfeito, onde eu não teria que encarar a minha atual realidade.

- Eu sei! Ela diz antes de se virar e gesticular em seu pulso que meu tempo estava contando. Foda-se ela e seu tempo.

Minah fecha a porta me fazendo pegar o travesseiro e tampar minha cara da claridade. Porra, eu a odiava, se tinha uma pessoa que mais me irritava nessa casa era ela, mas ai eu me lembrava da minha condição e do tranco que Minah me deu ontem, e resolvo me levantar e fazer o que ela quer. Só esperava que não fossemos as compras novamente. Se eu visse mais um terno eu juro que me matava e poupava o tempo dos inimigos do Don Cássio.

Depois de fazer minha higiene eu coloco uma blusa social preta e uma calça também social bege, os acessórios ficando somente entre os meus anéis no qual eu confesso que gostei, e um relógio de ouro, mais caro do que qualquer coisa que já usei. Eu não sabia para que toda essa pompa, mas levando em conta as roupas e o estilo de alguns homens incluindo o Pietro no jantar de ontem me faz crer que não tenho escolha.

Falando no jantar tenso que tivemos ontem com Don Cássio segurando uma faca o tempo todo enquanto, Pietro meu meio irmão me olhava como se eu fosse um impostor ou uma barata que ele quer muito pisar e minha descoberta meia irmã, a gêmea de Pietro, Marisa era a única ali na mesa que me passou um pouco de confiança. Ela não parava de falar sobre coisas aleatórias e se estivesse somente eu e ela na mesa poderíamos dizer que aquilo era um jantar de família.

Me senti deslocado o tempo todo e tentava responder as perguntas de Marisa que me crivou de todos os lados e não parava de falar sobre um tal baile que Don Cássio daria para celebrar minha chegada. Eu não sabia se ria ou se desmaiava enquanto ela falava. Tudo o que menos precisava era de uma festa.

Penso em perguntar a Minah sobre essa tal festa depois e a vejo parada no hall da casa me esperando, ela sente minha presença e levanta o rosto me fazendo vê-la por completo. Suas calças justas preta contornam suas pernas e seu casaco vermelho cobre uma camiseta social branca. Seus cabelos estão presos como sempre em um rabo de cavalo e seu rosto não possui muita maquiagem.

- Vamos. Diz conferindo seu relógio prata e se virando para a porta.

Reviro os olhos assim que chego no fim das escadas, ela está sempre com pressa, que coisa, até parece que o mundo vai acabar se ir mais devagar.   

- Harry. Escuto meu nome assim que chego na porta e me viro vendo a quem a voz pertence.

Me arrependo na mesma hora ao ver Pietro andar até mim em seu terno azul bem alinhado. Ele dá um sorriso pequeno e se aproxima colocando a mão em meu ombro. Minha coluna se endireita e sinto-me arrepiar sinistramente. O cara podia ser bonito, mas era estranho pra cassete.

- Pietro. Digo seu nome surpreso e tento me afastar um pouco de seu toque.

- Buongiorno! Aonde vai tão cedo? – pergunta levemente interessado e penso em dizer que não é da sua conta, mas pela primeira vez o cara está falando comigo e não quero arriscar tê-lo como inimigo, por mais assustador que pareça ser.

- Oi. Eu vou sair com a Minah, digo a De Martino. Digo apontando para a porta em sinal de que ela está me esperando nesse momento.

Pietro sorri um sorriso cheio de dentes e me assusto vendo como ele fica diabólico, me afasto gentilmente.

- Claro. – diz e se esgueira para ver atrás da porta aberta. – Cuidado, ela morde. Diz e ri de algo que somente ele sabe. Sorrio sem graça e me viro para ir.

- Certo, vou me lembrar disso. Tchau. Digo em um gesto de adeus e me viro saindo da casa e indo para o carro de Minah, na qual está parada ao lado do carro me esperando com uma cara nada boa, mas assim que olha para porta da mansão diz:

- Entra no carro.

Me viro para onde ela está olhando e vejo Pietro parado com as mãos no bolso e nos olhando seriamente. Não penso duas vezes em obedecer seu mandado e entro no seu Audi preto. Minah segue meu exemplo e entra também, mas seu rosto a nenhum momento deixa de encarar Pietro parado na porta e pela suas expressões nenhum deles está gostando do que vê. Minah arranca com o carro fazendo-me ir pra trás devido a sua velocidade e me perguntando o que diabos foi aquilo.

Minah para em um drive thru e pega nossos cafés seguindo para onde seja lá que ela vai. O silencio no carro não é desconfortável devido a nós dois estarmos comendo nossos pedidos. Eu não sei muito sobre ela e nem o resto daquele povo, mas sabia que ela e Pietro tinham uma rixa talvez? Algo mal resolvido? Não sei, mas era estranho, parecia que ela o odiava mais do que eu, e eu sei disso porque ela o olhava com o mesmo olhar até mais intenso do que quando me olhava. Mais uma coisa para questionar depois.

Alguns minutos depois chegamos em um galpão cercado de pasto e arvores. A olho de rabo de olho e vejo quando dois homens parados conversando se endireitam nos olhando. Minah limpa a boca terminando sua comida e estaciona o carro desligando-o. Solto o cinto sentindo minha mão suar devido a ansiedade de não saber o que irei encontrar aqui.

- Desce. Ela diz abrindo a porta do carro e descendo.

- O que custa dizer por favor? Sussurro dentro do carro e saio do mesmo assim como ela.

- Senhores. Minah diz cumprimentando os caras que automaticamente viram seus rostos pra mim.

Eles me avaliam antes de cumprimentar Minah em italiano. Ela diz algo os fazendo abrir a grande porta do galpão cinza. Minah entra no galpão e se vira para mim fazendo sinal para eu entrar, engulo em seco e cumprimento os dois homens timidamente, e me surpreendo por eles fazerem o mesmo.

Me viro vendo Minah seguir para o meio do tal galpão onde posso ver um tatame enorme com alguns aparelhos de academia, alguns caras estão treinando na estação de musculação e sigo Minah quando vejo seus rostos sérios se voltarem para mim. Minah olha para trás para ver se a acompanho e entra em uma sala coberta com paredes de madeira, as luzes são acesas e vejo um estande de tiro improvisado, mas muito profissional. Abro a boca estupefato por me dar conta de que acabei de entrar no QG da máfia.

- Uau. Digo apenas atraindo a atenção de Minah.

- Hoje iremos aprender a atirar, você tem que saber pelo menos o básico antes de tudo, depois podemos partir para o treinamento corporal. Diz me fazendo olha-la e respirar fundo não gostando de como isso soa.

- Treinamento corporal? – pergunto na dúvida.

- Sim, aprender a lutar. Fala como se fosse simples.

Apenas concordo.

- Vem aqui. Chama indo para uma prateleira de metal cheia de armas, Minah pega três armas e se aproxima do estande.  

- Como é que vocês escondem esse galpão, quer dizer como a polícia não sabe disso aqui? Pergunto tentando mudar de assunto, mas realmente curioso sobre.

- Suborno, policiais corruptos. – diz colocando as três armas no apoio de metal e se vira para mim ao seu lado – Essa propriedade é de um associado da família, ele cuida daqui pra nós.

- Hum, então o que é um associado mesmo? Pergunto olhando-a confuso por ter já escutado essa palavra antes.

- É um informante e um sócio da família. Diz e concordo balançando a cabeça.

- Quer saber mais alguma coisa? Pergunta ironicamente e nego inocentemente.

- Ótimo, vamos a primeira lição – prossegue se virando e pegando uma arma prata – Essa aqui é uma Beretta M9 ela é a mais usada, pois dá coices suaves. – pega a outra agora preta – Essa aqui é uma Glock 380 ela é muito usada também, mas não muito boa pelo menos pra mim – pega a última arma agora preta e prata – E essa aqui é a Glock 9 milímetros, usada pelos policias. Você pode escolher uma depois na qual se sinta confortável.

Quase dou um riso irônico pela sua última fala, mas não digo nada.

- Vamos começar com a Beretta. Minah diz pegando dois fones de proteção e um óculos de plástico.

- Ok. Somente digo isso e me posiciono ao seu lado.

- Segure a arma com as duas mãos – ela começa me demonstrando e por algum motivo, provavelmente nervoso, fixo o olhar em seu decote, ela usa sutiã preto, pois a parte da frente de sua camisete está mais escura, engulo em seco ao perceber que a pele clara e ondulada chama minha atenção e me faz lamber os lábios curioso para saber como é por debaixo daquele pano todo. – Depois você pega a arma e enfia na sua boca e puxa o gatilho.

Acordo com a sua última fala a olhando e assentindo. Minah abaixa a arma e me encara séria. Sua testa se franze em desgosto e me remexo colocando as mãos na cintura.

- Se vai ficar olhando para o meu decote eu vou deixa-lo se virar com essa arma e não me responsabilizarei se você atirar no seu próprio pé, então vai prestar atenção em mim ou vai ficar olhando para os meus peitos?

Coço a garganta envergonhado por ter sido pego, ainda mais por essa irritante italiana chata e insuportável.

- Claro, desculpe – digo fazendo um gesto para ela continuar. Minah concorda e volta a me explicar.

Presto atenção nela temendo levar um tiro. Não vamos bobear afinal ela está segurando uma arma agora neste momento.

- Segure a arma com as duas mãos, pés separados, de preferência um na frente e o outro atrás. Levante bem seu braço na altura do rosto e braços esticados. Mire no alvo e aperte o gatilho. Pah, pah. Diz e se vira pra mim com um meio sorriso. O fato dela estar gostando de me ensinar a atirar me assusta um pouco. – Entendeu? Pergunta e assinto.

- Certo, vamos com o básico. – diz pegando a tal Beretta e mostrando pra mim – Puxe a trava assim e ela está travada, aperte o gatilho e solte o pente, verifique e em seguida coloque de volta, você irá ouvir um clique, depois destrave a arma e puxe o gatilho. Diz lentamente apontando para cada coisa e assinto freneticamente. – A única diferença da Glock é que ela tem uma travinha ao lado e não aqui atrás. Agora é sua vez, faça como disse, não é pra atirar só demonstre pra mim.

Concordo indo para o seu lugar no estande e ela me entrega a arma, pego com as mãos suadas por estar segurando um objeto tão perigoso e tão fatal, era minha primeira vez. Minah parece perceber e revira os olhos.

- Assim Harry – diz apertando minhas mãos na arma com força – Não tenha medo, ela não morde.

Rio irônico.

- Não, só mata mesmo.

Minah bufa.

- Sim, mas só os idiotas que não sabem como segura-la e usa-la. Agora segura firme e retire o pente e coloque de volta.

Assinto segurando com firmeza como ela disse e puxo a trava e aperto o gatilho soltando o pente da arma que cai rapidamente e no meu pé. Me atrapalho tentando pega-la e ouço Minah bufar.

- Pelo amor de Deus! Quando for soltar o pente segure ele. Diz alto me olhando como se fosse um retardado. O que não ajuda em nada no meu ego.

- Eu sei! Será que dá pra ter paciência? Eu nunca fiz isso. Digo irritado a fazendo jogar as mãos se rendendo.

Coloco o pente na arma tentando não transmitir que minhas mãos tremem. Ouço o tal clique da qual ela falou e travo a arma novamente me sentindo um pouco seguro.

- Certo. Novamente só que dessa vez mais rápido. Diz se escorando no estande e me olhando.

Respiro fundo fazendo o que ela disse, destravo, travo, solto o pente não o deixando cair dessa vez, coloco-o novamente e travo a arma. A olho dando um meio sorriso por ter feito certo dessa vez, mas Minah somente me olha e revira os olhos.

- Ok, fique na posição de que te mostrei – fico na tal posição com as pernas separadas e o braço levantado segurando a arma com as duas mãos. – Mire no alvo, na cabeça e atire. 

Engulo em seco e solto um sopro de ar, a arma é um pouco pesada, mas nada que não consiga segurar, minhas mãos tremem e suam, miro na cabeça da imagem no papel na parede de concreto e puxo o gatilho fechando os olhos. Não ouço nada e abro os olhos confuso.

- Se você destravasse a arma seria um começo, inteligente. Minah diz ao meu lado e dou um sorriso tenso.

- Eu sei, só estava testando a arma, sabe como é...

- Claro. Diz assentindo e não acreditando nenhum pouco em mim. Que vacilo.

Eu estou tão nervoso que nem consigo raciocinar direito e o fato de Minah estar bem ao meu lado vendo o que faço de errado não ajuda.

Destravo arma e miro novamente no alvo ou seja na cabeça da imagem e firmo meu braço, respiro fundo apertando o gatilho e dou um passo pra trás fechando os olhos com o barulho que não foi muito abafado pelo fone. Abro os olhos vendo onde eu acertei e não enxergo nenhum buraco no papel.

- Você errou, nem pegou no papel. – Minah diz e faço uma careta – Ta tudo bem, ninguém acerta de primeira. Mais uma vez. Diz e me posiciono novamente.

Aperto o gatilho me acostumando mais um pouco com arma na minha mão, mas ainda fecho os meus olhos.

- De novo. Minah apenas diz cruzando os braços.

Miro novamente, respiro fundo e aperto o gatilho ainda fechando os meus olhos.

- De novo. Minah diz novamente parada ao meu lado.

Depois de um tempo eu já não aguentava mais, tive que recarregar duas vezes e nem assim eu acertava a porra do alvo. Eu acertei o braço, a barriga, o ombro e até a bochecha, mas a merda da testa não. Quando acertei a bochecha comemorei e olhei para Minah que somente revirou os olhos e disse: “ Com cabeça eu quero dizer, testa, não bochecha. De novo”. Quase bato com a arma na cara dela, mas desisti.

Agora eu ainda estava aqui mirando e atirando, meus braços já estavam doendo e eu ainda não havia acertado o alvo. Atiro novamente acertando ao lado da cabeça, parte branca e bufo batendo o punho na mesa de metal.

- Ah cacete! Eu não consigo essa merda. – digo e olho para Minah que agora está sentada no estande ao lado comendo uma barra de chocolate tranquilamente. – Será que podemos dar uma pausa? Pergunto fazendo minha melhor cara de cachorro sem dono.

Ela morde um pedaço da barra e mastiga devagar ainda me olhando.

- Não, continua.

- Ah qual é! – exclamo atirando as mãos pra cima em frustração – Por favor, eu não... não consigo mais, eu preciso respirar.

- Respira aqui e continua. Diz não dando a mínima.

- Quer saber? Eu não vou continuar coisa nenhuma, eu não quero atirar, eu quero é voltar pra minha vida. – Exclamo já falando alto e muito irritado – Sabe o que tem na minha vida? Te garanto que não é armas, eu não consigo acerta a porra do alvo então vê se vai encher outro.

Termino respirando fundo e colocando as mãos na cintura puto. Ouço Minah descer do estande e parar na minha frente, já me preparo para alguma ameaça.

- Você seu merdinha medroso – começa apontando o dedo para mim – Tem muita sorte de estar aprendendo assim, porque quando eu fui aprender eu estava sozinha com meu pai e sabe o que ele disse? – Pergunta brava e nego a olhando nos olhos – Ele disse que pra cada erro eu deveria fazer uma flexão então você está com muita sorte de eu não usar o mesmo método com você.

Solto o ar a olhando mais calmo.

- Minah eu...

- Não! – ela me interrompe e chega mais perto me fazendo sentir seu perfume de pêssego. – Se você não aprender as coisas que te ensino seu pai vai me matar e te dá uma surra. Ele me mandou treinar você e é isso que vou fazer então colabora comigo e com você porque senão aprender a atirar você vai morrer. É isso que quer?

Suas palavras infiltram na minha cabeça e suspiro sabendo lá no fundo de que ela tem razão, se eu não aprender a fazer isso provavelmente vou morrer ou pior levar uma surra do Don Cássio e eu sei lá no fundo de que ele faria isso comigo, mesmo eu sendo seu filho.

- Ele mataria você? Pergunto curioso e ela ri irônica me dando sua resposta. Penso se conseguiria ter a morte dela na minha consciência. Por mais que eu a odeie, não quero ser responsável pela morte dela.

- Tudo bem. Digo derrotado e abaixo a cabeça.

- Eu sei que é um saco, mas você tem que começar a virar homem Harry - a olho não acreditando que ela disse aquilo – Falo sério, sem gracinhas agora. Nesse mundo ou você é a caça ou é o caçador.

Assinto sabendo o que a caça significa. Teria que começar a fazer as coisas direito se não quisesse virar a caça aparentemente.

- Vamos de novo. Ela diz calmamente e pego a arma indo me posicionar. – Ok. Quero que respire fundo e levante os ombros – diz arrumando meus ombros – Agora levante o braço mais um pouco na altura do alvo, se for atirar em alguém maior que você tem que saber que tem que levantar o braço mais alto. Agora – diz se aproximando e ficando atrás de mim a ponto de me fazer sentir seus seios nas minhas costas.

– Mire no alvo sempre um pouco para o lado de onde quer acertar por causa da curva da bala – fala baixo perto do meu ouvido me fazendo arrepiar e engolir a saliva. – Respire fundo – faço o que ela manda sentindo ela fazer o mesmo – Esvazie sua mente e não feche os olhos, não tenha medo do coice da arma – coloca sua mão direita encima das minhas que seguram a arma e cola mais seu corpo no meu. Tento não pensar nesse fato e esvazio minha mente como ela disse – A arma é uma parte do seu braço, ela vai fazer pra você o que você quer – sua voz em meu ouvido penetra em minha mente e sua mão alisa a arma e porra isso é muito sexy tenho que admitir. – Não tenha medo dela, segure-a com força, faça ela saber quem manda aqui, ela é como uma mulher na cama, você tem controla-la e mostrar que você é quem manda. Agora visualize aquele cara que te deu um tiro no ombro, ele está parado ali e você tem a oportunidade de se vingar, atire na sua testa e mostre pra ele que você não tem medo.

Visualizo o cara mau um, aquele que me deu o tiro no ombro, como se para provar, meu ombro fisga na mesma hora me fazendo ficar com raiva e querer mostrar para ele que eu não tenho medo dele, que eu vou me vingar por tudo que ele me fez naquele quarto imundo cheirando a mofo.

- Atire Harry. Minah diz com a mão ainda por cima da minha e encaro bem aquele cara e puxo o gatilho vendo a bala acertar bem ao lado da cabeça, bem perto da testa. Solto a respiração que estava prendendo e olho para Minah vendo seu rosto bem perto do meu, ela dá um sorrisinho de lado e minha atenção vai para a sua boca rosa.

- Muito bem. Ela diz baixo olhando para os meus olhos e em seguida para a minha boca onde engole e morde a boca me fazendo desejar saber se seus lábios são macios. – Certo, de novo. Diz quebrando o contato e se afastando me fazendo acordar. Minah volta a se sentar no estande e morde um pedaço da barra de chocolate me fazendo coçar o cabelo envergonhado por pensar em sua boca.

- Certo. Digo voltando a me posicionar e balanço a cabeça tirando a imagem do rosto de Minah da minha cabeça.

Demoro mais três tiros para acertar o alvo finalmente, não acredito que havia conseguido e grito um “Yes” animado por finalmente ter conseguido. Quem diria que essa italiana fosse uma boa professora afinal.

- Muito bem, você conseguiu. Ela diz batendo palma e sorrio fazendo uma reverencia.

- Obrigado, eu sei que sou demais. Digo convencido e estranho ao mesmo tempo por estar comemorando por ter conseguido aprender a atirar.

- Ta, ta menos – Minah diz e pega a arma da minha mão. – Agora só falta as outras duas.

- O que? Pergunto confuso e ela ri de mim.

- As outras duas, quero ver acertar o alvo com as outra duas agora. Diz sorrindo maldosa e se vira se sentando no estande novamente. – Vamos, você tem até o final do dia pra conseguir.

Olha para seu relógio e sorri inocentemente.

Abro a boca indignado e nego me arrependendo de não ter batido na sua cabeça com a arma enquanto tinha tempo. Droga.

 


Notas Finais


> Quem ai achou engraçado esse dois?

> Oq será q rola entre Minah e Pietro? Dê seu palpite.

> Harry aprendendo a atirar é a coisa mais fofa.

> Obrigado por acompanhar a história e até a próxima. Kisses!

AlltheLove<3


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