História Three minutes (H.S) - Capítulo 8


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Categorias Harry Styles, Shailene Woodley
Personagens Harry Styles, Personagens Originais, Shailene Woodley
Tags Ação, Harry Styles, Italia, Máfia, Shailene Woodley
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Palavras 2.916
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Literatura Feminina, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


⚠❌IMPORTANTE❌⚠
GLOSSÁRIO
*Mi scusi signore Cassel = Com licença
*Signora = Senhora

Ps: Leia as notas finais...
Boa Leitura!!!

Capítulo 8 - Capítulo 07


Fanfic / Fanfiction Three minutes (H.S) - Capítulo 8 - Capítulo 07

Enquanto tento dar um nó na minha gravata penso em como minha vida deu uma reviravolta, agora mesmo lá embaixo estava rolando uma festa de recepção pra mim na qual eu não queria participar, mas teria que ir mesmo assim. Ontem a noite no jantar fui informado de que todos estavam curiosos para saber quem era o filho mais novo de Don Cássio, parentes e amigos viriam para me conhecer, eu teria que sorrir para aquelas pessoas e fingir que estava animado com tudo aquilo quando na verdade estava mais é querendo fugir de tudo aquilo.

Estava pensando no que Minah me disse ontem sobre Don Cássio mata-la por ter falhado comigo e pensei que essa coisa de máfia era mais complicada do que pensava, uma pessoa morreria por causa da escolha de uma outra. No meu mundo as coisas não eram assim, é claro que no mundo existem pessoas que morrem por escolha de outras, ou que acabam pagando por tais escolhas, tudo era muito complexo. Esse mundo era complexo.

Jamais pensei que passaria um dia inteiro meu aprendendo a atirar e fui muito bem, meu braço e ombro no qual estava ainda se curando do tiro que levei estavam doendo do esforço de ficar apontando a arma no alvo. Passei o dia inteiro naquele QG treinando, mirando e atirando como um louco, sem descanso. Minah arrancou meu coro e no fim eu acabei gostando da Beretta, ela era leve e não me assustava tanto quanto as outras. Não conseguia deixar de pensar no que Minah contou, o jeito como seu pai lhe treinou me deixou pensando nas coisas que ela teve que passar para se tornar quem é. Eu não conseguia não sentir empatia com isso.

Ouço uma batida na porta me acordando dos meus pensamentos, suspiro e digo para quem estiver atrás da porta entrar. Olho pelo espelho e vejo Minah parar atrás de mim, seu rosto está maquiado destacando sua boca e olhos, seus cabelos estão soltos e ondulados caindo pelo seu busto. Me viro surpreso por vê-la daquele jeito e encontro seu corpo envolto de um vestido verde forte e brilhoso, uma fenda considerável na frente me fazendo ver seu decote. Seu vestido era apertado em seu corpo e engulo em seco após a minha avaliação, ela estava linda e gostosa, nem parecia aquela mulher chata que me infernizava.

- Porque ainda não está pronto? Pergunta grosseiramente me fazendo acordar e olhar para seu rosto.

Franzo o cenho olhando para meu terno.

- Eu estou pronto, só não consigo colocar essa droga de gravata – digo reclamando e me virando para o espelho atrás de mim. – Além do mais desde quando você bate na porta? Pergunto estranhando o ato de minutos atrás.

- Eu posso ser educada quando quero. Diz e me vira com tudo para ficar de frente com ela.

- Claro que sim. Digo revirando os olhos.

Minah entrecerra os olhos e toma a gravata preta das minhas mãos. Ela aperta meus ombros e me faz levantar a cabeça levemente.

- Eu vou te ajudar, mas não se acostuma. Diz desdenhando e nego.

- Eu? Magina. Digo sarcasticamente.

Sinto-a arrumar a gravata em meu pescoço e coloco as mãos no bolso da calça esperando. Queria saber o que teria que fazer nessa festa porque eu nem sabia falar italiano quanto mais conversar numa festa socialmente.

- Quem vai estar lá embaixo mesmo? Pergunto e ouço Minah rir e abaixo a cabeça a olhando.

- Todos da alta roda siciliana. Seus primos e primas, pessoas influentes que tem alguma ligação com a família.

- Ótimo. Todo mundo então. Digo e vejo quando ela alisa a gravata já colocada em mim.

- Pronto, cadê seu paletó? Pergunta e aponto para a cama.

Minah anda até a cama me fazendo ver suas costas onde tem uma fenda também até o meio das costas e uma tatuagem de um lobo sinistro. Ergo as sobrancelhas surpreso por ela ter uma tatuagem e me pego perguntando se tem outras.

- Gostei da tatuagem. Comento assim que ela para em minha frente e sorri irônica.

- Obrigado, agora se vira. Diz e me viro sorrindo tentando arrancar algo dela pra que eu tente formar algo sobre sua personalidade.

- Tem significado? Pergunto colocando o paletó vermelho com sua ajuda.

- Sim. Diz apenas e me viro ajeitando o terno em mim.

- Só? Qual o significado? Pergunto realmente curioso.

- Não é da sua conta. Diz dando tapinhas de leve no meu rosto. Me afasto pra trás fazendo careta tanto pela sua grosseria quanto pelos tapinhas.

- Você está bonito. Ela diz me avaliando e me fazendo ficar surpreso pelo elogio.

- Obrigado? Digo ou pergunto e acabo confessando – Você está linda também.

Minah sorri minimamente e ajeita o cabelo, é impressão minha ou ela ficou envergonhada? Sorrio por isso e quando vou dizer algo ela me corta voltando a ser aquela chata de sempre.

- Vamos, não quero chegar atrasada por sua causa. Diz e se vira já indo para a porta. Me olho no espelho me conferindo mais uma vez e me viro seguindo Minah para fora.

Suspiro rezando para que tudo dê certo nessa festa e que possa acabar logo para que não tenha que fingir ser algo que não sou.

***

Circulamos ao redor cumprimentando pessoas e familiares que fazem questão de dizer um olá ao mais novo integrante da família Lorenzini. Harry cumprimenta todos com um sorriso tímido e as vezes checa se estou atrás dele, ele pensa que não percebi como ele confere a todo momento se estou ao seu lado, pode ser o nervosismo, mas não sei como reagir ao fato de que ele me considera um porto seguro hoje a noite. Seu terno vermelho encaixava em seu corpo perfeitamente, ele parecia um típico italiano em um terno Armani sexy, dou uma olhada novamente em suas costas e sinto seu cheiro de cidra com madeira, não sei porque, mas o jeito que ele me elogiou me fez ficar sem graça, talvez seja o fato dele ter realmente pensado isso ou dele ter sido gentil mesmo sabendo que eu não gosto dele.

Harry cumprimenta uma modelo italiana juntamente com um político, o vereador Jon Cassel era um otário que aliciava mulheres para o Don Cássio, eu particularmente não gostava do homem, mas quem sou eu pra mandar em alguma coisa? Ele fala feito um porco cuspindo as palavras e Harry parece meio perdido, reparo que sorri e me olha a procura de ajuda, reparo ao meu lado esquerdo Kyara conversando com Mário e resolvo salvar o carneirinho perdido.

- Mi scusi signore Cassel, mas a presença do Harry é exigida. Digo simpaticamente sorrindo e interrompendo seu discurso sobre o quanto ele fez bem para o povo siciliano esse ano. Mentiroso.

- Ah Claro! – o vereador diz me olhando e diz ao Harry – Espero nos vermos mais vezes senhor Styles. Caso queira saber mais sobre minha campanha me procure no meu gabinete.

- Claro, assim que tiver tempo eu dou uma passada lá. Com licença. Senhorita. Harry se despede beijando a mão da modelo e se vira para me acompanhar.

Ele suspira e rio divertidamente.

- Nossa, eu não estava entendendo nada do que ele estava falando e juro que ele cuspiu duas vezes no meu olho. Que nojo. Sussurra e rio.

- Mas pensei que estivesse adorando o papo com ele, sua campanha está as pampas esse ano. Digo debochada fazendo Harry dar uma risada irônica.

- Aposto que você deve estar adorando me ver sofrer. Diz dramaticamente e reviro os olhos.

- Eu? Claro que não. Digo fingindo-me de ofendida.

- Uhum sei.

Paramos a frente de Kyara que avalia Harry com seus olhos preto de gavião, Mário ao seu lado sorri minimamente em seu terno preto e sua beleza é destacada. Fico séria e passo meu olho por Kyara em seu vestido azul de renda e echarpe, ela estava muito elegante, mas cortante feito uma navalha.

- Signora Acerbi este é Harry Styles, Harry essa é Kyara Acerbi, embaixatriz da família. Digo apresentando Harry que sorri e Kyara estende sua mão enluvada para Harry beijar.

- Eu sei quem ele é De Martino – diz Kyara sorrindo minimamente a Harry que me olha curioso. – Muito prazer rapaz, eu ouvi dizer que sua volta foi um tanto turbulenta.

Harry franze o cenho, mas responde cordialmente.

- Sim, eu tive alguns problemas. Comenta me olhando de rabo de olho.

- Como está indo o treinamento Styles? Pergunta Mário divertido. Reviro os olhos o fazendo sorrir mais. Idiota.

- Está sendo – Harry começa, mas para pensando – Muito instrutivo.

Mário ri concordando e Kyara me olha questionadora.

- Estamos avançando aos poucos. Começamos apenas a alguns dias. Comento tranquilamente.

- Harry! Ouço a voz de Marisa e nos viramos a vendo vir de encontro com Harry com um sorriso longo.

- Marisa. Kyara diz fazendo Marisa sorrir simpaticamente e cumprimentar Kyara com dois beijos no rosto.

- Titia. Está linda como sempre. – comenta avaliando o vestido de Kyara e se vira para o resto de nós não tão simpática. – Bazzo. De Martino.

- Marisa. Mário diz sorrindo agradavelmente me fazendo querer revirar os olhos.

- Lorenzini. Digo seriamente a olhando e vejo seu ardor por mim. Se fossemos mutantes ela teria lançado um metal em mim e provavelmente eu teria congelado ela.

- Vocês nos dão licença, mas tenho que roubar o Harry por um estante. Harry? Diz fazendo Harry me olhar e dou de ombros, ela é sua irmã, ele que se vire.

- Sim, claro. Concorda seguindo a rainha dos vampiros que segura sua mão.

- Com licença querido, mas tenho que resolver uma coisa – Kyara diz a Mário que concorda e beija sua mão. Ela se vira pra mim e faz uma careta desagradável. – De Martino. Dito isso sai indo em direção ao senador na qual me esqueci o nome.

- Uau. Ela ainda está chateada com você. Mário diz e toma um gole de seu whisky.

- Pelo que parece sim. Digo amargamente ficando ao seu lado.

Avisto Harry mais a frente cercado por Marisa, Rute irmã mais nova de Mário e algumas primas de Harry. Faço careta o ver Rute acariciando o braço de Harry enquanto ri de algo. Patético.

- Ela não parava de falar sobre como ele era lindo e blábláblá. Mário fala ao meu lado me fazendo olha-lo.

- Não me diga que está afim do aspirante a médico ali. Digo debochada e Mário me olha me fazendo perceber que sim ela está.

- Fala sério? Pergunto o fazendo assentir.

Faço careta vendo o jeito que Rute olha para Harry, é até bonitinho, mas ele não ficam bonitos juntos. Rute era muito magra e Harry era irritante por si só.

- Como anda a sério o treinamento dele? Acha que ele tem uma chance? Mário pergunta me fazendo olha-lo.

Penso a respeito de tudo o que conheço sobre esse mundo e Harry tem muito o que aprender se quiser chegar no nível de Pietro. Ele tinha um grande caminho a percorrer, além de querer aceitar isso. Enquanto ele não aceitasse essa sua nova vida ele não seria quem precisa ser pra sobreviver. Não sei como iria fazer pra transformar um homem gentil e carinhoso aparentemente em um assassino servidor de uma causa na qual não acredita.

- Sinceramente? – pergunto a Mário olhando em seus olhos. – Não. Ele não quer estar aqui, mas ele não tem escolha e o máximo que posso fazer com ele é que sobreviva o máximo que conseguir.

Mário concorda assentindo e bebendo seu whisky. Nego puta com Tony por ter jogado essa responsabilidade pra cima de mim. Se eu falhasse Don Cássio me mataria ou pior me daria um cassete.

- Mas eis a questão – Mário começa – Você quer? Quer o proteger? Está vendo isso somente como algo temporário. É de uma vida que não pediu pra estar aqui que nós estamos falando. Harry é tão inocente quanto uma criança nisso tudo. – gesticula me fazendo prestar atenção em suas palavras. – Aposto que ele está assustado, eu não gosto disso, mas Don Cássio quis assim então não basta apenas protege-lo, tem que entrar nisso de cabeça. Está pronta pra isso? Pra matar em nome dele? Você sabe mais do que ninguém que essa vida é uma confusão, por mais que ensine ele a ser o melhor, e eu não estou duvidando disso, mas ele irá precisar da sua orientação para sempre ou pelo menos por enquanto.

Olho para Mário pensando nas suas palavras. Uma coisa na qual odiava e amava nele era seus discursos sábios que me matavam. Eu sei que ele tinha razão não adiantava torná-lo o melhor eu ainda teria que protege-lo. Eu estava preparada pra isso? Não.

- Eu odeio quando você faz isso. Comento fazendo Mário rir as minhas custas.

- Odeia o que? Que eu tenha razão? Porque eu tenho. Ele vai ficar dependente de você e você terá que ajuda-lo. Eu só espero que você não se feche. Acho que está na hora de você abrir essa casca pra alguém, mesmo que seja pra ele. Diz me fazendo trincar os dentes e olhar para Harry onde ri com suas convidadas simpáticas.

- Eu não sei do que está falando. Digo me fazendo de boba pra não ter comentar.

- Sabe sim. Só tome cuidado com seu coraçãozinho de pedra. Sussurra em meu ouvido dando um beijo na minha testa em seguida, porém quando vou manda-lo para aquele lugar ele sai me fazendo ficar irritada por não revidar.

Uma hora depois Don Cássio reuniu alguns convidados para uma partida de poker e eu sabia o que queria dizer. Ele estava fazendo negócios.

Avisto Harry no bar improvisado pegando um drink qualquer me fazendo revirar os olhos, no entanto, fico na minha. Olho ao redor encontrando Pietro sussurrando ao telefone irritado, ele gesticulava as mãos exasperadamente e podia ver sua testa saltando, um claro sinal de impaciência. Eu não sabia o que era que estava o chateando, mas a atitude chamou minha atenção.

- O que será que o deixou irritado? Ouço a pergunta de Mário atrás de mim me fazendo virar e vê-lo.

- Você já teve alguma notícia do cara que o Harry fez o retrato falado? Ou alguma coisa sobre quem foi o mandante? Pergunto de repente sentindo uma inquietação.

- Não, mas a foto já foi espalhada para os associados da América e aqui na Itália, nada ainda. Pedi que ficassem de olho em algo e me informasse primeiro, porque? Pergunta curioso.

- Nada. É que é muito estranho tudo isso, essa pessoa não queria matar o Harry, queria outra coisa. Digo seguindo minha intuição.

- Talvez afrontar o Don Cássio, é um inimigo dele Minah.

- Sim, mas porque agora e como é que ele ou ela descobriu sobre o garoto antes do Don Cássio? Pergunto irritada já por tantas perguntas sem resposta.

- Não sei, mas eu estou investigando quando tiver algo eu te informo, agora acho melhor você ficar de olho no seu protegido. Diz gesticulando atrás de mim me fazendo virar e ver Harry com outro copo e já meio corado da bebida.

Bufo juntando paciência e me dirijo até aquele idiota escutando Mário rir atrás de mim.

Harry dá um generoso gole no whisky e se vira para o barman pedindo outro, paro ao seu lado pegando o copo no ar e fazendo o barman loiro recuar.

- Ei. Harry diz me olhando feio.

- Nada de bebida alcoólica pra você, já deu. Digo séria o fazendo fechar a cara e fazer bico.

- Você está querendo mandar até no que eu bebo hum De Martírio. Diz se aproximando de mim e zombando do meu sobrenome. Respiro fundo juntando paciência pra lidar com esse ser humano idiota.

- Não Styles, eu estou pouco me fodendo para o que você bebe, mas você já bebeu vários desse e eu não vou cuidar de um bêbado chato. Além do mais se der vexame aqui irá se ver com seu pai. Digo sabendo que ele tem medo do Don Cássio.

- Ele não é meu pai! Exclama irritado atraindo atenção de algumas ao redor, pego em seu ombro machucado apertando com força e o fazendo gemer.

- Fala baixo e se despedi de todos, já deu pra você, se quiser levo uma garrafa de vodka pra você lá encima, mas não vai beber mais nada aqui na frente dos seus convidados. Digo sorrindo como se estivesse tendo uma conversa amigável de amigos.

- Promete? Geme de dor apertando minha mão em seu ombro.

- Sim. Digo soltando e Harry faz careta de dor.

- Eu te odeio. Diz bicudo e sorrio vitoriosa.

- É reciproco. Bato os cílios para ele.

Harry bufa e sai indo se despedir de alguns convidados me fazendo olhar para o barman loiro ainda parado atrás do balcão.

- Com todo respeito, mas você é namorada dele? Pergunta me fazendo arregalar os olhos.

- Não. Agora cala a boca e pega aquela garrafa de vodka pra mim. Digo grosseira e assim que ele pega a garrafa me dá com receio e saio de nariz empinado pelo seu atrevimento.

Eu namorada do Harry? Até parece.

As palavras de Mário vem em minha mente para me abrir pra alguém mesmo que esse alguém seja Harry Styles. Não. Não mesmo. Então porque parece que me importo com ele ou melhor, com isso? 


Notas Finais


>Harry dando trabalho pra Minah, foi engraçado e quem achou q Mário está dando uma de cupido? Adoro!

>Pietro está se mostrando muito suspeito? Será?

>Kyara é uma aliada bem forte e faz parte do passado de Minah, ela irá aparecer nos próximos capítulos para judiar do Harry um pouquinho.

>Obrigado por acompanhar a história e até a próxima. Kisses!!!

AlltheLove<3


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