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História Three times love - Capítulo 8


Escrita por: e Hwaitaengo


Notas do Autor


Olá pessoal, Hwaitaengo aqui!!!

Capítulo 8 - Chá de sumiço da gêmea


POV Taeyeon

 

— Pelo amor de Deus, né, Taeyeon? Você jura mesmo que vou cair nessa sua conversa? — Sunny apoiou os cotovelos no balcão da cozinha de seu apartamento, segurava uma caneca cheia de café – bebida popular entre os médicos – quente com as duas mãos, enquanto me analisava tomar um gole de água gelada. — Para com isso.

 

— Mas, eu estou só te dizendo como as coisas são. — Rolei os olhos, tendo ciência de que qualquer coisa que saísse de minha boca negando um eventual interesse amoroso ou sexual em Tiffany não seria acreditado por minha velha amiga. — Não aja como se você fosse uma expert em relacionamentos, Soonkyu. Apenas aceite que eu não tenho interesse nenhum em me aproximar dessa forma de Tiffany. Ficou bem claro que ela só tem espaço na vida para as filhas pequenas.

 

— Aha! Então, você já pensou mesmo nela dessa forma hein?! — Sunny se desescorou do balcão e veio rápida em minha direção, sentou de frente para mim à sua mesa enorme de vidro. Era realmente um exagero os móveis de seu apartamento, mas sabia que gente rica gostava mesmo de luxos e se poderiam pagar por eles quem seria eu para achar ruim? — E só porque você acha que ela não pensa em se relacionar com alguém, isso não se torna uma verdade absoluta, Taeyeon. Eu vi muito bem ela querendo voar em meu pescoço horas antes toda ciumenta.

 

— Você está caçando chifre na cabeça de piolho. — Tomei mais um curto gole de minha água. Eu queria que ela mudasse de assunto. — Eu sei que Tiffany é uma mulher muito bonita, que é solteira e tal; mas, não deu nenhum sinal de também curtir mulheres, porque homens está bem claro que são a praia dela. E mesmo que ela seja bissexual, acho que seria muito complicado para ela colocar uma pessoa nas vidas de Erika e Rebecca sem se sentir insegura. Nos conhecemos há menos de duas semanas, Sunny. Então, sem chances.

 

— Uau. Você tem realmente um interesse nela. — Sunny riu alto. Eu queria dar uns bons tapas em suas fuças, mas apenas a ignorei da melhor forma. Terminei de entornar minha água e a esperei finalizar o surto desnecessário dela direcionado a mim. — Não fica de cara amarrada. Estou só brincando, Taeng.

 

— Hum. Acredito.

 

— Pense como quiser. — Deu de ombros, bebericando o café. — Ah. Mudando de assunto, já que você não gosta de falar muito sobre a sua futura namorada, semana passada eu esbarrei com Jackson no corredor do hospital psiquiátrico. Ele pediu para passar o novo número dele para você e pediu para sairmos juntos qualquer dia desses, se tivermos livres, como nos velhos tempos.

 

— Jackson? Ele lembrou que tem amizades e uma vida social? — Ri da situação. Jackson sempre foi um cara muito dedicado e esforçado, e isso se acentuou bastante quando ele se deu conta de que nunca mais veria aquela tal de Miyoung. Pobre do meu amigo. — Eu ligarei para ele em alguma hora dessas. Esse marmanjo precisa respirar um pouco e tirar o mundo das costas.

 

— Quando você terminar a residência por aqui e voltar para a Coréia, nós duas vamos desenfurnar aquele homem daquele hospital. Ele precisa urgente superar aquela garota, mas Jackson é sentimental demais. Credo.

 

Suspirei ao repassar mentalmente todos os dias na faculdade de medicina em que consolei meu amigo com palavras poucas, porém gentis. Esperava muito que um dia ele pudesse seguir em frente, mas Jackson por si próprio tornava tudo absurdamente árduo e distante.

 

 

POV Tiffany

No fim de semana, pedi para que as gêmeas fizessem o mínimo de barulho o possível no apartamento, já que na segunda-feira Taeyeon iria começar a trabalhar no hospital e eu deixei que ela descansasse bastante.

Até mesmo saí no domingo com Ginger e as gêmeas, fomos ao parque para brincar. Convidei Jessica e Yoona e elas falaram que iriam mais tarde com o cachorrinho delas também.

— Mamãe? — Rebecca se aproximou correndo de onde eu estava, sentada à sombra de uma árvore para não ficar queimada com o sol. Eu tinha enchido as meninas de protetor solar, além de ter as pedido para deixarem os chapéus nas cabeças.

— O que foi, meu amor? — Segurei o seu braço para que ela parasse de pular, as duas estavam bem agitadas, provavelmente dormiriam assim que chegássemos no apartamento.

— Cadê a tia Tae? — Questionou olhando ao seu redor, como se a Kim fosse brotar da terra em algum momento.

— Eu já expliquei hoje antes de sairmos. A Taeyeon tem que descansar porque vai começar a trabalhar amanhã. — Contei novamente, e nisso Erika também estava se aproximando.

— Mas, mamãe, você também tabalha amanhã, poque não tá domindo? — Erika entrou na conversa. Eu não consegui segurar o sorriso que surgiu nos meus lábios diante do argumento dela.

— Eu vou contar um segredo para vocês. — Falei baixinho, como se realmente fosse um super segredo. — A Taeyeon é uma Super Heroína, que salva vidas de crianças como vocês. — Murmurei e elas arregalaram os olhos, que estavam brilhando.

— Sélio? — Rebecca exclamou.

— Mas, ela não tem capa, mamãe. — Erika voltou a argumentar, segurei a sua mão a puxando para sentar no meu colo, ela não ofereceu resistência.

— Nem todo super herói usa capa, a Taeyeon é uma médica.

— Eu posso ser médica também? — Foi Rebecca quem perguntou, mas Erika também me encarava com muita expectativa.

— Sim, você pode. Mas tem que estudar muito. E crescer. — Sorri.

— Até ficar desse tamanho? — Erika se virou no meu colo para bater no topo da minha cabeça. Eu soltei uma gargalhada abraçando mais forte a minha menina e lhe beijando a bochecha.

As duas logo voltaram a correr atrás de Ginger esquecendo o assunto sobre Taeyeon e super heróis. Eu estava distraída o suficiente para levar um susto quando alguém sentou ao meu lado, olhei surpresa para a mulher.

— As duas parecem ser boas meninas. — Falou olhando para as gêmeas. — Você é a babá? — Olhou para mim. Eu ri.

— São minhas filhas, elas dão trabalho, mas vale a pena sempre. — Dei de ombros.

— Você é bem nova. Desculpa, não tenho o direito de falar. — Sorriu sem graça. — Sou Kwon Yuri. — Estendeu a mão para me cumprimentar.

— Sou Tiffany. — Aceitei o seu cumprimento.

— Você não vem muito nesse parque, eu teria notado antes.

— As meninas vem com a babá, mas hoje eu vim para passear com o nosso novo cachorrinho. — Apontei para ginger e ela sorriu.

Conversamos por um bom tempo, Yuri contou que começaria a fazer residência no hospital no dia seguinte, e isso me lembrou de Taeyeon e da conversa que tive com as meninas minutos antes. Eu até quis perguntar qual era o hospital, mas preferi não ser tão invasiva desse jeito. Quando ela perguntou onde eu trabalhava, respondi sobre a cafeteira.

— Ah, é perto de onde vou trabalhar também. Quem sabe eu não vou até lá para comprar alguma coisa. — Respondeu e então eu entendi o que estava acontecendo, Yuri estava tentando me paquerar.

Instantaneamente senti meu rosto ficando muito calorento. Eu não estava acostumada com isso. Yuri ia falar mais alguma coisa, mas Erika se aproximou de nós e olhou com cara feia para a morena, antes de olhar para mim.

— Mamãe, eu quelo ir pla casa. — Falou de um jeitinho todo manhoso.

Olhei o horário no celular e dei de conta que passamos a tarde inteira ali no parque, já era quase seis horas. Orientei minha filha para que fosse chamar a irmã e enquanto ela se afastava, levantei do chão e comecei a recolher as nossas coisas com a ajuda de Yuri.

— Eu vou levar as meninas para casa agora, elas devem estar com fome, por isso tanta manha.

— Foi bom conversar com você, Tiffany, eu juro que vou até a cafeteira mesmo. — Afirmou como se tivesse mesmo feito uma promessa.

— O nosso café é mesmo muito bom, você não vai se arrepender. — Respondi sem graça.

Nos despedimos rapidamente e eu segui para fora do parque com as minhas filhas. Erika pediu colo no meio do caminho escorando o rosto no meu ombro. Em frente ao prédio, encontramos com Jessica e Yoona.

— Nós já íamos mesmo subir até o apartamento. — Jessica falou me abraçando. — Foi passear com as meninas mesmo hein?

— E levar o pobre do cachorro para brincar fora do apartamento também. — Respondi rindo. — Vamos subir?

Elas concordam e nós entramos. Já no apartamento, levei Erika até o quarto a deixando na cama, visto que ela dormiu no caminho, saí de lá parando em frente à porta de Taeyeon, que estava entreaberta. Suspirei deixando escapar um breve sorriso.

Voltei para a sala ocupando o sofá com minhas amigas que tinham sido monopolizadas por Rebecca, que não parava de tagarelar contando sobre o dia.

— Aí a mamãe começo a conversá com uma moça e a mana ficou bava quando viu. Então vamos pla casa.

Minhas amigas me encararam.

— Que moça? — A pergunta veio de Yoona.

— Becca, o que você acha da tia Yoongie te ajudar no banho hoje? — Jessica perguntou e logo minha filha estava pulando de felicidade.

— Jessi! Eu também quero ouvir a fofoca. — Resmungou.

— Depois eu te conto. — Fez a namorada levantar do sofá e empurrou Rebecca também.

Essa minha amiga era impossível. Revirei os olhos.

— Quem é essa mulher? — Questionou quando ouvimos a porta do banheiro fechando.

Contei brevemente sobre o parque sobre a aproximação repentina de Yuri. Jessica ficou muito empolgada ao saber que alguém tinha me paquerado, senti as minhas bochechas ficando quentes de novo e quis começar logo outro assunto para desconversar essa bobagem toda.

— Amanhã a Taeyeon começa a trabalhar no hospital. — Contei e Jessica soltou uma gargalhada.

— Meu deus, Fany. Vira e mexe você volta ao assunto sobre a Taeyeon. Tem certeza mesmo que não está ficando caidinha pela loirinha?

Bufei e revirando os olhos levantando do sofá e indo para a cozinha, parei em frente à geladeira.

— Por que você está sorrindo feito idiota para a porta da geladeira? — Ouvi a voz de Jessica e dei um pulo de susto.

Abri a geladeira tirando a jarra de suco e alguns ingredientes para fazer sanduíches. Jessica começou a me ajudar na tarefa e a falar bobagens.

— O trabalho no hospital deve ser puxado, né? Plantões malucos, sem horário certo para comer. Quando Taeyeon chegar em casa, bem que você poderia estar a esperando para fazer uma massagem naquele corpo cansado.

— Jessica! — Joguei uma fatia de pão na minha amiga, que caiu na risada de novo.

Minutos depois, Yoona e Rebecca entraram na cozinha. Fui ao quarto acordar a minha outra super filha e nós passamos o final do dia comendo sanduíches e jogando conversa fora.

 

 

POV Taeyeon

 

Domingo foi um dia não muito produtivo. Tiffany insistiu para que eu descansasse bastante, enquanto ela e as crianças iriam curtir a tarde no parque, lembrando-me de que na manhã seguinte eu finalmente começaria a trabalhar. Concordei com isso meio à contragosto, além de sentir um frio na boca de meu estômago.

 

De fato, eu descansei muito mais que o previsto por mim. Dormi o dia inteiro, a noite inteira e por isso não foi tão difícil acordar com o despertador fazendo um escândalo ao lado de meu travesseiro. Desliguei rápido para não correr o risco de acordar Tiffany, Erika e Rebecca. Tiffany iria trabalhar em mais de duas horas, então não tinha por que ser incomodada por minha nova rotina.

 

Mais que depressa tomei um banho com água morna. Eu era uma veterana na área, mas ainda assim fiquei tensa por não conhecer ninguém no Saint Augustine. No dia anterior, eu tinha arrumado minha mochila para a troca de roupas no hospital, então depois de me arrumar coloquei-a nas costas porque pretendia tomar café-da-manhã no caminho. Desliguei a luz e tranquei o quarto, saindo de fininho.

 

— Você não vai sair deste apartamento sem tomar um café-da-manhã reforçado, Taeyeon. — Estava com a mão na maçaneta quando ouvi a voz de Tiffany. Me virei para sua direção e a encontrei com um olhar de uma mãe assustadora. — Pode ir caminhando para a cozinha, agora.

 

— Você não precisava acordar para preparar nada para mim. Eu iria me virar passando numa padaria. — Expliquei sem tirar minha mochila e sentando à mesa. — Não se esforce tanto para se adaptar aos meus horários, você não deve.

 

— Eu sei disso, Taeyeon. — Tiffany riu, me servindo uma xícara de café, um sanduíche natural e um pedaço de bolo de milho. — Só achei que seria bom te preparar algo no seu primeiro dia de trabalho aqui nos Estados Unidos. Apenas para começar com o pé direito.

 

 

— Obrigada.

 

Depois disso, não demorei tanto para devorar meu desjejum. Tiffany fazia um café dos sonhos de tão bom.. Me despedi dela; e do prédio até o Saint Augustine foi bem rápido, provavelmente porque eu estava bem descansada e bem alimentada.

 

 

 

Eu francamente pensei que as coisas seriam complicadas lá, com a turma, mas não foi bem como imaginei. Pelo contrário, foi muito tranquilo. Eu não estava encarregada de supervisionar muitos residentes, eram  no total cinco. Depois de conhecer a turma, a minha chefe me conduziu para uma tour ali dentro e fiz questão de reparar bastante nas estruturas e equipamentos  do Saint Augustine, eram suficientes, porém um pouco inferiores aos hospitais sul-coreanos. Obviamente eu não diria aquilo para ninguém. E às sete horas dei início ao serviço oficialmente.

 

E fora o fato de ter que ficar de olho naqueles quatro norte-americanos e num tailandês, consegui ser eficiente com as consultas. Algumas vezes era muito engraçado, pois não eram todas as crianças que se comunicavam tão bem quanto Rebecca e não conseguiam explicar o que estavam sentindo. As mães também não eram boas nisso, então sobrava para mim a missão de desvendar tais mistérios.

Eu sentia muita falta da correria dentro de um hospital, mas seria muito melhor que lá fosse um local tranquilo e sem muitas tragédias. Era difícil lidar com as vidas de pessoas adultas e da terceira idade, imagina então ter as vidas de crianças em suas mãos?

 

O meu horário terminou durante a madrugada e eu estava toda moída. E fiquei mais ainda ao lembrar que entraria novamente às três da tarde e voltaria para casa somente depois das oito horas da manhã do dia seguinte.

 

 

Ao chegar no apartamento, tudo estava tão escuro. Tranquei a porta e caminhei silenciosa rumo ao meu quarto para buscar um pijama e ir direto para o banho. Assim o fiz. Depois fui à cozinha preparar ao menos um macarrão instantâneo, mas assim que acendi a luz avistei um post-it cor de rosa grudado na porta do micro-ondas. Tiffany havia feito escondidinho de carne do sol e guardou um pedaço generoso para eu esquentar e comer quando chegasse. Sorri boba com toda aquela atenção e cuidado.

Tiffany tinha mãos de fada para cozinhar, e eu supunha que não somente para isso. Não evitei escancarar os sorriso com os pensamentos inapropriados que tomaram minha mente, definitivamente, eu não podia pensar nela dessa maneira. Não mesmo.

Lavei a louça que sujei, deixei tudo no escuro novamente e fui para o meu quarto. E não foi nenhuma novidade ao sentir meu corpo inteiro estalar ao cair na cama, estava exausta e não demorei nada a dormir. Eu teria um sono tranquilo, pesado, e sem interrupções caso uma certa menininha não tivesse aparecido em meu quarto quase meia hora depois de eu ter agarrado no sono.

 

— Estou grogue demais para adivinhar qual gêmea é você. — Era a única coisa de que me lembrava ter falado antes de puxá-la para a minha cama e tê-la rapidamente aninhada em meu corpo. Voltei a dormir sem ouvir uma resposta dela, provavelmente estava bem mais sonolenta que eu.

 

 

POV Tiffany

 

Quando acordei na manhã de terça-feira e sentei na minha cama, levei um pequeno susto ao constatar que Erika não estava dormindo ao lado de Rebecca na sua cama. Levantei apressadamente sem me preocupar em estar apenas vestindo camiseta e calcinha - provavelmente Taeyeon estava dormindo, então ninguém iria me ver - e fui à procura de minha filha pelo apartamento inteiro.

 

Às vezes as gêmeas tinham complexo de querer ser gente grande, por isso teimavam em fazer as coisas sozinhas - eu daria uma bela bronca nela - , com isso em mente, fui primeiramente procurar no banheiro já temendo a bagunça que poderia encontrar, porém a minha pequena não estava lá. Então passei pela sala, Erika podia querer assistir desenho, mas nada e na cozinha também não. Comecei a sentir o meu coração ficando apertado de preocupação, entrei na área de serviço e procurei dentro do armário de produtos de limpeza.

Voltei para a sala verificando a porta, mas estava trancada. Ainda mais preocupada, resolvi ir pedir ajuda para Taeyeon, eu sabia que ela tinha voltado do hospital de madrugada e deveria estar exausta, mas era uma situação que exigia ajuda.

Respirei fundo para impedir que as lágrimas escorressem de meus olhos, eu não podia deixar o pânico tomar conta e caminhei de volta pelo corredor até estar em frente ao quarto de Taeyeon. Bati de leve na porta antes de abrir e fiquei parada por alguns segundos até os meus olhos se acostumarem com a escuridão do quarto, Taeyeon tinha comprado uma cortina blackout na semana passada.

 

Então, levei o segundo susto do dia e meu coração começou a bater forte contra o peito.

Erika e Taeyeon estavam ali dormindo juntas. Minha filha estava viradinha de frente para a loira com a mão apoiada em seu ombro e a perna sobre a cintura dela também. Taeyeon tinha abraçado Erika e seus rostos estavam próximos, ambas enroladas na bagunça de lençol e cobertor.

Meu coração derreteu com tamanha fofura das duas. Com um sorriso bobo nos lábios, eu saí do quarto fechando a porta com cuidado atrás de mim para não acordar nenhuma delas.

Voltei para o meu quarto ainda sorrindo e sem preocupação, comecei a me arrumar para o trabalho.

 

Talvez naquela manhã Erika pudesse ficar aos cuidados de Taeyeon...



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