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História Three Times More - Capítulo 13


Escrita por: e Sabakunori


Capítulo 13 - Capitulo 13



- Começa hoje! - Diz Sakura olhando as informações que o candidato deveria cumprir para o estágio de designe de moda.

- É, eu sei... – A loira diz tirando o celular da rosada. - Fiquei acompanhando tudo de perto, acredite.

- E por que não faz? Ino essa é uma grande oportunidade de você mostrar para seu pai que você....

- Nem começa Sakura, não vai dar certo, as provas estão para começar, nem se eu quisesse eu conseguiria.

Sakura bufa pegando seu copo levando o canudo até a boca. Ino da ombros, não poderia fazer nada, infelizmente. Até Gaara havia insistindo para loira se inscrever, não havia demorado muito para o Ruivo descobrir a paixão da loira pela moda, entre saídas e entradas na casa da loira, Gaara acabou vendo alguns desenhos seus, a loira explicou porque não poderia e porque fazia o curso de direito, o que deixou o ruivo injuriado.


A loira amenizou dizendo que assim que terminasse a faculdade de direito faria um curso de designer, o ruivo ainda não aceitava, mas com jeitinho a loira conseguiu o convencer de que aquele era o melhor caminho a ser seguido.


Já havia se passado algumas semanas desde do começo do namoro dela e Gaara, os dois estavam cada dia mais. Ino se sentia completa toda vez que estava na companhia do ruivo.

As vezes a loira se sentia meio assustada por conta do impacto do ruivo em sua vida, em menos de dois meses de convivência Ino se via dependente do Sabaku.

Os carinhos, as safadezas que o mesmo proferia em seu ouvido, fazia questão de soltar a todo momento que ela era especial, em uma das conversas pós- sexo que os dois sempre tinham ele havia confidenciado isso abertamente. Era assustador aquele sentimento, mas ao mesmo tempo era bom saber que ela tinha o ruivo para si.

- Mas mudando de assunto, como estar o pré-natal?

Ultimamente a loira não estava acompanhando a amiga, pois sua mãe fazia questão de ir em todas as consultas e cuidar de tudo.

- Nosso pequeno está bem, saudável e em crescimento...- Diz Sakura feliz.

- E Sasuke ?

O rosto de Sakura se fecha em desagrado aquele assunto.

- Estamos bem....- Diz dando de ombros.

- Sakura...

- Não consigo Ino. Ele está tão carinhoso, atencioso, preocupado. Não quero perder isso. - Diz triste

- Você está sendo egoísta, irresponsável, infantil e mimada. E uma criança Sakura, você não deve colocar seus sentimentos acima disso, suas atitudes vão acabar fazendo Sasuke odiar você. - A rosada não fala nada, encara o andar debaixo do shopping onde haviam várias crianças transitando com os pais.

- Eu tenho que ir... - Diz a loira pegando a bolsa e levantando.

- Onde vai ?

- Gaara está saindo da obra uma hora dessas, quero fazer uma surpresa.- A loira pisca para a rosada animada.

- Nossa, as coisas estão realmente serias. Agora é Gaara pra cá, Gaara pra lá. - Sakura faz uma voz fina, fazendo a amiga rir.

- Também te amo, beijos. - A loira sai andando, mas para no meio do caminho e olha para a rosada. - Sakura, não esconda mais a gravidez de Sasuke, pois se ele descobriu por conta própria, eu não gostaria de estar na sua pele. Conselho de amiga.

A loira se vira novamente e anda para saída do shopping, a loira realmente não gostaria de estar na pele de Sakura se o Uchiha descobrisse aquela gravidez sozinho. Sasuke sabia ser frio como um Iceberg quando queria.

Chegando no carro e jogando a bolsa no banco do carona, ela pega o celular e conecta no carro, a loira queria fazer uma surpresa ao ruivo, mas resolve ligar. Como era sábado talvez o ruivo teria saído mais cedo. O celular começa a chamar, só na quarta o ruivo atende.

- Saudades?

Ino sorri com a provocação do ruivo. Ele sempre atendida as ligações dela daquele jeito, os dois podiam ter acabado de ser ver e o ruivo nunca começava de outra forma.

- Tenho um namorado muito convencido! - Diz dando partida no carro e saindo da garagem do shopping. Escuta a gargalhada do ruivo do outro lado da linha, e balança a cabeça negativamente.- Ainda na obra?

- Sim, to conferido algumas coisa aqui.

- Hum

"Ei ruivinho dá uma olhada nisso aqui"

Ino escutou a voz que mesmo por telefone dava para reconhecer. Revira os olhos para o apelido que a descarada da auxiliar de seu ruivo tinha colocado nele. A loira não entendia o que a herdeira das construtoras GMT queria em um trabalho onde apenas Gaara iria ter reconhecimento.

Apertando o volante com raiva, tentava sempre controlar o ciúmes que sentia da morena.

- Quer sair hoje?

A voz de Gaara soa novamente dentro do carro.

- Estou indo ai, podemos tomar um sorvete... Estou com desejo.

- Desejo....- Ino sorri ao imaginar a face do ruivo enrugada.

- É, sabe um de baunilha um... Jé estou até imaginando eu lambendo ele, por inteiro. - Ino para no sinal vermelho mordendo os lábios, se perguntando se o ruivo havia percebido o duplo sentido do sorvete, ela não era tão boa quanto o namorado em jogos de duplo sentido da frase. Escuta novamente a risada do ruivo do outro lado.

- Você é péssima loirinha, precisa de algumas aulinhas.

- Não sei do que está falando. - Diz se dando de desentendida.

- Chega logo loira, faço questão de dar seu sorvetinho na boca. - Diz o ruivo sorrindo.

- Idiota...- Solta Ino antes da ligação ser encerrada.

***

Ino estaciona o carro perto da praça e desce. Colocando a bolsa de lado ela fecha a porta do carro já analisado a fachada coberta da obra que Gaara estava fazendo. Após passar da área tampada por tatames ela pode visualizar a carreira de plantas uma de cada lado do asfalto que dava para uma linda fonte que era feita com materiais recicláveis. A visão fez os olhos da loira brilharem diante da obra ainda não terminada, mas tinha plena certeza que ficaria espetacular quando fosse finalizada.


Anda zapeando o local a procura da cabeleira ruiva, atravessa uma ponte que interligava os dois espaços e logo vê o ruivo e a morena sentados em um banco de mármore analisando um papel que estava sob na mesinha redonda também de mármore. Ino vê Matsuri segurar a mão do ruivo e logo em seguida os olhos verdes do namorado se dirigem a si.

O ruivo levanta andando até ela com um sorriso torto nos lábios. Ino para mais logo tem seu corpo puxado pela mão do ruivo, fazendo assim seus corpos se chocarem.

- Demorou...- Diz roubando um selinho da loira.

- Trânsito. - Diz a loira apenas

-Hum. Vamos só estava esperando você chegar.

Ino vê o ruivo se virar e acenar para a morena que sorri retribuindo o aceno. O ruivo entrelaça as mãos na da loira e sai da praça. Os dois andam de pé até uma sorveteria que ficava ali perto. Ino conta ao ruivo o que fez na parte da manhã daquele sábado e o ruivo falava do andamento do projeto.

- Vamos almoçar na minha mãe amanhã?- Solta o ruivo logo após os dois estarem acomodados na mesa, com as taça de sorvete em mãos

Ino para a colher do sorvete no meio do caminho, encara o ruivo certificando que o mesmo estava falando sério, pisca e leva a colher a boca.

- Por mim tudo bem..

O sorvete daquela vez desse rasgando a garganta da loira, Conhecer a sogra em um domingo, não estava em seus planos.

- Será que ela vai gostar de mim?

A gargalhada do ruivo e alta. Ino revira os olhos para atitude do namorado. Ela realmente tinha medo da mãe do ruivo ser assustadora, pois Gaara era filho único, geralmente mães eram protetoras de mais com filhos únicos principalmente quando esse Único fosse homem.

- Ela pode ser assustadora no começo, mas sei que você consegue encarar.

- Gaara! - Repreende a loira.

O ruivo piscou sorrindo fazendo a loira sorrir em seguida também. Ino observa o ruivo de forma detalhada, a camiseta marrom deixando seus braços com a aparência de mais musculoso, o sorriso branquinho a barba rala e os olhos verde brilhando. Ela amava aqueles olhos, um súbito desejo sobe pelo seu corpo se concentrando em meio a suas pernas, aquilo sempre acontecia quando ela observava Gaara por muito tempo, o ruivo tinha esse poder sobre ela.

- Podemos sair amanhã cedo. - Diz encarando a loira se deliciando com o sorvete

- Tudo bem...

- Seus pais já sabem?

- Sim, por alto. - Fala a loira despreocupada.

- Uhum...

- O que foi? Diz ao ver o ruivo franzir o cenho. Ino sabia que ele não tinha gostado da resposta. - Já sou de maior Gaara, não preciso que você vá até minha casa me pedir em namoro.

Os dois soltam as colheres do sorvete e se encaram. A loira realmente não achava necessário aquela tradição toda.

- Eles podem achar que não estou levando você a sério. - Diz voltado a pega sua colher com sorvete e leva a boca.

- Não ligo para opinião deles. - Mente a loira. Ino não sabia qual seria a reação do pai ao aparecer com Gaara em sua casa, seu pai era ultra preconceituoso e com a questão de classe social. Ela não queria passar vergonha na frete do ruivo.

- Não quer me apresentar para seus pais Ino ?

Gaara encara a loira com um o semblante sério, ele sabia que chegaria aquela conversa com Ino, mas não sabia que a loira iria agir tão contra assim.

Gaara não queria que o pais da loira pensassem que ele queria apenas um aproveitador, que brincava com os sentimentos da loira, muito menos que ele era um oportunista.

- Não é isso... - Ela fala seria cruzando os braços

Gaara não fala mais nada, o silêncio se instala na mesa dos dois. Ino apenas observava o ruivo levar a colher até a boca preguiçosamente.

- Podemos almoçar na sua mãe e jantar na minha casa, tudo bem para você?

O ruivo da de ombros e olha para o lado de fora da sorveteria, desejava que o relacionamento com a loira desse certo. Naquele meio tempo ele descobriu uma pessoa incrível, e gostaria de continuar ao lado dela. E ele não queria se arrepender de ter firmado um relacionamento com uma garota de classe diferente da dele.

Ino solta o ar preso no pulmões e encara o ruivo, ela sabia que àquela hora chegaria, e o dever dela era preparar seu pai e mãe.

- Você não está preocupado em conhecer seu sogro e sogra? - Diz a loira descontraída para se livrar do clima tenso da mesa.

- Logico que não! Sou o genro que sua mãe pediu a Deus.

Ino revira os olhos mostrando a língua para o ruivo em seguida. Sabaku no Gaara era muito convencido. " Você também seria o do meu pai se tivesse um sobrenome conhecido no mundo dos negócios. " pensa a loira triste.

***

A dias Sasuke não dormia direito. Não dormia, nem comia e muito menos estudava para valer. Desde que havia escutado a conversa de Sakura com a mãe o moreno andava se martirizado e se perguntando o por que dá rosada não o contar daquela gravidez.

Sasuke tinha ido à casa da rosada aquele dia para ver se ela tinha melhorado e se ela iria a faculdade, mas quando viu o quarto dela vazio imaginou que ela teria ido para a universidade mais cedo. Porém quando ia saindo do quarto escutou a voz de choro e a porta de Mebuki entreaberta, andou até a mesma preocupado, mas quando pegou na maçaneta escutou a mãe da rosada falar.

O moreno saiu da casa como furacão. Entrou no carro e dirigiu pela cidade, Sakura não deveria ter escondido aquilo dele, ela não tinha o direito de fazer aquilo. Depois de praticamente acabar com o tanque de combustível do carro ele voltou para a casa de sua mãe. Assim que chegou na sala encontrado Sakura Haruno. Sua vontade era de sacudir a rosada e brigar com ela. Porém ele não fez nada, imaginou que talvez a rosada estivesse ali para revelar a verdade. Mas tudo que Sakura fez foi beija-lo e agradecer pelos cuidados dele.

Assim que a rosada vai embora o moreno vai para o quarto. Ele estava tão irado que mal notou quanto derrubou tudo de suas prateleiras. Os prêmios de campeonatos e feiras de ciências, as medalhas de honra, tudo havia ido para o chão. Ele estava puto, como ela podia esconder o seu filho?

- Sasuke! Mais o que é isso?

Mikoto entra no quarto com os olhos arregalados, veio da cozinha correndo quando escutou o barulho vindo do quarto do filho.

- Ai meu deus Filho.- Exclama quando vê a mão do moreno sangrar.- Você e Sakura brigaram de novo?

Imagina Mikoto pois a rosada havia acabado de sair dali.

Sasuke encara a mãe que analisava sua mão e sorri um sorriso um tanto perverso. Ele deixaria Sakura levar aquela mentira, veria até onde a rosada iria, e quando ela o contasse ele despejaria tudo que estava guardando.



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