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História ThreeTale - Capítulo 2


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Notas do Autor


Bom, aqui está o segundo capítulo da minha história, e gostaria de comentar uma coisa. Assim como no capítulo 1 este aqui possui certas falas dos personagens que eu gostaria que ficassem em uma fonte de letras onde o propósito é não conseguir ler mesmo, porém o site não aceita isso, por isso vai só estar escrito letras aleatórias para representar a língua que era para ser

Capítulo 2 - Velhos conhecidos


Capítulo 2

Rota Desconhecida

- Você tem um plano certo?

- Você acha mesmo que eu faria alguma coisa sem ter um plano? Até parece que você não me conhece.

- Eu só queria confirmar isso, pois não podemos cometer erros, você sabe disso, não sabe?

- Você já me viu cometendo algum erro antes? Mas sim eu sei muito bem disso, até porque eu preparo tudo muito bem para que isso não aconteça, diferente de você. Que já cometeu erros demais nesses últimos tempos. Sim eu estive vendo tudo que você faz, e por isso eu sei que você é arrogante demais.

- O QUE VOCÊ DISSE?

- Isso mesmo, você menospreza muito a Frisk, ela não é uma pessoa que se deve subestimar, ao conviver tanto tempo com ela você deveria saber disso. Chara!!

- Não aja como se você me conhecesse tão bem, você não sabe tanto assim sobre mim para falar essas coisas.

- Que seja, ainda temos que fazer uma coisa para começar nosso plano, por isso iremos atrás da última peça de tudo isso.

- Para qual lugar iremos agora?

-Iremos para a outra dimensão.

Rota Pacifista

 

- Me sinto um pouco estranho neste corpo depois de tanto tempo. Mas ao mesmo tempo eu me sinto bem com isso.

Frisk como um rosto sem reação pergunta

- É estranho, não consigo me lembrar de nada que aconteceu aqui.

Asriel com um cara de estranheza pergunta a Frisk:

- Sério!?! Será que você bateu a cabeça e perdeu a memória do experimento?

Frisk decide não responder

            Neste momento Sans aparece no laboratório:

- Eae galerinha... E o que aconteceu aqui?!?!!?

- A transferência não teve desfecho que esperávamos, mas não se preocupe estamos todos bens. – Rapidamente responde Asriel

-  Alphys, você está bem?

- Estou sim Sans, obrigada por perguntar. Como pode ver o laboratório explodiu, por isso vou demorar um pouco mais para fazer o seu aparelho.

- Sem problemas, mas por favor me explique o que aconteceu exatamente, e porquê Flowey está deste jeito.

- O experimento não terminou como esperado, não consigo me lembrar de tudo o que aconteceu, a última coisa de que me lembro foi uma luz branca e barulhos de metal caindo no chão, e após isso me lembro de Frisk me acordando e com Flowey em seu corpo original.

- Entendo... Frisk e Flowey, Asgore quer falar com vocês, e Mettaton quer falar com você Alphys.

- Certo, mas precisamos primeiro sair daqui, já que as saídas foram trancadas por causa dos escombros do laboratório

- Deixa que eu teleporto a gente para fora desse lugar. – Sans teleporta todos para fora do laboratório destruído - Flowey, Frisk eu preciso falar com vocês antes que conversem com o Asgore.

- Por favor me chame de Asriel, esse é o meu verdadeiro nome.

- Mas você precisa falar sobre o que conosco? – Pergunta Frisk

- Sobre o próprio Asgore e sobre a Toriel.

            Todos ficaram em silêncio por um breve período, Alphys percebe que seria melhor não atrapalhar Sans decidiu ir direto ao encontro de Mettaton.

- Vocês sabem que mesmo eu sendo brincalhão sou cauteloso, e estou percebendo que tem algo de errado, tanto com Asgore quanto com Toriel, não estou com um bom pressentimento sobre isso. Não sei o se realmente devo me preocupar.

- O que seria o estranho neles?

- A mamãe sempre foi muito gentil e cuidadosa, foi por causa dessa gentileza que ela abandonou o papai quando ele decidiu executar todos os humanos que caíssem no submundo, mas ultimamente ela parece ter mudado, não parece ser a mesma pessoa que cuidava de mim e de Chara.

- Ksj ujsuh hsm osjo suju (Você está certo, ela não mais a mamãe.)

Sans não conseguia reconhecer a voz enquanto Frisk não sabe esta língua, apenas Asriel sabia de quem é está voz misteriosa, mas antes que ele pudesse responder algo, a voz volta a falar  

- Sjh sdi shgda kslo ksi, gesg jiojsujd oosh lsoij us jdsia oosjduif shasldofgi sif   (Eu esperava mais de você Asriel, mas você é bondoso demais para executar o nosso plano, não é? No momento mais crítico você desistiu de tudo, você decidiu poupar aqueles humanos imundos, e agora virou amigo de mais um)

- Você já sabia que desde o começo eu não queria fazer aquilo!!

 Kkosd kos hdsaio hgdsayu os, sosj usd hysdo qelos os (Agora já não importa mais quais são os seus amigos, pois tudo isso não adiantará de nada contra nós)

A voz se cala, e todos escutam um barulho, confusos Sans e Frisk perguntam a Asriel como ele conhecia a voz.

- Você Frisk já deveria saber, pois você foi no antigo laboratório da Alphys no Subterrâneo. Você olhou aquelas fitas não olhou?

Por um breve momento Frisk fica em silêncio.

- Não sei o que você está falando

“Mas o que está acontecendo com o Frisk, ela está muito estranha” – Pensa Sans enquanto tenta lembrar de quem é a voz.

- Sans, Frisk!! Está voz, é de um antigo amigo meu. Seu nome é Chara, o primeiro humano.

-Independente de quem ele seja, nós temos mais de um problema. – Neste momento Sans invoca um Gaster Blaster para atacar Frisk – Me responda, quem é você?

Asriel assustado aparece na frente de Frisk para protege-lo:

- Sans o que você está fazendo? Esta é a Frisk eu tenho certeza!!

- Saia da frente Asriel, essa não pode ser a nossa Frisk, não acha estranho ela estar sempre com este rosto sem expressão e não falar quase nada?

Frisk dá um passo para frente de Asriel, levantando uma faca em sua mão e dizendo:

- Sim, eu sou a Frisk, e também não sei explicar o que está acontecendo, e não me importo de não saber, e caso você queira lutar não me importarei de sujar minhas mãos =) – Frisk começa a abrir um sorriso doentio em seu rosto.

- Hum... Não estou aqui para causar lutas inúteis, estou tentando salvar minha linha do tempo. E você, pretende fazer o quê?

Frisk abaixa a arma e volta a sua expressão normal

- Não tenho a intenção de matar nem machucar ninguém.

Rota Neutra

Frisk correndo com o Sans em seus braços chega em Snowdin, Frisk teve a sensação de que algo estava errado, ela não via nenhum monstro, ao chegar perto da casa de Sans e Papyrus, percebeu que a porta estava aberta, deitou Sans no chão e abriu devagar a porta. Ninguém estava em sua visão, então adentrou completamente na casa, com cuidado procurou em todos os cantos, ao terminar sem ver ninguém pegou Sans novamente e o deitou em sua cama.

Com o celular em mãos Frisk decide ligar para o castelo real, na esperança de alguém atender para ajudá-la. Após alguns segundos de espera, Frisk escuta uma vez cumprimentando:

-Olá, Sans é você? Eu preciso que você venha para o castelo agora.

            Reconhecendo a voz de Mettaton com a voz assustada logo responde:

-Mettaton, sou eu a Frisk, o Sans está desmaiado e precisa de ajuda, não sei o que aconteceu com ele tem como você vir ajudar por favor

-Pra quê? Pra fazer o mesmo que fez com o Asgore e a Undyne? Ou tentar me matar como fez com o Papyrus?  

-Não Mettaton espera não é...

            A ligação foi encerrada...

            No castelo Mettaton, vai até a ala hospitalar do castelo, onde Papyrus está sendo tratado, chegando lá Papyrus o cumprimentar levando a mão para o alto.

-Papyrus, você está melhor?

-Estou sim Mettaton, obrigado por me acolher no castelo

-Não precisa agradecer, como rei esse é um dos meus deveres, isso também inclui ir atrás da Frisk

-Tem certeza disso Mettaton, deixe-me conversar com ele primeiro

-Para a mesma coisa se repetir? Ela me ligou antes de eu vir para cá...

-E o que ela disse? Ela pediu desculpas?

-Não, algo muito pior, falou sobre o Sans estar desacordado, e pediu ajuda, como se eu fosse acreditar que ela não o matou depois do que fez a você. Agora eu sei exatamente onde ela está, mandarei os guardas reais para prende-la imediatamente.

-NÃO!!! Eu não deixarei que prendam a Frisk, eu irei lá primeiro, ela nunca mentiu, por isso eu acredito que ela não tenha matado Sans.

-Papyrus, um dia essa sua bondade irá ser a sua ruína. Muito bem, eu deixarei que você fale com ela primeiro, mas a qualquer sinal de agressividade eu mandarei prende-la.

-Certo!!

            Ao chegar em sua casa em Snowdin Papyrus espia pela janela, e observa Frisk com uma toalha húmida em suas mãos entrando no quarto de Sans. Preocupado com seu irmão Papyrus entra em sua casa, e devagar abre a porta do quarto de Sans, ao entrar Frisk está trocando a antiga toalha úmida da cabeça de Sans pela nova que ela levou:

-Frisk, como está o Sans?

-Ah! Papyrus! – Com a cabeça abaixada Frisk continua – Mettaton me contou que você estava ferido, segundo ele por mim. Mas não fui eu Papyrus foi a outra Frisk, você precisa acreditar em mim, o único que pode confirmar isso é o Sans, mas já faz horas que ele não acorda. Eu já não sei mais o que fazer, não importa para quem eu ligue, ou não atendem ou decidem desligar e não falar comigo.

- Eu acredito em você Frisk, algo em mim diz que você está falando a verdade.

Lágrimas começam a escorrer pelo rosto de Frisk, ao mesmo tempo que ela começa a abraça-lo. Para tentar acalmá-la Papyrus permanece abraçando-a por um tempo, quando Frisk se acalma decide conta-lo sobre a sua própria situação:

-Mas o que faremos com o Sans, não podemos deixa-lo aqui, mas acho que se eu tentar leva-lo até o castelo Mettaton não me deixará chegar nem perto.

-Não se preocupo tenho certeza de que ele ajudará ao Sans, certo Mettaton?

-Se essa história for verdadeira Frisk, então muita coisa está por vir, mas isso não quer dizer que eu não manterei os meus olhos em você, até que isso se confirme você será vigiada

-Eu entendo, então terei que esperar até Sans acordar para ter a sua confiança.

-Creio que isso não será necessário, Rei Mettaton e Frisk a Humana.

-E por que diz isso Muffet?

-Você sabe que eu tenho aranhas por todos os lados do Subterrâneo, sempre tenho duas ou mais observando cada um de vocês – com sua doce e sutil voz Muffet continua enquanto abre um sorriso para Frisk – até hoje nenhuma informação que eu recebi das minhas pequenas aranhas foi falsa, eu posso afirma até nos mínimos detalhes todas essa história.

            Frisk se levanta do chão juntamente com Papyrus, enquanto se acalma lentamente e para de chorar, Frisk agradece Muffet e sugere que a conversa aconteça no castelo. Neste momento Papyrus vai em direção a Sans e o pega em seus braços para leva-lo até o castelo de Mettaton.

 

Local Desconhecido

- Onde... Onde eu estou?

 

Dshi, soo jsohds sadj ushdu oshdi ksiodj os... osj psp op isd. (Sabe, vc é um caso curioso dentre deste reino...  Apesar de ser um monstro possui parte das habilidades de humanos).

 

 



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