História Thunderstorm - Capítulo 6


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Categorias Naruto
Personagens Boruto Uzumaki, Chouchou Akimichi, Inojin Yamanaka, Kagura, Kawaki, Mirai Sarutobi, Mitsuki, Sarada Uchiha
Tags Borusara, Boruto, Ecchi, Hentai, Inojin, Inosumi, Kagura, Kawaki, Log, Lomi, Mirai, Mitsuchou, Mitsuki, Namida, Namiwasa, Naruto, Romance, Sarada, Shikadai, Shikayodo, Songfic, Sumire-, Wasabi, Wasanami, Yodo
Visualizações 188
Palavras 2.917
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Vejam! É um pássaro? É um avião? Não e o nosso mais querido Emo com mais um capítulo de Trunderstorm!!!

Eu mesmo não aguentei esperar, por isso trago mais um capítulo!

Nesse teremos o P.O.V. da Sarada.

Além de parte desse mistério envolvendo ela e o Itachi -eu disse parte…-.

E lembrem-se… O prazo para a pergunta do capítulo anterior acabará nesse capítulo!

Enfim… boa leitura………

Capítulo 6 - Aquele Loiro Idiota...


*Sarada*

 

- Ah qual é Sarada, você precisa vir com a gente. – Chouchou tentou pela ‘milésima’ vez tentar me convencer, mas ela devia saber que não vai conseguir.

- Eu já disse que não vou! – respondi firme.

- Vamos Sarada, vai ser divertido… – agora era a Sumire, mas eu permanecia na mesma.

- Eu não vou pro shopping hoje! Se quiserem ir podem ir, mas eu não vou!

Nós três estávamos na saída do campus, na qual todos os alunos só falavam na apresentação daquele loiro idiota. Já elas, estavam tentando me convencer a ir para o Shopping Center, mas eu não estou com a menor vontade de ir.

- E o que nós temos que fazer pra te convencer a ir? – Chouchou perguntou.

- Que tal me fazer essa pergunta quando eu tiver mais tempo, tipo… daqui a uns seis anos atrás?

“Certo, eu admito… eu precisava dizer isso. ( ̄°- ̄°>)”.

- Fala sério amiga… até os meus pais têm mais tempo livre do que você… – Sumire comentou.

- Seus pais são os proprietários de uma das maiores empresas de eletrônicos da Coréia do Sul… eles podem contratar substitutos, eu não!

- Detalhes amiga, detalhes… – retrucou, revirando os olhos. – Aliás, uma coisa é ter DOIS ADULTOS cuidando de uma empresa, outra bem diferente, e ter uma jovem de dezoito anos de idade cuidando do conselho acadêmico!

- É Sarada… a Sumi tem razão. – a ruiva completou. – E você parece um ermitão! De casa pro campus e do campus pra casa… isso vai acabar com você!

Droga! Eu odeio quando elas apresentam esses argumentos para cima de mim.

- Certo, eu vou! Felizes agora?! – respondi chateada.

- Finalmente! – exclamaram juntas.

- Mas não considerem isso uma vitória tá?!

- Tá bem, tá bem… eu não falo nada. – Chouchou falou, levantando as mãos.

- Eu também não falo nada. – Sumire disse, repetindo o mesmo gesto da ruiva.

Eu sabia, eu sabia, eu sabia, eu sabia, eu sabia… ah não espera, eu sabia! Eu sabia que não deveria ter vindo aqui! Agora, o pouco tempo de paz que eu poderia ter se foi de uma vez! Por um motivo simples… Aqueles idiotas barulhentos estavam aqui!

Bem, pelo menos o “Idiota-mor.” não está aqui!

“Sim eu o chamo de Idiota-mor! Arrumem um advogado pra me processar! ( ̄°- ̄°/)”.

- Olha que sorte… os garotos estão ali. – Chouchou como sempre observadora, comentou. – Por que não damos um ‘alô’ pra eles?

Eu estava prestes a protestar quando a Sumire falou na minha frente.

- Vamos, eu… preciso falar uma coisa… pro Inojin… - falou, com um leve rubor no rosto.

- Falar? Tem certeza? Por que parecem que vocês querem usar suas bocas para outra coisa… – Chouchou soltou, em seu tom malicioso.

- Ch-Chouchou…

- Tô brincando Sumi… - falou rindo. – Eu sei que vocês não querem usar só a boca.

- CHOUCHOU! 

-Ok, ok… eu parei…

Já eu, estava tentando encontrar uma rota de fuga pra aquela situação, mas como se ela lesse a minha mente, Chouchou segurou a minha mão e olhou diretamente nos meus olhos.

- Nem pense em arregar morena, foi uma luta pra te convencer a vir até aqui e eu não vou deixar você sair da minha vista!

Se eu estava decepcionada? Sim. Se eu estava com medo? Não. Se eu estava apavorada? Com certeza!

“Vocês também ficariam se sua melhor amiga te fizesse esse tipo de ameaça, E EM PÚBLICO! (*-*#)”.

- Tá legal… você venceu. – falei, completamente rendida.

- É assim que se fala amiga… – falou sorrindo, como se nada tivesse acontecido. – Agora vamos lá! – exclamou, literalmente nos puxando -a mim e a Sumire, que estava com cara de boba apaixonada- na direção da mesa da dupla barulhenta. – Oi meninos…

-E ai Chouchou, Sumire, presidente… – saudou Shikadai. – O que estão fazendo aqui?

- Só… dando uma volta… e vocês? – a ruiva perguntou de volta.

- Estamos fazendo o mesmo… – Inojin respondeu. – E aí Su? – perguntou, encarando a Sumire e dando uma piscadela que só fez ela ficar ruborizada.

- E-e aí I-Ino-jin… tu-tudo bem?

- Ah qual é… vão se comer logo de uma vez! – Chouchou falou de modo tão natural que até eu mesma senti as maçãs do meu rosto esquentarem.

“Em minha defesa, posso alegar que foi involuntário, e só um pouquinho… (‘-‘.)”.

- Quem sabe nós não fazemos isso mesmo… – ele respondeu com um sorrisinho, encarando a Sumire que ficou ainda mais vermelha.

É sério mesmo gente? Esse loiro ecchi disse isso mesmo? ( ̄°- ̄°/)”.

- Mudando de assunto garotas, o Iwabe convidou vocês para a festa do primo dele?

- Convidou sim. – Chouchou respondeu.

- A mim também. – Sumire assentiu também. – Vocês vão?

- Vamos sim – Shikadai respondeu.

- E quem mais vai? – Chouchou perguntou.

- Vai o Shinki, o Araya, a Yodo, o Mitsuki e o Boruto.

- E você presidente? – Inojin falou, olhando para mim. – Vai também?

- Eu não vou. – respondi firme. – Ainda mais se aquele loiro idiota for…

- Ah Sarada… por que não? – Chouchou perguntou.

- Por que eu não tenho a mínima vontade de ir!

- Tá legal… – ela falou, recuando um passo.

- Ei Inojin… – Shikadai o chamou. – Onde está o Boruto e o Mitsuki? Não eram pra já terem voltado?

- Quem sabe…

Ah ótimo, como se o loiro ecchi não fosse o bastante, agora tem o loiro idiota por aqui no shopping!

“Há oxigenação demais por aqui, né? ( ̄°- ̄°/)”.

- Garotas… se me derem licença, eu preciso voltar para casa… – falei para elas.

- Ah não Sarada… você não pode! – Chouchou exclamou.

- Eu preciso ir, foi mal… tenho muito o que fazer para amanhã… – tentei justificar, e ela não gostou nem um pouco.

- Mas… e o nosso passeio?!

- Outra hora eu vou, mas não agora!

- Tá legal, mas na próxima você não escapa. – ameaçou, e tudo o que fiz foi acenar positivamente e dar meia volta e sair dali.

Finalmente! Não que eu não goste delas, mas tudo isso não me faz nada bem, ainda mais quando eu tenho tantas coisas para fazer.

Achar um ônibus que me levasse do shopping até o interior de Manhattan não foi tão difícil, ainda mais por que já era de noitinha, mas o problema foi a espera de quinze minutos…

“Eu sei, eu sei… quinze minutos não é muito, mas para mim é! ( ̄°- ̄°.)”.

Quando cheguei em casa, achei estranho o fato de ter um carro totalmente preto na frente do prédio.

- Será que…

Subi as escadas mais rápido do que o de costume, e quando cheguei na frente do meu apartamento que ficava no terceiro andar, notei a porta entreaberta o suficiente para que eu pudesse ver que minha mãe não estava sozinha.

Estreitei os olhos para tentar enxergar melhor quem poderia estar lá dentro, mas não conseguia ver muita coisa. Além da luz forte de dentro do meu apartamento, ela refletia nos meus óculos e me impediam de ver corretamente.

Decido então abrir minimamente a porta, fazendo um ruído quase imperceptível, e quando entrei pela porta, noto que o “estranho” que está sentado em uma cadeira, em frente a bancada que dava acesso à cozinha, na verdade era o meu pai.

Meu querido, e ausente pai… presente.

“Ótimo… ( ̄°- ̄°/)”.

- Sarada… achei que não ia voltar hoje… – minha mãe falou enquanto tirava uma bandeja repleta de batatas fritas do fogão e colocava sobre um apoio em cima da bancada de mármore. – Você demorou bastante.

- E que eu… tive alguns… problemas com a secretaria. – falei lentamente, encarando aquela figura em seu uniforme padrão de investigador criminalista, mas o mesmo permanecia sem me encarar. – Boa noite pai…

- Boa noite Sarada. – respondeu, com seu habitual tom inexpressível.

- E como foram as aulas filha? – minha mãe perguntou, muito provavelmente sentindo que essa conversa entre eu e o meu pai não iria acabar muito bem.

- Foram boas… - murmurei, andando até o quarto e trancando a porta.

Não é o meu costume jogar as minhas coisas em qualquer lugar, mas fiz assim mesmo com a minha mochila, e meus tênis. E quando me senti “aliviada” daquele peso em minhas costas e pés, me joguei na cama e me permiti respirar profundamente, relaxando cada um dos meus músculos.

“Finalmente estou em casa! ( ͡  ͜-  ͡  )”.

Agora a única coisa que posso fazer para ficar realmente perfeito é um banho… ah, mas a cama parece tão confortável… bem, se quero mesmo um banho, e bom eu fazer logo isso!

Mesmo sem querer me levantar, me levantei, e o meu corpo logo acusou o quão boa a cama estava. Porém, não mudei o meu objetivo. Fui até o closet no meu quarto, a procura de uma roupa que eu pudesse usar depois do banho e quando a encontrei, deixei em cima da cama, e pequei minha toalha antes de entrar no banheiro que está em meu quarto.

- Filha, o jantar está pronto! – ouvi a minha mãe falar da sala de jantar e assim que cheguei lá, senti seus olhos correrem de cima para baixo ao longo do meu corpo. – Filha… não tinha outra roupa para você usar não?

- Tinha, mas é gosto mais dessa… – respondi, me sentando do lado oposto à mesa em que o meu pai estava. – Algum problema?

- Não, mas… não é um tipo de roupa para se usar em casa…

Eu estava usando um shorts jeans um pouco longo, que cobria completamente o meu joelho e uma parte das minhas canelas, além de uma blusa preta de mangas que cobriam meus cotovelos com um “S” em vermelho no centro, com padrões semelhante a cauda de um gato.

“Que se por acaso vocês quiserem tomar nota, é o meu animal favorito. ( ͡  - ͡  P)”.

- Eu sei que não é, mas eu não gosto de roupas curtas. – respondi a ela, enquanto tentava encarar meu pai, que para variar estava concentrado demais em seu bloco de notas para prestar atenção na sua própria família.

- Então está bem…

Depois daquilo, nenhum de nós falou nada, apenas nos concentramos na comida e nas nossas próprias respirações. Por vezes, tentei olhar nos olhos do meu pai, mas ele permanecia sem me olhar, na verdade, ele sequer tocava no seu prato, e quando percebi, eu e minha mãe já havíamos acabado de jantar.

Olhei para ela que por sua vez olhava dele para algum ponto aleatório, sem nem sequer me olhar.

Aquela situação já estava insuportável muito tempo antes daquela refeição começar e agora tudo explodiu!

Coloquei as mãos sobre a mesa e quando estava prestes a me levantar, o celular dele tocou aquele maldito toque do seu trabalho.

Bastou que os seus olhos batessem na tela para que ele se levantasse e andasse até a porta, mas eu não deixaria ele sair assim. Não dessa vez.

- Então já vai? – perguntei a ele. – Não quer levar para viajem? – apontei na direção do prato de comida intocado dele. E bastou aquilo para que ele parasse de andar e segurasse a maçaneta, com o pé a apenas alguns centímetros da soleira, mas ainda assim ele não me encarava. – Afinal de contas você precisa, já que trabalha tanto que não deve ter ninguém para te substituir, por isso você faz o trabalho de todo o seu departamento, não é?! – a àquela altura, eu não conseguia conter minha raiva, e isso era mais que perceptível.

E quanto a ele? Apenas se virou, andou até mim e tocou a minha testa, e quando fez isso, se virou novamente e foi embora.

Depois daquilo, levei minha mão até a minha testa e senti ainda mais raiva dele. Como ele pode fazer algo que só o meu tio tinha o direito de fazer?! E ainda por cima, sair assim, sorrindo?!

Eu não sei de mais nada, então apenas fui até o meu quarto e bati a porta com força, e no momento, nem me importei com a minha mãe, mas àquela altura até ela teria feito isso.

Fui até o banheiro para tentar encarar o meu próprio reflexo, hábito que tenho quando quero encontrar alguma resposta, mas dessa vez ela não veio. Então decidi que já era hora de dormir. Escovei os dentes, lavei o rosto e voltei para o quarto, para minha cama e a última coisa da qual eu me lembrei antes de dormir foi da raiva que eu sentia do meu pai.

No dia seguinte, já na NYU, no intervalo, aproveitei a oportunidade para entregar os formulários de inscrição para a coordenadora geral do curso, Anko, para que ela pudesse distribuir para os representantes dos cursos.

- Obrigada Sarada… espero que não tenha dado muito trabalho… – ela falou de forma calma.

- Não foi trabalho nenhum coordenadora, na verdade, foi até moleza…

- Aliás… devo ressaltar que gostei da ideia das máscaras numeradas, assim saberemos se houver algum arruaceiro aprontando durante o baile. É uma ideia muito boa…

- Ah que isso… – respondi um tanto sem jeito. – Olha, se me der licença, eu preciso ir… tenho que terminar uma tarefa.

- É claro, e continue sempre assim…

Me despedi dela com um aceno simples e andei através do campus.

A coordenadora geral é uma das poucas pessoas que não me cobram mais do que eu posso fazer, acho que parte disso se deve ao fato dela já ter sido parte do conselho acadêmico quando mais jovem. Isso mais o fato de ser a tutora particular da Chouchou, que por ser minha melhor amiga, acabamos nos dando bem. É claro que o fato das duas usarem quase o mesmo número de manequim não interfere nisso…

Certo… tenho certeza de que ela me mataria se me ouvisse falar is---

Ah não… aquele loiro idiota não! Tocando aquela guitarra barulhenta! No meu espaço particular!! De novo!!! Ah ele vai pagar caro!!! Muito caro!!!

Me aproximei devagar dele até ficar de costas para a árvore, esperando ele terminar aquela tortura. E quando terminou, olhei por cima dele e vi ele escrevendo alguma coisa num fichário.

E eu devo admitir que no momento, minha curiosidade supera a minha raiva.

“E quem nunca teve momentos assim? (‘-‘/)”.

Bem, já que ele havia quebrado uma regra que… acabei de criar… vou usar isso a minha vantagem.

Rápida como um raio, puxei aquele fichário de suas mãos e fiquem em pé na frente dele.

- O que é isso?! Perguntei, olhando para a sua cara que aos poucos ia de “idiota” para “idiota desesperado”.

- Errr… i-isso? É… me-meu livro de músicas. – eu admito que a forma com que ele gaguejou até teria sido um pouquinho fofa, um pouquinho, se estivéssemos em outra situação, mas não estamos. Então me limitei a dar um sorrisinho.

- É mesmo? – perguntei, arqueando uma sobrancelha. – Então não se importa se eu ler, não é?

- O QUE?! – ele gritou, se levantando e ficando na minha frente, me encarando. – Você não pode!

Ah eu posso e vou! Desrespeitar a minha autoridade é mais uma regra -que acabei de criar- que foi quebrada.

- Claro que posso… até por que você desrespeitou duas regras, esse lugar é para os alunos lerem sossegados, e não para tocar. – falei, dando meia volta e saindo dali.

- Espera aí! – ele gritou, de novo. – E a segunda?

- Quando desobedeceu a primeira regra, você já quebrou a segunda, você desafiou a minha autoridade! – respondi, ajeitando meus óculos e com um sorriso no rosto, saí da vista dele.

Agora é só arranjar um bom lugar para ler isso…

Minha sala parecia ser o lugar perfeito para ler isso, por isso é exatamente onde estou agora.

Não foi tão difícil “decifrar” esse fichário, até por que mesmo sendo um idiota, aquele garoto tem uma bela caligrafia.

A medida que eu lia, percebia que aquilo podia ser qualquer coisa, menos um caderno de músicas, por que aqui tem tudo, menos músicas.

Bom, se eu tive um dia péssimo ontem, agora eu estou tendo um ótimo dia! Quando se tem uma mina de ouro nas mãos…

“Para aqueles que lerem isso, deixo toda a minha coleção de hentais para…”.

É sério isso? Ele tem uma coleção de hentais?

“Parece que ser ecchi tá na oxigenação! ( ̄°- ̄°|)”.

“Assim que eu cheguei, todo mundo me encarou como se eu fosse um E.T. …”.

“Ah peninha dele né? (^-^P)”.

“A senhorita da arrogância, Uchiha Sarada.”.

Senhorita… da ARROGANCIA!!!

Como. É. Que. É?!

Desde o momento em que eu pisei os pés naquela universidade, ela me encarava como se eu fosse a criatura mais vulgar da terra. Todas as vezes que eu andava pelos corredores, ela derrubava meus livros no chão, e como se não fosse bastante, na hora do almoço ela derramou suco de tomate na minha camisa.”.

Você faz parecer que não merece não é!

“Só espero que o “Problema-Uchiha” não pegue mais no meu pé!”. 

Ele me chamou de... Problema-Uchiha?!

Ele.

Me.

PAGA!

- Errr… Mitsuki… – o chamei assim que entrou na sala do conselho.

- Sim?

- Você… pode falar para o Iwabe que eu vou nessa festa do primo dele?

- Sério? – perguntou e eu apenas assenti.

- Só vou precisar do endereço…

- Eu posso te entregar, mas se quiser, eu posso levar você até lá…

- Ah obrigada. – o agradeci, voltando minha atenção ao diário.

 

Certo. Minha vingança contra aquele loiro idiota já está arquitetada! Agora é só mover as peças…


Notas Finais


Epaaaaaa! Sarada, Sarada, Sarada… lembre-se do que o professor Madruga nos ensinou: “A vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena…”.

Que tal o capítulo? Olha eu corri para digitar por isso se tiver algum erro, eu prometo que corrijo!

No próximo é a festa! EBA!!! E a resolução do misterioso mistério do “Garoto-Problema”.
Última chance para adivinhar…

Até mais!


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