História Till My Chest is on Fire - Capítulo 20


Escrita por: e Chimm_Chimm

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7
Personagens Jackson, Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Angst, Bts, Drama, Drogas, Gangsta!au, Gangues, Hopemin, Jihope, Lemon, Long-fic, Mpreg, Namjin, Smut, Taekook, Vkook
Visualizações 72
Palavras 5.601
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olar,
Sei que vocês devem estar patassos comigo agora, mas acreditem, eu não fiquei ausente de propósito.
Por uns problemitos pessoais eu acabei viajando e fiquei sem internet, mas enfim, chega de blá blá blá porque ninguém liga.
Vamos logo pra essa estorinea que ainda tem muita coisa pra acontecer sz risos
(a partir de agora os capítulos terão em média 5k s2)


⚠ not safe for work ⚠ cof cof

Capítulo 20 - Twentieth shot (special)


 

JiMin POV

 

 

 

 

 

Esperava mesmo que HoSeok entendesse meus sinais; fui caminhando até o banheiro, lentamente tirando cada peça de roupa e as deixando no chão como uma espécie de trilha para que ele seguisse.

 

A água quente fazia meus músculos tensos relaxarem um pouco, a sua demora me fazia pensar se eu não tinha sido óbvio o bastante, mas quando ouvi seus passos pelo corredor, a porta abrindo devagar, eu sorri satisfeito e senti um frio na barriga, pois soube que tinha funcionado. 

 

Sentia seu olhar queimando em minhas costas nuas, ele parecia me admirar calado, de longe, e ao mesmo tempo que isso me deixava confiante, também me fazia um pouco tímido. Chamei sua atenção quando a vermelhidão de meu rosto já não era só pela água quente, e quando finalmente olhei diretamente para o seu corpo, engoli seco.

 

HoSeok era lindo, sua pele era levemente dourada, seu porte era forte, o vapor deixava seu leve abs brilhando, e quando desci meus olhos pra entre suas coxas, tive medo de aquilo nem caber em mim. Colei nossos corpos, sentindo um choque apenas com nossas peles nuas se tocando; senti suas mãos em minha cintura e envolvi seu pescoço enquanto sentia seus beijos molhados no meu pescoço. Eu estava eufórico como não me sentia há muito tempo.

 

 

 

 

 

Nossos lábios se moldavam perfeitamente como peças de um quebra-cabeça; eu apertava seus ombros, sentia suas mãos explorando meu corpo, desde as minhas costas, braços, cintura, e é claro, minha bunda, onde ele apertava com vontade, gemendo baixo contra minha pele molhada.

 

– Você é tão gostoso, JiMin. – me controlava pra não derreter ali mesmo; fazia tanto tempo desde que me senti assim com alguém, que eu não queria pensar, só queria me entregar para HoSeok de uma vez.

 

Nossos beijos foram ficando cada vez mais afoitos, nossos quadris se mexendo e causando uma fricção gostosa entre nossos membros já levemente despertos. Ele mordia e chupava cada pedaço de pele que encontrava, e eu já não ligava mais se parecia desesperado, me permitia gemer e demonstrar o quão bem ele estava me fazendo sentir, principalmente quando seu indicador começou a brincar com minha entrada, provocando de leve com movimentos circulares.

 

Gemi em deleite enquanto arranhava seus ombros. HoSeok grunhiu, me pressionando contra a parede fria de cerâmica e fazendo com que meu corpo se arrepiasse pelo contato.

 

– Sua voz fica tão doce gemendo pra mim. – seus lábios foram descendo até chegar em meus mamilos e eu segurei por impulso em seus fios castanhos; ele rodava a língua pelos meus botões rosados, mordendo vez ou outra e sorrindo sacana ao ver o quão ereto eu já me encontrava.

 

 

 

– Essa sua boca... porra, HoSeok! – não contive os palavrões, nossos corpos reagiam ao máximo com o mais simples dos toques, nossa química era inexplicável; apenas com aquilo eu já estava delirando, mas quando seu dedo foi sorrateiro até minha entrada novamente, minhas pernas falharam. – Hmmm! – eu joguei a cabeça pra trás, mordendo com força meu lábio inferior.

 

Meus músculos apertavam seus dígitos cujo ele não demorou a levar até meus lábios pra que eu chupasse.  Abri minha boca esperado como se fosse o doce mais gostoso, e para provoca-lo ainda mais, passei minha língua na pontinha deles mantendo o contato visual; sorri mais que satisfeito com a cara que HoSeok fez.

 

 

 

– Park JiMin... – suspirou. –  Quero essa sua boca em outro lugar mais tarde. – sussurrou contra meus lábios e rimos juntos, enquanto ele levantava uma de minhas coxas, a fim de ter mais liberdade para o viria a seguir.

 

HoSeok levou seus dígitos novamente até minha entrada, me preparando com cuidado, enquanto me beijava e ia para meu pescoço novamente. Seus dedos tão maiores que os meus alcançavam lugares que eu nunca conseguia sozinho; ele incrível, eu mal sentia dor ou desconforto, só conseguia agarrar seus fios no objetivo de me manter nesse mundo enquanto seus beijos abafavam meus gemidos manhosos.

 

Em poucos minutos ele já me penetrava com quatro dedos rapidamente enquanto eu mordia seu ombro, as marquinhas dos meus dentes tirando até sangue algumas vezes, mas eu não conseguia me controlar. Quando pensei que estava chegando lá, meus gemidos ficaram mais altos, e ele parou de repente.

 

Eu protestei com minha melhor expressão emburrada, mas HoSeok só sorriu sacana, me beijando lentamente e puxando meu lábio inferior. – Você só vai gozar na minha cama, comigo dentro de você. – sussurrou por fim e eu me arrepiei por completo; estava mais que ansioso por aquela noite.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

HoSeok POV

 

 

 

JiMin e eu tivemos uma história conturbada, e definitivamente eu nunca achei que seria ele quem me traria de volta à sanidade, e ao mesmo tempo, tirasse ela de mim.

 

 

 

Há tempos não me sentia tão vivo; aquela coragem que o Park tinha para me enfrentar, era extremamente sexy assim como tudo sobre ele.

 

Terminamos de tomar banho em meio à beijos e provocações, e assim que saímos, mal tivemos tempo para nos secar. Ele ria em meio à minha ansiedade para lhe ter para mim, e quando eu arranquei a toalha de suas mãos, o baixinho apenas aceitou que a euforia também estava presente em seu subconsciente.

 

 

 

– Está mesmo desesperado, huh? – falou sorridente enquanto eu puxava seu corpo contra o meu.

 

 

 

– Não finja que você também não está, Park. Há semanas que eu quero te jogar na minha cama. – o levantei em meu colo e ele deu um gritinho fino antes de enlaçar meu pescoço e rir junto à mim.

 

 

 

Caí na cama sobre ele, e mais uma vez ficamos apenas naquele contato visual. Eu não entendia bem como aquilo funcionava, só sabia que sempre que nossos olhares se encontravam, era como se precisasse continuar até que ele desviasse, ou eu perdesse o controle. E naquela vez ele não desviou.

 

 

 

Estava prestes à beija-lo mais uma vez, quando senti sua destra subir tocar meu rosto de leve; sua expressão tinha mudado, ele estava sério e parecia me analisar com cuidado como se tentasse encontrar algo errado.

 

 

 

– Você sente, não é? – sussurrou. – Eu sei que sim... – fiquei estático tentando entender o que ele queria com aquilo.

 

 

 

– Está com medo de eu acabar te matando? – franzi o cenho em confusão; não esperava que ele fosse entrar naquele assunto naquele momento.

 

 

 

O Park sorriu brevemente e encarou desde meus lábios até meus olhos novamente enquanto seus dedos agora faziam um carinho em minha bochecha.

 

– Eu não tenho medo de você, HoSeok, tenho medo do que está fazendo comigo. – suspirou. – Mas não sou eu que deveria.

 

 

 

Segundos depois e eu já estava sorrindo outra vez, ali estava o JiMin desafiador e seguro de si que eu conhecia.

 

Sem mais perder tempo, colei nossos lábios e ele correspondeu prontamente conforme suas mãos brincavam com meus fios curtos na nuca. Me levantei o suficiente para leva-lo mais para cima na cama, ainda sem quebrar o ósculo.

 

Quando encontramos uma posição confortável, passamos a explorar o corpo um do outro; minhas mãos passeavam por suas coxas e cintura, dedilhando por todos os desenhos que ele tinha em suas extensões. Eu apertava sua pele vez ou outra com cautela, esperando suas reações, e ficava satisfeito toda vez que ele correspondia com suspiros ou beijos mais intensos.
Aos poucos eu memorizava onde ele mais queria meus toques, quando sua mão vez ou outra e discretamente empurrava a minha até chegar em seu torso, ou mais precisamente onde queria, seus mamilos sensíveis.

 

Descobri muito sobre ele enquanto estávamos ali, apenas aproveitando nossos toques. JiMin era muito mais tímido do que aparentava; embora fosse bem atirado e seguro de si, ele era cauteloso, e demonstrava que queria que eu o tocasse como quisesse, e definitivamente, eu aproveitaria aquilo como o melhor consentimento que já me foi dado.

 

Chegamos à um ponto em que a fricção de nossos corpos já não era mais o suficiente, então sem mais delongas e com uma delicadeza que eu nem sabia que tinha, abri suas pernas e me ajeitei entre elas, pronto para penetra-lo, mas mais uma vez, ele me surpreendeu.

 

JiMin inverteu nossas posições, ficando sentado sobre mim enquanto sorria mordendo o lábio inferior; correspondi àquele sorriso, a nossa rixa era algo que continuaria para sempre, disso eu tinha certeza, e nós dois adorávamos isso.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

JiMin POV

 

 

 

Adorava a expressão de surpresa no rosto de HoSeok quando eu fazia algo assim, surpreende-lo, irrita-lo, provoca-lo; tudo parecia incrivelmente mais gostoso com ele.

 

Me abaixei e beijei seus lábios lentamente, puxando seu inferior, enquanto minha destra se apoiava em seu peito, e minha canhota foi direto para seu membro, apertando, e pincelando minha entrada com seu pré gozo. Ambos gemíamos pelo contato; separamos o ósculo para respirar fundo, mas nossos lábios permaneciam colados.

 

Suas mãos acariciavam minhas coxas com precisão e certa força; seu sorriso dava lugar aos poucos a uma expressão de prazer enquanto eu descia lentamente, tombando a cabeça para trás e gemendo com cada centímetro que preenchia meu interior.

 

Já fazia tanto tempo, e ele era tão grande, mas só parei quando seu membro estava completamente em mim; minhas paredes se contraindo em volta dele, tentando se acostumar com a intrusão.

 

Eu gemia baixinho, tentando me movimentar com a dor que subia fina pelas minhas costas, quando senti as mãos grandes de HoSeok cessando meus movimentos. 

 

– Hey, vai com calma. – ele se sentou, e me puxou consigo até suas costas encostarem na cabeceira da cama. – Não precisa se machucar, temos a noite toda. – HoSeok me puxou pra mais perto até nossos peitorais se tocarem e meu membro ficar pressionado entre nós.

 

Suas mãos apertaram meus glúteos, fazendo nos dois soltarmos suspiros com a pressão que isso fez. Podia sentir cada veia, cada movimento do sangue pulsando com cada pequeno movimento meu. 

 

– Você é tão apertado, JiMin – ele sussurrou enquanto estocava pausadamente, me fazendo suspirar entre um gemido sôfrego. –, foi feito pra eu te foder. – suas mãos separaram minhas bandas, estocando lento e ainda mais fundo, causando um gemido de nós dois, com as bocas quase coladas. – Vou te fazer gritar, para todos ouvirem quem está te dando prazer. – ele falou mais alto dessa vez, e eu levei meus dedos até meus lábios, chupando de leve a fim de abafar meus gemidos enquanto eu dava início ao meu sobe e desce.

 

 

 

HoSeok me ajudava impulsionado seu quadril para cima, e me beijando afoito toda vez que eu rebolava com vontade sobre seu membro. Seu pescoço era alvo de minhas mordidas e chupões enquanto deixava que ele nos desse prazer, estocando fundo e forte, tão fundo que eu jurava que poderia o sentir por dias após aquela noite.

 

Estava mordendo seu lóbulo quando senti meu ponto sensível ser atingido; gemi alto e sem escrúpulos, HoSeok estava me tirando do chão.

 

- Oh! HoSeok! – apertei seus fios entre meus dedos e sentei com força, buscando mais uma vez aquela sensação maravilhosa. – Mais fundo, por favor– Ah! – meu gemido soou mais fino e mais alto pelo quarto escuro; HoSeok beijou meu ombro e abraçou minhas costas, em meio à respirações ofegantes e alguns gemidos sôfregos enquanto procurava se sentar na melhor posição para me estocar com ardor.

Foi a melhor sensação que já senti; HoSeok aumentou as estocadas em um nível que eu nem sabia que era possível. Ele entrava e saia muito rápido, mesmo assim, eu sentia cada movimento como se o tempo parasse.

 

- Oh! Porra! Isso! – minha sanidade tinha ido para o espaço; eu gemia descontrolado, e não me importava de demonstrar o quão gostoso aquilo estava. – Mais! Mais! Oh, Seok, mais fundo, isso!

 

HoSeok estava tão concentrado que seus gemidos saiam sôfregos; seus braços fortes me apertavam com força, me deixando em deleite pelo bônus de ter aquele homem me dominando.

 

Após alguns longos segundos naquele ritmo frenético, Seok diminuiu a velocidade, e por conta disso seu pênis saiu de dentro de mim por poucos segundos. Suspiramos frustrados pela separação e rimos brevemente logo depois, enquanto eu segurava em seu ombro e o guiava para dentro de mim novamente.
Ao mesmo tempo, HoSeok acariciava minhas coxas, beijando-me agora calmamente e com ternura, causando um contraste quase cômico aos beijos afoitos de antes.

 


Dessa vez eu comandava os movimentos; mantinha minhas mãos em suas coxas para ter onde me apoiar e pegar impulso, meus movimentos ficando mais rápidos a medida que ficava mais gostoso, sem nem perceber eu já cavalgava sobre si.

 

HoSeok ainda segurava em minha cintura, provavelmente deixando marcas, mas eu não me importava, minha pele já era marcada pelos desenhos que eu tanto amava, e por alguma razão, sentir que ele também deixaria os seus próprios em meu corpo me deixava feliz e cada vez mais excitado. 

 

– HoSeok... Hmm, você está tão duro! Oh! Tão quente! – eu continuava a balbuciar palavras aleatórias, uma mistura de seu nome e elogios ao quão bem eu estava me sentindo.

 

Meus sobe e desce foram perdendo o ritmo, e minhas coxas estavam começando a doer pelo esforço, até que eu não aguentei mais e me deixei cair sobre seu peito suado, gemendo meio frustrado pela minha falta de força.

 

– Merda...estava tão gostoso. – não me importava de ser manhoso, nem de ele me provocar depois, só queria sentir prazer.

 

 

 

 

 

– Não se preocupe, JiMinnie – beijou meu ombro novamente –, não estamos nem começando ainda. – ele riu ofegante, me puxando pra baixo pela cintura, enquanto me estocava rapidamente outra vez.

 

Eu praticamente gritava de prazer, subindo pelo impulso devido a força de seus movimentos. A cada estocada atingindo meu ponto mais sensível, HoSeok me forçava a sentar mais em seu membro, enquanto mordia e beijava meu pescoço. 

 

– Porra, você é tão quente! Quer que eu te foda mais fundo? Huh?  – conseguiu falar, e eu rebolei tombando a cabeça para trás em resposta.

 

– Ah! HoSeok! Me fode com força, por favor! – implorei e ele abocanhou meus mamilos, causando mais um gemido sôfrego entre os vários daquela noite. HoSeok me puxou para mais perto, pressionando meu membro até então esquecido.

 

Senti espasmos pelo meu corpo, estava cada vez mais perto, e Seok alcançava meu ponto sensível com mais facilidade. Quando ele diminuiu os movimentos, incentivando que eu rebolasse contra seu membro, eu simplesmente me senti no céu.

 

A cada vez que me movia, ele me estocava fundo e de repente, fazendo meus olhos revirarem pelo prazer intenso.

 

– Oh! JiMin! Continue! – ele deitou sua cabeça na cabeceira atrás de si e eu voltei a me apoiar em suas coxas, agora indo mais precisamente em busca do nosso ponto alto de prazer.

 

– Oh, porra, que pau maravilhoso! – gemi e segurei em seu pescoço com uma das mãos, enquanto subia e descia sobre seu colo. – Goza em mim, Seok-ah!

 

 

 

A partir daí foram poucos segundos e eu estava ejaculando por todo seu abdômen; meu corpo tremendo levemente e minha mente em branco, onde tudo que passava era seu nome em loop. E ele não parou.

 

HoSeok grunhiu, nos girando rapidamente, me deitando de costas sobre o colchão e subindo sobre mim. Um braço de cada lado, eu ainda estava me recuperando do orgasmo quando em um movimento rápido ele entrou em mim novamente, minhas pernas envolveram sua cintura, e eu gemi fino pela sensibilidade.

 

– HoSeok! – gemi seu nome mais uma vez quando ele começou a me estocar lentamente, eu nunca achei que seria tão incrível.

 

– Vou te fazer gozar muito hoje, JiMinnie, até você não conseguir andar mais. – sussurrou e me beijou com volúpia, chupando minha língua, e dando início a seus movimentos novamente.

 

A linha entre o prazer e a dor pela sensibilidade estava se misturando em minha mente, e eu só conseguia gemer pedindo por mais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

HoSeok POV

 

 

 

JiMin era tão bom naquilo que eu perdi completamente a noção da realidade, do espaço e da gravidade. Tive algumas poucas experiências sexuais no passado, mas tinha certeza de que nada nunca iria se comparar as sensações que ele me causava.

 

 

 

O tempo passava como o vento, a cada suspiro dele dizendo meu nome em meu ouvido eu sentia algo estranho, como se eu precisasse dele ao meu lado não só por aquela noite, mas todos os dias.

 

Trocamos de posições várias vezes, ele se sentia cansado, e eu também estava depois do terceiro round, mas a verdade é que não conseguíamos parar, estávamos viciados um no outro, completamente imersos em algo novo para nós dois.

 

 

 

– JiMin! Eu vou... Oh! Você está me deixando louco! Eu vou gozar– – avisei em meio às nossas respirações pesadas; JiMin que estava de quatro puxou meu braço para colar nossos lábios antes que eu pudesse terminar de falar.

 

Ele parecia exausto mas pedia sempre por mais; e quando separamos nosso ósculo, só o seu gemido fino quando fui fundo em si já foi o suficiente para que eu chegasse ao meu limite mais uma vez.

 

Dei alguns tapas estalados em sua nádega direita, deixando a marca de minha mão ali, e sorrindo satisfeito com sua demonstração de indignação por meio de outro grito agudo.

 

 

 

– Idiota! – ele resmungou e eu saí de dentro dele entre risos fracos enquanto tentava normalizar minha respiração. JiMin continuou se apoiando na cabeceira fazendo o mesmo, fiquei um pouco preocupado, depois da primeira nos empolgamos bastante.

 

 

 

– Você está bem? – me sentei ao seu lado e toquei de leve suas costas, fazendo um carinho singelo. JiMin apenas riu e virou o rosto para me encarar.

 

 

 

– Não me subestime, Jung. – sorri satisfeito e o puxei para que caísse em meu colo, JiMin sorriu, e se aconchegou em meu peito. O quarto estava mais escuro com o cair da noite, mas suficiente para que conseguíssemos enxergar um ao outro.

 

Ele ergueu sua coxa sobre meu corpo, e eu correspondi ao contato, fazendo um carinho no local com minha mão livre. Aquelas coxas eram perfeitas, e minha nova perdição, assim como seus lábios, seus olhos, sua voz; Park JiMin por inteiro, estava me transformando em algo que eu não sabia ainda.

 

 

 

– Eu nunca me imaginei assim com você. – falou após alguns segundos em silencio.

 

 

 

– Bom, isso é meio ofensivo. – brinquei e ele riu brevemente, mas logo deu lugar àquela expressão avoada de antes.

 

 

 

– Não foi isso que eu quis dizer... – fiquei em silêncio e ele desviou o olhar para um ponto qualquer. – HoSeok, naquele dia quando você me trouxe pra cá... Você tinha dito que me queria pra você... – senti meu peito congelar. – Você falou sério?

 

 

 

Eu fiquei surpreso com aquilo, sabia que tínhamos deixado nosso orgulho de lado há tempos, mas ouvir aquela pergunta vindo dele realmente me surpreendeu.

 

Demorei um tempo para responder, pensei no que aconteceu minutos atrás, no que vinha acontecendo desde que nos conhecemos, e sem nem perceber eu já estava pensando sobre como seria dali pra frente se eu desse continuidade naquilo.

 

Ele estaria comigo, eu poderia acordar de manhã e beija-lo, poderia dizer para quem perguntasse que Park JiMin era meu, e, involuntariamente, um sorriso largo se formou em meu rosto.

 

A sensação de frio na barriga ainda era presente mas era algo bom, eu me sentia completo, vivo, e feliz. Não tinha razão para negar.

 

 

 

– Sim, era sério.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

JiMin POV

 

 

 

Ouvir ele confirmar aquilo me encheu de um sentimento que eu ainda não sabia decifrar ao certo, ao mesmo tempo, meu peito se aquecia ao pensar nas nossas possibilidades juntos, de HoSeok se tornar meu, e eu dele.

 

Pensar que eu poderia o beija-lo, abraça-lo, dormir ao seu lado, transar loucamente até ficarmos mortos como hoje, e principalmente, conversar consigo, tê-lo como meu companheiro, tudo isso me deixava extremamente feliz.

 

Ter uma pessoa que me desse mais vontade de viver, me deixasse feliz e vice-versa, uma razão para voltar para casa vivo no fim do dia; uma pessoa que me salvasse do meu inferno diário, como Jin hyung era pra NamJoon, e Tae era pra JungKook.

 

Mesmo com todas as dificuldades que isso possivelmente iria gerar, HoSeok podia ser essa pessoa para mim.

 

Eu gostava dele, agora admitia isso para mim mesmo, e queria que ele soubesse disso de alguma forma, mesmo que aquela não fosse a forma mais correta, eu queria que ele fosse meu também.

 

– Eu também falo sério quando digo que também te quero, HoSeok. – eu sorri enquanto mantinha minhas mãos fazendo carinho nos curtos e finos pelos de seu peito. – Se você quiser de verdade, acho que podemos tentar. – HoSeok devolveu meu sorriso, me puxando pra deitar de frente para si.

 

 

 

– Eu te quero, JiMin... Quero que seja só meu, e vou fazer de tudo pra isso dar certo. – eu continuava a beijar seus lábios repetidas vezes, ele ria contra minha boca. O clima estava leve, e pela primeira vez naquela semana eu me senti completamente em paz, em seus braços.

 

Deitei de costas para ele, HoSeok percorria o olhar pelo meu corpo enquanto dedilhava minha pele com seus dedos. Sabia que ele estava olhando para minhas tatuagens; seu polegar acariciava uma em especial em meu pescoço perto da orelha, uma pequena e delicada concha meio que destoava do resto mais forte que eu tinha.

 

– Curioso? – perguntei só para ver sua reação; a maioria das pessoas perguntava o significado das tatuagens, e as vezes isso me cansava, nem todas precisavam de um significado como família, amor, amizade, eu só gostava de certos desenhos e os fazia, me julgar por isso era o que mais me irritava.

 

HoSeok sorriu e negou, me puxando para perto e deixando um beijo no local.

 

 

 

– Ela linda – falou sobre a concha –, combina com a forma que você age quando está comigo, perde um pouco sua onda de gangster, fica mais doce, mais fofo, brinca mais, me provoca. – ele fazia carinho em minha barriga, me puxando para que eu virasse de frente para si. – Minha irmã amava o mar, ela dizia que ele a fazia relaxar, o barulho das ondas. – disse suavemente, e eu sorri meio fraco.

 

Sempre que ele falava de sua família assim, como se sentisse falta, eu lembrava do seu passado, das histórias que eu ouvia sobre como ele havia matado o pai e a irmã, e como ele não tinha remorso algum em fazer aquilo apenas como um ritual de uma linhagem fodida.

 

 

 

Me sentia culpado também por pensar assim, HoSeok aparentemente não era mais a mesma pessoa de antes, também por minha causa, e eu não era nenhum santo pra julgar suas ações ou seu passado.

 

 

 

Ainda assim aquilo me incomodava, e ele pareceu perceber meu desconforto, mas não tocou no assunto. Me deu um selinho, e saiu do ninho que estávamos nos lençóis, abrindo a gaveta do criado mudo que ficava ao seu lado, e pagando uma bolsa pequena e um isqueiro.

 

– Quer bolar um? – ele me ofereceu com um sorriso, provavelmente querendo me relaxar, e eu me permiti pensar no quanto ele tinha mudado, estava mais consciente dos meus sentimentos.

 

 

 

– E existe jeito melhor de encerrar noite? – perguntei por fim, pegando a bolsinha de suas mãos.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

HoSeok POV

 

 

 

Nossa noite teve um rumo bem diferente do que eu imaginava, e muito melhor do que eu esperava.

 

Estava deitado ao seu lado enquanto ele preparava o nosso calmante; estava apenas coberto pelo lençol enquanto ele vestia sua boxer preta. Ficamos em silêncio durante o processo, mas minha mente falava sem parar; eu me sentia tão feliz, era até estranho, eu tinha esquecido como era aquela sensação, na verdade tinha esquecido da maioria dos sentimentos antes de aquele garoto aparecer.

 

 

 

Só consegui parar de sonhar acordado quando sua ação me chamou a atenção novamente; após enrolar o papel entre seus dedos, ele colocou a língua para fora e passou a saliva lentamente na cola antes de findar o cone; sorri satisfeito, um garoto tão lindo e extremamente sexy em tudo o que fazia, e agora podia dizer que ele era meu.

 

– Pronto. – ele observou satisfeito o resultado de seu trabalho, não era pra menos, era ótimo naquilo. – Você acende? – ele pediu e colocou o joint em minha boca, pôs a bolsa no criado mudo ao lado, e fez menção de se levantar, mas eu o segurei no mesmo instante. Assim que seu olhar confuso me encontrou eu o puxei para que caísse deitado em meu colo, rindo logo após. – Eu só ia guardar as roupas. – se aconchegou sobre mim ainda entre risos.

 

 

 

– Você é tão certinho; depois ajeitamos isso. – coloquei o pequeno cone em sua boca e busquei o isqueiro sobre a cabeceira, acendendo para ele logo depois.

 

JiMin suspirou satisfeito ao exalar a fumaça; estava escuro e o único som que ouvíamos era o do pouco movimento nas ruas de fora, benefícios de se morar ao lado dos Kim, não havia tiroteios e muito menos gritos na rua durante a noite.

 

 

 

– O que vai acontecer agora? – JiMin levantou o rosto para me fitar e eu suspirei enquanto fazia um carinho superficial em suas costas. – Nós, a facção... A guerra com Min YoonGi.

 

 

 

– Eu não sei... Bom, em partes. Eu sei que entre nós tudo vai ficar bem. – ele sorriu e se apoiou em meu peito, me fitando sorridente e jogando a fumaça em meu rosto antes de passar o joint para meus lábios.

 

 

 

– Você vai me proteger? – ele perguntou manhoso e eu traguei um pouco antes de responder.

 

 

 

– Desde quando você precisa de proteção? – ele sorriu satisfeito como se aquela fosse a resposta que quisesse ouvir, e colou nossos lábios assim que eu retribui a sua ação anterior e soltei a fumaça em seu rosto.

 

Nos separamos do beijo calmo com leves selinhos e eu me vi pensando naquilo que ele perguntou antes, eu teria a força para protege-lo? Sem dúvidas eu tinha, mas algo me deixava inquieto.

 

 

 

– Você acha que eu posso ser capaz de... sentir?

 

 

 

Ele me fitou confuso. – Como assim? Está falando de... amor? – senti um frio na barriga e engoli em seco, não era bem aquilo.

 

 

 

– Não, não falo disso... – voltei a fitar o teto e traguei mais uma vez, sentindo aquela tontura prazerosa me invadir. – Desde criança eu só tenho tido um objetivo, que é sobreviver. – passei para ele que não demorou à tragar enquanto me ouvia atentamente. – Mas... depois de algum tempo eu esqueci o motivo de querer continuar vivo. Matar era o que me mantinha respirando. É loucura, não é? – ele continuou apenas ouvindo. – Eu passei anos da minha infância treinando, matando pessoas para que ficasse forte como meu pai, mas quando eu cresci, não queria mais... Acho que se minha irmã não tivesse morrido, eu ainda assim não conseguiria matá-la.

 

Seus olhos se arregalaram e eu sorri pro nada, sabia que era aquilo que o incomodava. JiMin abriu e fechou a boca algumas vezes, como se pensasse na coisa certa a dizer, mas eu o impedi.

 

– Eu nunca matei alguém da minha família, JiMin. Não sei qual versão você ouviu, mas a verdadeira história, é que naquela noite minha irmã tinha sido pega pela polícia enquanto fazia uma entrega com uns caras de caminhão, na época eu nem sabia que ela fazia isso. – peguei o joint e dei uma tragada profunda, segurando um pouco antes de soltar. – Ela estava limpa, mas sabe como é, se eles encontram alguém dos nossos distritos eles esquecem que também somos pessoas, então, não deram nem tempo para leva-los à delegacia. Começaram a abrir fogo e acabou que só alguns policiais fugiram, deixando os mortos lá mesmo... Entre estes, estava a minha irmã. – senti suas mãos fazerem um carinho leve em meus fios, como se tentasse me dizer que ele estava ali comigo. – Quando eles começaram o tiroteio, avisaram meu pai e nós fomos direto pra lá... – engoli em seco, e JiMin franziu o cenho, buscando minha mão livre.

 

Eu não gostava de lembrar, embora isso acontecesse quase todas as noites. Agora, ninguém além de JiMin sabia daquela história, e embora estivesse com receio, eu não hesitei, e muito menos me arrependi de lhe contar a verdade.

 

– Eu tinha apenas dezessete anos, meu pai me jogou do carro e acelerou tanto que o impacto causou uma bela explosão... Mas eu não o odiei por simplesmente se matar sem pensar em mim, em me deixar sozinho nem nada do tipo. – engoli em seco outra vez, mesmo depois de anos de coração frio, pensar naquilo me machucava. – E eu fiz o que ele disse, meu treinamento terminou no momento em que atirei na cabeça da minha irmã caída no asfalto. – suspirei e uma lágrima escorreu por minha bochecha. JiMin me olhava com compaixão, eu ainda não o fitava, estava com medo do seu olhar, mas obtive coragem quando ele apertou minha mão. – Eu sou uma pessoa ruim, JiMin. Não vejo como você pode querer ficar com alguém como eu.

 

 

 

Ele se inclinou sobre mim e deixou o que sobrou no cinzeiro sobre o criado mudo, e voltou a se deitar ao meu lado, ainda me encarando.

 

 

 

– Você não é um cara ruim, HoSeok. – disse convicto e eu fiquei em silêncio, curioso para ver aonde aquilo iria dar. – Eu vejo como você se preocupa com os outros, como você sempre dizia para TaeHyung voltar para casa, como sempre garante se eu coloquei o cinto antes de sairmos de carro. – ele sorriu e eu correspondi. – Você pode negar o quanto quiser, Jung. Você sente! Você é uma pessoa boa, e eu peço desculpas por ter te julgado tanto por algo que nem sabia... – permaneci em silencio, observando o quão linda e sincera era a expressão em seu rosto. – Você não é só uma boa pessoa, como também uma das melhores pessoas que já conheci. – não me aguentando mais, eu colei nossos lábios no mesmo instante.

 

 

 

JiMin me fazia sentir bem como eu não me sentia há tempos, e não me importava de fazer dele a minha razão de viver.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

JiMin POV

 

 

 

Fiquei feliz em saber que ele tinha confiança o suficiente em mim para me contar nem que fosse um pouco de sua história, e me mostrar a verdade. Não era algo simples, lhe trazia lembranças difíceis e dolorosas quando ele falava sobre, e saber que ele tinha me falado para me tranquilizar em relação ao seu passado, me emocionava. Eu me sentia mal por me meter nisso, visto o quão precoce nossa relação estava, mas agora estava ao menos mais tranquilo.

 

HoSeok não era uma pessoa ruim, ele era alguém que tinha sofrido muito na vida e se adaptado a ela da melhor forma pra não se machucar ainda mais.

 

Pensar no quão difícil e conturbada sua infância tinha sido me deixava triste; ele, diferente de mim, provavelmente nunca brincou com os amigos na rua de casa, nem abraçou os pais, e eu duvidava que tenha frequentado direito a escola; e por isso, eu daria o meu melhor para tornar seus dias os melhores de sua vida dali pra frente.

 

 

 

 

 

HoSeok já tinha mudado tanto, quando o conheci nem podia imaginar que estaria agora nu junto a si em sua cama após nos entregarmos um pro outro durante horas; nunca pensei que o veria demonstrar afeto, carinho, mostrar que se importa com alguém além de si mesmo; e acima de tudo, nunca pensei que ele pudesse sentir não só dor, mas tristeza também, apesar de nunca ter demonstrado.

 

Me sentia especial por ter amolecido seu coração; sabia que ele provavelmente também sentia medo, não só do que estava acontecendo entre nós, mas do futuro, sentia medo por NamJoon, pela facção; sentia medo de morrer.

 

Estava tudo muito confuso para ele, mas eu o ajudaria a lidar com isso, cuidaria dele mesmo que ele não precisasse; eu precisava agora mais do que tudo, saber que ele estava bem.

 

 

 

 

 

Fumamos mais um joint depois daquilo, o clima estava bem menos tenso, eu tinha secado suas lagrimas, e já não tinha mais dúvidas sobre o tipo de pessoa que HoSeok era, nem o tipo de pessoa que ele estava se transformando.

 

Conforme o THC percorria nossos corpos, eu me sentia viajar, flutuar, e todas as minhas preocupações voarem para longe. Chapar era muito bom, mas fazer isso sentindo o calor e o toque de alguém especial era melhor ainda, e HoSeok já era bizarramente especial para mim em um tempo tão curto de “relacionamento”.

 

Aquela noite teve um rumo curioso e cheio de revelações. Tinha descoberto que HoSeok na verdade não tinha cumprido seu “rito de passagem”; descobri que deitar em seu peito era extremamente confortável; e que ele seria verdadeiro comigo e demonstraria suas inseguranças.

 

HoSeok era quente, seus braços fortes enlaçavam minha cintura quando deitamos para dormir, e os carinhos que fazia eram incrivelmente gentis e singelos. Mesmo deitando confortavelmente para descansar, ficamos beirando por várias horas, trocando poucas palavras aqui ou ali, e ouvindo o barulho da rua.

 

Eu observava as cicatrizes que ele tinha no corpo, a maioria em seus braços e costelas; marcas das muitas lutas por qual passou; lembranças que ele provavelmente queria esquecer, mas não podia, então tive a ideia de cobrir aquelas marcas, deixando as minhas.

 

 – Ainda é cedo para isso, mas um dia quero que você me deixe te tatuar. – falei baixinho, como num segredo. – Pode ser o que você quiser. – beijei uma das marcas profundas que estava em sua mão. Senti o beijo que ele me deu na nuca e sorri quando ele me puxou para selar meus lábios pela décima, vigésima, talvez milésima vez naquela noite.

 

 

 

– Vou pensar sobre isso, quem sabe um dia eu não faça uma em você também? – sorriu, seus olhos vermelhos mostrando que ele ainda estava em outra dimensão, mas ainda comigo. – Eu quero deixar uma marca minha em você também. – eu ri, me deitando na curva do seu pescoço, pronto para dormir de verdade dessa vez. A ideia não era de tão ruim, mas eu o faria treinar bastante antes disso.

 


Notas Finais


Eita


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