História Till the Death do Us Unite - Capítulo 53


Escrita por: ~ e ~anahyun

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Rap Monster, Sehun, Suga, Suho, Tao, V, Xiumin
Tags Chanbaek, Hunhan, Jikook, Kaisoo, Namjin, Sulay, Taoris, Xiuchen, Yoonseok
Visualizações 196
Palavras 2.542
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OLHA
QUEM
VOLTOU

SEM MAIS DELONGAS, BOA LEITURA <3

Capítulo 53 - Tomorrow night


E Jungkook desejou que aquilo fosse o suficiente, para que nunca mais se separassem novamente.

Pena que não era. E ambos descobriram tarde demais.

 

***

 

Jimin e Jungkook voltaram para a escola de moto. O mais velho precisou tomar todo o cuidado do mundo com o Jeon, por ele estar dolorido demais para fazer qualquer movimento brusco. Levou-o no colo como uma noiva, sempre cuidando por onde pisava e sendo o mais delicado possível ao colocar o mais novo na moto. Mas eles não riram disso.

Não riram, pois por mais que para eles estivesse tudo bem, eles sabiam que lá no fundo, não estava. Se o pai de Jimin fez aquilo, não foi pelas costas de ninguém. Ele não é corajoso o suficiente para esconder seus planos deles, ainda mais tendo dois espiões de um bom nível consigo. Min-Jun não era burro, e nunca faria nada daquele nível sem antes, relatar tudo o que aconteceria a eles. E era deles, que Jimin tinha medo.

Jimin temia que o Conselho viesse atrás de seu amado.

O Conselho nunca foi fraco. Desde o início, ele fora criado pelas maiores autoridades de cada país, tendo em vista que cada uma delas possuía um poder inigualável guardado consigo. Além de manterem um poderoso exército extremamente bem treinado em seus domínios, também tinham excelentes planos de ataque e eram preparados para tudo. Eles sabiam de tudo, tinham o conhecimento de Jungkook, e agora eles estariam novamente preparados.

Preparados para caçá-lo e matá-lo. De uma vez por todas.

Com tal pensamento, Jimin tensionou o corpo de imediato. Quando resgatou o mais novo, o Park sequer pensou no Conselho, nem mesmo em seu pai já sem vida caído ao seu lado. Ele só pensava que Jungkook estava ali com ele, estava vivo e bem, e isso lhe era o suficiente. Mas lembrando de tudo isso, tendo sua mente totalmente nublada em dúvidas, questionamentos e preocupações, o Park mais novo já percebia que ele estar ali consigo, não era sinônimo de segurança. Na verdade, nunca foi.

Mas ele queria que fosse. Seria isso tão ruim, tão difícil assim? Jimin só queria que Jungkook nunca precisasse passar por tudo aquilo, só desejava que o namorado não sofresse mais. Ele já havia sofrido tanto, e estavam mal no início de tudo. Mal no começo de toda essa confusão que se tornou a vida de ambos, desde que se descobriram apaixonados um pelo outro. E isso era tão...

— Isso é injusto.

Reclamou o Park mais novo, assim que chegaram na escola. Estavam no elevador, com um Jeon totalmente agarrado a Jimin em seu colo, apertando o corpo menor com força. Era como se Jimin fosse sumir dali a qualquer instante, era como se Jungkook pudesse acordar daquele sonho e encontrar a face sádica de Min-Jun a sua frente.

Mas ao ouvir a fala baixinha do mais velho, seu cenho franziu. Permaneceu quieto durante o percurso até o quarto de ambos, percebendo que Jimin fazia tudo rápido demais. Andava depressa, abria a porta quase a quebrando de tanta pressa que possuía. Talvez ele estivesse estressado, o Jeon entendia perfeitamente. Mas não parecia estar tudo bem.

Não devia estar tudo bem agora?

— O que é injusto, Chim? — Pediu com a voz fraca, obtendo a atenção do mais velho que antes andava de um lado para o outro a sua frente.

Quando o Park entrou no local, colocou o mais novo com todo o cuidado sentado na cama, o cobrindo devidamente. Mas após isso, começou a andar freneticamente pelo quarto com as mãos nos cabelos, murmurando coisas que Jungkook não entendia. E por algum motivo, ele não queria entender.

— Por que nós não podemos viver em paz? — Jimin começou, ganhando um olhar triste do namorado. — Por que todos acham que tem o direito de opinar sobre a nossa relação, sobre a sua vida? Você não tem culpa de nada, Kookie, então por que?

Jungkook assistia ao mais velho com os olhos pesarosos. Nesse momento ele se sentia mal, um estorvo. Um peso na vida do outro. Jimin poderia ter uma boa vida com qualquer outra pessoa ao seu lado, poderia viver bem até envelhecer feliz ao lado de outra pessoa que o amasse também. Mas ele estava ali, preso a si. Um garoto fraco, inútil que só lhe causava problemas. Jungkook detestava ter esses pensamentos, mas era tão inevitável... ainda mais depois de tudo que eles passaram nas últimas horas.

— Me perdoa... — Jimin fitou o mais novo com um olhar confuso, até notar que lágrimas singelas caiam dos seus olhos bonitos.

— Kookie. — Tratou de ir até o maior, sentando a sua frente e limpando as lágrimas sorrateiras com os polegares, para após iniciar um carinho com os mesmos naquela área.

— Por favor Chim, me perdoa. — Ele pediu novamente, ainda de olhos fechados por conta do carinho que recebia.

— Por que eu deveria te perdoar, se não fez nada de errado, meu amor?

E isso só fez Jungkook chorar mais. Como poderia Jimin o chamar assim, depois de tudo? Como ele conseguia continuar amando um garoto tão defeituoso que somente era um peso em sua vida? Ignorou todas as dores que sentia e ergueu o tronco na direção do mais velho, abraçando o pescoço do mesmo com força e derramando mais lágrimas ali.

Já Jimin, não entendia nada do que estava ocorrendo ali. Se limitou a apenas abraçar a cintura alheia com força, afagando as costas e os cabelos do mais novo do jeito que podia, tentando passar algum tipo de conforto. Pediu baixinho no ouvido de Jungkook o porquê de ele estar chorando e se desculpando, pois não queria mais vê-lo assim.

Céus, como Jimin queria que tudo aquilo acabasse.

— E-Eu sou só u-um peso na sua vida, Chim. — Ele começou, soluçando várias vezes pelo choro. — P-Por favor, m-me perdoa por t-tudo que eu te fiz p-passar.

Jimin então entendeu. Tratou de apertar ainda mais o corpo magro em seus braços, beijando o topo da cabeça de Jungkook várias vezes. Ele queria que o mais novo se sentisse amado, queria que Jungkook soubesse o quanto ele o amava. Pois Jimin o amava mais do que sua própria vida, mais do que podia imaginar um dia amar alguém.

— Você é maravilhoso, Kookie. Sempre foi forte, enfrentou tudo isso sozinho, mesmo que não precisasse. — Desfez minimamente o abraço para encara-lo nos olhos, tomando o rosto bonito em suas mãos. — Mas agora, você tem novos amigos, você tem a mim. E eu te amo. Você nunca foi um peso na minha vida, pelo contrário. Você foi a melhor coisa que me aconteceu. E se você se sente mal por hoje, saiba que eu faria muito mais por você. Faria de tudo, tudo mesmo, apenas para te ter em meus braços assim, de novo. Eu te amo, nunca duvide disso, meu amor.

Jungkook se permitiu chorar mais um pouco enquanto tinha suas lágrimas limpas pelos dedos do mais velho em seu rosto. Fechou os olhos aproveitando o carinho que se iniciou, desejando que aquilo durasse para sempre. Que aquele momento só deles, onde se amavam mutuamente e apenas isso, fosse eterno. Na mente do mais novo, não era pedir demais. Ele só queria ficar para sempre nos braços do namorado, sem precisar se preocupar com mais nada.

Mas ele sabia que não podia. Puxou ambos os braços de Jimin para a sua cintura e envolveu o pescoço do maior com os seus. Apoiou a cabeça no ombro e sussurrou no ouvido de Jimin, que queria um banho, e assim foi feito. Já que o Park entendia o que o mais novo queria fazer. Queria passar aquele tempo que tinham juntos, o máximo que podiam.

Pois tinham preocupações imensas a partir daquele dia. Preocupações que sequer passaram por suas mentes anteriormente, mas que agora atormentavam seus pensamentos em todo momento.

Jimin pegou o mais novo no colo e o levou até o banheiro, caminhando lentamente enquanto fazia um carinho singelo nas costas do maior. Seu objetivo era fazer com que Jungkook se sentisse protegido, amado, acima de tudo. E estava funcionando, o mais novo devia admitir. A delicadeza do Park ao tirar as suas roupas, o cuidado ao segura-lo ainda em seu colo embaixo do chuveiro - já que ambos não possuíam uma banheira por ali - estavam o deixando cada vez mais feliz e aliviado, pois não se sentia um estorvo quando via o namorado fazendo tudo aquilo com um sorriso lindo no rosto, sempre dizendo aquelas palavras que Jungkook amava tanto ouvir de si.

— Eu te amo muito, Kookie. Por favor, nunca duvide ou esqueça disso, sim?

O banho não durou muito tempo, pois os arranhões na pele do Jeon começaram a arder, e assim que Jimin ouviu os resmungos baixinhos do maior por conta da pequena dor, tratou de sair da água quente e secar o corpo de ambos. O fez com cuidado, sempre fazendo um carinho por onde passava com a toalha. E depois de secos, pegou o outro novamente no colo e o levou até o quarto, separando uma muda de roupa para ambos.

Antes de vestir o mais novo, Jimin cuidou dos ferimentos mais "graves". Nada era extremamente preocupante, se não a quantidade de roxos e arranhões que o chão pedregoso daquele lugar o causou. Uma pomada e dois ou três curativos no rosto e no braço foram necessários, deixando um Park Jimin deveras aliviado por não precisar se preocupar mais ainda com o seu pequeno. Um pequeno talvez grandinho demais, que agora o chamava com toda a manha do mundo para deitar ao seu lado na cama.

Jimin sorriu e foi até ele, o abraçando da forma mais carinhosa possível enquanto ajeitava os cobertores para que ficassem quentinhos. Jungkook sorriu grande em resposta, aninhando-se aos braços do namorado e deitando a cabeça em seu peito, aproveitando ao máximo o carinho que se iniciou em seus fios castanhos.

— Você sabe que teremos que fazer algo, não sabe? — Jimin começou a fala, sabendo que em algum momento precisariam falar sobre aquilo. E melhor que fosse naquele.

Jungkook apenas suspirou, assentindo.

— Sim. Mas eu não sei o que. — Começou a desenhar círculos no peitoral do outro com os dedos. — Com a morte do seu pai...

Jungkook teve receio em terminar a frase, então apenas a deixou no ar. Temia que o mais velho não gostasse de tratar sobre tal assunto, pois querendo ou não, o homem agora morto ainda era seu pai. Jimin estava fora de si quando o tirou a vida, então talvez pudesse sentir algum remorso, alguma culpa. Por mais que Jungkook não achasse que deveria sentir algo por Min-Jun.

— Eu não me arrependo, se é o que está achando. — Beijou os cabelos do mais novo, que riu fraquinho. — Aquele homem nunca foi meu pai. E a conta dele comigo só piorou quando ele resolveu te envolver na história. — Suspirou. — Mas você tem razão. Logo descobrirão sobre a morte dele, e não acho que será difícil descobrir quem fez aquilo.

Jungkook notou que os batimentos do Park aceleraram. E ele sabia que Jimin sentia medo. Obviamente não existia ninguém com raiva o suficiente de Min-Jun, mais o poder necessário para matar mais de cinquenta pessoas, além de Jimin. E com Jimin, encontramos Jungkook. Era aí que o medo do casal estava.

— Temos que fazer algo. Não podemos mais ficar por aqui, Chim.

— Eu sei, vim pensando nisso no caminho para cá. — Viu que Jungkook virou-se em meio ao abraço, ficando de barriga para baixo, com os olhos fixos no Park.

— E o que você sugere? — Ele perguntou curioso.

Jimin apenas sorriu de leve, acariciando a bochecha do mais novo. Os olhos marejaram só de pensar que se tudo desse errado, ele perderia aquele anjo que apareceu em sua vida. Ele poderia perder a pessoa mais importante em sua vida, que passou por tanta coisa e agora precisava de si. Por isso nada podia dar errado. Ele precisava ter a certeza de que ele e Jungkook ficariam bem. Por isso, ele tinha um plano.

— Nós vamos fugir. Amanhã à noite.

 

***

 

Os homens inteiramente vestidos com suas capas e vestes longas, tão negras quanto aquele céu sem estrelas que se fazia acima de todos, formaram uma linha reta quando o seu superior quis passar. Os passos que ecoavam de maneira seca por entre aquele chão arenoso e cheio de pedras, eram calmos e decididos. O caminho aberto por todos os homens se estendeu por meio dos destroços do que um dia foi uma construção que desabou por um infortúnio terremoto há muito tempo atrás.

As paredes que ainda se mantinham de pé já não estavam mais. Agora eram pura poeira, pedra e destroços. O lugar não mantinha mais uma coluna de concreto de pé, sequer. Coisa que o Presidente do Conselho dos Elementos não lembrava de ser, exatamente assim. E ao passar por dois corpos sem vida, de dois garotos que se lembrava de ter disponibilizado aquele homem, suas suspeitas se confirmaram.

Ao final do caminho, lá estava ele. Caído no chão, com a boca aberta e os olhos completamente opacos. Sem vida. Nem mesmo a Morte reinava em si. Min-Jun havia sido derrotado. Aquele homem que o informou ter descoberto quem era a ameaça para aquele mundo, havia sido morto.

— Meu Senhor. — O superior ouviu a voz de um dos membros do Conselho ressoar baixinho. — Se me permite a palavra...

— Diga. — Foi tudo que a voz grossa e imponente ditou, fazendo com que alguns dos homens se encolhessem em suas vestes.

Aquele homem era a maior autoridade de todo o mundo. Era o homem mais poderoso de todos, era o Presidente daquele Conselho Mundial.

E agora ele havia sido provocado.

— Ele está mesmo... digo...

— Sim. — Ele pronunciou secamente. — Park Min-Jun, o meu braço direito, está morto.

Nisso, todos os homens se curvaram. Permaneceram naquela posição em sinal de respeito para com aquele que um dia, fora também o seu superior. Min-Jun era o braço direito do Presidente, e todos o conheciam, assim como também conheciam ele. Assim como conheciam o seu filho.

— A morte dele é clara como a água. A julgar por todos os homens que também tiveram a Morte reinando sobre seus corpos, todos sabemos quem foi o dominador de tal caos, que causou tudo isso. — Ele virou-se para seus homens, erguendo a voz. — Park Jimin matou seu próprio pai. E Park Jimin, esconde a nossa maior ameaça. Ele esconde aquele que descende não só de Shiro, como também, de Kuro.

Todos se entreolharam e começaram-se os murmúrios desacreditados. Ninguém ali que não fosse o Presidente e seu braço direito, sabiam daquilo. Os calafrios e arrepios foram de todos, que estavam surpresos demais com a notícia de que alguém que possuía tamanho poder estava realmente vivo. Eram apenas rumores, ninguém sabia da verdade. Mas agora sabiam.

— E Park Jimin pagará por Min-Jun e por esconder essa ameaça do Conselho. Assim como, Jeon Jungkook, o mestiço da Vida e da Morte, pagará com a vida.

Foi como a palavra final. Os sussurros e murmúrios terminaram, todos estavam calados esperando por uma última pergunta que acarretaria na resposta que todos queriam ouvir. E ela foi feita.

— Quando faremos, meu Senhor?

E o destino dos dois jovens, foi mais uma vez, selado.

— Amanhã à noite.


Notas Finais


olha, eu realmente não sei por onde começar
comecemos pelo fato de que eu (Ana) que escrevo a fic, estou passando por um bloqueio terrível. Não é um bloqueio criativo, mas sim, um bloqueio de agrado. Eu simplesmente não consigo gostar do que escrevo, sempre que começo a escrever e leio tudo, acabo apagando por não gostar de nada e achar que nunca é o suficiente.
Mas nós precisávamos postar, não podemos deixar vocês na mão. Sabemos que basicamente um mês se passou, e pedimos perdão mais uma vez, mas está realmente difícil. Tentem compreender, sim?
Esse capítulo ficou um pouco pequeno, mas foi o que eu consegui escrever sem odiar ou apagar. Ele é a introdução para o maior acontecimento dessa fic, então aguardem ansiosamente pelo que está por vir! Prometo que tentarei escrever mais e não odiar tanto o que eu escrevo KKKKKKKK

É isso. Muito obrigada a todos que não desistiram dessa fanfic e ainda acompanham a estória, obrigada de coração. Esperamos que tenham gostado, e não fiquem bravos ou tristes se a atualização demorar, ok? Não esquecemos a fic no churrasco, muito menos vamos desistir dela.
Obrigada, amamos vocês <333333


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