História Time Travel - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Dove Cameron, Froy Gutierrez, Personagens Originais
Tags Futuro, Romance, Viagem No Tempo
Visualizações 5
Palavras 2.156
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Viagem no Tempo


Fanfic / Fanfiction Time Travel - Capítulo 2 - Viagem no Tempo

A curiosidade brilhava em mim como se tivesse chamas ardentes ao meu redor, o que será que é tão importante que eu não possa saber?

- Ser filha de agentes secretos da nisso.

- Ela deve estar em algum lugar com a Kelly, não se preocupe. - Meu pai fala.

- Muito bem, sabemos onde o Astra está. Só precisamos de alguém qualificado para ir atrás dele.

O Astra foi achado?

- Que tenha não apenas conhecimentos em luta, mais que tenha habilidades que possa bater de frente com o Astra. - Meu pai fala nervoso. - O único que seria capaz de bater de frente com o Astra, desapareceu a 20 anos por causa da viagem no tempo.

Viagem no tempo?

- Quem vamos mandar a 2155 para pegar o Astra então? Nem sabemos o lugar certo, apenas a época certa.

- Eddie acha mesmo que vamos achar alguém tão fácil assim?

Deixa eu ver se eu entendi, o Astra viajou no tempo para o futuro no ano de 2155. Uma das melhores agências secretas do mundo não consegue achar um modo de resolver isso...

- Calma querido, podemos ir atrás daqueles meta-humanos que Meiras nos contou. Talvez algum deles pode nos ajudar a trazer o Astra para 2018.

- É muito arriscado irmos até lá Heidi, não sabemos o quão poderosos eles podem ser e não podemos deixar Molly sozinha.

- Ela é forte Derek, Molly é capaz de muita coisa e...

E o que mãe?

- Não, nem pensar Heidi. Não seja maluca em falar sobre isso.

Viagem no tempo, grandes problemas se nada for resolvido. Seria maluquice eu ter pensado em me oferecer para ir atrás do Astra?

- Eu sempre quis um propósito para me revelar com os meus poderes, mostrar do que sou capaz com eles ajudando em algo muito grande.

- Tudo bem Derek, mais uma hora ou outra ela vai acabar descobrindo.

Entro na cozinha, eles se assustam e me olham sem entender nada.

- Molly? - Falam juntos.

- Oi mãe, oi pai...

- Você chegou cedo... - Minha mãe fala nervosa.

- Normalmente, esse é o horário que eu chego da escola. - Eu falo tranquila e depois abro a porta da geladeira com a telecinese e pego um potinho de sorvete com a telecinese vendo meus pais ainda nervosos. - Que foi? Como se eu nunca tivesse feito isso antes.

É bem engraçado saber de algo que as pessoas nem imaginam que você saiba.

- Não é isso querida, só estávamos falando de uma missão importante. - Minha mãe fala recebendo um olhar reprovador do meu pai.

- Não precisam fingir, eu ouvi a conversa. Eu sei sobre o Astra e a viagem no tempo.

Um silêncio assustador aconteceu na cozinha, meus pais estavam suando a frio e eu me permanecia tranquila e sem expressão.

- Por que estão agindo dessa forma? - Indaguei. - Não é a primeira vez que eu sei de algo assim do trabalho de vocês.

Eles trocam olhares me deixando irritada.

- Tudo bem Molly, acontece que isso é algo muito secreto. - Meu pai fala. - Entende?

- É claro que eu entendo pai, tenho idade o suficiente para entender e sou madura o suficiente para ficar calada.

- Nos de licença agora querida, seu pai e eu temos que voltar pra agência. Talvez fiquemos fora por uns dias... - Minha mãe fala preocupada, eu via o medo e a derrota no seu olhar.

- Eu só entrei na cozinha, para dizer que vocês podem contar comigo.

- Como assim?

Eu respirei fundo e sorri em seguida, está tão óbvio.

- Eu me ofereço para a viagem no tempo, sou muito habilidosa e darei conta com as instruções certas.

Seria a minha primeira missão de muitas pela frente? Meus pais nunca permitiram que eu seguisse seus passos, eles querem que eu tenha uma vida normal. Inclusive, estaria eu indo para a universidade de Harvard ano que vem. Isso mesmo, eu disse "Harvard".

- Como é Molly?

- Foi o que você ouviu mamãe.

Ela troca olhares com o meu pai e os dois começam a rir.

- Isso é uma piada não é? Por favor Molly, não faça brincadeiras em assuntos sérios como esse.

Uma raiva grande me percorreu, senti meus sangue ferver.

- Eu não estou fazendo piada. - Senti minha mão molhada e vi o sorvete derretendo.

Tento me acalmar até que consigo.

- Estou falando sério, para os dois. - Eu falo alto e firme. - Vocês precisam de mim, vou mostrar a vocês o quão boa posso ser seguindo seus passos como agentes secretos.

- Vá para o seu quarto Molly, seu pai e eu temos que ir.

- Mais eu... Por favor, vocês não...

- Já chega Molly. - Meu pai fala.

- Vocês são muito segos. - Falo nervosa, jogo o sorvete no chão e vou para o meu quarto.

Meus pais fingem não reconhecer a verdade estampada na cara deles.

- Eles vão mudar de ideia.

Pode parecer loucura da minha parte, mais o que eu tenho a perder? Essa pode a maior aventura da minha vida.

P.O.V  Heidi

Molly é sempre tão teimosa, e ao mesmo tempo que ela é teimosa ela se mostra inteligente e forte nos enfrentando e falando a verdade que precisamos ouvir.

- Mensagem do Eddie, precisamos ir Heidi.

- O que acha Derek? - Ele me olha preocupado.

- Você não levou a sério o que Molly falou não é mesmo? Ela é só uma adolescente com ideias malucas, nós já fomos assim.

Acabei rindo lembrando dessa época, ainda estávamos em treinamento para sermos agentes profissionais. Éramos dois jovens que quebravam as regras da agência para mostrar nosso potencial.

- Pode ser...

- Não podemos arriscar a Molly nisso, ela ter ouvido já foi demais. - Falou sério me encarando e assenti. - Heidi?

- Já entendi, vamos logo.

Saímos de casa sabendo que Molly estava nos espionando, pegamos nossos carros e fomos rapidamente pra a agência. Estava mais agitada do que o normal, Eddie não conseguiu colaboração para a viagem no tempo e por isso está uma pilha de nervos.

- Espero que tenham boas notícias. - Ele fala assim que nos vê.

- Gostaríamos de ter boas notícias. - Eu falo.

- Fica calmo Eddie, vamos dar um jeito nisso. Nós sempre conseguimos, não vai ser agora que iremos falhar. - Derek diz.

- Já falhamos a muito tempo Derek.

- Pelo amor de deus, Astra não é burro de chegar no futuro e sair já fazendo tudo o que ele planeja. Ele está provavelmente fazendo isso aos poucos e secretamente, até chegar o momento da tacada final. Como ele gosta de fazer, já se esqueceu?

Horas depois...

19:30 PM

P.O.V  Molly

- Molly? Está me ouvindo?

Olho para Kelly bem perdidinha no assunto, nossos outros amigos estavam terminando de escolher o que iríamos usar no acompamento. Ficamos o dia todo no shopping, então decidimos escolher as coisas do acampamento só agora. Eu fiquei o passeio todo pensando sobre a viagem no tempo, eu sei que meus pais vão vir atrás de mim. Eu não prevejo o futuro, mas não precisa prever para saber o que vai acontecer.

- MOLLY, PRESTA ATENÇÃO EM MIM! - Kelly deu um baita grito, o que fez algumas pessoas da loja nos encararem.

- Não grita comigo Kelly, não sou sua cachorrinha adestrada. - Falei irritada.

- Eu em, o que foi que te deu? - Ela me olhava sem entender o motivo de eu ter falado aquilo.

- Ah... Nada não, desculpe. O que foi?

- Você está muito estranha o dia todo... - Dou de ombros. - Enfim, o que acha deste vestido? - Ela segurava um vestido vermelho brilhoso liso e curto.

- Quando foi que você pegou ele?

- Enquanto vocês estavam aqui escolhendo as coisas pro acampamento, eu tinha me apaixonado por ele quando passamos pela loja onde estava vendendo. - Respondeu toda felizarda.

- É bonito, guarde ele pro baile de caridade da escola. - Eu falo.

- É exatamente o que irei fazer.

- Você vai arrasar nele, Kelly. - Pisco.

- Obrigada amiga. - Fazemos nosso toque e depois rimos.

Olho em volto vendo que o pessoal estava indo pagar, Kelly e eu pegamos o que escolhemos e fomos pagar também. Depois saímos da loja, enquanto meus amigos se dividiam em dois carros eu fui na direção da minha moto. Não somos um grupo tão grande, somos apenas um grupo de 8 adolescentes louquinhos.

- Espera, eu vou com você lembra? - Disse Kelly vindo na minha direção.

- Vai aguentar levar as coisas que comprou? - Perguntei preocupada.

- A Sabrina vai guardar as coisas do acampamento pra mim até amanhã, o resto eu dou conta. - Assenti. - E você?

- O mesmo, podemos ir?

- Claro, tem certeza que seus pais não vão ficar bravos porque irei dormir lá? - Pergunta e eu rio.

- Não é a primeira vez Kelly, eles já estão acostumados.

Não era meus planos ter a Kelly dormindo na minha casa hoje depois do que aconteceu mais cedo, mais eu não consegui pensar em nada para dizer não.

Subimos logo depois na minha moto, demos tchau para os outros e fomos pra minha casa. Não vi o carro dos meus pais lá e isso me deixava tensa, assim que eu fui destrancar a porta da frente eu fiquei surpresa em saber que ela estava aberta.

- O que? Eu não deixei a porta aberta.

- Talvez na pressa de sair você tenha deixado, te conheço bem. - Diz Kelly.

Entro em casa sentindo que não estávamos sozinhas.

- Tem alguém aí?

- É um ladrão bonito? - Kelly ironizou.

- É assim que vocês me recebem?

- Eu conheço essa vós. - Falei junto a Kelly.

Do nada, meu irmão mais velho Adam apareceu descendo as escadas.

- Adam? - Kelly e eu falamos surpresas.

- Oi meninas, a quanto tempo.

Era surpresa mesmo para nós, eu sabia que Adam estava em uma missão especial na França mais para Kelly ele estava fazendo intercâmbio. De qualquer forma, era surpresa ele estar de volta tão cedo.

Me aproximo de Adam e dou um soco forte no braço esquerdo dele.

- Ei, por que fez isso?

- Por que não avisou, idiota. - Fingi estar brava e ele riu.

- Eu queria fazer uma surpresa. - Ele olha pra Kelly e dá uma piscada, se eu conheço bem minha melhor amiga ela quis morrer com isso já que ela é caidinha pelo Adam.

- Ima.. imagino que vocês que... querem conversar a sós. - Ela fala meio atrapalhada e eu rio. - Vou levar as coisas pro seu quarto, Molly.

- Tudo bem.

- É bom que esteja de volta Adam. - Kelly fala não escondendo o quão envergonhada e surpresa estava, depois que ela subiu e entrou no meu quarto eu e Adam fomos pra sala.

- Tá legal maninho, pode ir me contando tudo. - Eu falo curiosa.

- Não tenho muito o que falar, consegui o resto das provas e os culpados foram desmascarados e presos. - Ele fala tranquilo.

- A mamãe e o papai já sabem que você está aqui?

- Sim, avisei um dia antes de retornar para Nova York. - Responde.

- Toma cuidado em como você age com a Kelly, não de falsas esperanças pra ela. - Falo séria.

- Do que você está falando?

- Não se finja de sonso. - Dou um tapinha no seu braço esquerdo.

- Mal cheguei e você já está agressiva comigo? - Rio.

- Mais alguma coisa?

- Ah... - Ele arregala os olhos e coloca as mãos em meus ombros.

- O que...

- Meu deus, eu já ia esquecendo... - Ele sai rápido do sofá em que estávamos sentados.

- Esquecendo o que?

- A mamãe e o papai te querem na agência agora, eles precisam conversar com você. - Responde me deixando animada.

- Eu sabia! - Me levanto. - Mais e a Kelly?

- Não se preocupe, deixe isso comigo. Você precisa ir agora. - Me puxa pelo braço até a porta.

- Calma, eu nunca fui na agência, como vou chegar lá sem ser barrada? - Ele aponta para um carro estacionado em frente da nossa casa.

- O agente Jackson irá te levar. - Responde.

- Está bem.

Assim que chego até o carro, vejo um homem de óculos escuros que me lembrou homens de preto. Dou uma batida na janela e ele me nota.

- É só dá a volta.

Dei a volta e entrei.

- Oi.

Sem responder ele ligou o carro e não demorou para começarmos a andar, ele começou a dirigir muito rápido e quando dei por mim aviamos parado.

- Chegamos.

Peguei meu celular no bolso e vi pelo reflexo meu cabelo todo bagunçado, dei uma arrumada rápida e depois desci do carro.

5 minutos depois...

Eu estava encantada olhando cada canto da agência, o agente Jackson andava ao meu lado em silêncio. Logo avistei meus pais acompanhados de Meiras.

- Que bom que chegaram. - Mamãe diz. - Adam deu o recado?

- Ele só disse que vocês me queriam aqui. - Eu respondo. - Oi Meiras.

- Oi Molly, é bom te ver por aqui finalmente.

- Concordo. - Olhei para os meus pais novamente.

- Agora não é hora de graça, estamos em uma situação seriamente importante Molly. - Meu pai fala.

- Desculpe, foi sem querer. - Sorrio sem graça.

- Venha conosco querida. - Meiras pede.

- É claro.

Sigo eles até uma enorme sala, vi algo em especial que chamou bastante atenção.

- Molly Carter, estava esperando por você.




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